Faça seu site ou blog para divulgar melhor o seu livro

Dia desses, um autor do Clube nos enviou um email sugerindo que reforçássemos a importância de autores terem o seu próprio site. Concordamos – e por uma série de motivos.

Quando um leitor busca uma história, ele normalmente vai atrás de uma recomendação, de um autor já consagrado ou de um tema. No primeiro e no terceiro caso, os seus maiores aliados são o Google e as redes sociais.

Se o autor tiver montado uma boa rede de relacionamentos na Web e encontrar boas recomendações, ponto positivo. Mas essas recomendações são também consequência (afinal, é primeiro preciso conquistar um leitor para depois ter a sua boa avaliação).

E é nesse ponto que o chamado marketing de conteúdo entra.

Se você tiver um site ou blog e postar frequentemente sobre um tema pelo qual é apaixonado – e que seja relacionado à sua obra – então o Google e demais buscadores considerarão que você tem uma relevância maior em relação ao tema. Ou seja: quanto mais conteúdo escrever sobre um assunto e com mais frequência, maior o vínculo que o Google fará entre você e esse tema.

Tecnicamente, esse “vínculo” significa uma maior possibilidade do seu nome (e do seu blog ou livro) aparecerem nos primeiros resultados. Aparecendo nos primeiros resultados, você terá mais cliques; com mais cliques, mais leitores; com mais leitores, mais recomendações; com mais recomendações, mais vendas; e assim por diante.

E outras palavras: uma das maiores técnicas de marketing para o sucesso no universo literário é fazer o que, provavelmente, você já ama: escrever. Mas não apenas em livros e sim também em sites, blogs, redes sociais e todo local que conseguir.

Escrevendo na Internet, você será visto. E terá um caminho melhor na busca pelo seu espaço editorial.

Se quiser mais detalhes sobre o assunto, recomendamos baixar, gratuitamente, este manual de divulgação de livros aqui.

Está ainda alguns passos atrás e quer saber se está realmente pronto para baixar seu livro? Acesse, então, este checklist aqui.

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Você participa de concursos literários?

Por todo o ano, diversos concursos literários povoam o calendário do escritor brasileiro. Os prêmios são os mais diversos, variando de contratos com editoras mais tradicionais a dinheiro que, se utilizado de maneira inteligente, pode ajudar a impulsionar a carreira de escritor.

Mas se, por um lado, os prêmios acabam abrindo portas para muitos autores, por outro acabam repetindo o mesmo problema do mercado como um todo: selecionar um dentre muitos, em análises que por vezes fogem do que se pode considerar justo ou imparcial.

Até hoje, o Clube já falou com dezenas de autores que participaram de diversos concursos e, de fato, a palavra “frustração” apareceu nas vozes de todos. Ainda assim, a grande maioria deles disse ter interesse em continuar participando.

O motivo? Todos sabem da qualidade das suas obras e não sentem a necessidade de uma aprovação de terceiros, por assim dizer; todos sabem que é difícil concorrer com centenas ou milhares de outros escritores; mas ninguém tem nada a perder, pois, na maior parte, as inscrições são gratuitas.

Todos alertaram também para o mesmo fato: deve-se ler, com atenção redobrada, os regulamentos de todos os concursos – pois muitos são feitos por empresas que querem apenas engordar o seu mailing para poder enviar mensagens para os autores, oferecendo serviços os mais diversos. Ainda assim, podem se configurar em boas oportunidades.

O que recomendamos a você, autor?

Faça as suas próprias pesquisas e, sim, lance-se em concursos que reputar como sérios.

Participar de prêmios não garantirá que você seja premiado, é óbvio. Mas não participar, também por óbvio, garantirá que você não o seja.

Assim, deixe a cara a tapa, capriche na sua inscrição e torça. Na pior das hipóteses, tudo continuará igual; na melhor, você ganhará uma sempre bem vinda vitrine!

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Quer inspiração para escrever? Leia.

Ser um bom leitor é essencial para se ser um bom escritor

Se você acessa acessa o nosso blog com alguma frequência, já percebeu que costumamos martelar constantemente a tese de que ser um bom leitor é fundamental para que se seja também um bom escritor.

E isso até pode parecer óbvio aos olhos de muitos – mas há uma inacreditável quantidade de autores que acredita que para escrever basta escrever – ignorando qualquer tipo de inspiração que possa vir das letras alheias.

E, por mais que sempre acreditemos que “inspiração” é algo essencialmente individual e que pode brotar de diversas maneiras, “não ler” nos parece também um contrasenso. Como, afinal, se pode mergulhar nas vibrações e nas mentes de leitores, cujas mentes foram já moldadas – no sentido positivo do termo – por dezenas ou centenas de obras literárias?

Como perceber as sutilezas do raciocínio sem o repertório que vem das palavras de gênios como Machado de Assis, Kafka, Saramago, Hemingway?

É possível escrever sem ler? Certamente. Mas que a leitura é um combustível fantástico para uma escrita mais sofisticada, coerente e, sobretudo, impactante, isso também dificilmente se discute.

Ou, como diria Francis Bacon: “A leitura faz do homem um ser completo; a conversa faz dele um ser preparado; a escrita o torna preciso.”

Concorda? Então veja também este post sobre como ter ideias para escrever um livro.

Ou, se já as teve, veja aqui algumas dicas sobre como escrever ou outras sobre como lançar o seu livro sem burocracia!

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