Já conhece nossos materiais de apoio para escritores?

Nos últimos tempos, montamos uma série de materiais de apoio para escritores com base em nossa experiência. Há de tudo aqui – e, de quando em quando, sempre vale parar para postar aqui no blog uma lista com essas recomendações.

Universidade do Autor

A primeira (e talvez mais importante de todas) é a Universidade do Autor. É um ambiente gratuito onde você encontrará guias que poderão de ajudar a escrever, diagramar, precificar, publicar e divulgar o seu livro. De maneira geral, tentamos sempre deixar esse conteúdo o mais acessível possível e em formato livre para que os escritores possam utilizar como consulta.

O acesso à Universidade do Autor se dá pelo rodapé do site do Clube de Autores mas, claro, você também pode clicar diretamente aqui.

Posts mais completos

Além do material da universidade, sempre publicamos posts hiper completos com checklists e guias e melhores práticas. Alguns deles estão aqui:

Como ter ideias para escrever um livro

Como escrever um livro

Como lançar um livro sem burocracia

Como registrar o ISBN para seus livros

Quais os melhores programas para se escrever um livro

Checklist: meu livro está pronto para ser publicado?

Está na dúvida sobre um ou outro ponto relacionado à publicação do seu livro? Pare um tempinho e leia esses conteúdos. Certamente eles te ajudarão!

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O que funciona melhor na autopublicação?

Muitos autores que aparecem por aqui costumam perguntar o que funciona melhor na autopublicação.

Mais: eles perguntam até mesmo se a autopublicação funciona.

E normalmente respondemos com toda uma série de números e dados que existem para comprovar e afirmar o óbvio: a autopublicação, hoje, é o único caminho bom para novos autores.

Isso significa que todos terão sucesso, que basta publicar e aguardar os louros da vitória? Não, óbvio que não.

Aliás, de antemão já recomendamos que você acesse os guias que montamos aqui sobre como publicar, como escrever, como precificar, como divulgar etc. São compilados valiosos feitos com base em anos e em dezenas de milhares de livros que já vimos e continuamos vendo passar por aqui.

Mas, voltando à pergunta original, o que funciona melhor na autopublicação?

Considerando que seu livro esteja bem escrito, com o português devidamente revisado, com uma capa sedutora, o ISBN registrado… o que ele precisa para decolar?

Em uma palavra: distribuição.

Não que seu livro precise estar nas prateleiras de todas as livrarias físicas do país: acredite, isso é impossível até para as grandes editoras. Mas ele precisa estar localizável nas maiores lojas das maiores redes.

E quais sãos as maiores lojas? Os sites das maiores redes.

Amazon. Livraria Cultura. Estante Virtual.

Somadas, apenas essas três já chegam a dezenas de milhões de leitores país afora.

Somadas, essas três já garantem que qualquer consumidor consiga encontrar e comprar o seu livro.

Somadas, essas três elevam o seu potencial de sucesso ao máximo possível, bastando “apenas” que você trabalhe bem os outros fatores de sucesso (qualidade do texto, revisão, capa, preço, divulgação).

E sabe do melhor? Essas três – além de toda uma gama de outras lojas e marketplaces – já fazem parte da rede do Clube de Autores. Ou seja: basta publicar aqui (com ISBN, claro) que seu livro será distribuído para todas essas lojas online sem que você precise pagar nada por isso.

Ainda não publicou?

Então baixe nossos guias, acesse nosso site e publique agora mesmo! Seus leitores, afinal, certamente estão por aqui, esperando suas histórias!

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2019 que já começa quente

Comemoramos feito loucos, no ano passado, os resultados do Clube. Em um período no qual o mercado editorial chorou quase incessantemente, afinal, conseguimos crescer 30%, um exemplo claro de quanto a literatura está mudando e de quanto os autores independentes estão ganhando mercado.

E frisamos isso porque, na prática, o Clube de Autores é mais consequência do que causa de todas essas mudanças. Não somos nós que escrevemos os livros, afinal: são os autores que aqui os publicam – os mesmos que já deram claros sinais de terem entendido toda a dinâmica do mercado editorial, disponibilizando obras cada vez melhor acabadas em todos os sentidos (do texto à capa).

A pergunta que nos fizemos em dezembro foi: “e no ano que vem? Será que esse ‘boom’ foi pontual, fora da curva, ou será que a estrada foi devidamente e definitivamente pavimentada para os escritores independentes?”

Bom… janeiro parece já estar nos dando a resposta.

Porque hoje, dia 1 de fevereiro, paramos para olhar para trás e constatamos – com sorrisos nos rostos – o que já se materializava como óbvio: o crescimento segue. Mais que isso: se comparados a janeiro do ano passado, o Clube de Autores cresceu 32%, tendo recebido um valorosíssimo número de títulos que tem desempenhado de maneira impressionante.

O que isso significa? Que 2019 começou tão (ou mais) quente quanto foi todo o ano de 2018 para os autores independentes.

Aproveitemos esse momento.

Mudemos em definitivo o mercado editorial brasileiro.

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Saudades da falta de saudosismo do México

A Feira Internacional do Livro de Guadalajara – FIL – foi marcante para nós por, principalmente, um motivo: o otimismo acelerado do mercado de lá. Do mercado, não: dos mercados, incluindo os sorridentes tons de vozes vindos dos representantes da Colômbia, Chile, Argentina e tantos outros.

Crise?

Quando eu comentava lá que, aqui no Brasil, o mercado editorial estava se desfazendo em lágrimas, a pergunta era sempre a mesma: “mas por que, se os leitores estão lendo cada vez mais livros?”

Não soube responder.

Ou melhor, soube – mas preferi me calar. Já postei aqui antes e repito agora: o único motivo pelo qual mercado editorial brasileiro está em crise é a insistência dos seus principais agentes em não mudar e em não perceber o quanto o mundo já estava diferente.

Quantas vezes nós, aqui no Clube, perdemos horas e horas em reuniões com editoras de todos os portes propondo a elas um modelo de trabalho sem estoque algum, baseado quase que exclusivamente na impressão sob demanda, o que eliminaria por completo os seus principais custos? Incontáveis. E quantas vezes essas propostas sequer tiveram retorno? Nenhuma.

Quantas vezes tentamos negociar com canais de venda espaço para autores independentes? Inúmeras. Tivemos sucesso apenas depois que o mercado chegou perigosamente perto do abismo.

Bom… entre recuperações judiciais e falências, aparentemente o mercado brasileiro está acordando. Fica pelo menos esta boa notícia para fechar 2018, embora ela venha recheada de lamentações de velhos editores sobre “os bons tempos” que já se foram. Pergunto-me: que bons tempos? Aqueles em que autores independentes não encontravam nenhuma alternativa para se publicar? Aqueles em que mesmo os já consagrados autores sequer sabiam quantos livros venderam, já que os números eram trancafiados a sete chaves? Aqueles em que poucos grandes grupos corporativos mandavam em tudo? Como é possível chamá-los de bons tempos??

Ah, esses velhos editores que cismam em viver de saudosismo!

Enquanto isso, no resto do mundo, deixa-se o passado para trás e foca-se no futuro. O que predominava de assunto na FIL, em Guadalajara? Melhores apps para se ler ebooks. Formas mais eficientes de se produzir impressos. Canais alternativos de distribuição. Estratégias para se globalizar a palavra escrita. Caça a novidades vindas dos quatro cantos do planeta que poderiam inspirar novos projetos para novos leitores.

Entre tantas novidades e olhares voltados para a frente, parecia não haver espaço na FIL para saudosismos como os tantos que encontramos aqui em nossas praias.

Deveríamos ter isso como lição: se quiser mudar, o mercado brasileiro precisa desesperadamente olhar para a frente e deixar o passado onde ele pertence: no passado.

Que os nossos mares – os maiores da América Latina, diga-se de passagem – sejam rápidos em levar os velhos editores saudosistas embora, deixando em nossas areias apenas os descobridores dispostos a criar o mercado realmente novo que tanto precisamos.

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