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Quer dicas sobre como escrever um livro?

Simples: basta acessar essa página aqui, deixar seu nome e e email e aguardá-las! De tempos em tempos, uma nova dica será enviada para você com o objetivo de ajudá-lo a pavimentar melhor o seu caminho literário!

E, claro, se quiser adquirir o livro 75 Dicas para Escrever um Livro, escrito coletivamente pelo Clube de Autores com base em nossos 10 anos de experiência acompanhando os mais de70 mil títulos publicados aqui, basta acessar este link!

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O que todo escritor deve fazer para ter sucesso?

Marguerite Duras, uma das mentes mais brilhantes da história da literatura mundial, uma vez disse que, se não tivesse escrito, certamente teria se tornado uma alcoólatra incurável.

Em parte, esse pensamento responde à parte mais importante da pergunta título deste post. Desconsidere, ainda que por um breve instante, o “para ter sucesso”. O que todo escritor deve fazer? Escrever.

Não para ter sucesso, não para galgar posições mais nobres em seus círculos sociais, não até mesmo para disseminar pensamentos revolucionários e inovadores. Um escritor, afinal, escreve porque não tem outra alternativa: a vontade própria das letras, ansiosas por saltar de seus dedos para uma folha em branco, é simplesmente forte demais, poderosa demais para que se consiga enclausurar em uma silenciosa timidez.

Se você é um escritor – e o fato de estar aqui no blog, lendo este post, nos dá sinais relativamente claros de que seja – então sabe bem do que estou falando. No final das contas, nós é que somos reféns das palavras informadas e inconformadas que ricocheteiam pelas nossas mentes e peitos em busca de um sentido qualquer que as ajude a tomar corpo.

O que todo escritor deve fazer? Escrever, repito.

Mas escrever, apenas, certamente não garantirá o sucesso de um livro.

E aqui entra uma das maiores questões de nossos tempos: com uma abundância tão grande de conteúdo de qualidade sendo disparado por tantos meios de comunicação em um mundo tão ultraglobalizado, é preciso ir muito além de apenas “gerar” uma história.

É preciso ir além, muito além.

É preciso saber ler, saber beber da referência deixada pelos mestres que nos antecederam, da Marguerite Duras citada aqui aos tantos, tantos outros que pavimentaram a literatura mundial da mais pura beleza.

É preciso cuidar da forma tanto quanto do conteúdo: capa, diagramação, projeto gráfico como um todo.

É preciso interagir com leitores críticos que passem opiniões tecnicamente cruéis, forçando trechos a serem reestudados, repensados, reescritos.

É preciso tratar o próprio conteúdo, incluindo revisão ortográfica e gramatical, registro de ISBN.

É preciso planejar e executar um bom plano de divulgação antes mesmo de terminar o livro, formando uma audiência interessada no que você tiver a dizer.

É preciso aprender a ser o seu próprio editor, o seu próprio empresário.

São tempos difíceis para escritores, os nossos?

De forma alguma. Arrisco-me até a dizer que sejam os mais fáceis dos tempos – o que não significa, obviamente, que efetivamente sejam fáceis.

Nosso pensamento retrópico, que vive da certeza de que tudo no passado era melhor, esquece que os filtros literários nas décadas ou séculos passados eram imensamente maiores. Você mesmo pode tirar a prova indo para qualquer livraria e pesquisando autores ao longo do tempo: para cada um que tiver vivido no século XIX você certamente encontrará dez ou vinte do século XX; para cada dez ou vinte dos anos 30, você encontrará cem ou duzentos dos anos oitenta; e assim por diante.

Porque se, por um lado, publicar ficou mais fácil e mais acessível a todos, aumentando a concorrência por livros, por outro, o volume de leitores e de livros lidos por leitor aumentou dramaticamente.

Mais pessoas lêem mais: quer notícia melhor para autores?

As dificuldades não aumentaram do século passado para cá – elas apenas mudaram de forma. Se, antes, era importantíssimo se entranhar na imprensa para formar uma rede de contatos que garantisse acesso a uma editora disposta a investir na publicação – algo que poderia levar décadas e que exigia uma boa dose de sorte e competência em networking – hoje basta acessar o Clube de Autores, publicar seu livro e tê-lo à venda nas maiores livrarias do Brasil e do mundo. Por outro lado, se no passado você tivesse a rara sorte de conseguir uma editora, ela se responsabilizaria por fazer o seu livro ganhar a atenção de leitores sem que você precisasse se ocupar muito com questões como marketing e distribuição; hoje, no entanto, essas responsabilidades são exclusivamente suas e não aceitá-las significa cismar em viver e um passado que já não existe mais (e que, portanto, te condenará ao insucesso).

Sim, ser um escritor de sucesso hoje é muito mais fácil do que no passado – mas continua sendo difícil. Mas, se “não escrever” simplesmente não é uma opção para um escritor de verdade, o que nos resta a fazer senão mergulhar de cabeça nesse nosso novo mercado e enfrentar cada um dos desafios com toda a nossa energia para, assim, garantir o nosso lugar ao sol?

Se escrever é inevitável, que seja também inevitável a garantia de que nosso livro tenha as melhores chances possíveis de chegar ao máximo de leitores.

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Confira nossas 75 dicas sobre como escrever um livro!

Que tal conferir um livro sobre como fazer um livro?

Na semana passada, lançamos, lá na Livraria Cultura, o livro “75 Dicas para Escrever um Livro“. O objetivo era não apenas deixar esse guia aberto ao mercado, mas também criar conexões mais diretas e pessoais com autores do Clube que estivessem por São Paulo e quisessem nos conhecer.

Foi exatamente o que aconteceu. Ao longo de quase três horas de evento, conversamos com autores de todos os perfis e idades, cada um com suas dúvidas específicas sobre técnicas, mercados, referências e caminhos.

Dentre todas as dúvidas, qual a principal?

De longe, a principal questão foi: “Há mercado para mim?”

Curioso como essas coisas funcionam: essa não era, nem de longe, uma dúvida que eu sequer imaginava que fosse aparecer. Foi também a dúvida mais fácil de contrapor com uma resposta direta: “sim”. Ou melhor: “Sim, com absoluta certeza, independentemente do gênero que você escreve”.

Por que? Porque em um país com 200 milhões de habitantes com hábitos crescentes de leitura e gostos cada vez mais nichados, segmentados e precisos, há mercado para absolutamente todos os contadores de história.

Mas isso não significa – e já repetimos isso diversas vezes aqui no blog – que o acesso a esse mercado seja simples. “Da mesma forma que há mercado para você”, respondia repetidas vezes, “há também para centenas ou milhares de outros autores que trabalham o mesmo tipo de temática.”

O que se há de fazer então? Caprichar na sua narrativa e na sua estrutura literária e mercadológica.

Quer ter acesso a todas essas dicas?

Boa parte desse “capricho”, por assim dizer, está justamente no livro, nas 75 dicas. Mas há uma série de materiais que começaremos agora a enviar gratuitamente via email para todos os interessados – em grande parte baseada no livro.

Quer ter acesso? Simples: basta acessar essa página aqui, com uma prévia das dicas que publicamos, e deixar seu email. De tempos em tempos você passará a receber um material simples, mas útil, feito desses nossos 10 anos de experiência acompanhando os mais de 70 mil livros independentes que estão aqui.

Aproveite!

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É amanhã! Participe do evento sobre como escrever um livro!

Tem algum programa para a note de amanhã? Que tal passar lá na Livraria Cultura do Iguatemi Faria Lima (SP) para o lançamento do livro “75 Dicas para Escrever um Livro”, feito de acordo com os 10 anos de experiência de gerenciamento de mais de 70 mil livros aqui do Clube de Autores? 

Além do lançamento do livro, você terá também acesso à própria equipe do Clube de Autores, que estará à disposição para esclarecer dúvidas tanto sobre questões técnicas quanto, principalmente, sobre o que realmente funciona e não funciona no lançamento de um livro. 

Confirme agora mesmo a sua presença clicando aqui e preenchendo seus dados e receba ainda conteúdos exclusivos feito por e para autores.

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Quantas páginas tem o seu livro?

Qual a quantidade ideal de páginas para um livro?

É claro que não se mede a qualidade de um livro pela sua quantidade de páginas.

Kafka, por exemplo, era famoso por encerrar em pouquíssimas páginas histórias imortais e que, para sempre, marcaram a literatura mundial. Dostoievsky, por outro lado, seguia em uma linha oposta.

Verdade seja dita, cada autor tem o seu estilo – que inclui não apenas características da sua narrativa como, também, claro, o espaço que precisa para contar a sua estória.

Por outro lado, para quem está “do outro lado do balcão”, é irresistível olhar para os números tentar extrair deles conclusões mais matemáticas. Foi o que fizemos por esses dias, movidos pela mais pura curiosidade – e chegando a resultados no mínimo curiosos.

Há uma relação entre quantidade de páginas e vendas?

A paixão pela produção literária praticamente nos impõe um fervoroso “não” na garganta – mas os números parecem gritar um sim.

Aqui, no Clube, 85% de todos os livros vendidos tem entre 150 e 200 páginas.

E, apesar dos números parecerem proporcionais (disponibilidade x vendas) em livros maiores, o mesmo parece não ocorrer com títulos com menos de 100 páginas.

Ou seja: livros, por exemplo, com 50, 60 páginas, acabam afastando os seus leitores em potencial e apresentando números de vendas significativamente menores do que a média.

Se há alguma relação já comprovada entre tamanho e vendas, não sabemos dizer. Mas que há uma relação prática e que já começamos a sentir aqui no Clube de Autores, isso há!

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