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Revisão Ortográfica de Livros: tudo sobre

Você passa horas, dias, meses escrevendo, revisando e lapidando sua história, até que ela esteja pronta para ir ao mundo. Depois de ler 59 vezes, alterar 87 coisas, escolher uma plataforma de publicação e dar o trabalho por encerrado, o sentimento de ansiedade bate na porta: e se as crases estiverem mal aplicadas? E se a concordância de um verbo estiver errada? E se o presidente tiver aprovado um novo acordo ortográfico enquanto todo mundo dormia?

Depois de todo o esforço para deixar sua obra impecável, a probabilidade de tudo isso ser verdade é pequena, mas isso não significa que a autocrítica vai descansar em paz. Essa cobrança para que tudo esteja perfeito e os questionamentos que surgem justo quando tudo já está pronto são mais comuns do que parecem, principalmente em relação à gramática. 

Pensando nisso, preparamos um artigo sobre Revisão Ortográfica para acalmar os ansiosos de plantão e esclarecer de vez algumas dúvidas comuns. Vamos lá?

O que é revisão ortográfica?

O nome é autoexplicativo, mas vale o reforço: revisão ortográfica nada mais é do que a identificação e correção de erros gramaticais (e de digitação) de um texto. Ela serve para deixar o conteúdo alinhado às normas da língua portuguesa, ajustando concordâncias, acentos, pontuações e qualquer outro problema que possa surgir. 

Como fazer uma revisão ortográfica?

Existem diversos métodos para correção de textos, mas neste post vamos nos ater apenas aos mais comuns. Confira!

Revisão com aplicativos 

Ah, a santa tecnologia! Depois de passar anos na escola escrevendo textos com papel e caneta, é bom contar com ferramentas online para validação de conteúdos, né? Os aplicativos podem ajudar os autores a encontrarem erros rápidos na construção de frases, mas não substituem o olho humano. Esse tipo de recurso é utilizado principalmente na fase de construção do livro.

Confira também os 7 melhores apps para escrever um livro.

Language Tool:

É uma ferramenta gratuita, mas limitada. Funciona assim: você cola o texto no espaço disponível e tudo o que precisa ser revisado ganha destaque. É uma forma prática de identificar erros, porém, bastante superficial. 

 Word ou Google Doc

O tradicional editor de texto é, também, um dos melhores amigos dos escritores. Além de ser uma ótima ferramenta para produção textual, também pode ajudar na revisão ortográfica, já que sinaliza os problemas assim que as palavras são digitadas. Corrigir a ortografia durante a produção é uma excelente forma de minimizar o retrabalho, mas tem suas desvantagens. Assim como qualquer outro aplicativo de revisão, confiar 100% em uma ferramenta não é aconselhável.

Ajuda de um profissional

Duas cabeças pensam melhor do que uma. 

Por isso, se for possível, conte com a ajuda de um revisor de textos. Eles são especialistas em identificar erros e, principalmente, são conhecedores da língua portuguesa. 

Durante a escrita, o autor pode ficar com a leitura “viciada”, já que sabe exatamente o que gostaria de dizer ao colocar as frases no papel. O suporte de um terceiro pode, além de ajudar a controlar a ansiedade do autor, melhorar a qualidade da história, tornando a leitura mais fluida e, é claro, deixar tudo nos conformes da ortografia.

Saiba mais sobre os Profissionais do Livro e contrate ajuda para sua obra!

E se algo sair errado? 

Quem nunca encontrou um erro de digitação em um livro famoso? 

Se logo após a publicação você se deparar com uma vírgula fora de lugar ou um acento faltando, não entre em crise! É possível que a maioria dos leitores nem note. Algo tão pequeno como uma palavrinha errada não impedirá o sucesso de sua obra, juro! 

E você, conhece outros métodos de revisão? Conta pra gente nos comentários!
Veja também os motivos para investir em uma revisão para seu livro.

Saiba mais sobre a publicação de livros: 

Como publicar um livro
Modelos de livros (templates) do Clube de Autores
Desafios da Publicação Independente

Leia Mais

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Autores Independentes: Quem são? O que fazem? Como se tornar um?

Autor independente é aquele que cria, escreve, revisa, edita, publica e lança seu livro sem passar por uma editora. 

Mas, é claro que o escritor que opta pela autopublicação não precisa, necessariamente, assumir todas as funções do processo. É possível terceirizar a revisão e diagramação da obra com profissionais ou amigos e, principalmente, contar com plataformas como o Clube de Autores, que auxiliam no processo de publicação e distribuição para as maiores livrarias do Brasil. É mais simples do que parece!

Aliás, está todo mundo tão habituado à ideia de que para publicar um livro é preciso ser descoberto por uma grande editora, que quando chega alguém dizendo que dá pra ser autor independente e não precisa ser difícil, parece conto de fadas. 

Tanta tecnologia inacreditável por aí e as pessoas resolvem duvidar logo da autopublicação? Tudo bem investir milhões de reais em moedas virtuais, ter um robô aspirador em casa ou usar uma fechadura digital. Mas publicar um livro sem burocracia? Loucura! 

Os mais de 70 mil livros publicados aqui no Clube de Autores estão aí para provar que autopublicação não é coisa de outro mundo. Mas, como ainda tem gente que duvida, vamos desmistificar de vez essa história?

Os mitos da autopublicação:

  1. Custa caro: tantos modelos de negócio surgiram nos últimos anos e será mesmo que ninguém pensaria em uma solução para isso? Aqui no Clube, por exemplo, os livros são impressos sob demanda (conforme a venda), então a publicação sai de graça! É sério.
  1. É burocrático: graças à tecnologia, o processo de publicação pode ser feito online. Não precisa nem sair de casa. Bastam alguns cliques para que o livro seja encaminhado às principais livrarias do país.
  1. É para um clube seleto de hipsters descolados que querem vender sua arte na praia: caso você não saiba, aqui no Clube já foram publicados diversos livros incríveis de todas as áreas de estudo e gêneros literários. Tem advogados, professores, mestres, doutores, estudantes, poetas… 

Tudo esclarecido até aqui? Vamos à próxima dúvida.

Como ser um autor independente?

Existem várias formas de se tornar um autor autônomo. Desde conseguir um financiamento coletivo, com apoio da comunidade, até bancar do próprio bolso todos os custos com impressão e distribuição. Mas já que existem jeitos mais fáceis de chegar no mesmo lugar, por que não utilizar uma plataforma como o Clube de Autores? 

O passo a passo é o seguinte: 

  1. Livro escrito, revisado por amigos ou profissionais.
  2. Criação da capa e diagramação das páginas (para quem quer se aventurar nesta etapa também, o Clube disponibiliza alguns templates de livro).
  3. Direitos autorais e registro do ISBN feito.
  4. Definição de quantidade e comercialização (em quais livrarias gostaria de disponibilizar).
  5. Livro cadastrado em nosso site e publicado!

Sei que já falamos sobre isso, mas não custa reforçar: no Clube de Autores, o autor não paga nada para comercializar o livro. Ele é impresso sob demanda (conforme vendas em livrarias ou pelo nosso site) e o valor dos direitos autorais é liberado na sequência. E, caso o escritor queira ter o próprio estoque, ainda fazemos um precinho especial para compras em quantidade! Simples assim. 

Por que apoiar Autores Independentes?

Ser um autor que não possui vínculo com editoras é uma espécie de empreendimento. É como largar o emprego em uma grande empresa para arriscar um negócio próprio, sem depender de alguém para ganhar espaço no mercado.

Publicar um livro sozinho é um trabalho desafiador! Claro que, hoje existem empresas e profissionais dispostos a facilitar essa jornada, mas ainda é preciso coragem para colocar novas histórias no mundo e competir com milhares de lombadas renomadas nas prateleiras das livrarias.

Imagine quantas histórias incríveis já foram contadas em livros não carimbados por editoras! Quantas frases livres de censuras ou apoio financeiro foram escritas e publicadas por autores que você ainda não conhece? Ou então, quantas obras famosas se aventuraram pela autopublicação e você nem sabe. O Descomplicando Vinhos é um exemplo bem bacana. Inclusive, o livro ganhou uma segunda edição recentemente. 

Por onde começar?

Se você agora está convencido de que a publicação autoral deve ser incentivada, que tal conhecer um pouco mais sobre os livros publicados por aqui? 

E, não esqueça de divulgar seus títulos favoritos para amigos e familiares, além de prestigiar os autores nas redes sociais. Utilize a hashtag #LeiaAutoresIndependentes em suas postagens no Instagram e junte-se aos apoiadores!

Agora, se você tem uma boa história para contar, seja bem-vindo ao Clube! Te esperamos de braços abertos e ansiosos para conhecer sua obra. Simule sua publicação e lance seu livro =)

Quer saber mais sobre a autopublicação? Confira outros artigos sobre o tema:

O que funciona melhor na autopublicação?
A revolução do mercado editorial
Esclarecendo dúvidas sobre a publicação independente

Leia Mais

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Autopublicação e dicas do autor de “Descomplicando o Vinho”

Você entra em uma livraria, passa pela seção dos mais vendidos, esbarra com a estante de autoajuda e religião, percorre as prateleiras de ficção, culinária, biografias, ciências social, biológica e política. Descobre os livros de poesia e história e vê de longe (mas sempre em destaque) os clássicos da literatura – em português, inglês e até alemão. 

A pluralidade de estilos e histórias que recheiam as livrarias é o produto de experiências vividas por quem as escreve. E se, cada vez mais páginas forem preenchidas por autores independentes, esse repertorio ficará ainda mais diverso! Mas, para que isso aconteça ainda precisamos quebrar alguns tabus – a começar pela ideia de que é necessário ser autor em tempo integral para lançar uma obra! 

Se você ainda tem dúvidas quanto a isso, basta explorar as publicações mais recentes do Clube de Autores. 

O livro Descomplicando o Vinho, por exemplo é a união do desejo de publicar uma obra e a paixão por vinhos de Alexandre Santucci. 

“Em 2006 uma poesia minha foi publicada em uma edição da Antologia Poética, a sensação foi boa e imaginava escrever um livro de minha autoria, mas não sabia o que”, conta o autor.  “Em 2010 recebi o convite para me tornar colunista do Jornal “A Tribuna” de Vitória, ao aceitar o convite iniciava o projeto do livro. Escrevia as colunas pensando no livro”, confessa.

Alexandre é palestrante nas áreas de Empregabilidade, Comportamento e Vinho. Também é o criador do blog sobre vinhos mais antigo do Brasil (2005) e lançou quatro livros: Sucesso é o Caminho; A Depressão Curou Minha Vida (2017); Descomplicando o Vinho (2013 e 2019). 

Ele conta que levou cerca de um ano para produzir a primeira edição de Descomplicando o Vinho, reservando duas horas do dia para escrever. Já a segunda foi escrita em apenas 15 dias, com dedicação em tempo integral. A indicação do Clube de Autores foi feita por um amigo e, em 45 dias, após edição e produção da capa, tinha em mãos a primeira cópia.

Rápido assim.

A diferença entre a primeira e a segunda está, principalmente, no refinamento visual. Além disso, o autor também incluiu mais três capítulos, uma crônica e a história do “Wine Comedy”, seu projeto Descomplicando o Vinho para o teatro.

Alexandre é prova de que todo mundo tem uma história para contar, seja vivida em um mundo paralelo, com personagens mágicos ou em uma vida real, inspirada em habilidades, interesses e experiências do autor. Há quem sonhe em publicar uma obra, mas ainda não tenha encontrado uma boa história, e os que já têm certeza absoluta do que querem contar.

Independentemente do cenário, a autopublicação está aqui para viabilizar o processo – da publicação e impressão até a distribuição e vendas. E, acredite, é mais simples do que você imagina!

Que tal tirar sua história da gaveta e publicar sua obra? Confira as dicas de Alexandre Santucci:

O melhor conselho para quem quer escrever é começar a escrever, na hora em que começa fluir, você não quer mais parar. É a mesma sensação de ler um bom livro, ou assistir um filme, uma série, uma adrenalina para chegar ao final”, recomenda. 

“Cada um vai encontrar um processo, mas acredito que em comum há uma vontade de escrever, é essa vontade que delineia todo o processo. O meu processo é criar um esqueleto, algo como os capítulos, quais são os temas que vou abordar, depois escrever os capítulos como fosse artigos e na revisão criei as costuras entre um capítulo e outro. Como escrevi estilos diferentes, posso dizer que se for um romance, aí não há a mesma estrutura, é como escrever uma redação, só que mais longa.”

Se você já escreveu seu livro, mas não está familiarizado com o processo de publicação, confira o guia de autopublicação do Clube de Autores e 5 motivos para publicar sua obra conosco. 

Mas, caso ainda esteja planejando sua história, leia este artigo sobre como escrever um livro! 


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Livros técnicos: saiba como escreve-los

Já parou para pensar que todos os livros que estuda quanto está na faculdade foram escritos por um especialista? E não estamos falando de um especialista do tipo PhD e sim de alguém que tem propriedade no assunto em questão. Pode ser um escritor iniciante mas uma referência em determinado tema ou com vasta experiência na área. Dê uma olhada em livros jurídicos, por exemplo. O tipo de escrita é diferente, a quantidade de referências a artigos e leis é enorme e o vocabulário mais ainda – o famoso “juridiquês”. Só alguém familiarizado com o universo do Direito é capaz de escrever de uma forma natural. 

Diferente dos livros de ficção, onde a gente cria uma história, escolhe os personagens e desenvolve um enredo com criatividade, os livros técnicos são feitos à base de pesquisa e experiência. Um personal trainer, por exemplo, é capaz de publicar um ótimo livro falando dos benefícios da atividade física para a saúde, com exemplos de atividades para praticar, explicando movimentos, quais músculos estão envolvidos, como fazer de maneira correta para evitar lesões etc. 

Você tem vontade de escrever um livro sobre algo específico da sua área de atuação? Tem algum estudo, experiência ou ponto de vista que gostaria de compartilhar mas não sabe por onde começar? Então veja o que é necessário para escrever um livro técnico:

Estude o tema que será abordado

Por mais que você entenda do assunto, é sempre bom se aprofundar para encontrar a melhor maneira de passar a informação. Anote suas ideias e vá atrás de mais conhecimento sobre o universo que as envolve. 

Relevância

Lembre-se que escrever um livro técnico significa ter o seu conteúdo utilizado como referência para aprendizado e consulta. Por isso, o conteúdo precisa ser relevante. Como saber se você está no caminho certo? Converse com pessoas que você considera público-alvo desta publicação, pergunte quais são as dúvidas delas em relação ao tema escolhido e o que elas gostariam de saber e não encontraram em outros livros. Quanto mais informações você tiver, melhor. Essa etapa é importante para organizar os assuntos, inclusive para estruturar o livro.

Inclua referências

Converse com especialistas, assista documentários, busque pesquisas e artigos que auxiliem no embasamento do seu conteúdo. Estudos são sempre valorizados, principalmente se a sua área de atuação for ligada à ciências biológicas. Existem muitas publicações norte-americanas especializadas na publicação de artigos com base em estudos de diversas áreas. Vale a pena pesquisar. 

Um capítulo de cada vez

Diferente de uma história de ficção, onde é importante que você leia o livro na ordem para compreender os detalhes do enredo, no livro técnico cada capítulo precisa ter começo, meio e fim. Com conteúdo organizado, a leitura fica mais fluida e a consulta mais fácil. Em um livro sobre determinada especialidade da Medicina, por exemplo, cada capítulo pode ser sobre uma doença ou tratamento. Em um livro sobre Tecnologia, os capítulos podem ser divididos por tipos de software e assim por diante.

Defina um bom título

Já falamos sobre a importância do título em outras publicações aqui em nosso blog. No caso dos livros técnicos, essa escolha deve ser muito bem pensada pois influenciará diretamente no volume de vendas do seu livro. Você precisa incluir palavras-chave relacionadas ao tema (ou área de atuação) e detalhar o(s) assunto(s) abordado(s) no subtítulo, para destacar o diferencial do seu conteúdo perante outros livros já publicados. Uma estratégia tanto para vendas online (já que as buscas são feitas por palavras-chave) quando em livrarias. 

Revisão especializada

Aqui temos mais uma particularidade dos livros técnicos: a revisão. Quando alguém diz que determinado assunto precisa de revisão especializada não necessariamente significa que você vai dar o conteúdo escrito para um colega de profissão “dar uma olhadinha se está tudo ok”. A não ser que ele seja realmente especialista no assunto (e mesmo assim você vai precisar de um revisor profissional para fazer os ajustes finais), é fundamental entregar o seu livro para quem realmente entende. 

A pós-produção é tão complexa e importante quanto todo o processo de escrita em si. Você sabia que existem revisores especializados em determinadas áreas? Além de fazer a revisão ortográfica e gramatical, esses profissionais conseguem auxiliar na checagem de nomenclatura de doenças e revisão de sintomas (no caso de livros médicos) e na conferência de artigos e leis (no caso de livros jurídicos). São eles que vão conferir se a jurisprudência foi citada corretamente, se aquela lei ainda é válida, se existe alguma atualização etc.

Divulgue

O trabalho do escritor não acaba depois que o livro foi escrito – muito pelo contrário. Divulgue seu livro nos grupos dos colegas de profissão, faça um resumo sobre ele e publique no seu Linkedin, convide algumas pessoas para uma roda de conversa sobre o tema abordado, presenteie pessoas influentes na área (como professores universitários que podem recomendar o seu livro para os alunos), abra um canal nas redes sociais para falar sobre o tema (e o livro). Essas são algumas das possibilidades para alavancar as vendas do seu livro. 

Quer saber mais sobre como publicar um livro? Venha para o Clube de Autores.

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celular com imagem de catálogo de livros

Saiba como criar um livro digital

A tecnologia avança em todas as áreas e estamos cada vez mais imersos no mundo dos “devices”, os dispositivos que facilitam o nosso dia a dia. Você consegue imaginar a sua vida – de hoje – sem o uso da tecnologia? Preste atenção na sua rotina, antes de responder essa pergunta. Estamos cercados por ela e nessa onda surgem novidades o tempo todo. Principalmente no universo dos “gadgets”, que são os dispositivos eletrônicos portáteis como celulares, tablets e os queridinhos dos amantes de livros: os e-readers. 

Kindle, Kobo, Lev… existem diversas marcas e modelos de leitores digitais e eles estão por toda a parte. Basta dar um passeio pelo transporte público, prestar atenção nas pessoas encostadas nas árvores de um parque ou na mochila da galera da faculdade. São dispositivos leves e fáceis de transportar, armazenam uma grande quantidade de informações (e livros) e não são tão dependentes de bateria quanto o celular. Já imaginou levar 4 livros na mochila durante uma viagem? Esse tempo já passou para algumas pessoas. E por isso e-readers e tablets têm feito tanto sucesso.

Diante da grande adesão a esses dispositivos, você – escritor – pode estar se perguntando: será que eu devo entrar nessa onda da criação de livros digitais? A resposta é: a gente recomenda que sim. Afinal, todo autor merece ter sua obra lida e se os leitores de adaptaram a um novo formato é importante que você se adapte também. Quanto mais visível você estiver, maior a probabilidade de conquistar novos leitores. Se você já tiver algum livro publicado no Clube de Autores, é ainda mais fácil, já que provavelmente você tem o arquivo da obra em algum formato digital.

Formatos

O PDF é um formato muito utilizado para leitura de livros em tablets ou de artigos e outros materiais de estudo mas não é o único formato possível quando o assunto é livro digital. 

O EPUB é o formato de e-book mais utilizado no mundo. Ele é gratuito e suporta elementos interativos (incluindo vídeos) na hora de exportar o arquivo. O i-Books da Apple e o Kobo reconhecem esse formato de ficheiro. Mas e o Kindle? Pois é, a Amazon comprou o Mobipocket eBook format e utiliza o MOBI como formato específico para as leituras em seus dispositivos. Mas você pode utilizar este formato em outros leitores digitais também, com exceção do Nook da Barnes and Noble. 

Você tem um arquivo em .epub e utiliza Kindle como e-reader? Não se desespere, existe uma ferramenta chamada Calibre que pode te ajudar na conversão. Você baixa no computador, conecta o dispositivo onde está o arquivo e segue os passos para mudar o formato.  

Ainda falando em Amazon, existem outros dois formatos chamados AZW e AZW3. A diferença deles para o MOBI é que esses dois suportam som e vídeo. Se você comprar ou fizer download de um livro na Amazon, ele provavelmente estará em um desses dois formatos.

livro na mesa e kindle na mão

Dicas de conteúdo e publicação

Bom, já falamos da praticidade do livro digital e da qualidade dos formatos. Se você tem interesse em publicar um livro exclusivamente digital é importante saber que existem várias maneiras de torná-lo mais atrativo aos olhos do leitor. Pode criar uma narrativa diferenciada, usar recursos visuais e até se estender no número de páginas que esse detalhe não é mais um problema para quem leva seu e-reader pra lá e pra cá.

Separe bem os capítulos para que a leitura seja fluida, utilize imagens ou algum outro recurso visual para dar um respiro entre uma parte e outra, destaque frases que achar interessantes – os e-readers possuem recurso de destaque que podem ser consultados separadamente e facilitam bastante para o leitor. 

Você também precisa investir em uma capa de qualidade e criar uma sinopse bem instigante para chamar a atenção do seu leitor durante as buscas na internet. 

Dúvidas na hora de publicar? Existem diversos sites gratuitos que auxiliam a criação e publicação do seu livro digital. O Clube de Autores é um deles

Lembre-se que o e-book é um livro em formato digital, que pode ser lido em qualquer equipamento eletrônico, como computador, smartphone, e-reader ou tablet. Mas também pode ser impresso e lido como um livro tradicional.

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