Exercitando o ócio criativo

Certa vez, um escritor amigo meu me ensinou um exercício que achei extremente interessante: criar enredos a partir de pessoas anônimas que cruzamos nas ruas.

Olhe para a frente. Sabe aquele sujeito ou aquela mulher que você nunca viu antes na vida mas que, agora cruza seu horizonte? E se você a transformasse em protagonista de uma história qualquer agora, inventando um par romântico, uma trama carregada de tensão, um destino de crueldade singular?

Claro: pode ser que a história em si não dê em nada, que ela não seja digna sequer de entrar no papel. Mas o ponto não é esse: inventar, afinal, é sempre um bom treinamento para nossos “músculos criativos”. E, além de treinamento, convenhamos… é um exercício no mínimo divertido :)

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