livro de receitas

Como escrever um livro de receitas?

Quantas vezes você já teve que passar a receita daquele molho que todo mundo adora quando vai na sua casa? Ou quantas vezes teve que pedir para algum parente te lembrar como era a famosa sopa da sua avó?

Se você tem um caderninho de família escrito à mão, é uma pessoa que conhece muitas receitas deliciosas ou que precisa uní-las em algum lugar para poder cozinhar, certamente já pensou em escrever um livro com foco em culinária. Quer saber como fazer? A gente te ajuda:

Escolha um público

Existem muitos livros de receitas e o que vai diferenciar a sua obra das outras é a maneira como você vai atrair o seu público.

Você pode focar em algum tipo de alimento específico e fazer “receitas com carne de porco”, “doces à base de creme de avelã” e “20 risotos para saborear” ou investir em um perfil para direcionar suas receitas como celíacos, diabéticos, veganos etc.

Que tal receitas para jantar a dois? Ou dicas práticas para o dia a dia de quem mora sozinho? De repente reunir as receitas da vovó para almoços de domingo em família. Você pode até fazer um livro com receitas para fazer com as crianças ou só de lanchinhos saudáveis para a lancheira da escola.

Capriche nos detalhes da receita

Você não vai colocar todas as receitas que sabe neste livro (que tal fazer um volume dois? três?) mas com certeza irá selecionar as favoritas – para agradar o público.

Já pensou fazer um livro e ouvir feedbacks como “a minha receita não deu certo”, “meu prato não ficou assim” etc.? Desagradável.

Para evitar que este problema aconteça, revise todos os detalhes na hora de escrever o passo a passo. O que parece óbvio pra você pode não fazer sentido para quem não é familiarizado com o ambiente da cozinha. Isso significa que é importante ressaltar como untar uma forma, qual a quantidade de óleo para fritar determinado alimento, a temperatura do forno, se é preciso colocar o macarrão pra escorrer ou passar água fria para ele parar de cozinhar, entre outros truques. Eles parecem simples mas podem arruinar uma receita se não forem feitos corretamente. 

ovos livro de receitas

Invista nas imagens

Esse é um dos pontos principais da sua receita, afinal, a expressão “comer com os olhos” não foi criada à toa. Pense no que você sente quando vê uma foto bonita no cardápio de um restaurante… dá vontade de comer?

É este sentimento que a foto da sua receita precisa despertar nos leitores. Recomendamos que você tire um dia (ou vários) para produzir as receitas que pretende incluir no livro e faça uma sessão de fotos com um profissional.

Acredite, ele tem a expertise para deixar o prato ainda mais apetitoso, seja com truques de iluminação ou outras técnicas. Aproveite o momento para tirar fotos para as redes sociais também, este será um ótimo conteúdo para divulgar após o lançamento do seu livro. 

A imagem da capa precisa ser de dar água na boca! Um prato bonito, bem apresentado e com cara de saboroso. É ele quem vai chamar a atenção e se destacar entre os outros livros das prateleiras. 

Como escrever

Você não precisa de nenhum programa rebuscado para escrever o seu livro de receitas. O bom e velho Windows Word dá conta do recado muito bem. Nele você consegue organizar um índice, usar alguns templates prontos, incluir imagens, inserir referências e muito mais. Escolha as receitas que deseja compartilhar, siga os passos sugeridos anteriormente, depois é só revisar e publicar.

Publique sua obra

Inspire-se com livros publicados via Clube de Autores

101 Receitas

Autora: Cecilia Alves de Carvalho
Um livro completo, com opções variadas para complementar seu repertório: carnes, bolos, bebidas e muito mais.

Receitas Naturais

Autora: Maria Izabel Albuquerque
Que tal produzir seus próprios cremes e chás? Este livro ensina o passo a passo de receitas naturais para o dia a dia, colocando a saúde em primeiro lugar.

Fritadeira Sem Óleo Vol. 01

Autor: Maurício de L. Rodrigues
Opções doces e salgadas para arrasar nos pratos sem óleo. Descubra receitas criativas para AirFryer.

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homem sentado em frente ao computador

Ghost Writer: o que é e como se tornar um escritor fantasma

Escrever um livro pode parecer um bicho de sete cabeça para algumas pessoas e uma tarefa simples para outras. É por isso que muita gente contrata um bom escritor para ser autor de seus livros. Já ouviu falar nisso? É o famoso “ghost writer”, conhecido como “escritor fantasma”, em português. 

Leia também: diferença entre Ghost Writer e Story Coach

Mas, afinal, o que significa ser um escritor fantasma? Esta é a definição para o profissional que escreve (livros, textos, artigos e outras publicações) e não recebe créditos de autoria pelo conteúdo que criou.

Parece estranho, a primeira vista, mas isso não significa trabalhar de graça – muito pelo contrário. Ao ser contratado como ghost writer de qualquer tipo de publicação, o pagamento acontece em data e com valor determinado previamente, por meio de um contrato em que inclui a cessão dos direitos autorais. 

Às vezes o trabalho é solicitado por falta de tempo do autor. Outras por falta de técnica ou habilidade de escrita. Este tipo de atividade vem crescendo muito e o contrato serve justamente para assegurar as duas partes de que não há nenhuma violação ou irregularidade ao divulgar o material como sendo de autoria de outra pessoa (normalmente quem contratou os serviços do ghost writer).

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Se interessou sobre o tema e ainda tem dúvidas? Vamos responder algumas das questões mais comuns sobre o universo dos escritores fantasma:

Preciso de alguma especialização?

Há relatos de que este é um trabalho para jornalistas mas não é preciso ter formação específica. Qualquer pessoa pode se aventurar nessa área, desde que escreva bem. Se você é criativo, se interessa por temas variados, tem facilidade em escrever em diferentes linguagens, possui ortografia excelente e é fera na gramática, vale a pena tentar. 

Como podem me contratar?

Esta é uma pergunta muito comum entre os escritores, principalmente se você ainda não escreveu nenhum livro. Recomendamos que publique seus textos para ganhar visibilidade e também para virar referência em boa escrita. Assim, será mais fácil contratar seus serviços. 

Você também pode se cadastrar em plataformas específicas para esse tipo de conteúdo, como a Rock Content, ou entrar em contato com empresas, agências e editoras para apresentar seu portfólio. Existem “agenciadores” que intermediam este contato também. Isso significa que nem sempre você vai lidar diretamente com quem irá assumir a autoria do seu trabalho – o que pode até ser positivo pois te dá mais liberdade e autonomia para trabalhar em cima do briefing. 

Nunca mais assino o meu nome?

Não é verdade. Ao se tornar um ghost writer você irá prestar serviços para determinada pessoa (física ou jurídica) mas nada o impede de seguir criando seus conteúdos autorais. Isso significa que você pode ser contratado por uma empresa para criar todos os textos de um site, por exemplo, e manter o seu blog atualizado ao mesmo tempo. Uma coisa não anula a outra. 

Devo escolher um nicho?

Não é obrigatório mas facilita o seu trabalho. Você pode se dedicar à produção de biografias e organizar os trabalhos de maneira que consiga terminar uma e já engatilhar a próxima. Escrever um livro dá trabalho e o prazo é longo, o que te garante maior rentabilidade. Mas você pode optar por conteúdos mais curtos como textos de blog (escolher uma área de interesse ou não), artigos e matérias para determinadas publicações, ebooks e até conteúdos que serão compartilhados em redes sociais. Avalie o seu tempo disponível e escolha como gostaria de trabalhar.

Posso contar para alguém que eu escrevi?

Depende. No caso de uma apostila ou peça publicitária, por exemplo, não faz diferença nenhuma dizer para alguém que você auxiliou na produção do conteúdo (desde que a proibição não faça parte do acordo entre as partes) mas se você está escrevendo um livro em nome de alguém, é muito provável que esta seja uma das cláusulas do contrato. O ideal é manter a confidencialidade e falar sobre o assunto apenas com quem for necessário.

autor e escritor - escrever um livro

É um trabalho exclusivo?

A não ser que esteja escrito no contrato que você deve se dedicar integralmente ao projeto em questão, trabalhar como escritor fantasma não determina exclusividade. Você pode escrever artigos entre um capítulo e outro do livro que foi contratado para escrever, por exemplo. Neste caso, o mais importante é se atentar aos prazos de cada contratante para não prejudicar nenhuma entrega.

Financeiramente, compensa?

Não temos como precificar o trabalho do ghost writer porque você deve cobrar de acordo com uma série de fatores, como tempo dedicado, complexidade do tema, volume de texto e até a “fama” de quem te contratou pode encarecer o valor do contrato. Já imaginou se Barack Obama de contratasse para escrever um livro que seria publicado em nome dele? Com certeza seria um best-seller. 

O que podemos dizer é que a flexibilidade do trabalho (já citada acima) permite que você assuma várias demandas ao mesmo tempo e assim é possível ter uma renda maior.

A maioria dos projetos deste tipo possui pagamentos regulares ao longo do processo criativo ou um valor fechado antecipadamente, o que permite que você organize as finanças sem dor de cabeça. Ao mesmo tempo, você deve ser uma pessoa organizada para não gastar tudo de uma vez, já que o trabalho freelancer pode ser excessivo em alguns períodos e escasso em outros. 

Gostou? Tem mais alguma dúvida sobre como iniciar na carreira de ghost writer? Pergunte pra gente. E não se esqueça que você pode contar com a gente para publicar seus livros

Curiosidade:

O cinema gosta dos “fantasmas que escrevem livros”. Em 2009, foi lançado o longa-metragem brasileiro Budapeste, de Chico Buarque, que contava a história de um ghost writer bem sucedido mas que teve sua vida virada de cabeça para baixo depois de uma ameaça de bomba que faz com que seu vôo aterrisse na Hungria. Ao retornar para o Brasil, ele percebe que sua vida e família são um tédio e mergulha nas autobiografias na tentativa frustrada de viver a vida de outra pessoa para mudar esse sentimento. Em meio a toda essa mentira, nasce uma paixão.

Em 2010, Roman Polanski fez até um filme sobre este tema. The Ghost Writer conta a vida de Adam Lang, um político que vive em exílio nos Estados Unidos, possui uma história polêmica sobre prisão e tortura de suspeitos de terrorismo, e está escrevendo sua autobiografia por meio de um amigo.

Acontece que o autor do livro morre e a editora contrata um substituto que terá que atuar como escritor fantasma para concluir a obra – pela qual o personagem principal havia recebido US$ 10 milhões antecipadamente. Apreciado pela crítica, o filme envolve drama e suspense já que o novo autor do livro descobre que o anterior foi assassinado e teme pela sua própria vida caso alguém descubra que ele está dando continuidade à história.

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Cinco personagens principais marcantes para você se inspirar

O enredo de uma história é muito importante, já que é ele que conduz a trama do início ao fim, mas não dá para negar que a maneira como o personagem principal é inserido no contexto pode tornar a história brilhante ou totalmente desinteressante para o leitor. 

É o personagem principal que desperta essa vontade de continuar a leitura, de entender o desenrolar da história. Ele não é necessariamente o protagonista da história, embora possa ser. O personagem principal envolve mais pela ação e pela maneira como se conecta ao enredo e aos outros personagens, enquanto o protagonista gera uma curiosidade mais relacionada à sua personalidade. 

Por exemplo: Game of Thrones é uma história com muitos personagens e até um pouco complicada de entender o enredo diante de tantas reviravoltas. Se você perguntar para algum fã responder, de imediato, quem é o personagem principal, talvez ele responda Jon Snow ou Daenerys. Concordo que eles tenham características de protagonismo mas diversos sites já promoveram discussões sobre o assunto e chegaram à conclusão de que o personagem principal da série GoT é Tyrion Lannister, que se destaca em 49 capítulos dos livros da saga. A maneira como ele é conduzido na trama pode até passar despercebida no início, mas aos poucos ele vai ganhando destaque e é possível entender que cada vez que o nome dele é citado em um dos livros significa que aquele momento é relevante para a história. 

O protagonista é o personagem mais importante da obra, já que a história gira em torno dele. Ele é muito caracterizado como herói mas uma história pode ter mais de um protagonista.  Entendeu as diferenças entre Jon Snow, Daenerys e Tyrion? 

O co-protagonista geralmente é a pessoa que ajuda o herói e também pode existir mais de um. Em Game of Thrones a gente pode listar vários nomes conectados a Jon Snow para essa categoria, como sua irmã Arya Stark – que pode ser confundida como personagem principal devido ao envolvimento na trama mas isso ocorre porque um coadjuvante pode cair nas graças do público e ganhar mais relevância, equivalendo ao protagonista.

Trouxe o exemplo de Game of Thrones para compartilhar como existe uma linha muito tênue entre o papel de cada personagem, principalmente quando a narrativa acontece por meio de vários livros.  Mas existem muitas outras inspirações para ajudar na hora de criar os personagens do seu livro. Veja outras quatro:

MACUNAÍMA –  O famoso “herói sem nenhum caráter”, de Mario de Andrade, é um exemplo diferenciado de personagem principal. Sua personalidade forte se mistura entre as coisas erradas que faz e a sua força e coragem. Um final melancólico mostra que nem todo protagonista tem o desfecho óbvio que é esperado pela maioria.

CAPITU – Machado de Assis foi um gênio ao criar Capitu em sua obra Dom Casmurro. Ela é a personagem mais polêmica (Capitu traiu Bentinho ou não?) do autor e uma das mais famosas também. O romance destaca muitas características da personagem e nos envolve na narrativa como se fôssemos seduzidos por ela, de certa maneira. Uma mulher de força e coragem, muito a frente de seu tempo.

HERCULE POIROT – Criação de Agatha Christie, Poirot não é exclusividade de uma única obra mas sim de mais de 40 livros da autora. Um detetive perfeito para a criatividade policial que Agatha nos presenteou. Suas características são bem diferentes de Sherlock Holmes mas o egocentrismo e seu jeito peculiar de pensar são tão envolventes quanto. 

MACABEA – O romance A Hora da Estrela, de Clarice Lispector,narra a história da alagoana, Macabea, que se muda para o Rio de Janeiro e tem sua rotina narrada por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M. Macabea tem um estilo único e envolve por meio das mudanças em sua vida. Ela vivia uma vida simples e sem muitas emoções, até que tudo muda. Em meio à sua curiosidade, uma reflexão cultural e de valores encantam na mulher forte que ela é.

E aí, já sabe como vai ser o personagem principal da sua próxima história? Use a criatividade e depois publique o seu livro no Clube de Autores.

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Quer escrever um livro? Confira 5 dicas do Clube de Autores

A plataforma de autopublicação lançou recentemente um guia com “75 dicas para escrever um livro” e, para ajudar os novos autores, traz uma prévia com cinco delas

O Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina, lançou seu próprio livro com dicas para novos escritores. Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores, explica que “75 dicas para escrever um livro” é um guia que mostra de forma clara que qualquer pessoa pode se tornar escritor. 

O livro entrega o caminho, passo a passo, para que qualquer pessoa possa escrever sua própria obra aproveitando tudo o que a tecnologia de hoje oferece. Com 10 anos de experiência e mais de 70 mil livros publicados em nossa plataforma, conseguimos reunir pequenas pílulas de conhecimento que certamente podem ajudar autores em todos os cantos do mundo. 

Para ajudar os novos autores, a plataforma divulgou uma prévia com cinco dicas essenciais na hora de planejar, escrever e lançar seu primeiro livro. Confira:

1 – Deixe o título para o fim do livro

A situação é muito comum: você está finalmente tendo progressos ao escrever uma obra. A inspiração veio, definiu o enredo, personagens, criou todo o planejamento e a criação da obra está indo até melhor que o esperado. Então, empolgado, divide a aventura com um amigo, que de bate-pronto pergunta: “É mesmo? Que legal! E qual o título do livro?”

Calma, não se desespere, você não é amador por não ter um título logo de cara. O processo de criação de uma obra deve ser o mais aberto possível, porque até o último ponto ser digitado, ainda tem muita história pra acontecer. 

Então, deixe o título para o final. Ele é a síntese de toda a sua obra. Ele é a frase que faz seu livro dizer a que veio em apenas algumas palavras. Por isso, não rotule antes da hora. Ou você pode acabar com um livro policial incrível desacreditado por conta do título escolhido antes da primeira frase, por pura teimosia.

2 – Escreva tudo que passar pela sua cabeça – tudo mesmo

Às vezes, nos momentos mais inesperados, nos ocorrem raciocínios interessantes: frases, reflexões, diálogos, acontecimentos, lembranças. Fique atento a esses acontecimentos e anote todos. Sabe aquela sacada inteligente na narrativa, ou uma resposta marcante de uma personagem de um filme, uma estrofe inesquecível de uma música? Muitas vezes elas são criadas assim, a partir da anotação de um pensamento que pode escapar a qualquer simples mortal, mas jamais a um escritor atento. Registre sempre que puder e tenha em mãos papel e caneta, ou ferramentas como Google Keep e Evernote, para anotar tudinho. 

3 – Crie seu próprio estilo 

Um dos grandes erros que autores costumam cometer é tentar construir histórias que agradem ao que eles entendem como “massa de leitores”. “Paulo Coelho é um best-seller? Então tentarei escrever igual a ele!” Poucas ideias podem ser piores do que essa, até porque um livro é, por excelência, um espelho do seu autor. 

Quanto mais rápido o autor entender que suas chances de sucesso são maiores à medida em que ele se entregar ao seu próprio estilo, melhor. Ser você mesmo é uma garantia de sucesso? Infelizmente, não, o mercado literário é, possivelmente, o mais concorrido do mundo. Mas tentar ser outra pessoa é uma garantia de fracasso. 

4 – Vença os bloqueios criativos 

O que gera a faísca da criatividade? Escrever, todos sabemos, não é exatamente uma tarefa mecânica. Não basta apenas abrir o computador e esperar que histórias revolucionárias saiam pelos dedos: há que se fazer a “Deusa da Inspiração” surgir, dar o ar da graça.

E, mesmo que você já saiba o que te inspira, já conheça seu processo criativo, tenha preparado seu ambiente, horário, música, leituras, tenha todo o planejamento pronto… tem dias em que a mágica não acontece. Às vezes, semanas. Não se desespere.

Identificar o bloqueio criativo é importante, principalmente porque ele geralmente vem acompanhado de um motivo (ou vários). Se você está bloqueado, não desconte em sua história. Pare. Mude o foco.

Largue as palavras, relaxe. Vá lavar a louça, cozinhar. Saia para correr. Pare de pensar na história por um momento. Medite. A inspiração não morreu. Só está dormindo. É clichê, mas funciona: sua mente começará a ter ideias em momentos aleatórios.

5 – Seja objetivo 

Não perca tempo enrolando. Se sua história já está resolvida, seja objetivo. É difícil abrir mão de algo que você passou tanto tempo escrevendo. Mas não vale a pena arriscar matar sua história só para render mais algumas páginas e passar mais um tempinho com seu leitor, certo?

Quando o fim chegar, diga o que precisa ser dito, coloque os pingos nos is e garanta que todas as pontas estejam amarradas. Seja um final feliz ou triste. Conclusivo ou inacabado. Não force na tentativa de ser poético. Mas também não termine abruptamente em uma página algo que ainda precisa ser explicado. Assim como você fez ao longo de todo o enredo, deixe as palavras fluírem. Teste diferentes finais. Peça feedbacks. Largue a escrita, vá correr. Tenha mil ideias diferentes até escolher a versão final do seu fim.

Quer saber mais? O Clube de Autores preparou uma página com outras 10 dicas para escrever seu livro que você pode ver clicando aqui!

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