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O que são pseudônimos e quando são utilizados?

Pseudônimos são nomes adotados por autores para assinar obras sem utilizar seus nomes civis. São utilizados, normalmente, para preservar a identidade do escritor, seja por charme ou necessidade. Além disso, esse recurso não é exclusividade do mercado editorial. Na música e no cinema, muitos artistas preferem adotar apelidos diferentes de seus verdadeiros nomes, como Lady Gaga, Susana Vieira e Lana Del Rey, por exemplo.

Por que pseudônimos são utilizados?

Existem diversos motivos que levam um escritor a não utilizarem seus nomes verdadeiros na publicação de suas obras. Listamos alguns abaixo: 

Preconceito 

No século passado, muitas mulheres preferiam utilizar nomes masculinos para não sofrerem com o machismo, tendo suas obras invalidadas e desprestigiadas simplesmente por serem mulheres. Esse mesmo receio pode se aplicar ainda hoje em diferentes casos, como homofobia ou racismo, por exemplo. 

Medo de exposição

Nem todo mundo quer ficar famoso e viver a vida sob os holofotes. Por isso, muitas pessoas preferem preservar suas identidades, não revelando seu nome pessoal e passando despercebidos. 

Proteção e segurança

Durante o regime militar, a censura à imprensa e à liberdade de expressão obrigou diversos autores a utilizarem pseudônimos como forma de proteção. Atualmente é possível fazer críticas ao Estado e figuras públicas sem que isso resulte em tortura ou prisão, porém, essa prática ainda é utilizada por jornalistas e autores que denunciam e expõem pessoas envolvidas em tráfico e esquemas de corrupção, por exemplo. 

Destaque no mercado

Nem todo mundo nasceu com um nome artístico. Por isso, ainda que o pseudônimo seja associado à imagem de uma pessoa, ele é utilizado como alternativa ao nome de registro, sendo geralmente mais sonoro e fácil de destacar-se.

Saiba o que mudou no registro de ISBN de livros.

Exemplos de escritores que assinaram trabalhos com outros nomes:

J.K. Rowling (Robert Galbraith)

J.K. deu vida aos bruxos mais amados do universo literário. Escritora da saga Harry Potter e mundialmente conhecida, a autora decidiu lançar um livro sob o pseudônimo Robert Galbraith, para testar seu sucesso no mercado editorial e colocando à prova a qualidade de sua escrita. O plano, porém, não deu muito certo e sua identidade não demorou muito a ser relevada. O responsável por compartilhar a informação foi processo por J.K.

Alceu Amoroso Lima (Tristão de Ataíde)

Autor de obras importantes como O gigantismo econômico, Revolução Suicida e Mitos de nosso tempo, adotou o pseudônimo Tristão de Ataíde em 1919 ao se tornar crítico literário. O objetivo era separar sua atuação no meio artístico de suas demais atividades. Além de escritor e crítico, Tristão era formado em direito, dirigia a fábrica de tecidos de seu pai e, mais tarde, tornou-se líder da renovação católica no Brasil e símbolo na luta contra a censura no regime militar. 

Confira a coleção de 25 livros escritos por mulheres e publicados com pseudônimos masculinos. A campanha de republicação foi batizada de #ReclaimHerName

E você? O que acha de utilizar um apelido para publicar seu próximo livro?

Conta pra gente nos comentários!

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*Atualizado em agosto/20.

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Períodos estratégicos para divulgar seu livro

Você sabe como fazer pão caseiro? 
Ou melhor, você conhece uma receita simples e rápida de assar um pão em casa?

Independentemente da resposta, você deve estar se perguntando que tipo de introdução é esta, e o que ela está fazendo no texto de um blog sobre livros. Mas fique tranquilo, tudo fará sentido nas próximas linhas!

Mas vamos voltar para os pães…

Grande parte dos brasileiros consome pão diariamente. Alguns preferem comprar na padaria perto do trabalho, outros escolhem o seu na prateleira de um mercado no final de semana. Nenhuma novidade até aqui. 

Mas no meio do caminho demos de cara com o coronavírus, e com ele, o isolamento social, a ressignificação de atividades antes consideradas indispensáveis e os novos hábitos de consumo. 

Para se proteger e manter os hábitos alimentares, as receitas caseiras ganharam destaque na internet. Em paralelo, comportamento semelhante também apareceu como forma de passar um tempo de qualidade dentro da própria casa. Afinal, cozinhar é um hobbie bastante popular. 

E para provar que o interesse por fazer o próprio pão aumentou nas últimas semanas, basta olharmos para os tendências de busca no Google: 

Buscas contendo “máquina de pão”

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Buscas com “como fazer pão”

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Buscas por “receita de pão”

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Fonte: Google Trends

Ok, mas o que tudo isso tem a ver com livros, afinal? 

Nem só de ficção e biografias sobrevive o universo literário. 

Obras sobre culinária certamente têm um papel importante na vida dos brasileiros e os livros de receita continuam sendo fundamentais, mesmo com o advento da internet.

Aqui no Clube, já foram publicados centenas de livros deste gênero, ensinando o passo a passo de preparação de todo o tipo de refeição. E seguindo as tendências sociais, a procura por esse formato aumenta em determinados períodos do ano.

Por exemplo, no Natal, pesquisas por “receitas de bolacha natalina” entram alta. Em julho, quentão e bolo de milho não podem faltar. Já em janeiro, é a vez de sorvetes, picolés, sucos de fruta e todo o tipo de comida refrescante. 

Por isso, não ficamos nenhum pouco surpresos ao acessar o site do Clube de Autores nesta semana e perceber que não apenas um, mas dois volumes de livros com receitas de pão caseiro de máquina estavam entre os mais vendidos da semana. 

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As duas obras são de autoria de Mauricio de L. Rodrigues. A primeira, publicada em 2013, apresenta 350 receitas para máquina de fazer pão. Já o segundo volume, publicado em 2015, traz mais 150 novidades para completar o repertório.

Como escrever um livro de receitas?

O destaque dos livros não aconteceu do dia para a noite e a qualidade de ambos os volumes não pode ser questionada. Haja criatividade para mais de 500 receitas diferentes! Apesar disso, não podemos deixar passar a importância de saber aproveitar o surgimento das tendências de busca e consumo na divulgação de livros

Por isso, separamos algumas dicas de como utilizar a sazonalidade a favor da divulgação do seu livro. Confira:

Conheça bem o calendário

O calendário de datas comemorativas é bastante diverso e vai muito além de carnaval, Festa Junina e Natal. Todo dia é dia de comemorar alguma coisa, seja uma profissão, um acontecimento com menor destaque ou uma pessoa.

É claro que feriados nacionais sempre terão mais visibilidade, mas a competição pela atenção de leitores também será maior. Vale olhar com carinho para períodos não tão explorados no mercado literário.

Identifique potenciais oportunidades

Sua obra combina com algum período específico do ano? Ou então, você pode utilizar alguma data comemorativa como gatilho para despertar interesse de compra? Conhecendo o calendário e o público-alvo do seu livro, fica mais fácil encontrar oportunidades de marketing pessoal.

Veja alguns exemplos:

  • Um livro com uma história macabra pode ser associado ao Dia das Bruxas;
  • Uma obra de desenvolvimento pessoal pode ajudar a criar as metas de ano novo;
  • Livros didáticos podem ganhar destaque durante a preparação para o vestibular;
  • Histórias feministas são excelentes presentes de dia da mulher ou dia das mães. 

Invista na divulgação nos períodos mais estratégicos

Muitas vezes, seu livro poderá ser uma escolha assertiva em mais de um período do ano, basta saber observar o comportamento dos leitores. Sempre que uma oportunidade surgir, considere aumentar o investimento – seja patrocinando conteúdos nas redes sociais, participando de eventos, divulgando entre amigos etc.

Escolha os canais certos 

Decidiu apostar no dia das mães? Lembre-se de quem compra os presentes!

Um jovem adulto provavelmente estará conectado nas redes sociais. Já um filho mais maduro talvez prefira as lojas físicas. É fundamental que sua obra esteja nas prateleiras? Talvez seja necessário manter um pequeno estoque em sua casa? Enfim! Escolher o canal mais adequado faz toda a diferença no resultado da campanha. 

Quer outras dicas sobre publicação de livros? Confira:

Como lançar um livro sem burocracia?
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Como melhorar sua escrita? 5 dicas


Sabe aquela sensação que fica depois de ler um texto incrível, com frases bem costuradas e palavras que você nunca havia pensado em colocar lado a lado, mas que ficaram tão bonitas juntas a ponto de te fazerem parar por alguns segundos e suspirar, maravilhado? 

Pois bem, elas não foram parar ali por acaso e provavelmente não foram escritas por uma mente brilhante que nunca se aventurou no universo literário. Bons conteúdos existem por conta da prática! Ou você acha que os jornalistas dos maiores veículos do Brasil já nasceram sabendo entrevistar e escrever reportagens? 

Dito isso, fica mais fácil admitir que todos precisamos de um pouquinho de paciência e muita persistência para melhorar cada vez mais nossas produções. É claro que a criatividade e a bagagem de cada autor têm muito peso na hora de escrever, mas isso não significa que não chegaremos lá um dia. 

Por isso, separamos algumas dicas para te ajudar a praticar e melhorar sua escrita. Confira!

Leia muito

O clichê “você só será um bom escritor se for um bom leitor” também se aplica neste caso. Quem lê muito, tem maior facilidade em construir frases gramaticalmente corretas e coesas. Não é necessário ser um grande poeta para escrever um bom texto: a organização e a forma como uma história é contada tem grande influência no resultado final.

Além disso, a partir da leitura conhecemos outras formas de escrever um mesmo texto – cada autor possui estilos diferentes e trará inspirações para sua mente criar seus próprios conteúdos. Por tanto, leia. E leia muito!

Use as redes sociais como palco

Precisando enviar um e-mail para responder uma dúvida do cliente? Ou então, quer publicar uma foto no Instagram e precisa de uma legenda criativa? Use esses espaços do dia a dia para treinar sua escrita e observe com cuidado como utiliza vírgulas e pontos de exclamação, por exemplo.

Muitas vezes somos “viciados” em certos recursos textuais e nem nos damos conta – por isso aproveitar esses espaços em que temos maior liberdade para testar e olhar com atenção os nossos hábitos pode ser muito recompensador!

Pratique diferentes formatos

Você diz que não escreve poemas. Mas quantas vezes você de fato tentou? Esse mesmo pré-conceito vale para todos os formatos: fábulas, crônicas, textos de opinião, romances curtos… enfim! Treinar sua escrita com formatos diferentes pode ajudá-lo a “sair da caixa” e explorar novos caminhos literários. Além disso, esse hábito garante que você não será bom em escrever um único tipo de texto, por isso o conselho é: saia da sua zona de conforto!

Peça para que outras pessoas critiquem seu texto

Que tal escrever algo e pedir para que uma pessoa próxima (ou até mesmo distante) avalie o que você criou? Peça para que destaquem pontos positivos e negativos, tanto no enredo quanto na formulação das frases. Às vezes, um trecho que parece óbvio para o autor, fica um pouco confuso para alguém de fora.

Ter um par de olhos diferente revisando sua escrita também pode ajudar na identificação dos “vícios” citados anteriormente. Quem sabe o que pode surgir a partir de uma crítica construtiva, não é mesmo? 

Leia seu texto em voz alta e grave o áudio

Sabe quando você envia um áudio por WhatsApp e escuta depois? A voz parece estranha, percebemos que falamos “e daí…”, “tipo….”, “enfim…” várias vezes e até nos achamos um pouco chatos. A mesma auto avaliação pode servir para o conteúdo que você escreve.

Esse recurso é excelente, inclusive, para encontrar erros ou ter ideias de como melhorar o texto. Quando lemos em voz alta, encontramos frases longas que precisam ser pontuadas, palavras estranhas que não combinam umas com as outras, termos muito difíceis e que podem ser substituídos. 

Você também pode enviar este áudio para amigos escutarem e opinarem sem ter o texto em mãos. Assim você garante que tudo está coerente de verdade. 

E você, quais estratégias utiliza para melhorar sua escrita? Conta pra gente nos comentários!

Continue lendo: 

Como começar a escrever um livro?
Sobre os ossos dos mortos: lições para criar personagens

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Concursos de Poesia para participar em 2020

Já falamos por aqui sobre os principais concursos literários de 2020, mas decidimos dedicar um post exclusivamente para falar dos desafios de poesia. Então, se você tem o dom da escrita e anda inspirado a colocar as palavras no papel, confira nossa curadoria de  concursos e premiações do ano!

Confira a diferença entre poema e poesia.

Concurso Nacional Novos Poetas, Poesia Livre 2020

Neste concurso são aceitos todos os gêneros de poesia e cada candidato pode enviar até dois poemas autorais. A idade mínima exigida é 16 anos.

Para participar, é necessário preencher o formulário de inscrição disponibilizado no site oficial. Os poemas são enviados junto ao formulário e a confirmação é feita em até 48h. 

Organização: Vivara Editora Nacional.
Prazo: 05 de abril
Inscrição no site: http://www.poesialivre.com.br/

X Concurso de Poesias Professor Roberto Tonellotti 

Foco em autores brasileiros ou naturalizados, sem restrição de idade. As inscrições são feitas online, através do site oficial, e os vencedores terão seus textos publicados em uma coletânea. 

Organização: Associação Cultural CONPOEMA
Prazo: 10 de abril
Inscrição no site: http://conpoema.org/?page_id=1808

Concurso Literário Prêmio Poesia Agora – Outono 2020

Para este concurso, o tema é livre, mas a participação é vetada para menores de 16 anos. O poema deve ser enviado em fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12. Além disso, não pode ultrapassar o limite de uma lauda no formato A4. 

O nome do autor deve ser incluso no mesmo arquivo, ao final do texto. Todos os poemas selecionados serão publicados no livro “Prêmio Poesia Agora”. Além disso, os dois melhores poemas receberão medalhas livros do catálogo da editora e exemplares do livro lançado após o prêmio.

Organização: Editora Trevo
Prazo: 07 maio 
Inscrição no site: http://concursosliterarios.net.br/concurso-literario-premio-poesia-agora-outono-2020/

2º Prêmio Literário AFEIGRAF – 2020

Para concorrer ao prêmio, é necessário possuir CPF – Brasil. Cada candidato pode enviar apenas uma poesia inédita. Vale lembrar que o título e o conteúdo precisam estar escritos em português, mas o uso de expressões estrangeiras é permitido.

Organização: AFEIGRAF – Associação dos Agentes de Fornecedores de Equipamentos e Insumos para a Indústria Gráfica
Prazo: 31 de julho
Inscrição no site: https://www.scortecci.com.br/formulario.php?id=648

Sentiu falta de algum concurso literário de poesias? Comenta aqui nesse post =)

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Desafio literário Clube de Autores: crônicas da quarentena
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Distopia em livros: exemplos e como escrever uma

Sabe aquela história fantasiosa que parece um pouco com a realidade, mas de forma bastante exagerada? É sobre ela que vamos falar neste artigo. Confira!

O que é distopia?

Distopia significa “lugar ruim”. É o antônimo de utopia, o “lugar ideal”. 

Na literatura, as obras distópicas são construídas a partir de problemas reais, mas em maiores proporções. É como olhar para o mundo como o conhecemos só que à distância, partindo do princípio que tudo deu errado. 

Esse tipo de história é bastante popular, principalmente entre os mais jovens, justamente porque aborda temas existentes em nossa realidade e mostram como tudo pode se transformar se não “tratarmos o problema”. São ficções inspiradas no que já conhecemos. 

Exemplo de distopia: Série Watchmen

A série lançada em 2019 apresenta um cenário futurista em um contexto do presente. A história se passa justamente no ano em que vivemos. 

Todo o roteiro é baseado nos HQs de mesmo nome, mas sem repetir a história. Enquanto os quadrinhos retratam a Guerra Fria somada à fantasia de super-herõis combatendo vilões reais (como o nazismo), a série apresenta uma trama totalmente nova, construída a partir  do que aconteceu anteriormente. Nela, os Vigilantes também pertencem ao grupo que busca justiça, mas em um universo dominado pela supremacia branca, tendo que combater a 7ª Kavalaria, extremistas brancos com ódio declarado aos negros. 

A série retrata nosso mundo em um cenário distópico, provocando os fãs a refletirem sobre o quão próximo os elementos estão de nossa realidade. 

Como criar uma realidade distópica em um livro? Dicas do Clube de Autores:

1. Observe os problemas do mundo

Na distopia, não necessariamente precisamos nos ater ao que já existe de ruim em nossa realidade, mas esse gatilho ajuda a prender a atenção do leitor, que irá traçar paralelos com suas próprias experiências no tema. 

Ou seja, assim que o assunto da história for definido, vale observar a realidade para encontrar elementos que podem ser ampliados e transformados em desgraça para a ficção.

2. Não conte tudo ao leitor

O famoso “show, don’t’ tell” é válido para essa categoria. O ideal neste formato é que o leitor descubra sozinho as semelhanças com a realidade. Acrescente detalhes sutis e integrados à história para apimentar a obra e instigue a imaginação. Um bom exemplo de como fazer isso pode ser observado no filme Parasita. Basicamente, vale mostrar esse novo universo, encher de detalhes e sentimentos. A conclusão fica a cargo de quem está lendo.

3. Fuja do clichê

Você pode criar uma realidade perfeita, projetada para resolver todos os problemas do mundo, mas cheias de rachaduras que vão expondo, aos poucos, uma realidade distópica. Esse cenário é visto na série brasileira 7%, que retrata dois lados completamente diferentes: um é perfeito, sem crimes, miséria ou conflitos; o outro é violento, pobre e luta pela sobrevivência. Porém, ao longo da narrativa que acontece no pior cenário, descobrimos problemas na estrutura impecável do “Outro Lado”.

Além disso, acrescenta elementos fantasiosos à narrativa, que deixem evidente ao leitor que o objetivo da obra não é retratar a realidade, apenas aproveitar-se do que já existe para criar novas histórias!

E aí, está pronto para escrever uma obra completamente fora da casinha? =)

Conta pra gente nos comentários quais outras histórias utilizam as características da distopia e ajude-nos a inspirar outros autores. 

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