Como contar histórias incríveis que se vendam sozinhas?

Nos EUA, o termo “storytelling” se firmou como um dos mais utilizados no mundo corporativo. O conceito é simples: no marketing atual, ganha a marca que conseguir contar as melhores histórias para seus consumidores, envolvendo-os de maneira mais intensa e gerando um elo de proximidade e empatia que acabe servindo como blindagem contra as investidas de eventuais concorrentes.

Ocorre que, claro, contar histórias é algo que em muito precede o próprio conceito de empresas. Contar histórias é o que faz o ser humano ser diferente de qualquer outro animal, é a arte realmente mais antiga do mundo, é do que escritores buscam viver desde que o tempo existe.

Claro: contar histórias hoje, em meio à era da informação, é certamente diferente de contar histórias no século XX: há mais meios, mais olhos e ouvidos, mais concorrências, mais criação.

Recentemente, me deparei com um infográfico BEM interessante no Viver de Blog justamente com dicas para se contar histórias da melhor maneira possível. Nem tudo é aplicado ao escritor tradicional – mas ainda assim vale conferir.

Como o blog pede o email antes de permitir a visualização, colocarei apenas um pequeno print e o link aqui. Vão por mim: vale a pena ceder o email para isso.

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