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Concursos de Poesia para participar em 2020

Já falamos por aqui sobre os principais concursos literários de 2020, mas decidimos dedicar um post exclusivamente para falar dos desafios de poesia. Então, se você tem o dom da escrita e anda inspirado a colocar as palavras no papel, confira nossa curadoria de  concursos e premiações do ano!

Confira a diferença entre poema e poesia.

Concurso Nacional Novos Poetas, Poesia Livre 2020

Neste concurso são aceitos todos os gêneros de poesia e cada candidato pode enviar até dois poemas autorais. A idade mínima exigida é 16 anos.

Para participar, é necessário preencher o formulário de inscrição disponibilizado no site oficial. Os poemas são enviados junto ao formulário e a confirmação é feita em até 48h. 

Organização: Vivara Editora Nacional.
Prazo: 05 de abril
Inscrição no site: http://www.poesialivre.com.br/

X Concurso de Poesias Professor Roberto Tonellotti 

Foco em autores brasileiros ou naturalizados, sem restrição de idade. As inscrições são feitas online, através do site oficial, e os vencedores terão seus textos publicados em uma coletânea. 

Organização: Associação Cultural CONPOEMA
Prazo: 10 de abril
Inscrição no site: http://conpoema.org/?page_id=1808

Concurso Literário Prêmio Poesia Agora – Outono 2020

Para este concurso, o tema é livre, mas a participação é vetada para menores de 16 anos. O poema deve ser enviado em fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12. Além disso, não pode ultrapassar o limite de uma lauda no formato A4. 

O nome do autor deve ser incluso no mesmo arquivo, ao final do texto. Todos os poemas selecionados serão publicados no livro “Prêmio Poesia Agora”. Além disso, os dois melhores poemas receberão medalhas livros do catálogo da editora e exemplares do livro lançado após o prêmio.

Organização: Editora Trevo
Prazo: 07 maio 
Inscrição no site: http://concursosliterarios.net.br/concurso-literario-premio-poesia-agora-outono-2020/

2º Prêmio Literário AFEIGRAF – 2020

Para concorrer ao prêmio, é necessário possuir CPF – Brasil. Cada candidato pode enviar apenas uma poesia inédita. Vale lembrar que o título e o conteúdo precisam estar escritos em português, mas o uso de expressões estrangeiras é permitido.

Organização: AFEIGRAF – Associação dos Agentes de Fornecedores de Equipamentos e Insumos para a Indústria Gráfica
Prazo: 31 de julho
Inscrição no site: https://www.scortecci.com.br/formulario.php?id=648

Sentiu falta de algum concurso literário de poesias? Comenta aqui nesse post =)

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O que é Crônica e como escrever uma?
Desafio literário Clube de Autores: crônicas da quarentena
Distopia em livros: saiba o que é e como utilizar

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Distopia em livros: exemplos e como escrever uma

Sabe aquela história fantasiosa que parece um pouco com a realidade, mas de forma bastante exagerada? É sobre ela que vamos falar neste artigo. Confira!

O que é distopia?

Distopia significa “lugar ruim”. É o antônimo de utopia, o “lugar ideal”. 

Na literatura, as obras distópicas são construídas a partir de problemas reais, mas em maiores proporções. É como olhar para o mundo como o conhecemos só que à distância, partindo do princípio que tudo deu errado. 

Esse tipo de história é bastante popular, principalmente entre os mais jovens, justamente porque aborda temas existentes em nossa realidade e mostram como tudo pode se transformar se não “tratarmos o problema”. São ficções inspiradas no que já conhecemos. 

Exemplo de distopia: Série Watchmen

A série lançada em 2019 apresenta um cenário futurista em um contexto do presente. A história se passa justamente no ano em que vivemos. 

Todo o roteiro é baseado nos HQs de mesmo nome, mas sem repetir a história. Enquanto os quadrinhos retratam a Guerra Fria somada à fantasia de super-herõis combatendo vilões reais (como o nazismo), a série apresenta uma trama totalmente nova, construída a partir  do que aconteceu anteriormente. Nela, os Vigilantes também pertencem ao grupo que busca justiça, mas em um universo dominado pela supremacia branca, tendo que combater a 7ª Kavalaria, extremistas brancos com ódio declarado aos negros. 

A série retrata nosso mundo em um cenário distópico, provocando os fãs a refletirem sobre o quão próximo os elementos estão de nossa realidade. 

Como criar uma realidade distópica em um livro? Dicas do Clube de Autores:

1. Observe os problemas do mundo

Na distopia, não necessariamente precisamos nos ater ao que já existe de ruim em nossa realidade, mas esse gatilho ajuda a prender a atenção do leitor, que irá traçar paralelos com suas próprias experiências no tema. 

Ou seja, assim que o assunto da história for definido, vale observar a realidade para encontrar elementos que podem ser ampliados e transformados em desgraça para a ficção.

2. Não conte tudo ao leitor

O famoso “show, don’t’ tell” é válido para essa categoria. O ideal neste formato é que o leitor descubra sozinho as semelhanças com a realidade. Acrescente detalhes sutis e integrados à história para apimentar a obra e instigue a imaginação. Um bom exemplo de como fazer isso pode ser observado no filme Parasita. Basicamente, vale mostrar esse novo universo, encher de detalhes e sentimentos. A conclusão fica a cargo de quem está lendo.

3. Fuja do clichê

Você pode criar uma realidade perfeita, projetada para resolver todos os problemas do mundo, mas cheias de rachaduras que vão expondo, aos poucos, uma realidade distópica. Esse cenário é visto na série brasileira 7%, que retrata dois lados completamente diferentes: um é perfeito, sem crimes, miséria ou conflitos; o outro é violento, pobre e luta pela sobrevivência. Porém, ao longo da narrativa que acontece no pior cenário, descobrimos problemas na estrutura impecável do “Outro Lado”.

Além disso, acrescenta elementos fantasiosos à narrativa, que deixem evidente ao leitor que o objetivo da obra não é retratar a realidade, apenas aproveitar-se do que já existe para criar novas histórias!

E aí, está pronto para escrever uma obra completamente fora da casinha? =)

Conta pra gente nos comentários quais outras histórias utilizam as características da distopia e ajude-nos a inspirar outros autores. 

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Lições do filme Parasita para escritores 
O que os livros mais vendidos da história têm a nos ensinar?
Dicas de Stephen King para escritores iniciantes

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Crônicas da Quarentena: Um texto literário escrito pelo Clube

Em tempos de isolamento social, cada um encontra suas próprias formas de distração para fugir um pouco da realidade – seja produzindo, aprendendo e aproveitando o tempo para criar coisas novas, ou simplesmente descansando e torcendo pelo melhor. 

No embalo do tema que não sai dos nossos ouvidos, compartilhamos uma crônica exclusiva sobre a quarentena, escrita por uma das editoras de conteúdo aqui do Clube. 

E, caso você também queira escrever a sua, lançamos um projeto de crônicas sobre a quarentena. Confira aqui.

O mito da produtividade

Estou no sexto dia de quarentena. Aqui da janela do meu apartamento já vi dois panelaços contra o presidente, uma salva de palmas para os profissionais da saúde, uma vizinha tomando sol de biquíni na sacada, pelo menos quatro pessoas carregando sacolas de mercado, um fusca azul e um passarinho em cima do fio de luz. Muitas aventuras, eu sei. 

Durante esse período de confinamento, só sai de casa duas vezes: uma para ir ao mercado, outra para buscar um monitor no trabalho e deixar o home office mais confortável, mas confesso que ainda sento meio desajeitada no escritório improvisado que montei na sala. 

Até agora, o maior contato que tive com outros seres humanos foi no elevador do prédio, quando desci para jogar o lixo fora. Meus maiores diálogos são com minhas plantas e minhas gatas. Elas não costumam responder, mas ontem a noite tive quase certeza que ouvi uma delas chamando meu nome. Sigo na dúvida se foi a espécie vegetal ou a animal.

Estou entediada. Mas não é falta do que fazer, pelo contrário.

Todos dias sou impactada por pelo menos dez conselhos motivacionais sobre como aproveitar a quarentena: levante, tome um banho, um café, separe um cantinho da casa para trabalhar, faça exercícios, leia 4 livros sobre epidemia, assista todos os filmes salvos na sua lista do Netflix, escreva sobre como está se sentindo, acenda um incenso, beba água, organize o guarda-roupa, aprenda uma receita nova… e por aí vai. Em resumo, preciso ser produtiva e tirar o melhor de cada segundo de confinamento. 

Minha reação a esses conselhos é sempre a mesma. Toda vez que esbarro com esse tipo de conteúdo no Instagram, em uma newsletter ou no chat do trabalho, me sinto na obrigação de criar uma lista de coisas que preciso fazer para ser produtiva. Também lembro que só li 30 páginas de um livro até agora, assisti uns seis episódios de uma série que já conheço de cor e os armários da cozinha continuam bagunçados.

Culpa. Ansiedade. E de novo culpa.

Nessas horas a gente nota que “não escrevo porque não tenho tempo” e “não consigo terminar de ler o livro porque to cheia de coisas pra fazer” não passam de desculpas. Todo mundo que tá confinado tem tempo de sobra pra colocar a vida em dia. O problema é que a vida de verdade acontece lá fora, no mundo, entre reuniões, happy hours, caminhadas no parque, compras no shopping e café da tarde com os amigos. Aqui dentro é só um refúgio para escapar do mundo depois do trabalho ou no sábado de manhã, quando durmo até tarde. 

E não me entenda mal, eu gosto de ficar em casa. Sou o tipo de pessoa que dispensa compromissos para passar a sexta a noite com vinho e chocolate no sofá da sala. Mas isso só funciona porque vivo cheia de coisas pra fazer e me permito aproveitar algumas horas de preguiça e mente vazia sem culpa, toda semana. E tá tudo bem, sabe?

Mas agora, com a agenda vazia, vinho no sofá virou rotina. Fugir das obrigações não tem mais graça. E, mesmo assim, ainda não defini o abdômen fazendo os exercícios que o app da academia liberou. Também sigo comendo arroz e feijão todos os dias. Ser produtivo o tempo todo é um saco e a pressão que os discursos motivacionais impõem na minha rotina estão me deixando louca – o que é bastante ruim, já que sempre tive a tendência a me cobrar demais.

Lá fora, a vida tá um caos e isso, por si só, deveria nos dar licença poética para enlouquecer um pouquinho e lidar, sem culpa, com isso da melhor forma que pudermos. Seja fazendo 50 abdominais ou sentando no chão com um café quentinho e o sol esquentando os pés. 

Então vamos combinar aqui, só entre nós: da próxima vez que dermos de cara com uma publicação nos obrigando a levantar a bunda da cadeira e fazer algo útil, ficaremos sentados em protesto. Ok? E sem culpa. Chega. Mas se tiver vontade de limpar o banheiro, pode também. 

Ninguém deveria nos fazer se sentir culpados sobre como aproveitamos nosso tempo em meio a uma pandemia. Mesmo que não seja intencional.

Tá liberado procrastinar, ficar de preguicinha, rodar as redes sociais 100 vezes e assistir BBB. Se é isso que te acalma, vai fundo. Depois do apocalipse teremos tempo de sobra pra colocar a vida em dia e poderemos voltar com as desculpas para furar o rolê e não lavar as cortinas. Mas, por enquanto, álcool gel na mão, retiro espiritual no sofá da sala e muita paciência para não pirar. Ou pra pirar mais ainda.

Sem culpa.

Textos para ler na quarentena (ou não):

O que é crônica e como escrever uma?
Quatro livros sobre pandemia para ler na quarentena
Parasita: lições do filme para escritores
25 livros escritos por mulheres para ler em 2020

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Crônica: o que é e como escrever uma

Sabe aquele texto engraçadinho que você leu enquanto folheava uma revista esquecida na sala de espera do dentista? Se ele falava sobre um assunto do dia a dia de forma leve e descontraída e você conseguiu terminar de ler antes de ser atendido, é quase certo que estamos falando de uma crônica (ou que você tenha lido uma reportagem estranha e tomado um chá de cadeira do dentista).

O que são crônicas?

Crônicas são textos curtos, que abordam o cotidiano de forma bem humorada. Normalmente retratam um acontecimento vivido pelo autor ou suas reflexões sobre o contexto em que está inserido. 

Principais características do formato: 

  1. Linguagem simples e informal, com trocadilhos, gírias e até palavrões, caso seja do estilo do autor.
  2. Normalmente utilizam ordem cronológica para narrar os acontecimentos.
  3. Não são apenas histórias curtas e descritivas. São carregadas de reflexão e alguma conclusão com base em um acontecimento cotidiano.
  4. Trazem eventos do dia a dia sob óticas diferentes.
  5. São publicadas em blogs, jornais, revistas e portais jornalísticos. 

Dicas para escrever uma crônica:

Observe a sociedade:

Sobre o que as pessoas estão falando? Aconteceu algo inédito recentemente? As crônicas falam do cotidiano, então nada mais justo do que explorar os assuntos do momento, né?

Pratique em sua mente:

Observe o universo a sua volta: você está sentado usando pijamas? Lendo este texto enquanto bebe café? Já escovou os dentes hoje? Seu gato subiu em cima do teclado e fez uma busca cheia de carecteres estranhosokglfçgkdlfmhlpl,w? (isso, como esses!). 

Pense em como você descreveria o que está acontecendo de forma leve e bem humorada. Se possível, faça uma comparação dessa cena com o governo, a alta do dólar ou qualquer outro evento mundial. 

Conseguiu? Pronto! Você já tem um tema para sua primeira crônica.

Seja leve e natural

Boas crônicas são simples, com histórias fáceis de ler e que podem ser consumidas durante o café da manhã. Não tente forçar o humor ou falar de temas muito complexos com palavras difíceis. Escreve o texto como se estivesse contando uma boa história a um amigo. 

Exemplo de crônica:

Tati Bernardi é uma cronista já consagrada no Brasil por assinar seus textos na Folha de S.Paulo. Confira um de seus textos abaixo:

Você já ouviu falar em carga mental? 
Se um dia você vir minha filha sem sapatos, saiba que eu apenas obedeci e relaxei

Eu tenho um marido sempre presente e prestativo. Todos o elogiam. Eu sempre o elogio. Por que, então, fui parar no médico tantas vezes o ano passado, sentindo a cabeça e o corpo pifarem?

Ao falar para o clínico geral que eu tinha vontade de me deitar no chão da feira de orgânicos, ele me pediu marcadores tumorais e colonoscopia.

Ao falar para o psiquiatra que eu tinha vontade de me internar num hospital só para ficar um dia inteiro sendo cuidada, ele me pediu que aumentasse a pregabalina (para dores) e a venlafaxina (para depressão).

Por sorte, a minha obstetra (mulher!) me falou sobre CARGA MENTAL

(….)

Para ler o texto na íntegra, acesse o site da Folha de S.Paulo.

E que tal conhecer autores independentes que se aventuram no universo das crônicas? Confira os livros deste gênero publicados via Clube de Autores.

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Diferença entre Poema e Poesia
Como escrever uma fábula?
Como escrever um livro?

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Poema x Poesia: Qual a diferença?

Na correria do dia a dia, acabamos trocando os substantivos e confundindo alguns significados do universo literário. Eu sei, eu sei. A língua portuguesa vive nos pregando peças, com palavras tão parecidas para diferentes formatos textuais, como poema e poesia, por exemplo.

Neste artigo, esclarecemos de vez a diferença entre os dos formatos. Confira!

O que significa poesia?

Ao contrário do que parece, a poesia não é apenas um estilo literário. Ela também está presente em paisagens, objetos, fotografias e músicas, pois significa “produção artística”. 

Ou seja, poesia é tudo o que utiliza recursos especiais para expressar significados. Estes recursos podem ser sentimentos, ritmos, rimas, aliteração e metáforas, cores, sons e por aí vai!

Exemplos de poesias: 

“A questão sobre escrever é que

não sei se vou acabar me curando
ou me destruindo” – Rupi Kaur

“No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra” – Carlos Drummond de Andrade

O que significa poema? 

Já os poemas podem ser identificados com maior facilidade, porque seguem um formato muito característicos. Afinal, poemas são feitos com palavras em formato verso, normalmente apresentados em rimas. Ou seja, o poema é um tipo de texto que constitui o gênero “poesia”.

Exemplos de poemas:

“O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração” – Fernando Pessoa

Verso

Cada linha de um poema é chamada de verso. Normalmente, possuem efeitos sonoros (como rimas) e um ritmo constante. As frases são agrupadas em pequenas seções. 

Estrofe

A estrofe é justamente como chamamos as seções de um poema, constituídas por versos. Cada estrofe é separada por uma linha em branco.

Como escrever um livro de poesias ou poemas? 

Todo poeta carrega na manga um arsenal de poemas ou poesias escritas durante sua vida. Sobre amores, dores, superações, saudades… enfim! Assuntos não faltam e, certamente, todos os textos poderiam ser reunidos em um único livro. Aqui vão algumas dicas para colocar este projeto em prática: 

  1. Defina os temas: você escreve sobre um único assunto ou as palavras vão surgindo com a situações vivenciadas? No primeiro caso, é possível agrupar os texto dividindo a obra por ‘capítulos’ de diferentes temas. Já no segundo, pode-se organizar o conteúdo em formato storytelling, colocando as histórias em sequência para que o leitor compreenda a transformação dos sentimentos que originaram o livro. 

Saiba como escrever um livro.

  1. Observe seu diferencial artístico: todo escritor possui características únicas. Algumas são mais evidentes, e fazem com que o autor seja reconhecido em qualquer leitura despreocupada, outras são mais discretas, mas estão presentes em todos os textos. Analise os padrões de seus poemas ou poesias e saiba como destacá-los, dando um tom original a sua obra!
  1. Apresentação importa: cada poesia/poema conta uma história e, certamente, a forma como ela é apresentada em um livro contribui muito com a experiência do leitor. Considere utilizar ilustrações ou imagens como apoio aos textos. Além disso, escolha os desenhos que mais combinam com a mensagem de cada um.

Quer mais dicas? Confira outros artigos do Clube de Autores:

  1. Como escrever um conto encantador
  2. 5 dicas para publicar e vender poesias
  3. Interpretações de poesias
  4. Como publicar um livro

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