Como fazer seu livro vender bem?

Basta escrever uma boa história para se transformar em um best-seller?

A resposta curta para a pergunta acima é: não. Ou melhor: não, de forma alguma.

Não é que uma boa história não seja importante: ele continua sendo absolutamente fundamental para o sucesso de qualquer livro. É muito, muito difícil ver um livro de sucesso cuja narrativa não seja bem construída, fluida, que não engaje o leitor de alguma maneira.

A questão é que “só” ter uma boa história, em nossos tempos, não basta mais.

Já fizemos um post entrando a fundo nessa questão e incluindo métodos importantes como leitura crítica, revisão etc. – e recomendamos que veja clicando aqui. Mas queria fazer aqui uma abordagem mais… digamos… prática.

Para um livro ter sucesso, ele precisa essencialmente de três ingredientes:

  1. Conteúdo de qualidade
  2. Acabamento profissional
  3. Divulgação

Conteúdo de qualidade

Entenda a palavra “qualidade”, aqui, com a devida abstração. Um livro de qualidade não é um livro que agrade todo mundo – até porque isso é essencialmente impossível.

Um livro de qualidade é aquele que reuna, em sua narrativa, todos os elementos necessários para agradar o seu próprio público-alvo, a fatia de leitores que gostem do tipo de literatura em que ele se encaixar.

E como se consegue construir isso?

Temos alguns posts que podem te ajudar nesse sentido. O primeiro, com dicas sobre como escrever um bom livro, pode ser visto clicando aqui.

Mas a grande questão é que, às vezes, o autor pode estar confiante na sua obra – mas ela pode, ainda assim, estar ruim, com a narrativa truncada, carecendo estrutura. como resolver isso?

Com uma etapa fundamental chamada leitura crítica.

Ela basta? Não. Porque a leitura crítica abordará a qualidade da narrativa – mas não a do português. Acredite: o uso correto do português é fundamental para o sucesso de qualquer obra. Nesse sentido, recomendamos ler o post sobre revisão gramatical e ortográfica aqui.

Feito o processo de escrita e revisão, a história em si já poderá estar pronta. Mas, como já dissemos, isso não é o suficiente.

Acabamento profissional

Sim, um livro precisa de distribuição. Sim, um livro vende pela capa. Sim, se você deixar cada página com uma fonte minúscula, o leitor terá preguiça de continuar além das primeiras páginas.

Isso tudo significa que caberá a você garantir que seu livro seja um “produto” bem acabado. Como?

A capa deve ser bem feita, linda, capaz de seduzir qualquer leitor.

Internamente, o livro deve ser diagramado de maneira a realmente proporcionar uma experiência de leitura interessante.

O livro deve estar disponível em formato impresso (que hoje corresponde a quase 97% das vendas no Brasil) e eletrônico (e no formato correto, o ePub).

O preço deve ser bem pensado, bem estruturado.

E, sobretudo, o livro deve ter o ISBN. Por que? Porque, sem o ISBN, você simplesmente não conseguirá aproveitar uma das maiores vantagens do Clube de Autores: a distribuição pelas maiores livrarias do país.

Sim, há muito o que fazer – mas ninguém disse que escrever um livro seria algo fácil. Mas há mais.

Divulgação

Mesmo com uma história excelente em um produto perfeito, falta ainda o terceiro ingrediente: a divulgação.

E. aqui, são poucas as receitas de bolo: cada autor deve bolar a sua própria estratégia de divulgação.

Mas temos um material que pode ser útil: esse guia com as melhores práticas para se divulgar o seu livro.

E agora?

Agora vem a parte fácil: publicar e acompanhar os resultados. A publicação no Clube de Autores, além de simples e gratuita, é a única que garante distribuição nas maiores livrarias do Brasil e vendas internacionais.

Quer aproveitar isso? Então publique seu livro no Clube de Autores!

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Por que você deve investir na revisão do seu livro?

Sem um português correto, dificilmente um livro encontra boas chances no mercado

Verdade seja dita, a necessidade de revisão ortográfica e gramatical em um livro é tão óbvio, tão fundamental, que fica até difícil discorrer sobre ela. Para quem está desse lado do balcão, aliás, é nítida a diferença nos resultados de um livro revisado versus outro repleto de erros. E há motivos – muitos – para isso.

Dentre todos os idiomas, o nosso português é, provavelmente, um dos mais complexos e cheios de detalhes e sutilezas. Tanto a nossa ortografia quanto a nossa gramática são repletas de regras e exceções e situações que demandam um olhar hiper especializado. Aliás, o português falado no Brasil é ainda mais complexo (e, em minha opinião, mais belo) que o português de Portugal (que tem até mesmo menos tempos verbais que o nosso).

Mas… o leitor percebe?

Sim, percebe. Não tenha dúvidas disso.

Não que todo leitor seja um especialista na língua portuguesa, claro: cansamos de ver pessoas falando atrocidades gramaticais (como “quer que eu faço isso?” ao invés de “quer que eu faça isso?”, para ficar apenas em um exemplo que me tira do sério). Mas é importante entender que, na palavra escrita, a fluidez depende do uso correto do idioma.

Se você trocar uma vírgula de lugar, se errar a grafia de um termo, se confundir acentos ou se maltratar tempos verbais, a história começa a perder justamente o seu efeito. O texto fica cansativo; as quebrar de raciocínio vão afastando o leitor; e, para o leitor que conhece melhor o idioma, a credibilidade da narrativa cai por terra quando um erro imperdoável é detectado.

Ou seja: mesmo que o seu leitor não seja um professor de português, mesmo que ele não consiga apontar pessoalmente os erros que um texto mal escrito tenha, não duvide que esses mesmos erros acabarão afastando-o do livro.

Nosso idioma é belo por causa da fluidez que a nossa complexa gramática garante. Ignore isso e você será como um engenheiro que ignora as mais básicas regras da matemática.

Ah, mas todo mundo me diz que eu escrevo bem!

Ótimo: isso significa que a revisão do seu texto será mais rápida – mas jamais desnecessária.

A não ser que você mesmo seja um revisor, a probabilidade de que algum erro passe em um texto seu beira os 100%. E raciocine: um texto, uma história, um livro, é como um filho. Faz sentido mesmo lançá-lo ao mundo sem se dar sequer ao trabalho de prepará-lo?

Tenha esta regra como sagrada: todos os textos precisam de revisão.

Revisão ajuda o livro a vender

Não é possível, claro, traçar uma regra matemática ou uma fórmula que determine quanto, precisamente, a revisão ajuda um livro a vender. Por outro lado, é difícil (senão impossível) encontrar um livreiro que não assine embaixo disso. O motivo é simples, óbvio: ao garantir um uso correto do nosso idioma, livros revisados entregam ao leitor uma experiência de leitura melhor, mais fluida, mais impactante.

E não tenha dúvidas de que, hoje, essa experiência de leitura precede o ato da compra. Por quê? Porque antes de colocar a mão no bolso o cliente lê a sinopse, folheia as primeiras páginas, busca críticas feitas por terceiros. E tudo isso é diretamente impactado pela revisão.

Revisão é cara?

Por incrível que pareça, mesmo sendo a mais especializada de todas as tarefas relacionadas ao processo de editoração de uma obra literária, a revisão é provavelmente a mais barata dela.

Falamos disso nesse post sobre quanto custa publicar um livro (clique aqui para ver).

Onde acho um revisor?

Você já procurou no Profissionais do Livro? Trata-se de um marketplace, um site aberto onde milhares de profissionais do mercado editorial oferecem seus serviços para o público. A lógica é simples: você orça e compra online, interage pelo site e, se não aprovar o serviço recebido, é integralmente reembolsado.

Recomendamos fortemente que dê uma olhada na lista de revisores que oferecem seus serviços lá – e que escolha com base, principalmente, nas avaliações deixadas por outros clientes.

Revisão é o que basta para lançar o meu livro?

Não, de forma alguma! Temos inclusive um checklist inteiro aqui com uma série de etapas que consideramos fundamentais para se lançar um livro.

Além do checklist, recomendamos também que veja este material, com 75 dicas para autores independentes.

Tem alguma dúvida? Algum comentário? Deixe aqui que responderemos diretamente!

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5 dicas para se publicar e vender poesia

Poesia vende no Brasil? Como em qualquer lugar do mundo, isso só depende do poeta!

Há uma espécie de crença popular nos círculos literários de que poesia não vende. Pois bem: já inicio este post deixando claro que trata-se de uma crença errada.

Há pouco mais de 70 mil livros publicados aqui no Clube de Autores. Destes, cerca de 8 mil – mais que 10% – são livros de poesia. E o comportamento comercial desses livros é rigorosamente o mesmo do comportamento comercial de biografias, didáticos, técnicos, romances.

Ou seja: quando o poeta se engaja, cria um produto de qualidade (inclusive tecnicamente, com uma capa bem elaborada, ISBN que permita distribuição em livrarias, revisão, leitura crítica etc.) e monta uma estratégia de divulgação boa, ele vende; quando ele apenas publica de qualquer jeito, sem dar a devida atenção à sua obra, ela não vende. Sim: é simples assim.

E que dicas podemos dar a novos poetas que queiram ganhar mercado com suas obras?

Dica #1: Leia poesias e aforismos.

Parece uma dica óbvia, certo? Mas há uma assustadora quantidade de poetas que dificilmente toca em um livro de poesias. Ora… se você está nessa categoria, se você mesmo não se dá ao trabalho de aprender com os grandes mestres, como esperar que outros façam o mesmo com o seu trabalho?

Poesia não é apenas um conjunto mais ritmado de versos: é, sobretudo, uma dificílima arte de condensar pensamentos ricos no menor espaço possível. É dominar a arte das metáforas, é ser um microcontista, é ser um músico, é ser… bom, é ser um poeta.

E há dois mestres que eu recomendarei com intensidade aqui: Manoel de Barros e Karl Kraus.

O pantaneiro Manoel de Barros é possivelmente um dos maiores poetas de toda a nossa história, talvez um dos melhores do mundo. Arrisco dizer até que ele não deve ser apenas lido, mas estudado. Por que? Porque ele não apenas escreve: ele reinventa toda a nossa língua portuguesa, cria novas palavras, ultrapassa fronteiras linguísticas que nós sequer sabíamos que existiam.

Karl Kraus vai em um outro extremo. Satirista austríaco do final do século XIX e começo do século XX, ele ganhou fama pela sua capacidade de criar aforismos que dilaceravam reputações e derramavam ovas óticas sobre velhos conhecimentos. Apesar de não ser um poeta formal, por assim dizer, ele dominou a arte de se condensar significado em palavras como poucos no mundo.

Há, claro, incontáveis outros poetas – mas esses dois já são um belo começo.

Dica #2: Tenha carinho pelo seu livro

Sim: carinho. Essa palavra pode parecer simplória, mas acredite: ela é muito, mas muito mais importante do que parece.

Pode ter certeza de que, se você publica um livro de poesia com uma sinopse rasa, uma capa feia e sem o ISBN que garantirá a sua distribuição, ele não será vendido.

Ou colocando em outros termos: se um livro bem acabado não é uma garantia de sucesso, um livro mal acabado é, sim, uma garantia de fracasso.

Faça pelo seu livro, portanto, tudo o que você puder. Ao menos se quiser que ele venda, claro.

Nesse sentido, recomendamos que veja este post aqui.

Dica #3: Monte e execute um plano de divulgação

Romantismos à parte, um livro é um produto como outro qualquer. Se você não divulgá-lo, ninguém saberá da sua existência e, consequentemente, ninguém o comprará.

E sim: esta tarefa é sua, do autor. Esqueça aquelas ideias românticas de arrumar uma editora mágica que investirá tudo em seu talento: isso não existe hoje. Você precisará ser o seu próprio empresário.

Há aqui, duas escolhas: você pode aceitar isso, aprender e se esforçar – e recomendamos que acesse esse guia aqui, uma espécie de manual de divulgação de livros; ou você pode dar murro em ponta de faca até destruir a própria mão crendo nesse conto de fadas de que um terceiro eventualmente te descobrirá.

Dica #4: Autopublique-se

Seguindo a mesma linha da dica anterior, use e abuse da autopublicação. Onde? Aqui no Clube de Autores, claro.

Por que aqui? Porque é apenas aqui, no Clube de Autores, que você conseguirá se autopublicar gratuitamente e ainda ter garantida a distribuição pelas maiores livrarias do país, incluindo Livraria Cultura, Estante Virtual, Amazon, Mercado Livre etc. – tanto no formato impresso quanto digital.

N!ao é à toa que há 8 mil livros de poesia aqui no Clube: modéstia à parte, não há nenhuma outra plataforma que ofereça mais a poetas e a escritores do que a nossa :)

Dica #5: Você também é poesia: use-se

Uma das coisas que mais difere poetas de outros escritores é que seu trabalho pode ser tanto lido quanto ouvido.

Perca, portanto, a timidez: cace eventos e oportunidades, saraus e feiras, onde você possa entrar em uma roda e simplesmente declamar.

Use a sua voz, use o seu corpo, use a si mesmo. Um poeta é um artista e usar a sua arte para levar a sua palavra primeiro aos ouvidos do público pode ser uma estratégia excelente.

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Dicas de George Orwell sobre como escrever bem

George Orwell é, provavelmente, um dos escritores mais lidos do mundo. Autor de A Revolução dos Bichos e 1984, ambos com uma concepção catastrófica de sociedades “pseudo-comunistas”, ele cativou leitores por todo o planeta.

Boas ideias para livros, no entanto, são apenas parte da fórmula de sucesso de qualquer escritor. Além disso – e de outros ingredientes como, por exemplo, pitadas de sorte e competência em autopromoção – há que se escrever bem. Claro.

Já publicamos por aqui uma série de dicas sobre como escrever bem – mas é sempre bom saber o que um dos grandes mestres da literatura mundial tem a dizer sobre o assunto.

E não é que Orwell criou uma espécie de manual para se escrever bem?

Veja as suas seis regras abaixo:

  1. Nunca use uma palavra longa quando uma curta resolver
  2. Se for possível cortar uma palavra de um texto, corte
  3. Nunca use a voz passiva quando puder usar a voz ativa
  4. Nunca use metáforas ou comparações que já forem “lugar-comum” (e que, portanto, você já estiver visto inúmeras vezes)
  5. Nunca use um termo em inglês ou em jargão científico quando conseguir substituir por algo mais corriqueiro, simples de ser entendido
  6. Se necessário, quebre qualquer uma dessas regras para evitar dizer algo que soe tosco

Tudo bem que não há um livro de receitas para se escrever livros – mas não custa nada beber um pouco da sabedoria dos que já trilharam, com sucesso, o caminho que estamos buscando. Não é verdade?

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Quer escrever um livro? Confira 5 dicas do Clube de Autores

A plataforma de autopublicação lançou recentemente um guia com “75 dicas para escrever um livro” e, para ajudar os novos autores, traz uma prévia com cinco delas

O Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina, lançou seu próprio livro com dicas para novos escritores. Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores, explica que “75 dicas para escrever um livro” é um guia que mostra de forma clara que qualquer pessoa pode se tornar escritor. 

O livro entrega o caminho, passo a passo, para que qualquer pessoa possa escrever sua própria obra aproveitando tudo o que a tecnologia de hoje oferece. Com 10 anos de experiência e mais de 70 mil livros publicados em nossa plataforma, conseguimos reunir pequenas pílulas de conhecimento que certamente podem ajudar autores em todos os cantos do mundo. 

Para ajudar os novos autores, a plataforma divulgou uma prévia com cinco dicas essenciais na hora de planejar, escrever e lançar seu primeiro livro. Confira:

1 – Deixe o título para o fim do livro

A situação é muito comum: você está finalmente tendo progressos ao escrever uma obra. A inspiração veio, definiu o enredo, personagens, criou todo o planejamento e a criação da obra está indo até melhor que o esperado. Então, empolgado, divide a aventura com um amigo, que de bate-pronto pergunta: “É mesmo? Que legal! E qual o título do livro?”

Calma, não se desespere, você não é amador por não ter um título logo de cara. O processo de criação de uma obra deve ser o mais aberto possível, porque até o último ponto ser digitado, ainda tem muita história pra acontecer. 

Então, deixe o título para o final. Ele é a síntese de toda a sua obra. Ele é a frase que faz seu livro dizer a que veio em apenas algumas palavras. Por isso, não rotule antes da hora. Ou você pode acabar com um livro policial incrível desacreditado por conta do título escolhido antes da primeira frase, por pura teimosia.

2 – Escreva tudo que passar pela sua cabeça – tudo mesmo

Às vezes, nos momentos mais inesperados, nos ocorrem raciocínios interessantes: frases, reflexões, diálogos, acontecimentos, lembranças. Fique atento a esses acontecimentos e anote todos. Sabe aquela sacada inteligente na narrativa, ou uma resposta marcante de uma personagem de um filme, uma estrofe inesquecível de uma música? Muitas vezes elas são criadas assim, a partir da anotação de um pensamento que pode escapar a qualquer simples mortal, mas jamais a um escritor atento. Registre sempre que puder e tenha em mãos papel e caneta, ou ferramentas como Google Keep e Evernote, para anotar tudinho. 

3 – Crie seu próprio estilo 

Um dos grandes erros que autores costumam cometer é tentar construir histórias que agradem ao que eles entendem como “massa de leitores”. “Paulo Coelho é um best-seller? Então tentarei escrever igual a ele!” Poucas ideias podem ser piores do que essa, até porque um livro é, por excelência, um espelho do seu autor. 

Quanto mais rápido o autor entender que suas chances de sucesso são maiores à medida em que ele se entregar ao seu próprio estilo, melhor. Ser você mesmo é uma garantia de sucesso? Infelizmente, não, o mercado literário é, possivelmente, o mais concorrido do mundo. Mas tentar ser outra pessoa é uma garantia de fracasso. 

4 – Vença os bloqueios criativos 

O que gera a faísca da criatividade? Escrever, todos sabemos, não é exatamente uma tarefa mecânica. Não basta apenas abrir o computador e esperar que histórias revolucionárias saiam pelos dedos: há que se fazer a “Deusa da Inspiração” surgir, dar o ar da graça.

E, mesmo que você já saiba o que te inspira, já conheça seu processo criativo, tenha preparado seu ambiente, horário, música, leituras, tenha todo o planejamento pronto… tem dias em que a mágica não acontece. Às vezes, semanas. Não se desespere.

Identificar o bloqueio criativo é importante, principalmente porque ele geralmente vem acompanhado de um motivo (ou vários). Se você está bloqueado, não desconte em sua história. Pare. Mude o foco.

Largue as palavras, relaxe. Vá lavar a louça, cozinhar. Saia para correr. Pare de pensar na história por um momento. Medite. A inspiração não morreu. Só está dormindo. É clichê, mas funciona: sua mente começará a ter ideias em momentos aleatórios.

5 – Seja objetivo 

Não perca tempo enrolando. Se sua história já está resolvida, seja objetivo. É difícil abrir mão de algo que você passou tanto tempo escrevendo. Mas não vale a pena arriscar matar sua história só para render mais algumas páginas e passar mais um tempinho com seu leitor, certo?

Quando o fim chegar, diga o que precisa ser dito, coloque os pingos nos is e garanta que todas as pontas estejam amarradas. Seja um final feliz ou triste. Conclusivo ou inacabado. Não force na tentativa de ser poético. Mas também não termine abruptamente em uma página algo que ainda precisa ser explicado. Assim como você fez ao longo de todo o enredo, deixe as palavras fluírem. Teste diferentes finais. Peça feedbacks. Largue a escrita, vá correr. Tenha mil ideias diferentes até escolher a versão final do seu fim.

Quer saber mais? O Clube de Autores preparou uma página com outras 10 dicas para escrever seu livro que você pode ver clicando aqui!

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