Dicas de Stephen King para escritores iniciantes

O que um dos maiores mestres da literatura tem a dizer para você?

Dicas nunca são demais – principalmente quando partem de super hiper best sellers e são focadas em um mercado tão concorrido quanto o editorial. Tudo bem que elas não podem ser confundidas com receitas de sucesso: se sucesso tivesse receita simples, afinal, não seria algo tão comemorado por tão poucos.

Temos 75 dicas para você, inclusive

Nós, aqui no Clube de Autores, já colecionamos mais de 70 mil livros publicados e muitos casos de sucesso. Há duas coisas sobre as quais não temos nenhuma dúvida:

  1. Nunca o escritor independente teve o mercado tanto a seu favor – como você mesmo pode conferir aqui
  2. Por mais que não exista uma receita de bolo para o sucesso, há sim toda uma coleção de melhores práticas que certamente podem ajudar todo e qualquer autor independente.

Não foi por outro motivo que criamos, inclusive, um livro com 75 dicas para autores independentes. Dê uma olhada aqui, nesta página, para acessá-las mais rapidamente.

O que diz o mestre?

Não preciso me alongar muito aqui: Stephen King gravou algumas dicas importantes em um vídeo, que disponibilizamos abaixo. Sim: são dicas mais antigas e que, claro, você mesmo deve atualizar com o seu repertório e bom senso. Mas ainda assim valem ser vistas, claro – da mesma forma que essas outras deixadas por ninguém menos que George Orwell, autor de 1984.

Vamos ao mestre do suspense:

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Não mande originais para editoras: publique e concentre-se no seu público

Mesmo nós sendo uma empresa de autopublicação, um site onde os próprios autores podem, diretamente, publicar seus livros como quiserem e vê-los à venda nas maiores livrarias do país, até hoje recebemos originais pelos Correios.

Às vezes são livros inteiros, encadernados profissionalmente e tudo. Às vezes são manuscritos. Às vezes são páginas impressas a partir do Word. Seja como for, o fato é que letras continuam chegando até nós das mais esdrúxulas maneiras possíveis.

E por que digo “esdrúxulas”?

Porque já passou da hora de autores largarem para trás o utópico sonho de serem descobertos por editoras e de, subitamente, tornarem-se celebridades literárias.

É possível que isso ocorra ainda hoje com uma ou outra pessoa? Sim, é possível – mas elas são o extremo da exceção, bem distante de qualquer coisa que se assemelhe à regra geral.

E, se isso é verdade para o Clube, é igualmente verdade para todas as editoras tradicionais brasileiras – aquelas que não cobram diretamente dos autores para publicarem seus livros, vendendo caro sonhos que dificilmente se transformarão em realidade pelo simples fato de que apenas o autor, e ninguém mais, consegue transformar sua história em um best-seller.

Mas sabe o que acontece quando um original é enviado pelo Correio (ou mesmo pela Internet) na expectativa de que alguma editora o publique sob seu selo? Expectativas são elevadas à altura do Everest; decepções são cozinhadas na medida em que o tempo passa sem resposta; raivas resignadas são geradas a fogo brando; talentos incríveis são perdidos para o mar de lodo morno e amorfo que define a realidade do mercado editorial brasileiro. Colocando em outros termos: é energia demais jogada fora quando a solução está dentro de cada um dos autores.

Quer ter seu livro transformado em best-seller? Publique-o você mesmo aqui no Clube de Autores. Mas publique-o com o carinho que ele merece: com o português revisado, uma capa bem feita, o ISBN registrado, uma diagramação bem feita. Em pouco tempo, seu livro estará na Cultura, na Amazon, na Estante Virtual, na FNAC… no mundo.

Isso resolve o problema? Claro que não.

Mas te leva ao pé da montanha.

A partir daí, é uma questão de refocar as energias. Ao invés de perder tempo e suco gástrico tecendo esperanças vãs com editoras, monte seu próprio evento de lançamento, seu plano de divulgação, lance-se nas redes, faça e cresça seu próprio público, construa sua própria carreira.

Será fácil? Obviamente que não.

Mas certamente será muito mais viável que dedicar vidas (as suas e as dos seus personagens) a rezar por utopias que provavelmente jamais se transformarão em realidade.

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Releia-se

Ultimamente, temos nos envolvido em um projeto aqui no Clube focado principalmente em analisar as obras para entender se há alguma fórmula mágica por trás do sucesso. Até agora, a resposta que chegamos é que não, não há. Pelo menos não como regra.

Mas há, sim, um elemento comum em quase todos os sucessos que analisamos de dentro e de fora do Clube: o envolvimento direto do autor. Tá, isso pode ser batido: já falamos incontáveis vezes aqui no blog que o autor que não estiver disposto a se “autoempresariar”, utilizando todo o (vasto) acervo de mídias sociais para criar e engajar uma audiência, dificilmente conseguirá alçar vôos maiores.

Mas há mais nesse envolvimento do que apenas buscar público. Tem uma coisa que autores costumam não gostar muito de fazer – mas que pode mudar radicalmente o destino de seus textos: relê-los.

Às vezes, quando terminamos de escrever, já damos o assunto por encerrado e buscamos imediatamente uma maneira de publicar e começar a “caçar” os nossos públicos. Mas isso está certo? É o melhor caminho?

Mesmo repetindo aqui que não há fórmula mágica, arrisco-me a uma resposta bem direta: não, não é. Afinal, exceto em casos raríssimos, todos cometemos alguns deslizes ao longo de uma narrativa. Seja ignorar o rumo de um personagem, errar cronologias básicas ou mesmo cometer errinhos simples por falta de pesquisa, tudo pode acontecer. E sabe como evitar?

Fazendo uma releitura da obra. Uma, duas, três vezes.

Dificilmente um escritor fará uma releitura sem mudar uma coisa aqui e outra acolá – mas essas mudanças são boas. É como “educar” o texto, como formá-lo melhor, como deixá-lo no estado de perfeição que sempre almejamos. E quer saber? Procurar uma ajuda externa, de algum amigo que goste de literatura, sempre ajuda também.

Assim, se podemos deixar uma dica importantíssima desse novo estudo no qual estamos embrenhados por aqui, que seja essa: releia-se.

Um texto relido e retrabalhado fica sempre, sempre mais fluido e gostoso.

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Como usar o email para construir sua plataforma de autor

O (excelente) site Publisher’s Weekly fez uma matéria recentemente sobre maneiras de se montar uma plataforma para autores. Uma observação: plataformas de autores são ecossistemas de presença digital – incluindo site/ blog, redes sociais etc. – em que o relacionamento com os públicos efetivamente “acontecem”. Para autores que se autopublicam, claro, uma plataforma bem estruturada é fundamental por ser a origem de todo o seu marketing.

A matéria, na íntegra – infelizmente apenas em inglês – pode ser vista clicando aqui. Não posso traduzir o texto todo por uma questão óbvia de direito de uso, mas posso ao menos listar os tópicos todos que eles consideram relevantes aqui e recomendar fortemente que acessem e leiam:-)

  1. Entenda que email é uma forma íntima de comunicação
  2. Sua conta e lista de email são propriedades valiosas suas
  3. Você pode promover seus eventos de lançamento
  4. Newsletters periódicas podem criar fãs para toda a vida
  5. Você pode rastrear os seus emails
  6. É a lista de distribuição que tem valor
  7. Emails fazem você ficar independente

Quer entender melhor cada tópico e começar a trabalhar com email marketing de maneira mais profissional e efetiva? Reforço: acesse a matéria clicando aqui.

Communication concept: Hand pressing a letter icon on a world map interface
Communication concept: Hand pressing a letter icon on a world map interface

 

 

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Três dicas valiosas de um autor de sucesso sobre autopublicação

Há 10 anos, Bill Gourgey decidiu desistir da busca por editoras e se autopublicar.

10 anos.

Lá atrás, redes sociais eram uma realidade totalmente diferente, praticamente não havia ereaders e se autopublicar era, para dizer o mínimo, um tabu.

Ainda assim – até por não ter tanta alternativa – ele seguiu adiante. E conseguiu o que queria.

Hoje, Gourgey é reconhecido pela trilogia best-seller de ficção científica Glide – inclusive estando prestes a assinar um contrato para cessão de direitos para um filme. E sabe quais as três dicas simples, mas valiosas, que ele dá a outros autores independentes trilhando o mesmo caminho?

1) Saiba onde está a sua audiência. Não adianta apenas montar um site ou uma página no Facebook: é fundamental entender como a sua audiência funciona, em que redes ela costuma rondar e como prefere interagir. A partir daí, é uma questão de se fazer presente.

2) Saiba a sua verba. Dizer que pretende gastar o mínimo possível dificilmente ajudará em alguma coisa. Por mais que o ato de se autopublicar em si seja gratuito, há mais envolvido – desde um trabalho mais profissional de capa e revisão até o marketing. Sim, isso custa. E é altamente recomendável que você monte um plano financeiro, por menor que seja, e o siga.

3) Se conheça. Pessoas se relacionam com pessoas, não com livros – o que significa que você deve saber exatamente quem você é, como reagirá às interações dos públicos e quais os tipos de experiências que gostaria de compartilhar.

São dicas simples? Certamente. E até por isso mesmo são tão preciosas – até porque elas vem de alguém que já trilhou esse caminho.

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