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Por que você deve investir na revisão do seu livro?

Sem um português correto, dificilmente um livro encontra boas chances no mercado

Verdade seja dita, a necessidade de revisão ortográfica e gramatical em um livro é tão óbvio, tão fundamental, que fica até difícil discorrer sobre ela. Para quem está desse lado do balcão, aliás, é nítida a diferença nos resultados de um livro revisado versus outro repleto de erros. E há motivos – muitos – para isso.

Dentre todos os idiomas, o nosso português é, provavelmente, um dos mais complexos e cheios de detalhes e sutilezas. Tanto a nossa ortografia quanto a nossa gramática são repletas de regras e exceções e situações que demandam um olhar hiper especializado. Aliás, o português falado no Brasil é ainda mais complexo (e, em minha opinião, mais belo) que o português de Portugal (que tem até mesmo menos tempos verbais que o nosso).

Mas… o leitor percebe?

Sim, percebe. Não tenha dúvidas disso.

Não que todo leitor seja um especialista na língua portuguesa, claro: cansamos de ver pessoas falando atrocidades gramaticais (como “quer que eu faço isso?” ao invés de “quer que eu faça isso?”, para ficar apenas em um exemplo que me tira do sério). Mas é importante entender que, na palavra escrita, a fluidez depende do uso correto do idioma.

Se você trocar uma vírgula de lugar, se errar a grafia de um termo, se confundir acentos ou se maltratar tempos verbais, a história começa a perder justamente o seu efeito. O texto fica cansativo; as quebrar de raciocínio vão afastando o leitor; e, para o leitor que conhece melhor o idioma, a credibilidade da narrativa cai por terra quando um erro imperdoável é detectado.

Ou seja: mesmo que o seu leitor não seja um professor de português, mesmo que ele não consiga apontar pessoalmente os erros que um texto mal escrito tenha, não duvide que esses mesmos erros acabarão afastando-o do livro.

Nosso idioma é belo por causa da fluidez que a nossa complexa gramática garante. Ignore isso e você será como um engenheiro que ignora as mais básicas regras da matemática.

Ah, mas todo mundo me diz que eu escrevo bem!

Ótimo: isso significa que a revisão do seu texto será mais rápida – mas jamais desnecessária.

A não ser que você mesmo seja um revisor, a probabilidade de que algum erro passe em um texto seu beira os 100%. E raciocine: um texto, uma história, um livro, é como um filho. Faz sentido mesmo lançá-lo ao mundo sem se dar sequer ao trabalho de prepará-lo?

Tenha esta regra como sagrada: todos os textos precisam de revisão.

Revisão ajuda o livro a vender

Não é possível, claro, traçar uma regra matemática ou uma fórmula que determine quanto, precisamente, a revisão ajuda um livro a vender. Por outro lado, é difícil (senão impossível) encontrar um livreiro que não assine embaixo disso. O motivo é simples, óbvio: ao garantir um uso correto do nosso idioma, livros revisados entregam ao leitor uma experiência de leitura melhor, mais fluida, mais impactante.

E não tenha dúvidas de que, hoje, essa experiência de leitura precede o ato da compra. Por quê? Porque antes de colocar a mão no bolso o cliente lê a sinopse, folheia as primeiras páginas, busca críticas feitas por terceiros. E tudo isso é diretamente impactado pela revisão.

Revisão é cara?

Por incrível que pareça, mesmo sendo a mais especializada de todas as tarefas relacionadas ao processo de editoração de uma obra literária, a revisão é provavelmente a mais barata dela.

Falamos disso nesse post sobre quanto custa publicar um livro (clique aqui para ver).

Onde acho um revisor?

Você já procurou no Profissionais do Livro? Trata-se de um marketplace, um site aberto onde milhares de profissionais do mercado editorial oferecem seus serviços para o público. A lógica é simples: você orça e compra online, interage pelo site e, se não aprovar o serviço recebido, é integralmente reembolsado.

Recomendamos fortemente que dê uma olhada na lista de revisores que oferecem seus serviços lá – e que escolha com base, principalmente, nas avaliações deixadas por outros clientes.

Revisão é o que basta para lançar o meu livro?

Não, de forma alguma! Temos inclusive um checklist inteiro aqui com uma série de etapas que consideramos fundamentais para se lançar um livro.

Além do checklist, recomendamos também que veja este material, com 75 dicas para autores independentes.

Tem alguma dúvida? Algum comentário? Deixe aqui que responderemos diretamente!

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Cuidado com atalhos: prefira sempre os caminhos oficiais

Dia desses, uma autora nos contatou com uma reclamação sobre um dos serviços que ela contratou no Profissionais do Livro. O que aconteceu? Ela contratou um serviço de diagramação e capa, pagou, o profissional sumiu e ela ficou a ver navios.

Nossa política aqui no Clube é BEM prática e feita justamente para proteger o autor: se qualquer serviço comprado pelo Profissionais do Livro não for entregue ou for entregue com má qualidade, a compra em si é cancelada e o autor é integralmente reembolsado no mesmo dia.

Onde estava o problema, então? Essa autora não contratou o profissional pelo site. Ela o achou por lá, o contatou diretamente via email e efetuou o pagamento como depósito em sua conta bancária. Pois bem: este post é quase um alerta, um pedido para outros autores. A única maneira que nós temos de garantir um serviço é se ele for comprado através de nós. No caso dessa autora, como ela saiu dos canais oficiais e efetuou o pagamento de maneira direta, ela realmente acabou ficando à mercê da má fé do fornecedor, o que lhe custou caro.

Quer contratar um serviço profissional para seu livro? Faço-o por aqui pelo Profissionais do Livro – mas evite atalhos desnecessários. A nossa maior vantagem não é apenas reunir milhares de prestadores de serviço em um mercado aberto – é poder intermediar a relação com total segurança para todos.

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Leitura crítica: garanta que seu livro esteja realmente bom antes de lançá-lo

Não há nada como um bom crítico literário para ajudá-lo a escrever a história perfeita

Como autores, é natural que acabemos incorrendo no risco de depender exclusivamente da nossa opinião sobre a nossa história. E sim, é um risco imenso: como “pais” da história, é absolutamente natural que acreditemos que ela esteja perfeita (ou pelo menos próxima disso) no instante em que colocarmos o ponto final.

Só que nem sempre (ou quase nunca) o nosso livro está perfeito no instante em que terminamos a sua primeira versão. Por mais que você tenha seguido todas as melhores práticas ao longo da concepção da história, seus personagens podem estar construídos de maneira confusa demais, a trama pode ter se perdido ao longo do caminho, situações específicas podem ter ficado fora de contexto ou até mesmo capítulos inteiros podem ter ficado mal escritos o suficiente para se verem absolutamente despidos de qualquer lógica.

O resultado dessa soma de pequenos ou grandes erros? O assassinato de uma história que, em essência, até tinha um bom potencial.

E nem adianta o próprio autor ler e reler e reler: como autor, a possibilidade dele sequer enxergar essas pequenas falhas é de quase 100%. Da mesma maneira, não adianta muito pedir que um amigo próximo leia: se este não for um leitor assíduo, se não realmente gostar de livros e for capaz de entregar uma opinião franca e detalhada, servirá apenas para dar falsos elogios ou críticas superficiais.

Não é isso que você, autor, precisa no momento de escrever o seu livro. Você precisa de sinceridade editorial detalhada.

Isso se chama leitura crítica

Como funciona

O processo de leitura crítica não é apenas uma espécie de revisão feita por um amigo ou familiar e que te devolverá uma opinião geral sobre a obra. É um processo intenso e, sobretudo, detalhado.

Normalmente, a relação entre leitor crítico e autor é profissional: envolve algum tipo de pagamento, independentemente do valor, e algum combinado de prazos e etapas. Por que isso é importante? Justamente para quebrar a imagem de que se trata apenas de uma opinião sobre um livro dado por um leitor qualquer.

Estabelecida essa relação profissional, o leitor crítico deve receber o livro inteiro, “pronto” – e não em partes. O “pronto” aqui está entre aspas por um motivo óbvio: é mais do que natural que, após essa revisão literária, o autor acabe mudando trechos inteiros do livro e gerando uma versão mais… digamos… finalizada.

Ainda assim, entregar o livro para o leitor crítico em capítulos é uma péssima ideia que costuma não funcionar. Ele precisa ter uma visão do todo, precisa ter em mãos o texto completo até para que possa passear de capítulo em capítulo, de frente para trás ou de trás para frente, sempre que quiser esclarecer alguma dúvida ou pontuar alguma brecha que porventura tenha aparecido na narrativa.

Ou seja: entre a primeira versão completa da sua obra para que o trabalho possa ter início.

A leitura crítica em si

Feito isso, o trabalho do leitor se iniciará.

Sua leitura deve ser feita com extrema atenção a detalhes, incluindo a pontuação de coisas como:

  • Trechos confusos que precisam ser reescritos
  • Falhas na cronologia da narrativa
  • Observações sobre a construção de personagens, incluindo algumas incoerências relacionadas à forma que suas personalidades foram efetivamente concebidas
  • Trechos “excessivos” que, por vezes, fazem o leitor se perder ou perder o interesse na narrativa como um todo
  • Trechos rasos demais e que deveriam ser aprofundados para agregar maior densidade literária
  • Observações gerais e específicas sobre a fluidez da obra
  • Etc.

Perceba, portanto, que se trata de um trabalho essencialmente editorial, motivo pelo qual ele deve realmente ser levado a sério.

O que esperar das entregas e da relação com o leitor crítico?

É claro que cada leitor crítico tem as suas próprias características e preferências, mas a maioria prefere receber os originais impressos para que possa rabiscar à vontade.

A relação entre autor e leitor crítico em si, no entanto, depende muito mais da capacidade de aceitação de crítica do autor. E dizemos isso porque, na prática, é normal que o leitor crítico devolva o seu original repleto de rabiscos e anotações coalhadas de críticas, pedindo para que trechos inteiros sejam reescritos e apontando falhas graves que você sequer se deu conta que existiam.

Imagine que seu livro é seu filho e que o papel desse profissional é, essencialmente, apontar cada mínima falha de caráter que encontrar nele. Fácil, não?

Não, não é nada fácil. Mas, do ponto de vista literário, é essencial.

Justamente por conta da delicadeza da relação, é normal que a primeira devolutiva seja feita em um encontro pessoal onde o leitor crítico possa expor alguns dos motivos pelos quais fez algumas das suas observações enquanto as mostra. Se tiver essa possibilidade, abrace-a. Nesse sentido, mesmo que o trabalho seja feito a distância, não há nada que uma conversa via Facetime, Whatsapp, Skype, Meet ou qualquer outra ferramenta gratuita de video-conferência não possa ajudar.

A partir da primeira devolutiva, caberá ao autor fazer as revisões editoriais necessárias.

Você deve seguir tudo o que o leitor crítico apontar?

Lembre-se: no final do dia, o livro é seu. A primeira versão que ele te devolver deverá, claro, ser submetida à sua própria opinião de autor.

Tente ser menos passional nesse sentido: analise cada opinião e apontamento da maneira mais fria e racional possível. Mude o que precisar ser mudado, reescreva capítulos se sentir a necessidade, mude, elimine ou crie personagens, ajuste a narrativa. Faça o que tiver que fazer para responder a essa crítica e deixar o seu livro melhor.

Ao final dessa primeira revisão sua, devolva a obra para que o leitor crítico dê a segunda opinião.

A releitura

O ideal é entregar a ele tanto a impressão com os seus ajustes quanto a impressão com as suas mudanças para que ele possa comparar e compreender melhor o que foi feito. Dependendo da ferramenta que tiver utilizado para escrever o livro, aliás, você pode inclusive entregar com as macas de revisão devidamente apontadas (algo comum no MS Word, por exemplo).

É também normal, aliás, agendar uma reunião para que você exponha a ele o que fez, deixando-o mais preparado para o trabalho.

E o ciclo segue girando

A partir daí, um ciclo de leitura crítica, revisão autoral, nova leitura crítica, nova revisão autoral etc. segue girando até que você considere o livro efetivamente finalizado.

O bom senso, naturalmente, deve imperar em algum momento. De nada adiantará você ser perfeccionista ao ponto e exigir uma infinidade de rodadas: há um ponto em que o trabalho em si naturalmente se esgota, chega a uma espécie de beco sem saída.

Isso é ruim? Não necessariamente. Porque, provavelmente antes disso, tanto você quanto o leitor crítico já terão consensado todos os ajustes necessários e chegado a uma espécie de “acordo” quanto à maturidade do original.

Como escolher um leitor crítico?

Essa não é, exatamente, uma pergunta fácil.

Um leitor crítico pode ser um amigo? Sim, pode… mas desde que você tome alguns cuidados importantes. Amigo ou não, por exemplo, é fundamental estabelecer a relação profissional que comentamos no início do post. Amigo ou não, é também fundamental que escolha alguém não por afinidade pessoal, mas por afiniade com o tema da sua obra e com intimidade com a literatura em si. Escolher alguém que leu o último livro no ano passado certamente não te ajudará em muita coisa, certo?

Mas o ideal mesmo é que o leitor crítico seja um profissional do mercado. Quem?

Pode ser um crítico literário real de algum veículo de comunicação ou blog especializado em literatura, pode ser um editor, pode ser um agente literário. Entenda: você estará contratando um serviço profissional e, portanto, iniciará com uma cotação, com um processo de orçamentação normal.

E como você encontrará essas pessoas? Na Internet, é claro.

Busque blogs e redes sociais e simplesmente envie uma mensagem a eles perguntando se topam fazer esse serviço e quanto cobrariam por ele. Simples assim.

Quanto tempo leva um trabalho de leitura crítica?

Depende do tamanho do livro e da fluidez da escrita, claro. Se o livro tiver umas 150 ou 200 páginas bem escritas, o trabalho inteiro pode durar duas ou três semanas; se o livro tiver umas 400 ou 500 páginas e for inteiramente truncado, mal escrito e recheado de erros gramaticais e ortográficos ao ponto de não se conseguir entender os textos, pode levar meses.

Mas lembre-se: estamos falando de um livro, de um filho seu. De nada adianta ser apressado em excesso e publicar um material ruim, correto?

Quanto custa a leitura crítica?

Isso também depende de uma série de fatores, desde os que comentei acima até o próprio nome e fama do leitor crítico que selecionar. Mas, se eu pudesse estimar ordens de grandeza, seria algo entre R$ 500 e R$ 4.000.

O que não esperar da leitura crítica?

Revisão ortográfica e gramatical, diagramação, ilustração, capa, registro de ISBN etc. Um leitor crítico é um leitor crítico. Ele até pode apontar erros mais crassos de português, mas tenha por certo que seu papel não é o de um revisor.

A revisão continua sendo absolutamente essencial – assim como todas as etapas de transformação de um texto em um livro publicado, por assim dizer.

O livro está pronto depois da leitura crítica?

Não, claro. Ele estará apenas editorialmente fiinalizado.

A partir daí todo um novo conjunto de processos se inicia – desde a revisão ortográfica e gramatical até o ato da publicação em si. Neste sentido, recomendamos que veja este post aqui com todos os passos para que você lance o seu livro.

Recomendamos também este outro post aqui com os motivos para você lançar no Clube de Autores – incluindo o fato de sermos gratuitos, de trabalharmos com formatos impresso e digital, de distribuirmos (também gratuitamente) pelas maiores livrarias do país e de vendermos, inclusive em formato impresso, em todo o mundo.

Gostou? Junte-se a nós aqui no Clube de Autores!

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Não se pode escrever sem saber escrever

Há alguns anos, em uma Flip dessas tantas que participamos, acabei entrando em uma discussão com um romancista. O assunto: a língua portuguesa.

Segundo ele, o mais importante de um livro era passar a sua mensagem, a sua história, mesmo que para isso algumas regras (básicas) da nossa gramática fossem… digamos… ignoradas.

Discordei, como discordo hoje.

Não dessa prioridade em se passar uma mensagem, claro – mas do papel singular que o uso correto do português tem para cumprir esse objetivo.

Há uma diferença muito pouco sutil entre a história falada e a história escrita: a fala carrega tons e entonações que dificilmente podem ser replicadas pela escrita. Por este mesmo motivo, histórias faladas permitem mais liberdades com o nosso idioma, são mais soltas, mais musicais.

Na história escrita, tudo muda: nela, a entonação é dada pelo leitor, não pelo narrador.

A posição de uma vírgula pode quebrar todo o ritmo da frase ou mesmo alterar o seu sentido; a falta de vírgulas pode deixar o leitor com absoluta falta de ar, asfixiando a história inteira; tempos verbais errados (como usar o ‘quer que eu faço isso?’ ao invés de ‘quer que eu faça isso?’) podem assassinar a imagem do autor perante o leitor – imagem que sempre deve ser mantida no mais alto patamar pelo bem do enredo.

A história escrita depende da escrita e quanto mais mambembe, quanto mais desconectada do nosso idioma, ela for, mais difícil será cativar uma base interessante de leitores. Vejo isso no cotidiano do Clube de Autores: se tem um ponto comum da imensa maioria dos livros mais vendidos aqui é que eles passaram por uma revisão profissional antes de chegarem às prateleiras.

Para o nosso azar, temos um idioma que, embora belíssimo, é carregado de sutilezas e de minuciosas regrinhas para tudo. É difícil, muito difícil, dominar todos os detalhes do português – mas usar isso como desculpa para não se aprofundar no básico não ajuda o autor em nada. Quer viver da escrita? Estude seu idioma.

Para a nossa sorte, é relativamente fácil encontrar bons revisores a preços acessíveis. Não acredito que seja nesse quesito que se deva economizar.

Histórias bem escritas, afinal, são também histórias mais lidas, como se pode concluir por obviedade.

E bons livros tem os seus enredos bem escritos, não cuspidos de qualquer maneira em folhas em branco.

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Se estiver no Rio, nao perca o InterLivro

São poucos os eventos especificamente voltados para profissionais do livro – seja editores ou diagramadores, capistas etc. Aliás, pouca atenção é dedicada a esses profissionais fundamentais para toda a cadeia literária: sem eles, o potencial de uma boa história acaba sendo absolutamente subexplorado para a tristeza dos leitores e, claro, dos autores. 

Pois bem: uma iniciativa recente quer começar a mudar um pouco esse panorama, integrando profissionais em torno das tantas mudanças que o mercado editorial vem passando e buscando apontar rumos mais uniformes e claros: o Interlivro. 

O evento é gratuito e terá duração de um dia – amanhã, 3 de setembro – lá no Riocentro. E quem falará nele? Alguns dos nomes mais influentes do nosso mercado, como Emma House (Publishers.org.uk, Reino Unido), Jo Lendle (Hanser.de, Alemanha), Elisa Braga (Cia das Letras, Brasil) e mjuitos outros. 

Eu diria até que é um evento que vale a pena não só para os mais de mil profissionais que estão aqui no www.profissionaisdolivro.com.br, mas também para todos os autores e curiosos com os rumos da nossa literatura. 

Enfim: eis a dica para amanhã. Mais informações, inclusive grade, endereços e formulário de inscrição (gratuita) podem ser vistas no http://www.interlivro.com.br

  

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