Inspire-se com um dos maiores escritores do Brasil

Escrever um livro de sucesso vai além de dominar técnicas literárias. É preciso, por exemplo, ter referências – muitas referências que sirvam como inspiração intensa, rica, que dê ao autor parâmetros claros de como ele pode usar o próprio idioma como um dos elementos de sua narrativa.

Já falamos inúmeras vezes aqui: não há como ser um bom escritor sem que você seja um bom leitor.

Escrever um livro, afinal, é mais do que escrever uma história: é reinventar a própria língua.

E, no Brasil, um dos maiores mestres se chama Manoel de Barros. Colocamos um vídeo dele abaixo para que sirva de inspiração a todos. Mas recomendamos – é claro – que corram até a livraria mais próxima e comprem um, dois, muitos dos seus belíssimos títulos.

Quer inspiração para escrever uma história incrível? Manoel de Barros pode ser a dose ideal.

Leia Mais

Um pouco de poesia para fechar a semana

Poesia, sempre acreditei, é essencial para se viver. E dessa dificílima arte de condensar significado em palavras que muitos dos nossos grandes mestres, de Drummond a Manoel de Barros, ajudaram a imortalizar a nossa língua e a nos entendermos a nós mesmos.

Em homenagem a todos os poetas – tanto do Clube de Autores, onde já são quase 8 mil – quanto de todo o mundo – deixamos abaixo um vídeo com interpretações fantásticas de textos ainda mais fantásticos.

Que sirva de inspiração para todos!

Leia Mais

Dicas de George Orwell sobre como escrever bem

George Orwell é, provavelmente, um dos escritores mais lidos do mundo. Autor de A Revolução dos Bichos e 1984, ambos com uma concepção catastrófica de sociedades “pseudo-comunistas”, ele cativou leitores por todo o planeta.

Boas ideias para livros, no entanto, são apenas parte da fórmula de sucesso de qualquer escritor. Além disso – e de outros ingredientes como, por exemplo, pitadas de sorte e competência em autopromoção – há que se escrever bem. Claro.

Já publicamos por aqui uma série de dicas sobre como escrever bem – mas é sempre bom saber o que um dos grandes mestres da literatura mundial tem a dizer sobre o assunto.

E não é que Orwell criou uma espécie de manual para se escrever bem?

Veja as suas seis regras abaixo:

  1. Nunca use uma palavra longa quando uma curta resolver
  2. Se for possível cortar uma palavra de um texto, corte
  3. Nunca use a voz passiva quando puder usar a voz ativa
  4. Nunca use metáforas ou comparações que já forem “lugar-comum” (e que, portanto, você já estiver visto inúmeras vezes)
  5. Nunca use um termo em inglês ou em jargão científico quando conseguir substituir por algo mais corriqueiro, simples de ser entendido
  6. Se necessário, quebre qualquer uma dessas regras para evitar dizer algo que soe tosco

Tudo bem que não há um livro de receitas para se escrever livros – mas não custa nada beber um pouco da sabedoria dos que já trilharam, com sucesso, o caminho que estamos buscando. Não é verdade?

Leia Mais

Quer inspiração para escrever? Leia.

Ser um bom leitor é essencial para se ser um bom escritor

Se você acessa acessa o nosso blog com alguma frequência, já percebeu que costumamos martelar constantemente a tese de que ser um bom leitor é fundamental para que se seja também um bom escritor.

E isso até pode parecer óbvio aos olhos de muitos – mas há uma inacreditável quantidade de autores que acredita que para escrever basta escrever – ignorando qualquer tipo de inspiração que possa vir das letras alheias.

E, por mais que sempre acreditemos que “inspiração” é algo essencialmente individual e que pode brotar de diversas maneiras, “não ler” nos parece também um contrasenso. Como, afinal, se pode mergulhar nas vibrações e nas mentes de leitores, cujas mentes foram já moldadas – no sentido positivo do termo – por dezenas ou centenas de obras literárias?

Como perceber as sutilezas do raciocínio sem o repertório que vem das palavras de gênios como Machado de Assis, Kafka, Saramago, Hemingway?

É possível escrever sem ler? Certamente. Mas que a leitura é um combustível fantástico para uma escrita mais sofisticada, coerente e, sobretudo, impactante, isso também dificilmente se discute.

Ou, como diria Francis Bacon: “A leitura faz do homem um ser completo; a conversa faz dele um ser preparado; a escrita o torna preciso.”

Concorda? Então veja também este post sobre como ter ideias para escrever um livro.

Ou, se já as teve, veja aqui algumas dicas sobre como escrever ou outras sobre como lançar o seu livro sem burocracia!

Leia Mais

Porque cabe a nós, autores, formar novas gerações de leitores

Precisa dizer mais?

Precisa sim.

Não se forma bons leitores sem bons livros.

Sim: temos muitos bons livros disponíveis para qualquer um que quiser se aventurar pelas letras, de Dostoiévsky a Kafka a Guimarães Rosa a Thiago Fantinatti a Helena Polak.

Mas quem disse que a demanda por conteúdo é limitado, que está já suprido pelos grandes clássicos do passado ou pelos novos best-sellers do presente?

Ninguém.

Ao contrário: se tem algo que os nossos tempos provam diariamente é que sempre, sempre há muito espaço para boas histórias.

O que isso significa?

Que a pior coisa que um autor pode fazer é chafurdar-se no pessimismo de uma suposta (e irreal) falta de mercado para seus textos. Onde estaria a nossa cultura se mentes como Machado de Assis, Clarice Lispector e Graciliano Ramos, para citar apenas alguns poucos dos nossos gênios, pensassem assim?

E a melhor? A melhor é trabalhar a sua história, o seu livro, e publicá-lo para o seu público.

Tem dúvidas de como? Veja essa página aqui.

Quer saber como escrever? Clique aqui!

Quer saber como lançar sem burocracia? Clique aqui!

Tem seu livro lançado e quer saber como divulgar? Clique aqui!

Seja como for, tenha certeza de que mercado há de sobra. Basta que você se entenda como autor-empreendedor, confie no seu trabalho e siga adiante.

O futuro da literatura do Brasil depende diretamente de você, autor independente.

Leia Mais