É amanhã! Participe do evento sobre como escrever um livro!

Tem algum programa para a note de amanhã? Que tal passar lá na Livraria Cultura do Iguatemi Faria Lima (SP) para o lançamento do livro “75 Dicas para Escrever um Livro”, feito de acordo com os 10 anos de experiência de gerenciamento de mais de 70 mil livros aqui do Clube de Autores? 

Além do lançamento do livro, você terá também acesso à própria equipe do Clube de Autores, que estará à disposição para esclarecer dúvidas tanto sobre questões técnicas quanto, principalmente, sobre o que realmente funciona e não funciona no lançamento de um livro. 

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Venha para o lançamento do livro do Clube de Autores com dicas para novos escritores

75 dicas para escrever um livro” será lançado no dia 25 de julho, em comemoração ao Dia Nacional do Escritor, e contará com evento em São Paulo

Em comemoração ao Dia do Escritor, celebrado no dia 25 de julho, o Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina, decidiu lançar seu próprio livro com dicas para novos escritores. Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores, explica que “75 dicas para escrever um livro” é um guia que mostrará de forma clara que qualquer pessoa pode se tornar escritor. 

“O livro entrega o caminho, passo a passo, para que qualquer pessoa possa escrever sua própria obra e publicar online ou em qualquer lugar do mundo”, comenta. 

De acordo com ele, a obra foi produzida em menos de um mês, pois eles apenas adaptaram o conteúdo já existente no blog da plataforma. Almeida afirma também, que, além disso, eles partiram das principais dúvidas dos usuários sobre escrita de livros, com a ajuda do Google e do Semrush. 

“Já tínhamos o conteúdo pronto, então aproveitamos o conteúdo do blog, organizando em uma sequência lógica com passo-a-passo de tudo o que precisa ser feito”, revela. 

Experiência completa

Como o objetivo do Clube de Autores é realizar o processo completo de escrita e publicação de livros, a plataforma também realizará um evento de lançamento para a nova obra, acompanhado da palestra: “Como se tornar um escritor”. O evento acontecerá na Livraria Cultura do Iguatemi Faria Lima, no dia 25, a partir das 19h. 

“Queremos mostrar como é fácil e ágil publicar uma obra no Clube de Autores. Além disso, mostrar que é possível desburocratizar o mundo da autopublicação, que caminha na contramão do formato tradicional adotado pelas grandes editoras. Sabendo isso, nosso objetivo é fazer a publicação de livros ser a experiência mais tranquila possível para quem quiser realizar esse sonho”, finaliza. 

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Inspire-se visitando a casa dos grandes escritores da humanidade

Como autores, todos temos como ídolos outros escritores, ainda vivos ou já eternizados no tempo. Nomes como Oscar Wilde, Kafka, Clarice Lispector, Machado de Assis, Guimarães Rosa e tantos outros acabam fazendo parte do próprio repertório criativo de muitos de nós, influenciando as nossas palavras e pensamentos.

E – como todos nós – esses grandes mestres da literatura foram também fruto de seu tempo e dos seus “zeitgeists“. Dá para imaginar um Euclides da Cunha que não tivesse vivenciado Canudos? Ou um Kafka que não tenha vivido sob o clima opressor da Praga de antigamente? É possível separar a literatura de Victor Hugo do clima romântico de Paris, ou vislumbrar um Machado de Assis distante da famosa Rua dou Ouvidor, no Rio?

Se quiser conhecer a fundo a alma de um escritor, é fundamental ir além de suas obras e visitar os seus lares, os seus quartos, estudar o tempo em que viveram. E como não faltam grandes nomes espalhados pelo mundo, não é também nada difícil aliar o útil ao agradável e aproveitar alguma viagem de férias ou feriado para mergulhar, de uma maneira um pouco mais íntima, na vida daqueles que nos inspiram.

Quer uma ajuda? Dê uma olhada nessa matéria aqui, com as casas de dez escritores famosos. Ou nessa, com 15 outros endereços; ou nessa outra, com mais 5

Ou seja: referências e locais para visitar não faltam. Basta vontade de se inspirar com esses grandes mestres.

E, claro, escrever o seu livro. E lançá-lo aqui no Clube de Autores, claro!

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Leitura crítica: garanta que seu livro esteja realmente bom antes de lançá-lo

Não há nada como um bom crítico literário para ajudá-lo a escrever a história perfeita

Como autores, é natural que acabemos incorrendo no risco de depender exclusivamente da nossa opinião sobre a nossa história. E sim, é um risco imenso: como “pais” da história, é absolutamente natural que acreditemos que ela esteja perfeita (ou pelo menos próxima disso) no instante em que colocarmos o ponto final.

Só que nem sempre (ou quase nunca) o nosso livro está perfeito no instante em que terminamos a sua primeira versão. Por mais que você tenha seguido todas as melhores práticas ao longo da concepção da história, seus personagens podem estar construídos de maneira confusa demais, a trama pode ter se perdido ao longo do caminho, situações específicas podem ter ficado fora de contexto ou até mesmo capítulos inteiros podem ter ficado mal escritos o suficiente para se verem absolutamente despidos de qualquer lógica.

O resultado dessa soma de pequenos ou grandes erros? O assassinato de uma história que, em essência, até tinha um bom potencial.

E nem adianta o próprio autor ler e reler e reler: como autor, a possibilidade dele sequer enxergar essas pequenas falhas é de quase 100%. Da mesma maneira, não adianta muito pedir que um amigo próximo leia: se este não for um leitor assíduo, se não realmente gostar de livros e for capaz de entregar uma opinião franca e detalhada, servirá apenas para dar falsos elogios ou críticas superficiais.

Não é isso que você, autor, precisa no momento de escrever o seu livro. Você precisa de sinceridade editorial detalhada.

Isso se chama leitura crítica

Como funciona

O processo de leitura crítica não é apenas uma espécie de revisão feita por um amigo ou familiar e que te devolverá uma opinião geral sobre a obra. É um processo intenso e, sobretudo, detalhado.

Normalmente, a relação entre leitor crítico e autor é profissional: envolve algum tipo de pagamento, independentemente do valor, e algum combinado de prazos e etapas. Por que isso é importante? Justamente para quebrar a imagem de que se trata apenas de uma opinião sobre um livro dado por um leitor qualquer.

Estabelecida essa relação profissional, o leitor crítico deve receber o livro inteiro, “pronto” – e não em partes. O “pronto” aqui está entre aspas por um motivo óbvio: é mais do que natural que, após essa revisão literária, o autor acabe mudando trechos inteiros do livro e gerando uma versão mais… digamos… finalizada.

Ainda assim, entregar o livro para o leitor crítico em capítulos é uma péssima ideia que costuma não funcionar. Ele precisa ter uma visão do todo, precisa ter em mãos o texto completo até para que possa passear de capítulo em capítulo, de frente para trás ou de trás para frente, sempre que quiser esclarecer alguma dúvida ou pontuar alguma brecha que porventura tenha aparecido na narrativa.

Ou seja: entre a primeira versão completa da sua obra para que o trabalho possa ter início.

A leitura crítica em si

Feito isso, o trabalho do leitor se iniciará.

Sua leitura deve ser feita com extrema atenção a detalhes, incluindo a pontuação de coisas como:

  • Trechos confusos que precisam ser reescritos
  • Falhas na cronologia da narrativa
  • Observações sobre a construção de personagens, incluindo algumas incoerências relacionadas à forma que suas personalidades foram efetivamente concebidas
  • Trechos “excessivos” que, por vezes, fazem o leitor se perder ou perder o interesse na narrativa como um todo
  • Trechos rasos demais e que deveriam ser aprofundados para agregar maior densidade literária
  • Observações gerais e específicas sobre a fluidez da obra
  • Etc.

Perceba, portanto, que se trata de um trabalho essencialmente editorial, motivo pelo qual ele deve realmente ser levado a sério.

O que esperar das entregas e da relação com o leitor crítico?

É claro que cada leitor crítico tem as suas próprias características e preferências, mas a maioria prefere receber os originais impressos para que possa rabiscar à vontade.

A relação entre autor e leitor crítico em si, no entanto, depende muito mais da capacidade de aceitação de crítica do autor. E dizemos isso porque, na prática, é normal que o leitor crítico devolva o seu original repleto de rabiscos e anotações coalhadas de críticas, pedindo para que trechos inteiros sejam reescritos e apontando falhas graves que você sequer se deu conta que existiam.

Imagine que seu livro é seu filho e que o papel desse profissional é, essencialmente, apontar cada mínima falha de caráter que encontrar nele. Fácil, não?

Não, não é nada fácil. Mas, do ponto de vista literário, é essencial.

Justamente por conta da delicadeza da relação, é normal que a primeira devolutiva seja feita em um encontro pessoal onde o leitor crítico possa expor alguns dos motivos pelos quais fez algumas das suas observações enquanto as mostra. Se tiver essa possibilidade, abrace-a. Nesse sentido, mesmo que o trabalho seja feito a distância, não há nada que uma conversa via Facetime, Whatsapp, Skype, Meet ou qualquer outra ferramenta gratuita de video-conferência não possa ajudar.

A partir da primeira devolutiva, caberá ao autor fazer as revisões editoriais necessárias.

Você deve seguir tudo o que o leitor crítico apontar?

Lembre-se: no final do dia, o livro é seu. A primeira versão que ele te devolver deverá, claro, ser submetida à sua própria opinião de autor.

Tente ser menos passional nesse sentido: analise cada opinião e apontamento da maneira mais fria e racional possível. Mude o que precisar ser mudado, reescreva capítulos se sentir a necessidade, mude, elimine ou crie personagens, ajuste a narrativa. Faça o que tiver que fazer para responder a essa crítica e deixar o seu livro melhor.

Ao final dessa primeira revisão sua, devolva a obra para que o leitor crítico dê a segunda opinião.

A releitura

O ideal é entregar a ele tanto a impressão com os seus ajustes quanto a impressão com as suas mudanças para que ele possa comparar e compreender melhor o que foi feito. Dependendo da ferramenta que tiver utilizado para escrever o livro, aliás, você pode inclusive entregar com as macas de revisão devidamente apontadas (algo comum no MS Word, por exemplo).

É também normal, aliás, agendar uma reunião para que você exponha a ele o que fez, deixando-o mais preparado para o trabalho.

E o ciclo segue girando

A partir daí, um ciclo de leitura crítica, revisão autoral, nova leitura crítica, nova revisão autoral etc. segue girando até que você considere o livro efetivamente finalizado.

O bom senso, naturalmente, deve imperar em algum momento. De nada adiantará você ser perfeccionista ao ponto e exigir uma infinidade de rodadas: há um ponto em que o trabalho em si naturalmente se esgota, chega a uma espécie de beco sem saída.

Isso é ruim? Não necessariamente. Porque, provavelmente antes disso, tanto você quanto o leitor crítico já terão consensado todos os ajustes necessários e chegado a uma espécie de “acordo” quanto à maturidade do original.

Como escolher um leitor crítico?

Essa não é, exatamente, uma pergunta fácil.

Um leitor crítico pode ser um amigo? Sim, pode… mas desde que você tome alguns cuidados importantes. Amigo ou não, por exemplo, é fundamental estabelecer a relação profissional que comentamos no início do post. Amigo ou não, é também fundamental que escolha alguém não por afinidade pessoal, mas por afiniade com o tema da sua obra e com intimidade com a literatura em si. Escolher alguém que leu o último livro no ano passado certamente não te ajudará em muita coisa, certo?

Mas o ideal mesmo é que o leitor crítico seja um profissional do mercado. Quem?

Pode ser um crítico literário real de algum veículo de comunicação ou blog especializado em literatura, pode ser um editor, pode ser um agente literário. Entenda: você estará contratando um serviço profissional e, portanto, iniciará com uma cotação, com um processo de orçamentação normal.

E como você encontrará essas pessoas? Na Internet, é claro.

Busque blogs e redes sociais e simplesmente envie uma mensagem a eles perguntando se topam fazer esse serviço e quanto cobrariam por ele. Simples assim.

Quanto tempo leva um trabalho de leitura crítica?

Depende do tamanho do livro e da fluidez da escrita, claro. Se o livro tiver umas 150 ou 200 páginas bem escritas, o trabalho inteiro pode durar duas ou três semanas; se o livro tiver umas 400 ou 500 páginas e for inteiramente truncado, mal escrito e recheado de erros gramaticais e ortográficos ao ponto de não se conseguir entender os textos, pode levar meses.

Mas lembre-se: estamos falando de um livro, de um filho seu. De nada adianta ser apressado em excesso e publicar um material ruim, correto?

Quanto custa a leitura crítica?

Isso também depende de uma série de fatores, desde os que comentei acima até o próprio nome e fama do leitor crítico que selecionar. Mas, se eu pudesse estimar ordens de grandeza, seria algo entre R$ 500 e R$ 4.000.

O que não esperar da leitura crítica?

Revisão ortográfica e gramatical, diagramação, ilustração, capa, registro de ISBN etc. Um leitor crítico é um leitor crítico. Ele até pode apontar erros mais crassos de português, mas tenha por certo que seu papel não é o de um revisor.

A revisão continua sendo absolutamente essencial – assim como todas as etapas de transformação de um texto em um livro publicado, por assim dizer.

O livro está pronto depois da leitura crítica?

Não, claro. Ele estará apenas editorialmente fiinalizado.

A partir daí todo um novo conjunto de processos se inicia – desde a revisão ortográfica e gramatical até o ato da publicação em si. Neste sentido, recomendamos que veja este post aqui com todos os passos para que você lance o seu livro.

Recomendamos também este outro post aqui com os motivos para você lançar no Clube de Autores – incluindo o fato de sermos gratuitos, de trabalharmos com formatos impresso e digital, de distribuirmos (também gratuitamente) pelas maiores livrarias do país e de vendermos, inclusive em formato impresso, em todo o mundo.

Gostou? Junte-se a nós aqui no Clube de Autores!

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Livros do Clube de Autores na Biblioteca do Congresso Americano

Livros independentes entrando para a história da literatura

Pouca gente sabe disso (até porque quase nunca comentamos), mas volta e meia recebemos pedidos de livros independentes publicados aqui no Clube, principalmente sobre temas como história e cultura brasileira, pela Biblioteca do Congresso Americano.

E daí?

“O que importa estarmos ou não presentes na Biblioteca do Congresso Americano?”, você pode perguntar. “O que isso quer dizer para nós, aqui no Brasil?”

Muito.

Para quem não conhece, ela é uma das maiores bibliotecas do mundo, com mais de 32 milhões de livros catalogados, mais de 63 milhões de manuscritos, 3 milhões de gravações de áudio, mais de 5 milhões de mapas, 16 milhões de microformas e a maior coleção de livros raros da América do Norte, incluindo uma das quatro cópias restantes da Bíblia de Gutenberg em papel velino.

Em outras palavras: é um dos principais templos dedicados à literatura mundial.

Ter livros independentes no acervo significa, principalmente, dias coisas: 

  1. Um reconhecimento claro da literatura independente como uma das principais fontes de informação histórica dos nossos tempos, principalmente considerando os tantos nichos sobre os quais tantas obras aqui publicadas se debruçam. 
  2. Nós, autores independentes, deixamos de ser um nicho isolado, e passamos a ser tão parte do mundo literário quanto os grandes best-sellers. 

O futuro?

Já postamos aqui antes que o futuro da literatura pertence aos autores independentes. Essa é apenas uma prova cabal a mais disso. 

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