Tem promoção no ar!

Desde hoje, dia 7, até o dia 14, todos os impressos do Clube estarão com desconto de até 20%!

Vamos às regras:

1) Todas as obras impressas publicadas no Clube já estão incluídas na promoção;
2) Os descontos variam de acordo com a paginação de cada obra (sendo, portanto, diferente para cada uma);
3) Os descontos não abrangem os direitos autorais. Ou seja: independentemente do montante cortado no preço, os direitos autorais permanecem rigorosamente os mesmos e os autores não serão prejudicados em nenhum aspecto. Caso queiram ampliar as quedas de preço no período mexendo nos direitos autorais, os próprios autores deverão fazê-lo indo a Sua Conta > Livros Publicados, clicando em “gerenciar” e em “editar direito autoral”.
4) O desconto durará até o final da segunda, 14/01!

Boas vendas e bons presentes!!!

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Que tal voltar à escola?

Se você ainda é estudante, por favor ignore este post.

Se não é, considere.

Recentemente, embalado por alguns livros de história, me peguei lendo outros que marcaram a literatura dos seus períodos como maneira de entender melhor as decisões que transformaram o nosso país no que ele é hoje. Isso inclui os poetas do arcadismo de Ouro Preto, abolicionistas como Castro Alves, realistas como Machado de Assis etc.

Acabei me dando conta de uma coisa: a riqueza literária produzida por esses tantos gênios filhos da pátria acaba relegada a um infeliz segundo plano no âmbito do estudo secundarista. Em muitos casos – e aqui falo por mim – um estudante simplesmente não tem maturidade para entender, com a devida profundidade, os contos de Álvares de Azevedo ou as narrativas de Raul Pompeia.

E talvez essa lacuna acidental em nossa educação literária tenha sido uma das responsáveis pela nossa geração (novamente, falo por mim) ser a que menos lê em toda a história brasileira.

O bom é que sempre há tempo de mudar – começando portam volta às aulas. Partamos, portanto, das primeiras letras da história literária brasileira. Como essa playlist abaixo que, embora talvez excessivamente básica e focada em provões que eu pessoalmente desprezo (como o ENEM), pode nos mínimo indicar alguns caminhos interessantes…

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Sentindo o próprio derrame

Já imaginou se você pudesse perceber, conscientemente, todas as suas funções cerebrais se fecharem uma a uma durante um derrame?

Eu sou da crença firme de que a maior fonte de inspiração de qualquer ser humano é a sua própria vida – incluindo um entendimento mais aprofundado do seu próprio corpo. E, claro, na medida em que passamos por experiências dramáticas, vamos somando mais e mais capacidade de expressão.

Essa palestra que achei fala muito disso a partir de uma experiência real – e é absolutamente inspiradora.

E, afinal, se somos uma comunidade de contadores de história, ouvir histórias impactantes é no mínimo parte do que mais amamos fazer :-)

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Feliz 2019!!!

Sim, sabemos que 2018 foi um ano complicado para o Brasil. Tivemos Copa, greve de caminhões, eleições dilacerantes, resquícios da maior recessão da nossa história, livrarias e editoras quebrando e tudo mais.

Isso significa que foi um ano ruim?

Não. Nem de longe.

Porque, aqui no Clube, foi em 2018 que conseguimos consolidar a nossa distribuição em livrarias, o que fez toda a diferença do mundo para nós (e para todos os autores independentes que fazem daqui uma extensão das suas casas).

Foi por conta disso que conseguimos uma presença maior no próprio mercado, o que inclui fechar o ano com um crescimento de mais de 30% em um ano em que a maioria das livrarias e editoras tem derramado lágrimas atrás de lágrimas.

Foi impulsionado por boas notícias vindas daqui das trincheiras da autopublicação que conseguimos bater o nosso recorde de livros novos publicados – entre 40 e 45 títulos todos os dias.

Foi puxado por isso que iniciamos toda uma série de desenvolvimentos que possibilitarão novidades imensas para os autores – muitas das quais ainda estão por ser divulgadas.

E é, portanto, por isso, que temos apenas a agradecer a este ano tão ímpar em nossas vidas – além de esperar um 2019 turbinado pelo fim da crise brasileira e por uma retomada econômica que certamente há de beneficiar a todos nós, autores membros deste Clube.

Obrigado, 2018. Nós mudamos muito nesses seus 12 meses.

2019, venha com tudo! E venha trazendo muitas, muitas novas histórias para os nossos muitos, muitos autores!

FELIZ 2019!!!!!

 

 

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Como publicar um ebook

Você deve, afinal, investir na publicação de um ebook?

Sim, é verdade: ebooks não têm e, ao menos por um longo tempo, não deverão ter uma fatia super expressiva do mercado. Aliás, é possível que eles nunca tenham uma fatia de mercado tão gigantesca quanto se costumava prever há uma década.

Vamos primeiro aos números

Mesmo se pegarmos o digitalíssimo mercado norte-americano, onde os ebooks fecharam o ano passado (2017) com uma fatia 42% do total das vendas de livros, as notícias são desanimadoras. No primeiro semestre deste ano, houve uma queda de vendas de ebooks de 4,4%; em julho, outra queda de 16%; em agosto, novo tombo, desta vez de 9,6% – tudo isso enquanto o volume de vendas de impressos vem subindo consistentemente há anos. Aliás, de acordo com Marcus Dohle, CEO da Penguin Random House, o mercado vai acabar se estabilizando em uma proporção de 80% para impressos versus 20% para ebooks.

Isso nos EUA, claro. No Brasil, estamos muito, mas muito distantes dessa realidade. Por aqui, o livro digital representa apenas 1,9% do mercado.

Se ficar parado nessas notícias, o autor independente logo se questionará: vale a pena publicar um ebook?

A resposta é óbvia: sim. Porque não estamos falando de se publicar um ebook em detrimento de um livro impresso, afinal. Ao contrário: o melhor que um autor deve fazer é publicar o seu livro em todos os formatos possíveis, até porque fazer isso, por exemplo, aqui no Clube de Autores, é 100% gratuito.

Quer dois outros argumentos?

O primeiro é você mesmo. A venda de ebooks pode não ser tão alta quanto a de impressos, mas ela está totalmente concentrada em autores independentes. No mundo, aliás, estima-se que de 30%-40% do total de ebooks vendidos sejam de escritores independentes. E 30%-40% de 1,9% de TODO o mercado brasileiro de livros não é, exatamente, algo a se desprezar. Principalmente, repetimos, quando o custo de se brigar por espaço seja zero.

O segundo argumento – e é ele que veremos aqui agora – é a facilidade. Se nunca foi tão fácil publicar um ebook, por que deixar a oportunidade passar?

A questão dos formatos: PDF versus EPub

A primeira coisa a se ter em mente é que o mercado costuma trabalhar com dois formatos diferentes de ebook: PDF e EPub.

O PDF é, de fato, o formato mais fácil de se trabalhar e pode ser gerado a partir do seu livro em formato Word. Além disso, como já é o formato padrão do Clube de Autores para se publicar em formato impresso, basta utilizar o mesmo arquivo e pronto: seu ebook já estará disponível.

MAS (e este “mas” é bem considerável), PDF é também o formato mais pobre de ebook – pobre ao ponto de não ser sequer aceito pelas principais plataformas.

Há motivos para isso. Um arquivo em formato PDF funciona como uma espécie de imagem do texto e, na maior parte dos programas de leitura, ele não permite que o texto se molde confortavelmente à tela. Isso é especialmente relevante no Brasil, onde 56% dos usuários lêem ebooks em seus smartphones.

Em outras palavras: se não tiver alternativa nenhuma, deixe seu ebook em formato PDF. Mas se quiser um desempenho melhor, converta seu arquivo para EPub.

Como fazer isso?

Se seu livro for simples (essencialmente composto por texto, sem imagens ou ilustrações), você encontrará programas gratuitos na Internet que farão essa conversão diretamente. Já fizemos, aqui mesmo no blog, um post sobre ferramentas para se escrever livros – e a maioria delas já converte os arquivos para EPub.

Mas, se seu livro for mais complexo, vale a pena contratar algum profissional que faça essa conversão de maneira mais bem cuidada e personalizada. Há uma série de profissionais no mercado capazes de fazer isso, sendo que muitos vendem seus serviços neste site daqui. Escolhe com cautela, lendo comentários e recomendações de ex-clientes (disponíveis na própria plataforma).

Que plataformas revenderão o ebook – e em que formato?

Já comentamos, aqui neste post, que 56% dos usuários brasileiros lêem ebooks em seus smartphones – e isso inclui toda uma maioria que usa ferramentas de suas próprias operadoras de celular ou apps terceiras, muito pouco famosas, para isso.

Aliás, a pesquisa Retratos da Leitura de 2016 apontou que apenas 4% dos brasileiros usam plataformas como Kindle, Apple, Google ou Kobo para ler ebooks. E, por mais que 2016 esteja há 2 longos anos no passado, dificilmente esse número tenha chegado a significativos 40% hoje.

No mesmo ano do Retratos da Leitura, a PublishNews fez uma matéria comparando as principais plataformas de leitura de ebooks. Em outras palavras: onde esses 4% de leitores de ebooks lêem seus ebooks?

O Kindle, da Amazon, tem destaque aqui, com 55% do mercado. ele é seguido pelo GooglePlay (18%), Apple (13%), Saraiva Lev (8%) e Kobo (8%).

O Clube de Autores distribui, hoje, para todos esses formatos – além de diversos outros pequenos aplicativos que fazem a maioria do mercado de ebooks, como já mencionado aqui.

Voltando às principais plataformas, apenas o GooglePlay trabalha com o formato PDF. As demais – Kindle, Apple, Saraiva Lev e Kobo – todas exigem que o livro esteja em formato EPub para oferecê-lo aos seus leitores.

O EBook precisa ter ISBN?

Idealmente, sim. Há inclusive uma categoria específica para isso, o eISBN, feito par livros eletrônicos. Temos um post completo sobre o registro do ISBN aqui no blog, mas ele de fato é mais voltado para o registro de livros impressos (embora o processo seja semelhante).

E por que não falamos especificamente sobre ebooks? Porque, hoje, nenhuma das plataformas de ebook efetivamente exige o ISBN. E, se elas não exigem, isso significa que você poderá revender o seu livro lá sem se preocupar com isso.

Vale a pena eu publicar exclusivamente na Amazon?

Os números aqui neste post já respondem por si só: o Kindle, hoje, tem algo como 55% de 4% do mercado brasileiro de ebooks. Isso dá 2,2% de mercado. Ainda que ele tenha crescido imensamente nos últimos dois anos, dificilmente terá decuplicado essa participação. E ainda que tenha decuplicado, isso significa que ele terá 22% do mercado (e olhe que essa previsão é absolutamente irreal).

A pergunta, portanto, é: vale a pena dar exclusividade a uma plataforma que tem, hoje, algo na casa de 2,2% de mercado, propositalmente ignorando 97,8% dos leitores?

Obviamente que não.

Se você não precisa dar exclusividade a ninguém – e, hoje, você não precisa – não dê. Esteja em todos os lugares que conseguir.

Como fazer para publicar seu ebook? 

Vistos todos esses pontos, é simples: basta acessar o Clube de Autores, clicar em Publique seu Livro e seguir as etapas. Montamos um guia de autopublicação que detalha todo o processo e que pode ser acessado aqui.

Apenas para reforçar: ao publicar (gratuitamente) no Clube de Autores, seu ebook (da mesma forma que seu impresso) estará disponível em todas as suas plataformas e você controlará as suas vendas online, de maneira centralizada.

Quer saber mais? Conheça o Clube de Autores clicando aqui e seja bem-vindo à maior comunidade de autores independentes da América Latina!

 

 

 

 

 

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