Conhecimento coletivo II: a inspiração

Pesquisas são parte natural do processo criativo. Antes de escrever sobre algum tema, é natural que o autor leia mais sobre ele, veja filmes, estude os locais em que as histórias se passarão. Sendo ficção ou não, toda obra tem suas referências – e isso dificilmente mudará na produção literária.

Na semana passada, fizemos um post sobre a escrita coletiva de livros. Mas e se dermos um passo para trás e pensarmos no processo de inspiração e pesquisa? Ou seja: ao invés de usar as redes para contribuir com as histórias, elas podem ser utilizadas para ajudar nas pesquisas, contando casos, compartilhando os seus conhecimentos etc.

Isso remete a um outro post que fizemos, analisando a ótica do leitor sobre árvores de conhecimento. Árvores de conhecimento não precisam ser, necessariamente, maneiras de leitores explorarem livros para além das fronteiras de suas páginas – podem ser pontos de partida para escritores mergulharem nos enredos que eles ainda criarão.

Como você, escritor, enxerga isso? Como é o seu processo de pesquisa criativa e inspiracional? Você se beneficiaria de algo que facilitasse e ordenasse melhor todo ele?

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O conhecimento coletivo: até que ponto funciona?

Há anos que o conhecimento coletivo tem sido explorado – principalmente na literatura. Tanto no Brasil quanto fora, uma série de sites focando a co-criação de textos foi lançado, mas nenhum teve, exatamente, um sucesso estrondoso.

Uma das teorias sobre isso, discutida em feiras literárias por todo o mundo, inclui o egoísmo natural de escritores. E isso não é necessariamente algo ruim: afinal, um livro é uma extensão da própria definição do escritor, de sua alma. E, isso posto, como considerar uma obra criada em conjunto por uma comunidade maior, incluindo críticas sobre obras que ainda sequer “terminaram”? Indo a um exemplo prático: será que teríamos Kafkas, Saramagos e Garcia-Marquez se eles sujeitassem seus textos a críticas e co-criações para um mar de anônimos via Web antes delas estarem finalizadas? Ou será que teríamos gênios ainda maiores?

Não incluímos nessa análise livros de contos, por exemplo – que, por definição, reúnem um conjunto de histórias completas, cada qual com início, meio e fim; consideramos aqui uma única história escrita a 4, 6, 8, 100 mãos. Simultaneamente.

O quão funcional, de fato, você acha que esse conceito é?

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Um livro é um ponto final? Ou um início?

É comum o mercado inteiro considerar um livro como uma espécie de ponto final de uma jornada de conhecimento. E isso até pode ser (parcialmente) verdade sob a ótica de um autor – mas e do leitor?

Imagine, por exemplo, um livro como Mulheres de Saramago, publicado recentemente aqui no Clube. É óbvio que o livro em si já traz toda a sua própria narrativa e os pensamentos do autor – mas, para o leitor, ele pode ser um ponto de partida para uma jornada ainda mais ampla.

A partir desse livro, ele pode se interessar por outras obras, algumas do próprio mestre Saramago. Pode acessar artigos sobre Memorial do Convento ou Ensaio sobre a Cegueira; pode querer ver o filme feito sobre o último; ver entrevistas no Youtube envolvendo Saramago e estudiosos sobre ele; e assim por diante.

Para um leitor interessado, todo livro funciona como uma semente para uma nova árvore de conhecimento, com raízes e galhos imensos que podem se desdobrar até o infinito.

Nós, aqui no Clube, acreditamos que o futuro do livro seja precisamente isso. Nada de debates infrutíferos sobre ebooks substituindo impressos ou impressos continuando a dominar: sendo franco, discutir a forma da literatura nos parece uma perda de tempo considerando as tantas transformações pelas quais a literatura como um todo está passando.

O mais importante é algum formato que some, de maneira explícita, essa árvore de conhecimento que nasce a partir de cada livro. Algo que seja impresso e eletrônico, físico e digital, em texto e em vídeo. Tudo ao mesmo tempo, mas tendo um único ponto de início: uma história contada por alguém.

Ainda teremos muito a falar sobre esse tema nos próximos dias mas, desde já, queríamos a opinião de todos os autores.

O que você acha especificamente sobre isso tudo?

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Tem TCC ficando pronto? Conheça o Clube do Universitário!

TCCs – ou trabalhos de conclusão de curso – são verdadeiros compêndios de conhecimento. é neles que estudantes de todo o país sintetizam tudo o que aprenderam em anos de faculdade ou pós, incluindo pesquisas, estudos, analises e projetos acadêmicos que podem ser extremamente úteis a todos.

O problema é que, normalmente, esses trabalhos acabam mofando nas prateleiras de universidades, sem nunca chegar aos públicos. Pelo menos até agora.

Ainda resta um tempo para a tradicional época de entrega de TCCs no final do primeiro semestre – e então está na hora de conhecer o Clube do Universitário .

O site é simples: um modelo de autopublicação feito especificamente para esta modalidade de livro, incluindo:

  • Capas duras, no formato correto para TCCs
  • Customização de lombada para que fique de acordo com as regras de faculdades
  • Escolha de características de miolo, da gramatura do papel ao uso ou não de cores

E, em média, o custo de impressão de um TCC no Clube é menor do que em gráficas convencionais devido às negociações em escala feitas com fornecedores.

Há ainda algo que talvez seja o principal benefício: a possibilidade do estudante deixar o seu TCC à venda para que outros possam adquirir e realmente aprender com toda a pesquisa feita!

Se você é estudante, então aproveite esse novo canal e publique aqui o seu TCC!

Para saber mais, clique aqui, na imagem abaixo ou vá diretamente ao link http://clubedouniversitario.com.br/

 

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De onde vem os acessos ao Clube?

Números falam.

Isso foi algo que aprendemos rapidamente aqui no Clube ao analisar estatísticas, nos debulhar sobre dados e digerir estatísticas as mais diversas sobre o comportamento do usuário.

Não que números sejam a única maneira de entendermos o comportamento do usuário do Clube – para falar a verdade, as redes sociais acabam tendo um papel provavelmente até mais importante. Mas, se conseguimos, por exemplo, detectar uma ou outra informação que nos dê pistas, certamente conseguiremos ir fazendo ajustes em cima de características técnicas ou de marketing.

Apenas para ilustrar, levantamos as origens de acesso ao nosso site – ou seja, de onde vem os usuários que publicam, compram, nos escrevem, tiram dúvidas e, em suma, fazem o Clube. Veja no gráfico abaixo:

Quem mais gera acessos ao Clube é, de longe o Google. E isso é simples de entender: a maioria dos usuários interessados em comprar faz buscas por temas ou enredos, chegando aos livros por conta deles. E o que isso significa para os autores? Que quanto mais clara e bem descrita for a sinopse e quanto melhor estiver a página biográfica, mais fácil e mesmo viável sera a ampliação do fluxo de leitores interessados a partir do Google.

O segundo ponto: acessos diretos. Esses são usuários que digitam o site do Clube diretamente no navegador, sem passar pela busca. E, em geral, são pessoas que recebem divulgações de livros diretamente dos autores. 21% é um número grande e reforça a importância do autor como seu próprio agente de marketing, por assim dizer.

Terceiro: redes sociais. Aqui falamos especialmente do Facebook. Inclui tanto os 130 mil fãs do Clube na rede que, diariamente, comentam, curtem e compartilham conteúdo, quanto páginas de outros usuários que falam sobre obras. O mundo é social, afinal de contas: e desprezar esse volume de acessos potenciais certamente não é uma boa ideia.

Finalmente, há as indicações de portais, sites especializados e blogs os mais diversos, responsáveis por algo na casa dos 11% dos acessos. Uma figura importante, mas que resulta dos três itens acima.

Talvez valha postarmos, com alguma regularidade, mais estatísticas sobre o site do clube aqui no blog. Afinal, quanto mais informações existirem, mais dados os próprios autores terão inclusive para montar as suas próprias estratégias de marketing.

Nesse primeiro momento, essas já são informações que podem vir muito a calhar!

 

 

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