20 dicas quentes para divulgar seu livro

Como divulgação de livros é sempre, sempre um tema demandado e importante por aqui, hoje recomendarei a leitura de um artigo feito no Administradores.com já há algum tempo (mas que continua atual).

Nele, acrescento apenas a minha dica:

Dica 21: JAMAIS PUBLIQUE SEU LIVRO APENAS COMO EBOOK. Afinal, não é só o fato de que 89-98% das vendas no Brasil sejam de impressos, mas também o de que publicá-lo em papel é totalmente gratuito aqui no Clube. Assim, o que exatamente você teria a ganhar ao não publicar no formato preferido dos leitores?

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Como registrar o ISBN para seus livros

Alguns autores entraram em contato conosco perguntando sobre o ISBN para os seus livros. Por prestar um serviço de publicação de livros completamente gratuito para os autores, o Clube (www.clubedeautores.com.br) não pode garantir o ISBN (que tem custo) às obras – ficando isso a cargo dos próprios escritores.

Mas podemos (e devemos), claro, ajudar. Então, vamos a alguns esclarecimentos:

O que é o ISBN?

Segundo o site da Biblioteca Nacional, “o ISBN – International Standard Book Number – é um sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país, a editora, individualizando-os inclusive por edição. Utilizado também para identificar software, seu sistema numérico é convertido em código de barras, o que elimina barreiras lingüísticas e facilita a sua circulação e comercialização.

É preciso ter ISBN para cadastrar o livro no Clube de Autores?

Não, não é. O ISBN é uma forma de catalogar livros – mas não é ele que define o que é e o que não é uma obra literária. O foco do Clube de Autores é permitir que os autores publiquem as suas obras – considerando o seu conteúdo como a peça mais importante.

No entanto, uma série de livrarias parceiras do Clube de Autores exige o ISBN para aceitar revender os livros – incluindo Livraria Cultura, Amazon, Estante Virtual. Ou seja: se você publicar o seu livro sem o ISBN, ele será vendido normalmente no Clube de Autores; se publicar com, ele será vendido tanto no Clube de Autores quanto em todas as livrarias parceiras, o que, de longe, garante um alcance muito, MUITO maior. 

Qual a importância de ter o ISBN?

A principal importância é facilitar que a sua obra seja encontrada e distribuída, como comentamos acima. Por exemplo: se você quiser que seu livro seja revendido nas livrarias parceiras do Clube de Autores, precisará ter o ISBN. Alguns sites ou redes sociais focadas em livros, por sua vez, também exigirão. Assim, por mais que não seja obrigatório ter um ISBN, é aconselhado. Como o custo é relativamente baixo, vale a pena.

Quanto custa o ISBN? 

Na verdade, você precisará se cadastrar como editor-autor antes de poder fazer o registro do seu ISBN. Hoje, 17/10/2018, os valores são: 

Cadastro de editor-autor: R$ 270,00 (pagos uma única vez)

ISBN: R$ 20,00 (pago a cada livro cujo ISBN você precisar registrar)

De qualquer forma, o site da Agência de ISBN tem uma tabela de preços sempre atualizada e que você pode utilizar para conferir. 

Como fazer para conseguir o registro?

O processo pode parecer complicado, mas não é. Na verdade, é até bastante simples, desde que você siga os passos esclarecidos aqui neste post. 

A primeira coisa a se fazer é acessar o site da Agência Brasileira do ISBN, onde todo o processo será feito. Não se assuste: o volume de informações e a forma que elas estão dispostas na página parecem feitos para te confundir, mas mantenha o foco aqui e te guiaremos por todo o processo.

Passo 1: Cadastre-se como editor-autor

A primeira dúvida que costuma aparecer é sobre a editora. Bom… se você é um autor independente, então a editora é você mesmo. Esse ponto é importante, pois volta e meia recebemos emails de autores perguntando se o Clube de Autores pode ser considerado como editora (e a resposta é “não”).

Como, então, fazer o cadastro? 

Vá diretamente a este link aqui, da página de cadastro de editor.

Uma vez lá, preencha os campos da seguinte maneira: 

Preenchimento do cadastro

Identificação: Entre com seu email e digite a senha que pretende cadastrar (com 6 dígitos)

Dados do Editor: Selecione a opção “pessoa física” e insira seu nome completo, seu CPF e, se quiser, um pseudônimo (opcional).

Aqui também cabe uma observação: editores pessoa física podem registrar até 30 ISBNs sob seu nome. Se tiver mais obras, você precisará abrir um CNPJ e fazer o cadastro por pessoa jurídica (o que pode ser feito no mesmo site, bastando que escolha a opção de “pessoa jurídica” nessa etapa). 

Dados complementares: Auto-explicativo, não? é só preencher o seu endereço completo e seguir adiante. 

Confirmação de dados: Última etapa do preenchimento, bastará que você confirme os dados e siga adiante.

Confirmação de cadastro e login

Feito isso, você receberá um email para validar o cadastro contendo um link. Basta que clique nesse link. Feito isso, você irá para uma tela de confirmação que terá, abaixo de um box informativo, o seguinte texto: clique aqui para realizar o login de editor e preencher a primeira solicitação de ISBN

Bom… obedeça. Clique ali e você começará o processo de registro de ISBN. 

Passo 2: Solicitação do ISBN

Login

A tela que se abrirá será esta aqui, por onde você poderá fazer o seu login (inserindo email e senha cadastrados na etapa anterior) e iniciar o registro. 

Após acessar a área de editor, você irá para uma tela com uma espécie de resumo do seu histórico e um menu no lado esquerdo. Clique na opção Histórico Editorial

Solicitação de Prefixo Editorial

Como você é um editor pessoa-física, essa etapa será bem rápida: basta que preencha o campo que aparecerá com o pseudônimo que cadastrou ou, caso não o tenha cadastrado, com o seu nome completo. 

Feito isso, confirme a solicitação do prefixo editorial e siga adiante. 

Solicitando o ISBN

Dados principais

Preencha as informações do seu livro. Perceba que apenas os itens marcados com asterisco (*) são obrigatórios. No entanto, exceto pelo preço, recomendamos que preencha tudo. 

Por que recomendamos que deixe o preço em branco? Porque, aqui no Clube de Autores, você poderá mudá-lo quando quiser para, por exemplo, se acomodar à demanda que perceberá apenas depois do seu livro estar no mercado. 

Os dados principais, portanto, são: 

Título

Tipo de obra: Escolha a opção “título independente”

Assunto: Escolha uma das opções disponibilizadas pela própria Biblioteca Nacional, mesmo que entenda que seu livro não se enquadre exatamente em uma delas. Se quiser, veja aqui a lista completa de assuntos.

Preço: Deixe em branco

Idiomas: Escolha o idioma em que seu livro estiver escrito. Caso seja um livro bilíngue, você pode escolher mais de um idioma ao clicar nas opções enquanto mantém a tecla “control” (CTRL) pressionada. 

Tradução: Se o livro for de sua autoria, selecione a opção “não traduzido”. Se você for o tradutor, selecione a opção “traduzido”.

Dados complementares

Aqui a coisa começa a parecer mais complicada, principalmente para o modelo de autopublicação (que não tem pre-definições tradicionais como, por exemplo, tiragem). Vamos fazer algumas recomendações de preenchimento para você mas, claro, se perceber algo de diferente entre o que recomendamos e o seu livro, fique à vontade para mudar. Seja como for, procure não entrar em pânico com o formulário :-) 

Tipo de Suporte: Escolha “papel”. 

Acabamento: Escolha “econômico”

Capa: Escolha o tipo de capa que pretender usar no Clube. Na imensa maioria dos casos, a capa é “brochura”, que é o que recomendamos que selecione. 

Páginas: Número de páginas do seu livro

Edição: Número de edição (normalmente, “1”; preencha apenas com números)

Ano da edição: O ano atual

Cidade: Escolha a cidade em que você vive

Estado: Escolha o estado em que você vive

Tamanho: Escolha o tamanho (exato ou o mais o próximo) da sua obra. No Clube, o formato padrão, mais utilizado, é o A5 (ou 14×21). 

Comercializado: Escolha “sim” (afinal, seu livro será vendido).

Escala: Deixe em branco.

Salve e siga adiante.

Participações

Aqui é o local em que você inserirá os nomes de todos os autores da obra. Se for apenas você, basta deixar os seus dados – nome, tipo de participação (autor) e país – clicar em adicionar e, depois, em avançar. 

Se for uma obra em coautoria, apenas vá adicionando os dados dos co-autores, sem esquecer de selecionar o tipo de participação de cada um, e depois avance. 

Anexando a documentação

A tela seguinte pedirá quatro diferentes documentos que você deverá anexar. São eles: 

Documentos Complementares referentes ao seu cadastro: Esta parte é meio confusa, então recomendamos que anexe apenas caso a Agência solicite depois (há como voltar a esta etapa).

Cópia do CPF/ CNPJ: Clique em “informar” e cadastre uma cópia simples e legível do seu CPF.

Folha de Rosto: Clique em “informar” e cadastre a sua folha de rosto (página “oficial” que “abre” o livro). Há dois modelos de folha de rosto que você pode baixar aqui e copiar:

Documentos Complementares referentes ao seu ISBN: Esta parte é meio confusa, então recomendamos que anexe apenas caso a Agência solicite depois (há como voltar a esta etapa).

Quando terminar de anexar tudo de acordo com as instruções, clique na opção “voltar para solicitação”.

Pagamento

Você irá para uma tela de confirmação de dados. Lá, se quiser, você poderá editar qualquer parte do cadastramento feito até aqui ou simplesmente seguir adiante. 

Para seguir adiante, simplesmente clique em “fechar pedido” e, depois, na opção “tela inicial”.

Sabe aquele resumo de sua conta que comentamos lááááááá no começo do processo, depois da tela de login? Pois é: é para lá que você irá e será lá que a opção de pagamento aparecerá. 

Apenas clique na opção “boleto” e pronto: o boleto será gerado. A partir daí você deverá efetuar o pagamento (online ou em qualquer agência bancária). 

Normalmente, boletos levam de 2 a 3 dias úteis para serem compensados. Depois desse prazo, o status do seu pedido (nessa mesma tela inicial” mudará e o registro do ISBN será avaliado pela Agência. 

Se você tiver preenchido tudo corretamente, o ISBN será aprovado e você receberá instruções por email sobre como proceder a partir daí. 

Se faltar algo, você também receberá um email com as pendências e instruções sobre como resolvê-los. 

De qualquer forma, como email nunca é um meio 100% confiável (pois, às vezes, as mensagens simplesmente vão parar na caixa anti-spam sem que você sequer veja), recomendamos que faça o login no site e veja a tela inicial em uma ou duas semanas para conferir se há atualizações. 

Seja como for, cabem algumas observações importantes: 

  1. Se houver algum tipo de pendência que você precise resolver, não entre em pânico. Você precisará, sim, voltar ao site da Agência do ISBN e desbravar o seu caminho até a solução. No entanto, eles têm este manual aqui que pode te auxiliar. 
  2. Você não precisa solicitar o código de barras do ISBN para cadastrar seu livro no Clube. Basta ter o número do ISBN: com ele e o nosso próprio sistema gerará o código de barras gratuitamente e o posicionará na contracapa. 
  3. Você pode fazer o registro do ISBN para livros impressos e digitais (sendo necessário usar ISBN’s diferentes para cada formato). Se precisar, por questões financeiras, escolher um, vá no impresso. Para ebooks, a maioria das livrarias não exige o ISBN, o que significa que a utilidade prática do código acaba caindo por terra por enquanto. 

É preciso ter um novo ISBN para mudanças na obra?

De forma geral, mudanças nas obras devem, sim, ter um novo ISBN atribuído a ela. Segundo o site da Agência de ISBN, deve-se atribuir um novo ISBN:


– a cada edição de uma publicação;
– a cada edição em idioma diferente de uma publicação;
– a cada um dos volumes que integram uma obra em mais de um volume e também ao
  conjunto completo da obra (coleção);
– a toda reedição com mudança no conteúdo(texto) da obra;
– a cada tipo de suporte, tipo de formato, tipo de acabamento e tipo de capa;
– as reimpressões fac-similares;
– as separatas (desde que apresentem títulos e paginação próprios);

Obs:
– a reimpressão pura e simples de um livro NÃO requer outro ISBN;
– mudança na cor da capa, formato de letras e correção ortográfica do texto da obra, NÃO requer outro ISBN.

No caso de publicações eletrônicas, no entanto, exige-se apenas que a obra não seja atualizada com frequência – sem que uma periodicidade seja definida.

Precisa de mais ajuda?

Buscamos, aqui, ser o mais detalhado e prático possível para esta tarefa. A nossa sugestão é que você “enfrente” essa pequena burocracia sem medo pois, de fato, é só seguir as instruções e em pouco tempo seu ISBN estará em suas mãos e seu livro será comercializado nas maiores livrarias do país. 

De qualquer forma, se precisar de mais detalhes sobre o processo, recomendamos que baixe este manual de registro de ISBN feito pela própria Agência de ISBN. 

Se quiser/ precisar, temos também este manual sobre como publicar seu livro gratuitamente aqui no Clube de Autores.

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Precisa de livros para seu lançamento?

Esse post é mais um recado que um artigo: dificilmente, afinal, alguém faz um lançamento de livros sem livros para vender.

Então, o recado é esse: se for o seu caso, envie um email para o nosso atendimento no atendimento@clubedeautores.com.br para negociar a compra de exemplares em volume maior que o convencional.

Como a quantidade de exemplares é um fator crucial para a negociação – e como o preço de cada livro é formado por toda uma gama de características bem específicas – a probabilidade de uma negociação individual ser mais eficaz que a compra diretamente pelo site é razoável.

Assim, fica dado o recado. Precisa de livros para seu evento de lançamento? Contate-nos pelo atendimento@clubedeautores.com.br .

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Nossa identidade em nossa desgraça

Os modernistas de 22 costumavam falar que não existia, no Brasil, uma identidade realmente particular. À época, nós admirávamos a arquitetura francesa, líamos europeus e americanos, babávamos em quadros e esculturas feitas do lado de fora das nossas fronteiras.

Sim, isso mudou bastante. Sim, hoje temos uma inegável identidade tipicamente brasileira, algo que nos define e nos segmenta do resto do mundo. Ainda bem: não há como melhorarmos como povo se não soubermos bem quem somos.

Dia desses fiquei me perguntando de onde ela – essa nossa identidade – veio.

Me perguntei isso enquanto terminava de ler o Quinze, de Rachel de Queiroz, ignorando que a resposta estava em minhas mãos.

Identidades de um povo, pensei, surgem das maneiras com que ele encara as suas próprias desgraças, da forma com que ele cisma em renascer das cinzas.

Em nosso caso, concluí – e perdoem-me se acharem essa conclusão enviesada demais – que a noção de Brasil nasceu na aridez infernal do sertão.

Não que não tivéssemos os nossos Machados de Assis antes dos nossos Guimarães Rosas – gênios sempre aparecem em qualquer ponto da história da humanidade. Mas as histórias escritas por aqui até o princípio do século XX, embora fabulosas, poderiam facilmente ter se passado em Paris, em Londres, em Nova York. Até então, o Brasil não era um lugar – era um conjunto de coordenadas geográficas.

Não era o caso de Chico Bento e de Conceição, protagonistas do Quinze, que sofreram a fome e a miséria em uma das maiores secas que o Brasil vivera. Não era o caso de Paulo Honório, que impôs a sua própria lei em São Bernardo quando não havia nenhuma que o conviesse. Não era o caso de Baleia, cadelinha que assassinada pelo próprio dono em Vidas Secas. Não era o caso de Riobaldo, jagunço desafiando os perigos da vida com oportunismo e coragem.

Em todos esses personagens havia fé, perseverança, senso próprio de justiça contrariando ambientes corruptos, perigosos, difíceis. Para mim – e não há quem me convença do contrário – o Brasil que conhecemos nasceu no sertão.

Ele cresceu a partir daí: se expôs nas selvas do Hatoum, nas modernidades de Clarice Lispector, na boemia largada de Jorge Amado. Cresceu e se tornou o que é hoje.

Mas a grande questão sobre identidades nacionais não é apenas o seu passado – é o seu futuro.

Se o Brasil nasceu do sertão, onde ele nascerá de novo? Onde a Fenix da nossa identidade renascerá, em que cantos estarão despejadas as cinzas das nossas novas desgraças?

Nas políticas populistas que nos dilaceraram? Nas nossas belas e destroçadas capitais da beleza, como o Rio ou Salvador? Na convulsões desesperadas da urbe paulistana? Ou em nossas terras sem lei, onde escravos ainda suam e índios tem as mãos decepadas por discordarem do homem branco?

Desgraças, infelizmente, não nos faltam aqui em nossas terras.

Que elas minguem rapidamente – é o mínimo que podemos desejar.

Mas que, no caminho, nos ensinem mais sobre quem somos.

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O que você precisa fazer para que seu livro faça parte do Select?

Talvez a primeira pergunta devesse ser outra: qual a grande vantagem de ter um livro no Select? A resposta vem em uma palavra: divulgação. Muita divulgação, incluindo campanhas na Internet, anúncios na mídia impressa, negociação especial com livrarias físicas e assim por diante.

Se você não acompanhou o lançamento do Clube Select, veja mais informações neste post aqui.

Se acompanhou, então provavelmente tem uma pergunta: “como meu livro pode participar dessa lista?”

Não há uma resposta fácil para ela, até porque o modelo de seleção é totalmente automatizado e depende de dados reais dos livros. Em outras palavras: é preciso que o livro publicado aqui no Clube já esteja com um bom desempenho para que ele seja considerado um best-seller potencial e, a partir daí, seja convidado a integrar o Clube Select.

E por que fizemos isso? Porque concluímos, inclusive com base em outros experimentos que fizemos ao longo dos últimos anos, que a única forma de se selecionar livros sem ter como base opiniões enviesadas de um ou mais editores é justamente dando essa responsabilidade a um sistema, a um robô.

Não podemos abrir os detalhes do algoritmo sob o qual o robô fará a sua indicação – mas podemos, sim, abrir pelo menos os principais critérios. Vamos a eles:

1) ISBN: Esse é um fator excludente: nenhum livro sem ISBN entra no Select. O motivo é simples: sem esse registro, praticamente nenhuma livraria aceita revendê-lo, o que diminui de maneira gritante qualquer possibilidade de sucesso. Se não tem o seu, acesse o site da Biblioteca Nacional e corra atrás!

2) Capa e projeto gráfico: Da mesma forma, dificilmente um livro com capa ruim e diagramação mal feita atrai leitores. “Mas o Clube Select não poderia patrocinar uma capa mais vendedora?”, pode-se perguntar. A resposta é simples e direta: não. O papel do Select não é trabalhar em nenhuma obra, mas sim pegar as obras prontas e já publicadas e potencializar as suas vendas. Todo, todo o investimento vai exclusivamente para divulgação.

3) Revisão: Livros com um português mal escrito, com erros de ortografia e gramática, também não integram a lista. Não revisou o seu? Vá ao Profissionais do Livro, contrate um profissional e garanta que sua obra estará em perfeitas condições “linguísticas”.

Até aí, esses três critérios são simples. Mas, se a observância desses primeiros três pontos não garantirá o sucesso de uma obra, a não observância certamente aumentará, e muito, o potencial de insucesso. Quais, então, os outros critérios?

4) Vendas: Claro. Se um livro já está vendendo bem para os parâmetros da autopublicação, então isso significa que há público interessado e que uma divulgação a mais certamente fará crescer a base.

5) Protagonismo do autor: Há autores mais entusiasmados pelos seus livros que outros – e esses tendem a aglomerar mais público. Quando um autor monta um evento de lançamento, trabalha em um site para seu livro ou simplesmente se mantem ativo nas redes sociais, engajando-se em conversas com seus leitores, o potencial dele cativar seu público é sempre, sempre maior. E isso vale ouro.

6) Repercussão da obra: Se um livro atraiu a atenção da imprensa, sendo alvo de matérias, artigos ou ganhando prêmios, seu potencial de sucesso é – obviamente – maior.

7) Tema: Queiramos ou não, há temas mais quentes que outros – algo que muda com o tempo. Se um livro aborda, direta ou indiretamente, coisas como crises de refugiados – para ficar apenas em um exemplo – ele tende a agarrar mais a atenção do público do que outro livro falando sobre um tema com menos destaque.

Há ainda alguns pontos menores, mas esses são os principais. Perceba aqui uma coisa importante: por óbvio, não há como um livro ter sucesso sem que o autor se empenhe muito para isso. O algoritmo do Select considera justamente isso, calculando pesos diferentes e comparando os resultados da própria base para formar uma espécie de ranking.

Ainda é – também vale frisar – um algoritmo beta, sendo testado na medida em que é implementado. Até agora, no entanto, seus resultados têm sido muito certeiros.

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