10 pousadas ideais para deixar a inspiração de escritor aflorar

Um dos principais ingredientes para um escritor é, claro, a sua inspiração.

E, apesar da inspiração nascer, em grande parte, de lá do fundo da alma, um bom lugar para escrever sempre ajuda.

Fizemos uma pequena lista de pousadas por todo o Brasil que tem ambientes próximos do ideal: silêncio, belas paisagens e ares bucólicos verdadeiramente inspiradores. Para quem estiver de férias, vale a pena cogitar se “internar” em um desses lugares para fazer o que escritores costumam mais amar: escrever!

Os preços nem sempre são os mais convidativos – mas que dá vontade, isso dá ;-)

– Orixás Art Hotel, em Fortaleza (CE): http://www.orixashotel.com.br/
– Hotel Capim Limão, em Petrópolis (RJ): http://www.capimlimao.com.br/
– Estalagem St. Hubertus, em Gramado (RS): http://www.sthubertus.com/
– Pousada Rosa Picinguaba, em Picinguaba (SP): http://www.pousadarosapicinguaba.com.br/
– Pousada Saint Moritz, em Búzios (RJ): http://www.saintmoritzbuzios.com/
– Pousada Terra Madre, e, Ilha Bela (SP): http://www.pousadaterramadre.com.br/portal/
– Pousada Porto da Lua, em Praia do Forte (BA): http://www.portodalua.tur.br/
– Pousada A Rosa e o Rei, em São Francisco Xavier (SP): http://www.arosaeorei.com.br/
– Kiriuwa Hotel, em monte Verde (MG): http://www.kuriuwahotel.com.br/
– Pousada do Cedro, em Santo Antônio do Pinhal (SP): http://www.pousadadocedro.com.br/

A inspiração já bateu? Então está na hora de escrever!

Quer algumas dicas sobre como aproveitar melhor essa inspiração? Que tal ver este post aqui sobre como escrever um livro de sucesso? Ou este, sobre como lançar o seu livro?

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O preconceito dos intelectualoides vazios e a realidade da literatura

Por algum motivo qualquer – provavelmente algum surto de ignorância coletiva daqueles que volta e meia eclodem na Internet – começou a circular pela rede uma horda de opiniões sobre “o fim da literatura”, alegando que só se encontra livros de autoajuda nas grandes livrarias.

Fica difícil até escolher por onde começar a fazer uma crítica, tamanha a superficialidade e a arrogância dessas opiniões. Mas vamos lá: tentemos.

O que é uma boa literatura?

Uma boa literatura é – e não há outra maneira de colocar isso – uma opinião. Simplesmente isso.

Quando comecei o Clube, há dez anos, ouvi quilos e mais quilos de críticas vazias quanto a algum meio de se certificar a qualidade do conteúdo dos livros aqui publicados. Certa vez perguntei a um dos críticos que tipo de livro ele prefere.

Vou evitar citar títulos aqui, mas dos 5 que ele citou, nenhum único chegava perto do que eu considerava uma obra minimamente razoável. Na minha opinião, portanto, todos eram livros péssimos.

Isso significa que todos fossem, de fato, péssimo? Somente se eu fosse arrogante ao ponto de achar que o mundo deveria viver e morrer pelo meu gosto pessoal. Não sou – ainda bem.

Qual o ponto que fiz com esse crítico? O de que um determinado livro pode ser excelente para ele e péssimo para mim e de que é justamente a pluralidade de opções que tem transformado o universo literário mundial e trazido tantos novos leitores para o nosso país (e para o nosso mundo).

Não existe, portanto, boa literatura. Existe literatura.

E quanto mais opções literárias existirem, maiores as possibilidades de mais gostos serem atendidos e de mais pessoas ficarem satisfeitas com mais histórias. É, estatisticamente, um ciclo virtuoso: percepção de qualidade efetivamente nasce da constatação de quantidade.

Dentre as opções e livrarias…

Os sujeitos que têm disparado contra o mercado literário brasileiro, criticando-o de ser “monotemático” e de expor apenas títulos de autoajuda, certamente não são consumidores de livros.

Se fossem e tivessem o hábito de perambular pelas prateleiras da Cultura, da Livraria da Vila, da Travessa ou de qualquer outra loja, facilmente babariam com a quantidade de opções e com a qualidade das obras. E, sim, uso a palavra “qualidade” aqui quase que com liberdade poética, pois é muito difícil se sair de alguma megastore sem encontrar ao menos uma quantidade de livros que se encaixem em seu gosto pessoal e que sejam capazes de durar por anos de leitura.

Ainda assim, mesmo considerando uma eventual inexistência de grande livraria nos arredores de todos, há a opção mais óbvia de todas: a Internet.

Aqui, por trás destas mesmas palavras que você agora lê, há sites e mais sites com TODAS as opções literárias existentes desde que Gutenberg inventou a prensa. Arrisco inclusive dizer que não há um único livro hoje que você não consiga comprar – seja ele usado, eletrônico ou mesmo novo.

E isso é fantástico tanto para quem gosta de autoajuda quanto para quem gosta de romances, de ficção científica, de poesia, de negócios, de religião ou de qualquer outro tema.

Qual o cenário para o futuro?

Como não canso de falar por aqui, o melhor possível.

Porque novas tecnologias e modelos de negócio – como o próprio Clube de Autores – viabilizam que uma infinidade de novas histórias ganhem novos leitores, abrindo horizontes literários e trazendo cada vez mais pessoas para esse mundo incrível da literatura.

As próprias grandes redes já entenderam isso e têm aberto um espaço inédito para autores independentes como maneira de diversificar as suas ofertas e de captar leitores que, até então, estavam perdendo.

E isso porque estamos apenas arranhando a superfície das possibilidades no Brasil. Quer um parâmetro de comparação? Mesmo com 85% de participação de mercado aqui no Brasil, o Clube de Autores deve fechar 2019 com algo entre 12 a 15 mil novos livros autopublicados. Sabe quantos livros foram autopublicados nos Estados Unidos no ano passado? Mais de 1 milhão.

A que conclusão chegamos? Há muito, muito espaço para a literatura crescer aqui no Brasil – mas, hoje, a variedade de opções que temos já é tão gigante que, seguramente, podemos afirmar que estamos hoje no melhor momento cultural que jamais estivemos.

E que só temos a melhorar.

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O que os 10 livros mais vendidos da história têm a nos ensinar?

Como podemos aprender com os maiores escritores da humanidade?

Todos nós temos, claro, os nossos próprios ídolos. Como fãs que somos de quem quer que seja, é natural que busquemos nos espelhar nas ações que os fizeram ser que são, principalmente se estivermos perseguindo carreiras semelhantes.

Quais revoluções foram protagonizadas por Saramago, Pamuk e Naipaul, para ficar apenas em três dos meus heróis pessoais, que garantiram a eles o Nobel e o reconhecimento de todo o planeta? E como conseguimos nós mesmos encabeçar novas revoluções na literatura para garantir perenidade aos nossos nomes e às nossas histórias?

Não são perguntas fáceis de se responder, claro. Talvez não sejam sequer perguntas viáveis uma vez que belas artes – e literatura se encaixa perfeitamente bem no conceito – e receita de bolo são quase contraditórias.

Ainda assim, sempre vale entender como pensa o leitor e o que mais atrai os olhares e atenções para determinados textos.

Isto posto, que tal entender esse ethos editorial a partir dos 10 livros literários (conceito que exclui livros de negócio e religiosos) mais vendidos de toda a história?

1. Dom Quixote, de Miguel de Cervantes.

Escrito em 1605, narra a história de um cavaleiro errante e seu fiel escudeiro em suas batalhas imaginárias. Algo entre 500 e 600 milhões de cópias já foram vendidas desde então. Incrível, não? Ler Dom Quixote pode ser uma bela aula de literatura uma vez que ninguém conseguiu dominar tanto as mentes dos leitores ao longo dos séculos quanto Cervantes.

2. O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas.

Dumas tem toda uma coleção de livros entre os mais vendidos do mundo, o que por si só faz dele um gênio quase sem paralelos. Mas aqui há ingredientes como injustiça, vingança, sofrimento e muito sangue. Entre 200 e 250 milhões de cópias foram vendidas até hoje desde o seu lançamento, em 1844.

3. Um Conto de Duas Cidades, de Charles Dickens.

De 1859, o livro praticamente ilustra como era a França durante a Revolução e sob os olhos das pessoas comuns, bem ao estilo de Dickens. Ou seja: ele vai além dos livros de história, sempre restritos aos fatos gerados pelos grandes nomes, se aproveita da força de um tema e narra as microhistórias que transformaram toda aquela época. Genial. 180-250 milhões de exemplares vendidos.

4. O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry.

De 1943, permite ao leitor viajar poeticamente pelo próprio inconsciente, conhecendo não apenas o próprio pensamento como todo o pano de fundo que embalava o mundo à época, durante a II Guerra Mundial. Foi uma narrativa revolucionária, diferente de tudo o que havia até então, sendo atual até os nossos dias.  150-180 milhões de exemplares vendidos.

5. O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien.

Publicado em três volumes entre 1954 e 1955, a obra cria um universo inteiro completamente diferente e se apropria de personagens que já habitavam a fantasia coletiva da humanidade (como ogros e elfos) há muito, muito tempo. A maestria de Tolkien, aliás, foi justamente essa: dar uma espécie de lógica retilínea a esses seres mágicos, unindo-os em uma narrativa emocionante que fez com que gerações não conseguissem desgrudar os olhos de suas histórias. 150-170 milhões de exemplares.

6. Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J. K. Rowling.

Bebe da mesma fonte que Tolkien na criação de um mundo paralelo – no caso, o dos magos. Aqui, no entanto, há uma mescla entre realidade e fantasia, entre a Londres e a Hogwarts, que agrega pura fascinação. Mas talvez o ponto mais forte de toda a obra de Rowling seja o conjunto de tradições que ela enxerta nas histórias, como a forma de seleção das “casas” dos magos, os jogos escolares e assim por diante. 110 a 130 milhões de cópias.

7. O Caso dos 10 Negrinhos, de Agatha Christie.

De 1939, é uma das maiores obras primas de mistério, com mortes inexplicáveis e um clima de suspense que dura até o final. Poucos escritores conseguiram prender tanto a atenção dos leitores quanto Christie e essa sua cadência literária deve ser uma inspiração máxima para muitos. 90 a 120 milhões de cópias.

8. O Sonho da Câmara Vermelha, de Cao Xuequin.

É um dos poucos livros de escritores orientais a figurarem na lista de mais vendidos do planeta – algo estranho dada principalmente a quantidade de gente que habita lá no outro hemisfério. O livro relata a história da aristocracia chinesa no século XVIII e, apesar das imensas diferenças no estilo, bebe de uma fonte semelhante à de Dickens. 80 a 100 milhões de exemplares vendidos.

9. O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, de C. S. Lewis.

Do mesmo autor de As Crônicas  de Narnia, trata-se de uma história infantil em que irmãos descobrem que o armário é uma passagem secreta para um mundo mágico. 75 a 90 milhões de cópias.

10. Ela, a Feiticeira, de Henry Rider Haggard.

De 1887, o livro narra a descoberta por amigos de uma civilização perdida na África – então alvo de um misticismo sem paralelos. Vendeu entre 70 e 80 milhões de cópias.

O que todos esses livros têm em comum? 

É possível traçar paralelos pelas suas próprias sinopses. Todos falam de outros mundos, fantasiosos ou não, e se aproveitam do zeitgeist, do espírito do seu tempo para gerar o interesse por parte do público. Não é uma técnica exatamente nova – Shakespeare pautava suas peças principalmente por isso, pela “fofoca do momento”.

Mas perceba que só isso seria insuficiente para transformar histórias em clássicos. A Revolução Francesa, a Espanha medieval e a Inglaterra pós-guerra, afinal, ficaram no passado. Por que, então, as pessoas ainda lêem Dickens, Cervantes e Lewis? Porque – e essa talvez seja a maior lição que eles nos ensinaram – o pano de fundo das suas épocas foram apenas um dos elementos das narrativas, uma forma de captar a atenção no momento e de dar uma espécie de ignição poderosa nas vendas.

A partir daí, o que manteve cada um desses 10 livros na lista dos mais vendidos da história foi o objeto oculto delas. Não se trata de bruxos e assassinos e cavaleiros loucos: trata-se de fazer cada leitor enxergar traços de sua própria personalidade em cada história. Os temas desses livros – e é isso que os faz imortais – é a própria alma humana. Ainda que travestida de elfos ou de leões falantes.

Como você pode aprender com eles? 

O primeiro passo é o mais óbvio: lendo-os. Se não leu algum desses, saia agora mesmo e compre. Uma coisa é certa: dificilmente você se arrependerá.

Feito isso, procure traçar um raciocínio mais claro sobre como o estilo deles pode te ajudar. Já fizemos uma série de dicas aqui sobre como escrever um livro de sucesso, mas com certeza os ensinamentos desses gênios vai muito além do que qualquer post de blog poderia contribuir.

Não esqueça também de acessar este compilado de informações importantes sobre como publicar um livro. Se tem uma coisa que os grandes mestres nos ensinaram foi ficar atento à realidade que nos cerca, aos desafios e oportunidades dos nossos tempos. E, do ponto de vista editorial, muitos estão registrados aqui.

Por fim, e indo na mesma linha, vale também acessar a lista dos livros autopublicados que mais estão dando o que falar. São autores como você, que tiveram as mesmas ferramentas e possibilidades que você tem em mãos – e que por isso mesmo devem servir de inspiração.

 

 

 

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Como escrever conteúdos para a Internet que encantem os leitores

Como já postamos aqui algumas vezes, manter uma presença ativa na Internet é essencial para cativar a sua audiência e, consequentemente, garantir mais sucesso na estratégia de divulgação do seu livro. Mas não basta apenas escrever: é preciso saber como escrever para a Internet, garantindo uma aderência maior com o seu público e o uso de algumas técnicas que posicionem melhor seus textos nos buscadores.

Esta semana convidamos o Caio Nogueira, da Upsites, para falar um pouco sobre o assunto. O texto que segue, abaixo, é dele:


Uma das maneiras de aumentar a visibilidade e a autoridade da sua marca é produzindo conteúdo online e um dos principais canais utilizados atualmente é o blog. Se você está começando na criação de sites ou já atua com essa estratégia, mas quer engajar mais o seu público, seja comentando ou compartilhando seus posts, o artigo de hoje é para você. Aprenda agora como escrever conteúdos para a web que encantem seus leitores!

1. Escreva de acordo com a sua persona

Uma vez que você tenha sua persona em mente, escreva o tempo todo pensando na linguagem dela.

Algumas pessoas cometem o erro de achar que toda linguagem para a web deve ser direta e genérica, mas de acordo com o seu nicho isso pode variar bastante.

Se no seu nicho, sua persona utiliza alguma expressão muito específica, não tenha medo de usá-la, desde que você tenha certeza que seu público irá entender.

Saia da zona de conforto!

Afinal, de nada adianta você manter um texto muito superficial, se sua persona quer mais detalhes, seu conteúdo não será informativo.

2. Crie uma estrutura para o texto

Após definir sua persona, crie uma estrutura para o seu texto, seguindo sempre uma pequena introdução, o desenvolvimento do assunto em tópicos e uma conclusão.

Essa é a estrutura básica que aprendemos na escola, mas a diferença é que para fazer seu público engajar, não se esqueça de usar as “call to action”, mecanismos para induzir sua persona a tomar uma ação.

Por isso, na introdução sempre diga qual dúvida será solucionada no texto, convidando o leitor a rolar a página.

Enquanto isso, no fim do texto, convide o leitor a compartilhar o artigo, comentar ou outra ação que seja seu objetivo.

3. Evite vícios de escrita

Por último, caso você esteja escrevendo os conteúdos do seu blog por conta própria ou contratando um redator, fique atento aos vícios de escrita.

É normal termos algumas manias na nossa linguagem, mas na redação para a web, isso cansa o leitor.

Por isso, evite sempre:

Repetição de informações

Ficar voltando ou reforçando várias vezes ao mesmo tema é um péssimo hábito de escrita. Evite-o.

Frases muito longas

Para tornar o texto mais escaneável, quebre as frases e parágrafos. Mesmo que seu texto seja interessante, ele não irá entreter o leitor se não for facilmente escaneável.

Inserir muitos advérbios terminados em (-mente)

Apesar de necessário em alguns casos, as frases com terminações em -mente cansam o leitor. Sempre que possível, troque por expressões mais imperativas.

Em vez de “normalmente ele compra”, troque por “é normal ele comprar”.

Voz passiva

Isso significa evitar frases como “A porta foi fechada por Pedro”, mas sim substituir por “Pedro fechou a porta”.

Uma dica para detectar todos esses vícios é ler seus textos 1 dia depois de estarem prontos. Nunca leia logo após terminar, pois sua mente já está viciada naquela leitura e não irá identificar os problemas.

4. Use elementos gráficos

Uma dica que parece simples pode aumentar o valor dos seus blogposts, pois a disposição de um texto na web facilita a leitura dele.

Não adianta um artigo estar completo com, se ele não é escaneável ou não deixa as informações principais destacadas.

O leitor na internet tem pressa, por isso, use elementos como cores, fontes diferentes, negrito, itálico ou sublinhado.

Porém, use com cautela e tente encontrar um padrão para o uso dos elementos gráficos.

5. Não espere por sua inspiração

A última dica é que muitas pessoas pensam que a escrita é uma questão de “dom” ou inspiração que apenas alguns têm. Porém, a boa escrita pode ser conquistada a partir de muita leitura, prática, tentativas e erros.

Além disso, você não precisa ter uma inspiração de repente. Basta criar um contexto para que ela aconteça.

Para isso, você pode dar um tempo à sua mente, seja fazendo meditação, exercícios físicos ou mesmo assistindo à uma série ou documentário sobre o tema que deseja escrever.

Você tem alguma dúvida sobre seu conteúdo? Deixe seu comentário!

 

 

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