Inspire-se com um dos maiores escritores do Brasil

Escrever um livro de sucesso vai além de dominar técnicas literárias. É preciso, por exemplo, ter referências – muitas referências que sirvam como inspiração intensa, rica, que dê ao autor parâmetros claros de como ele pode usar o próprio idioma como um dos elementos de sua narrativa.

Já falamos inúmeras vezes aqui: não há como ser um bom escritor sem que você seja um bom leitor.

Escrever um livro, afinal, é mais do que escrever uma história: é reinventar a própria língua.

E, no Brasil, um dos maiores mestres se chama Manoel de Barros. Colocamos um vídeo dele abaixo para que sirva de inspiração a todos. Mas recomendamos – é claro – que corram até a livraria mais próxima e comprem um, dois, muitos dos seus belíssimos títulos.

Quer inspiração para escrever uma história incrível? Manoel de Barros pode ser a dose ideal.

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Dicas de Stephen King para escritores iniciantes

O que um dos maiores mestres da literatura tem a dizer para você?

Dicas nunca são demais – principalmente quando partem de super hiper best sellers e são focadas em um mercado tão concorrido quanto o editorial. Tudo bem que elas não podem ser confundidas com receitas de sucesso: se sucesso tivesse receita simples, afinal, não seria algo tão comemorado por tão poucos.

Temos 75 dicas para você, inclusive

Nós, aqui no Clube de Autores, já colecionamos mais de 70 mil livros publicados e muitos casos de sucesso. Há duas coisas sobre as quais não temos nenhuma dúvida:

  1. Nunca o escritor independente teve o mercado tanto a seu favor – como você mesmo pode conferir aqui
  2. Por mais que não exista uma receita de bolo para o sucesso, há sim toda uma coleção de melhores práticas que certamente podem ajudar todo e qualquer autor independente.

Não foi por outro motivo que criamos, inclusive, um livro com 75 dicas para autores independentes. Dê uma olhada aqui, nesta página, para acessá-las mais rapidamente.

O que diz o mestre?

Não preciso me alongar muito aqui: Stephen King gravou algumas dicas importantes em um vídeo, que disponibilizamos abaixo. Sim: são dicas mais antigas e que, claro, você mesmo deve atualizar com o seu repertório e bom senso. Mas ainda assim valem ser vistas, claro – da mesma forma que essas outras deixadas por ninguém menos que George Orwell, autor de 1984.

Vamos ao mestre do suspense:

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Seu livro preferido é só uma história escrita por alguém? Ou o início da sua obra prima?

Como um livro pode ser o início de toda uma ampla pesquisa literária – e que pode inclusive te inspirar a criar a sua obra prima

É comum o mercado inteiro considerar um livro como uma espécie de ponto final de uma jornada de conhecimento. E isso até pode ser (parcialmente) verdade sob a ótica de um autor – mas e do leitor?

Imagine, por exemplo, um livro como Mulheres de Saramago, publicado aqui no Clube. É óbvio que o livro em si já traz toda a sua própria narrativa e os pensamentos do autor – mas, para o leitor, ele pode ser um ponto de partida para uma jornada ainda mais ampla.

A partir desse livro, ele pode se interessar por outras obras, algumas do próprio mestre Saramago. Pode acessar artigos sobre Memorial do Convento ou Ensaio sobre a Cegueira; pode querer ver o filme feito sobre o último; ver entrevistas no Youtube envolvendo Saramago e estudiosos sobre ele; e assim por diante.

Para um leitor interessado, todo livro funciona como uma semente para uma nova árvore de conhecimento, com raízes e galhos imensos que podem se desdobrar até o infinito.

O futuro do livro é ser sempre um novo começo

Nós, aqui no Clube, acreditamos que o futuro do livro seja precisamente isso. Nada de debates infrutíferos sobre ebooks substituindo impressos ou impressos continuando a dominar: sendo franco, discutir a forma da literatura nos parece uma perda de tempo descomunal considerando as tantas transformações pelas quais a literatura como um todo está passando.

Se você é um autor (e mesmo que não seja), deixe todos os seus preconceitos de lado e abrace tudo em relação ao nosso mundo atual. Quer ler, para ficar em um outro exemplo, Morte em Veneza, do brilhante Thomas Mann? Vá também à Wikipedia e pesquise sobre o autor e a obra. Você descobrirá, por exemplo, que o personagem principal se baseia em Mahler. Vá ao Spotify, escute esse gênio da música. Depois volte e leia os contemporâneos de Mann – como Nietzsche, que certamente o inspirou.

Sabe o que acontecerá? Você será dragado por uma espiral filosófica que terá como consequência natural cutucar tantos neurônios que escrever será uma inevitável válvula de escape.

E isso serve para todo e qualquer livro: de Saramago a Mann, de Guimarães Rosa a García-Marquez. Todo e qualquer livro é uma porta aberta para um universo que, via de regra, é maior que ele mesmo.

Por que isso interessa a você, escritor?

Porque pesquisa e inspiração são ingredientes fundamentais para qualquer livro.

Escrever é mais que um ato isolado, hermeticamente trancado dentro de um lampejo de inspiração qualquer: um bom livro depende de boas referências. E não entenda “boas referências” como alguma espécie de juízo de valor sobre um ou outro livro. Toda referência literária pode ser boa desde que o leitor se permita mergulhar aprofundadamente nela, pescando as pérolas que todo autor traz dentro de si.

Quer escrever uma obra prima? Leia, inspire-se. Já dissemos isso algumas vezes e repetimos sempre: não há como ser um bom escritor se você não for um bom leitor.

Por onde começar?

Honestamente, por qualquer livro que chame a sua atenção. Que tal experimentar o épico 1Q84, de Murakami? Ou o surreal Mestre e Margarida, do incrível Bulgakov? Ou um outro livro independente, desses incríveis publicados todos os dias aqui no Clube de Autores?

Não importa o livro por onde você comece: importa que você comece – e que encare a leitura justamente como esse começo de uma jornada que terá como resultado único um texto seu, gerado pelo casamento da sua mente com a coletividade das mentes mais brilhantes do mundo.

A partir daí, é só seguir a cartilha e publicar seu livro, gratuitamente, para todo o mundo. Simples assim.

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Um pouco de poesia para fechar a semana

Poesia, sempre acreditei, é essencial para se viver. E dessa dificílima arte de condensar significado em palavras que muitos dos nossos grandes mestres, de Drummond a Manoel de Barros, ajudaram a imortalizar a nossa língua e a nos entendermos a nós mesmos.

Em homenagem a todos os poetas – tanto do Clube de Autores, onde já são quase 8 mil – quanto de todo o mundo – deixamos abaixo um vídeo com interpretações fantásticas de textos ainda mais fantásticos.

Que sirva de inspiração para todos!

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5 hábitos estranhos de escritores de sucesso

Esquisitisse ou inspiração? Vejo como grandes escritores da humanidade gostavam de escrever!

Todos temos hábitos esquisitos de alguma forma. Alguns servem para “ligar” a criatividade, outros para ajudar a finalizar um romance e por aí lá vai.

Mas achamos, na Internet, hábitos bem curiosos de alguns escritores de sucesso que – quem sabe – podem acabar nos inspirando a todos. São eles:

1) Escreva deitado

Se há alguma explicação científica – como fazer o sangue fluir melhor para o cérebro – não sei dizer. Mas o fato é que escritores como George Orwell, Mark Twain e Marcel Proust amavam escrever deitados na cama.

2) Saia perambulando sem destino

Alguns especialistas dizem que rodar sem rumo acaba reforçando a inspiração criativa. Talvez a falta de preocupação com o destino realmente permita que o cérebro se foque no mundo imaginário ao invés do real. O fato é que esse era um hábito cotidiano, por exemplo, do mestre Charles Dickens.

3) Escreva de pé

Ao contrário dos que preferem a cama, gênios como Ernest Hemingway e Albert Camus amavam escrever na vertical. Algo estranho, sem dúvidas – mas que inegavelmente funcionou para eles :-)

4) Deixe a inspiração ditar o horário

Nada de prender a criatividade a um período de trabalho convencional. Não são poucos os escritores que “sofrem” de insônia e alguns decidiram simplesmente abraçar o problema e transformá-lo em solução. Balzac, por exemplo, acordava depois da meia noite para escrever. A nossa Clarice Lispector também dizia que, quando a falta de sono era grande, ela fazia um café, dava a noite por encerrada e se entregava à máquina de escrever.

5) Beba um gole (ou dois, ou três, ou quatro…)

Longe de nós querer fazer qualquer apologia ao álcool… Mas também não dá para negar que alguns goles de vinho sempre funcionaram para liberar a criatividade desde os tempos de Dionísio. Exemplos, aqui, abundam: Edna St. Vincent Millay, Mary Pickford, Ésquilo, Jean Rhys, Li Bai, François Rabelais…

OK… talvez esses hábitos esquisitos sejam apenas coincidências abatendo pessoas geniais. Só que estranhezas, por assim dizer, fazem parte do próprio DNA de quem consegue colocar em palavras mundos e histórias capazes de mudar o pensamento humano. Você tem algum hábito estranho?

Se tiver, talvez seja hora de abraçá-lo como parte da sua própria essência de escritor!

Se esses hábitos forem esquisitos demais para você, então talvez valha a pena conferir esse compilado de dicas sobre como escrever bem que reunimos ao longo dos nossos tantos anos de experiência aqui no Clube!

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