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Como publicar um livro independente?

Escrever e publicar um livro sempre pareceu coisa de gente importante, com muitos contatos ou uma mente dotada de genialidade criativa capaz de impressionar grandes editoras. É por conta desse tipo de pré-conceito que muitos autores nunca tiram suas obras da gaveta.

Felizmente, a publicação independente existe para desburocratizar este processo e tornar o mercado editorial mais acessível para todos que desejam se aventurar como escritores. Confira o passo a passo!

Como publicar uma obra sem uma editora?

Os primeiros passos para se tornar um autor independente giram em torno da produção da obra. Acredite, escrever, revisar e editar o conteúdo é a parte mais dificil. Publicar é fácil, rápido e gratuito.

Depois dessa etapa, basta escolher uma plataforma de autopublicação para lançar sua obra. Aqui no Clube de Autores funciona assim:

  • Você escolhe o formato do seu livro. Temos vários templates disponíveis para ajudá-lo na diagramação. Também é possível contratar um profissional (essa contratação é totalmente a cargo do autor).
  • Além de colocar o conteúdo da obra nos formatos recomendados pelo Clube, é necessário criar uma capa. Ela também é responsabilidade do autor!
  • Para publicar conosco, não é necessário registrar a obra, porém, recomendamos fortemente que isso seja feito. É o registro do ISBN que garante a distribuição dos livros nas maiores livrarias do Brasil.
  • Em seguida, é só criar uma conta em nosso site, enviar o arquivo final do livro e definir quanto você quer ganhar por direitos autorais. Caso você queira adquirir alguns exemplares para presentear amigos ou vender por conta própria, você paga apenas os custos da impressão.
  • Pronto! Seu livro poderá ser vendido tanto no Clube de Autores quanto nas livrarias parceiras. E você não paga nadinha por isso! Só recebe os direitos autorais na conta bancária utilizada para o cadastro.

Fácil né? :)

Neste texto, apresentamos uma versão resumida do processo. Para saber mais detalhes confira nosso guia sobre como publicar um livro gratuitamente

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E se você ainda tem dúvidas de que este o melhor caminho para tornar-se um autor de sucesso, separamos mais algumas informações para ajudá-lo nessa decisão! Veja abaixo.

5 motivos para publicar um livro independente:

1. Você aprova sua própria obra

“Ser seu próprio chefe” significa não ter que esperar o aval de ninguém para colocar um sonho em prática. Na publicação independente não é necessário ser descoberto ou esperar que alguém diga “sim” para a história que você quer contar. Basta escrevê-la e publicá-la. Simples assim.

Maior controle sobre o que você quer realmente publicar

Liberdade para escrever do jeito que você mais gosta e escolher o formato que mais te agrada sem que ninguém interfira é uma vantagem da auto publicação. Afinal, você é quem está no controle da sua obra e não precisa adequá-la para atender aos critérios de ninguém.

2. É grátis

Estar responsável pela própria publicação não é sinônimo de investimento financeiro. Você pode publicar sua obra gratuitamente através de uma plataforma como o Clube de Autores e os custos com edição, capa e registro são totalmente opcionais. Você pode, inclusive, optar por utilizar os templates disponibilizados para formatação do conteúdo – são fáceis de utilizar (e gratuitos!).

3. A maior fatia do lucro é sua, não de terceiros

Uma editora precisa pagar seus funcionários, cobrir os custos com impressão e edição e lucrar (muito) em cima da sua obra. Toda a burocracia precisa ser embutida no preço dos livros. Optando pela publicação independente, sua história pode ser vendida a um valor mais acessível e a maior parte do lucro é sua. Aliás, é você quem decide quanto quer ganhar por exemplar vendido. Os custos com impressão e utilização da plataforma são mínimos!

4. É rápido e não tem burocracia

Por fim, a publicação acontece a partir do momento em que você declara sua obra como pronta. Para lançá-la no mercado editorial, bastam alguns cliques. É claro que o registro do ISBN é sempre recomendado para que seu livro possa ser comercializado nas maiores livrarias do país, mas até mesmo este processo não leva muito tempo!

Ficou com mais alguma dúvida? Comente este post. Estamos à disposição para ajudá-lo e ansiosos para conhecer sua obra :)

Leia também: 

Como começar a escrever um livro?
O que são autores independentes?
Como diagramar um livro?

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5 dicas publicar e vender poesias

*Publicado originalmente em 2019 e atualizado em nov/20.

Há uma espécie de crença popular nos círculos literários de que poesia não vende. Pois bem: já iniciamos este post deixando claro que trata-se de uma crença errada.

Aqui no Clube de Autores, por exemplo, mais que 10% dos livros pulicados são de poesia. E o comportamento comercial desses livros é rigorosamente o mesmo do comportamento comercial de biografias, didáticos, técnicos, romances.

Ou seja: quando o poeta se engaja, cria um produto de qualidade (inclusive tecnicamente, com uma capa bem elaborada, ISBN que permita distribuição em livrarias, revisão, leitura crítica etc.) e monta uma estratégia de divulgação boa, ele vende; quando ele apenas publica de qualquer jeito, sem dar a devida atenção à sua obra, ela não vende. Sim: é simples assim.

Se você está no primeiro grupo de escritores e deseja se aventurar no mercado editorial, confira algumas dicas que poderão ajudá-lo a escrever e publicar uma obra de sucesso!

Como criar, publicar e vender um livro de poesias?

Dica #1: Leia poesias e aforismos.

Parece uma dica óbvia, certo? Mas há uma assustadora quantidade de poetas que dificilmente tocam em um livro de poesias. Ora… se você está nessa categoria, se você mesmo não se dá ao trabalho de aprender com os grandes mestres, como esperar que outros façam o mesmo com o seu trabalho?

Poesia não é apenas um conjunto mais ritmado de versos: é, sobretudo, uma dificílima arte de condensar pensamentos ricos no menor espaço possível. É dominar a arte das metáforas, é ser um microcontista, é ser um músico, é ser… bom, é ser um poeta.

E há dois mestres que eu recomendarei com intensidade aqui: Manoel de Barros e Karl Kraus.

O pantaneiro Manoel de Barros é possivelmente um dos maiores poetas de toda a nossa história, talvez um dos melhores do mundo. Arrisco dizer até que ele não deve ser apenas lido, mas estudado. Por que? Porque ele não apenas escreve: ele reinventa toda a nossa língua portuguesa, cria novas palavras, ultrapassa fronteiras linguísticas que nós sequer sabíamos que existiam.

Karl Kraus vai em um outro extremo. Satirista austríaco do final do século XIX e começo do século XX, ele ganhou fama pela sua capacidade de criar aforismos que dilaceravam reputações e derramavam ovas óticas sobre velhos conhecimentos. Apesar de não ser um poeta formal, por assim dizer, ele dominou a arte de se condensar significado em palavras como poucos no mundo.

Há, claro, incontáveis outros poetas – mas esses dois já são um belo começo.

Leia mais: qual é a diferença entre poema e poesia?

Dica #2: Tenha carinho pelo seu livro

Sim: carinho. Essa palavra pode parecer simplória, mas acredite: ela é muito, mas muito mais importante do que parece.

Pode ter certeza de que, se você publica um livro de poesia com uma sinopse rasa, uma capa feia e sem o ISBN que garantirá a sua distribuição, ele não será vendido.

Ou colocando em outros termos: se um livro bem acabado não é uma garantia de sucesso, um livro mal acabado é, sim, uma garantia de fracasso.

Faça pelo seu livro, portanto, tudo o que você puder. Ao menos se quiser que ele venda, claro.

Dica #3: Monte e execute um plano de divulgação

Romantismos à parte, um livro é um produto como outro qualquer. Se você não divulgá-lo, ninguém saberá da sua existência e, consequentemente, ninguém o comprará.

E sim: esta tarefa é sua, do autor. Esqueça aquelas ideias românticas de arrumar uma editora mágica que investirá tudo em seu talento: isso não existe hoje. Você precisará ser o seu próprio empresário.

Há aqui, duas escolhas: você pode aceitar isso, aprender e se esforçar ou você pode dar murro em ponta de faca até destruir a própria mão crendo nesse conto de fadas de que um terceiro eventualmente te descobrirá.

Criar um plano de divulgação inclui:

  1. Preparar suas redes sociais para ser facilmente encontrado em buscas;
  2. Criar um site de autor para divulgar seus conteúdos;
  3. Fazer um trailer para seu livro;
  4. Planejar o evento de lançamento (seja presencial ou em uma Live no Instagram);
  5. Elaborar um plano de continuidade de vendas depois do lançamento.

Dica #4: Autopublique-se

Seguindo a mesma linha da dica anterior, use e abuse da autopublicação. Onde? Aqui no Clube de Autores, claro.

Por que aqui? Além de sermos a maior plataforma de autopulicação da América Latina, não cobramos pela publicação garantimos a distribuição pelas maiores livrarias do país, incluindo Livraria Cultura, Estante Virtual, Amazon, Mercado Livre etc. – tanto no formato impresso quanto digital.

Além disso, estamos sempre promovendo desafios literários para divulgar o talento de nossos escritores! Em outubro de 2020, por exemplo, lançamos nosso próprio concurso de poesias :)

Dica #5: Você também é poesia: use-se

Uma das coisas que mais difere poetas de outros escritores é que seu trabalho pode ser tanto lido quanto ouvido.

Perca, portanto, a timidez: cace eventos e oportunidades, saraus e feiras, onde você possa entrar em uma roda e simplesmente declamar.

Use a sua voz, use o seu corpo, use a si mesmo. Um poeta é um artista e usar a sua arte para levar a sua palavra primeiro aos ouvidos do público pode ser uma estratégia excelente.

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E aí, curtiu as dicas? Confira outros artigos do Blog:

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Como se tornar um escritor?

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Como publicar um e-book?

Sim, é verdade: o formato impresso sempre terá um lugar especial no coração dos leitores. O cheiro de páginas novas, a gramatura do papel e o prazer de folhear uma obra ainda têm grande destaque no mercado literário, mas isso não significa que os hábitos continuarão assim para sempre.

Eis que surge a dúvida: será que vale a pena investir em e-books?

Primeiramente, vamos aos números:

Em 2018, publicamos este post com dados de consumo do ano anterior ao texto. Naquela época, os e-books fecharam o ano com uma fatia de 42% do total de vendas de livros, com várias quedas percentuais nos meses seguintes, enquanto o volume de vendas dos impressos continuava subindo consideravelmente.

Com base nesses dados, Marcus Dohle, CEO da Penguin Random House, acreditava que o mercado se estabilizaria em uma proporção de 80% para impressos versus 20% para e-books. Isso nos EUA, claro. No Brasil, o livro digital representava apenas 1,9% do mercado.

Números pouco otimistas, né? 

Em 2020, muita coisa mudou, inclusive a forma como consumimos a informação: diretamente de nossas casas, distantes de livrarias físicas. Por conta do isolamento social e as restrições impostas para combate ao coronavírus, o consumo de e-books aumentou muito. Aqui no Clube de Autores, por exemplo, entre abril e julho deste ano registramos um de 40% em vendas no formato digital (em comparação ao mesmo período do ano passado).

Isso significa que a versão digital está se popularizando? Sim! Mas vale destacar que a venda de livros em geral cresceu durante a pandemia e, enquanto no ano passado (abril a julho) as vendas de e-books representavam 16,9% do total, hoje não ultrapassam os 14,5%. Ou seja: livros físicos continuam sendo os formatos mais procurados, porém, os livros digitais nunca foram tão necessários quanto hoje. 

Agora sim, munidos de informações, voltamos à pergunta inicial deste texto:

Por que publicar um livro digital?

Porque uma coisa não anula a outra.

Afinal, publicar um e-book não significa deixar o modelo impresso de lado. Pelo contrário: a melhor alternativa para autores é lançar um livro em todos os formatos possíveis. Aqui no Clube de Autores, por exemplo, não há nenhum custo extra para esta opção e toda publicação é 100% gratuita. 

Quer dois outros argumentos?

O primeiro: você. A venda de ebooks pode não ser tão alta quanto a de impressos, mas ela está totalmente concentrada em autores independentes. No mundo, aliás, estima-se que de 30%-40% do total de e-books vendidos sejam de escritores independentes. E 30%-40% de 1,9% de TODO o mercado brasileiro de livros não é, exatamente, algo a se desprezar. Principalmente, repetimos, quando o custo de se brigar por espaço seja zero.

O segundo argumento – e é ele que veremos aqui agora – é a facilidade. Se nunca foi tão fácil publicar um e-book, por que deixar a oportunidade passar?

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A questão dos formatos: PDF versus EPub

A primeira coisa a se ter em mente é que o mercado costuma trabalhar com dois formatos diferentes de e-book: PDF e EPub.

O PDF é, de fato, o formato mais fácil de se trabalhar e pode ser gerado a partir do seu livro em formato Word. Além disso, como já é o padrão do Clube de Autores para se publicar em formato impresso, basta utilizar o mesmo arquivo e pronto: seu ebook já estará disponível.

MAS (e este “mas” é bem considerável), PDF é também o formato mais pobre de e-book – pobre ao ponto de não ser sequer aceito pelas principais plataformas.

Há motivos para isso. Um arquivo em formato PDF funciona como uma espécie de imagem do texto e, na maior parte dos programas de leitura, ele não permite que o texto se molde confortavelmente à tela. Isso é especialmente relevante no Brasil, onde 56% dos usuários lêem e-books em seus smartphones.

Em outras palavras: se não tiver alternativa nenhuma, deixe seu ebook em formato PDF. Mas se quiser um desempenho melhor, converta seu arquivo para EPub.

Como converter um arquivo em EPub?

Se seu livro for simples (essencialmente composto por texto, sem imagens ou ilustrações), você encontrará programas gratuitos para livros que farão essa conversão diretamente.

Mas, se seu livro for mais complexo, vale a pena contratar algum profissional que faça essa conversão de maneira mais bem cuidada e personalizada. Há uma série de profissionais no mercado capazes de fazer isso.

Dica: O site Profissionais do Livro pode te ajudar a encontrar especialistas :)

Onde meu e-book será comercializado?

Já comentamos, aqui neste post, que 56% dos usuários brasileiros lêem ebooks em seus smartphones – e isso inclui toda uma maioria que usa ferramentas de suas próprias operadoras de celular ou apps terceiras, muito pouco famosas, para isso.

Aliás, a pesquisa Retratos da Leitura de 2016 apontou que apenas 4% dos brasileiros usam plataformas como Kindle, Apple, Google ou Kobo para ler ebooks. E, por mais que 2016 esteja há longos anos no passado, dificilmente esse número teve grandes mudanças nos últimos meses.

No mesmo ano do Retratos da Leitura, a PublishNews fez uma matéria comparando as principais plataformas de leitura de ebooks. Em outras palavras: onde esses 4% de leitores de ebooks lêem seus ebooks?

O Kindle, da Amazon, tem destaque aqui, com 55% do mercado. ele é seguido pelo GooglePlay (18%), Apple (13%), Saraiva Lev (8%) e Kobo (8%).

O Clube de Autores distribui, hoje, para todos esses formatos – além de diversos outros pequenos aplicativos que fazem a maioria do mercado de ebooks, como já mencionado aqui.

Voltando às principais plataformas, apenas o GooglePlay trabalha com o formato PDF. As demais – Kindle, Apple, Saraiva Lev e Kobo – todas exigem que o livro esteja em formato EPub para oferecê-lo aos seus leitores.

Quer saber mais? Confira nosso guia completo sobre autopublicação :)

Confira as dúvidas frequentes sobre a publicação de e-books.

Leia Mais

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A importância dos feedbacks antes da publicação de um livro

A não ser que seu livro seja um diário pessoal que será descoberto pela geração futura depois que você já tiver partido deste mundo, ou que você realmente não se importe em agradar — e esteja escrevendo por puro prazer —, compartilhar sua história e pedir feedbacks é fundamental.

Muitas vezes, o escritor está tão imerso no universo que criou que não percebe detalhes soltos, viradas muito bruscas ou falta de conexão entre as personagens. É mais ou menos como escrever um longo texto para um trabalho da faculdade, revisá-lo dez vezes e entregá-lo com a segurança de que estava perfeito, mas recebê-lo de volta cheio de círculos vermelhos com erros gramaticais que até uma criança de dez anos evitaria.

Às vezes, coisas que passam despercebidas aos nossos olhos podem ser facilmente identificadas por outras pessoas. E isso nem sempre é ruim.

Procure por feedbacks de pessoas que você confia e que serão sinceras em criticar sua obra. Escute com atenção e utilize as críticas como uma forma de aprimorar seu texto. Não desista com facilidade de algo que você acredita, mas não confie cegamente na sua opinião.

Como lidar com feedbacks negativos?

Depois de testar a sua história uma, duas ou três vezes e receber olhares mais reprovadores, é comum que o escritor busque refúgio ou alívio no pensamento de que seu texto está perfeito, mas além do alcance das pessoas. Esqueça isso.

Claro: nem todo livro funcionará para todo mundo, mas se você escolheu bem os “críticos” para quem contou ou mostrou a sua tese, então confie nas opiniões que ouvir. Em última instância, force-se a acreditar que não existem gênios incompreendidos: existem escritores que não conseguiram concatenar suas ideias direito.

Quanto mais você colocar a culpa nos outros, afinal, menos conseguirá
mudar para evoluir. Tenha a mente aberta e encare feedbacks como
parte do processo criativo, sejam bons ou ruins!

Dicas para tirar melhor proveito de feedbacks antes da publicação:

  • Escolha críticos familiarizados com o universo literário. Se seus melhores amigos não têm o hábito da leitura, talvez seja interessante procurar leitores mais apaixonados – eles terão um repertório maior de referências para comparar.
  • Se sua intenção é publicar o livro, não disponibilize o conteúdo na internet. Ninguém quer ser alvo de plágio antes mesmo de lançar a obra oficialmente para o mundo, né?
  • Seja crítico com as críticas. Pessoas muito próximas poderão dar feedbacks muito positivos simplesmente para ganhar pontos com você. Faça perguntas como “o que você mais gostou?” e “o que menos gostou?”.

Por que autores não costumam avaliar textos que ainda não foram publicados?

Todo mundo tem um autor favorito e, muitas vezes, ele é acessível em redes sociais ou via e-mail. A maior parte desses profissionais não gosta de avaliar o conteúdo de terceiros antes da publicação, para evitar julgamentos futuros como “você copiou minha ideia” ou “seu último livro foi inspirado em um texto meu”. Plágio é uma coisa séria, por isso não insista e pense com cuidado ao aceitar criticar um livro de outra pessoa.

O que achou das dicas? Deixe um cometário abaixo.

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Como lançar um livro em uma LIVE no Instagram?

O universo digital já era utilizado para aumentar o alcance de produtos e serviços lançados no mercado, porém, depois do isolamento social de 2020, descobrimos que a internet (e, principalmente as redes sociais) têm mais poder do que imaginávamos… inclusive para lançar um livro!

Isso não significa que daqui pra frente os eventos presenciais deixarão de existir, apenas que existem outros formatos para serem explorados por aí. Neste artigo, explicaremos um pouco sobre as LIVES no Instagram e como podem ser utilizadas para divulgar obras recém publicadas. Confira!

O que são LIVES?

Lives são vídeos transmitidos ao vivo. Elas podem ser realizadas no YouTube, Instagram, Facebook ou em plataformas de próprias para o formato. Normalmente, são feitas por pessoas populares na internet para apresentação de produtos e serviços. Ou seja, é um recurso super valiozo para quem não pode investir muito em grandes eventos ou não tem tempo para organizar um encontro presencial.

Dicas para criar um evento virtual no Instagram:

  • Para alcançar o maior número de pessoas possível é necessário utilizar uma plataforma que já possua uma base relevante de inscritos. Se o seu Instagram tem poucos seguidores, considere fazer uma parceria com um canal mais popular. Influenciadores digitais, marcas relacionadas ao conteúdo da sua obra ou amigos famosos podem ajudar com a exposição.
  • Planeje o evento com antecedência e utilize o tempo disponível para divulgar data e horário. E-mails, redes sociais, mensagens em grupos de WhatsApp… quanto mais pessoas interessadas no conteúdo, maior será o engajamento no dia da LIVE.
  • Crie um “roteiro” em vez de simplemente falar o que vier na cabeça durante o evento. Assim você garante que terá bons conteúdos do início ao fim da transmissão. Entregar toda a mensagem logo no começo pode desinteressar o público.
  • Estude a ferramenta do Instagram antes de se aventurar nesse universo. Entenda como adicionar pessoas ao vídeo, como interagir nos comentários e quais são as restrições do aplicativo. Essas informações estão disponíveis no site oficial e também em blogs de comunicação. É importante revisar o conceito porque a tecnologia está sempre evoluindo e podemos explorá-la de forma mais criativa quando estamos informados.

Como lançamos o livro Crônicas de Quarentena no Instagram?

No ínicio da “quarentena”, o Clube de Autores promoveu um desafio para os escritores: produzir crônicas sobre o isolamento social e todas as mudanças que vivenciamos neste período. O projeto fez tanto sucesso que escolhemos 39 textos originais para transformar em livro.

Obviamente não poderíamos nos encontrar pessoalmente (apesar da vontade de abraçar e agradecer todos os que participaram). Por isso, optamos por divulgar o lançamento no próprio Instagram do Clube.

Saiba mais sobre o livro de crônicas.

Abaixo algumas das estratégias que utilizamos:

  1. Definimos uma data para a realização da LIVE e destacamos o evento em toda nossa comunicação.
  2. Disparamos e-mails para nossa base de inscritos e compartilhamos a novidade em nossas redes sociais.
  3. Planejamos o conteúdo da LIVE e trouxemos um convidado especial. O roteiro foi pensado para apresentar o livro, contar mais sobre o projeto e explicar como fazer a compra.
  4. Depois de finalizado, o vídeo ficou disponível em nosso Instagram e pode ser visualizado por qualquer pessoa.

Confira o vídeo de lançamento do livro Crônicas de Quarentena.

Tem dúvidas sobre como utilizar as redes sociais para divulgar sua obra? Deixe seu comentário abaixo!

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