Promoção de Dia das Mães no Clube!

De hoje, dia 8, até domingo, dia 14, todos os impressos do Clube estarão com desconto de até 25%!
Vamos às regras:

1) Todas as obras impressas publicadas no Clube já estão incluídas na promoção;

2) Os descontos variam de acordo com a paginação de cada obra (sendo, portanto, diferente para cada uma);

3) Os descontos não abrangem os direitos autorais. Ou seja: independentemente do montante cortado no preço, os direitos autorais permanecem rigorosamente os mesmos e os autores não serão prejudicados em nenhum aspecto. Caso queiram ampliar as quedas de preço no período mexendo nos direitos autorais, os próprios autores deverão fazê-lo indo a Sua Conta > Livros Publicados, clicando em “gerenciar” e em “editar direito autoral”.

4) O desconto durará até o final da sexta, 14/04.

Boas vendas e bons presentes!!!

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Não sei se perceberam, mas mudamos o nosso sistema de pagamentos

Já faz um tempo que fizemos isso, aliás – mais precisamente no primeiro final de semana de abril. 

Até então, nós usávamos um sistema chamado MOIP que, em essência, concentrava as compras feitas por cartões de crédito e boleto e nos permitia trabalhar com todos. O seu sistema incluía uma função de antifraude que avaliava cada transação feita em questão de segundos, detectando eventuais problemas e barrando compras fraudulentas. Já trabalhávamos com eles fazia anos, com tudo funcionando relativamente bem. 

Nos últimos meses, no entanto, começamos a ter uma série de problemas tanto com inconsistências quanto com retornos de pagamentos. Em outras palavras: o usuário comprava, o sistema de pagamentos não “informava” o nosso site e, portanto, não ficávamos sabendo do pedido para começar a rodá-lo nas gráficas. O resultado disso era óbvio: atrasos nas entregas. Quando percebemos isso, iniciamos uma série de ações internas de desenvolvimento tecnológico e, em paralelo, uma rotina (insana) de conferir manualmente compra a compra para evitar que o consumidor sofresse. 

Claro: manter conferências manuais e individuais de todas as compras em um site como o nosso, que já tem mais de 50 mil livros publicados, é algo completamente insustentável no médio ou longo prazo. Resultado: depois de muitas tentativas e tratativas, mudamos o meio para outro chamado Pagar.me. 

Ele foi implementado e afinado ao longo do mês de abril e, além de permitir uma interface mais simples de compra, tem um antifraude mais ágil e já roda a pleno vapor. 

Enfim: este é o tipo de informação que costuma passar despercebido para o usuário comum, mas acreditem: para nós, faz absolutamente toda a diferença do mundo! 

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Estou deixando de ir a livrarias físicas

Eu sempre gostei de passar meu tempo folheando passos em livrarias. Há algo de inspirador em caminhar cercado por tanto conhecimento, por tantas histórias escritas por tantos gênios. Há algo de poderoso em constatar que, no fundo, todos nós, humanos, temos o poder dos deuses de criar mundos, histórias, personagens.

Tradicionalmente, eu caminhava por livrarias, escolhia um livro qualquer, comprava e começava a devorá-lo ali mesmo, no café da loja.

Mas aí algo mudou. Algo essencial, fundamental: parei de encontrar os livros pelos quais me interessava. Curiosamente, há muito mais megastores hoje do que na década passada – mas era muito mais fácil encontrar um título interessante nos anos 90 do que hoje.

Por que? Teriam os bons livros desaparecido? Óbvio que não. Ao contrário: se tem uma coisa que a nossa geração pode se orgulhar é da quantidade de obras de arte que temos gerado todos os dias.

O problema é justamente esse, inclusive: há muito mais obras de arte sendo escritas do que capacidade de exposição das livrarias. O que elas fazem, então, com seus estoques limitados? Limitam-se a exibir os ultra-best-sellers, aqueles que cismam e encantar a todos sem encantar nenhum indivíduo.

Meus hábitos de leitura já fogem das grandes livrarias. Hoje, compre no Clube de Autores, na Estante Virtual, em sites gerais. Compro neles porque, na infinitude da Internet, a probabilidade de eu achar o que quero é de 100%.

Sempre acho. Sempre acabo comprando.

Claro: compras na Internet são mais frias. Não há aquele espaço com cheiro de conhecimento, não há cafés gostosos com poltronas inspiradoras para sentar e ler. Não há nada disso.

Mas decidi ser mais prático e unir o útil ao viável e ao agradável. Se quero uma boa história, compro um livro no maior estoque do mundo, a Internet. Se quero ler em um café, vou a um Starbucks qualquer: sempre há um perto. Se quero sentir o cheiro das páginas… bom… aí é só dar uma boa fungada na história em minha frente.

Simples assim.

Livrarias tradicionais, talvez, estejam ficando no passado. De que servem elas, afinal, se deixamos de encontrar em suas prateleiras o que queremos?

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