Livros como previsões de tempo

Dia desses me deparei com um aplicativo francês absolutamente genial: o Book Weather. O raciocínio deles é simples: livros caem e saem da preferência popular de maneira tão dinâmica quanto o clima. Massas de ar quente, por assim dizer, chegam a livros e se espalham por tópicos inteiros até que “frentes frias” fazem com que uma obra ultra desejada simplesmente saia da lista de sonhos de seus leitores ou potenciais leitores.

O que eles fizeram? Criaram um algoritmo para determinar, em tempo real, a temperatura de determinado livro. Basta escanear o código de barra dele e pronto: consegue-se saber onde ele está na preferência popular e acompanhar as mais diversas críticas postadas em redes sociais.

Por enquanto, esse aplicativo não está disponível no Brasil – mas a mera ideia dele já é absolutamente disruptiva. Confira no vídeo abaixo (infelizmente apenas em inglês/ francês):

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É sempre bom nos sentirmos heróis

Esse é um daqueles posts que se baseiam na “eustatística”, por assim dizer. Talvez a palavra em si esteja errada: não pretendo cuspir números cruzar conclusões matemáticas, afinal, mas sim sublinhar uma previsão.

Sempre advoguei com a veemência de um fanático religioso que nunca, na história deste país, se leu tanto quanto hoje. Quando falo isso, costumo ouvir de pseudo-críticos literários que de nada adianta ler mais se a qualidade da leitura e questionável. Sempre detestei esse preconceito intelectualóide, essa soberba de tantos em achar que existe uma “boa literatura” – em geral aquela alinhada aos seus próprios gostos – versus uma “má literatura”. Foi esse pensamento, para ficar apenas em um exemplo, que fez com que tantos regimes emburrecedores, da inquisição medieval às ditaduras latinoamericanas, queimassem livros em praça pública.

Existe uma única coisa: literatura. Histórias contatas por uns para o prazer e o engrandecimento intelectual de muitos.

Graças à Era da Informação, esses “uns” contadores de história tem se multiplicado. Vemos isso cotidianamente aqui no Clube, que já soma algo como 25 novos livros publicados todos os dias. Sorte de um povo que consegue viver em um tempo com tantas histórias sendo contadas de maneira livre, aberta e disponível.

Sorte de um povo que tem liberdade para escolher a literatura que deseja consumir, ignorando a opinião impositiva alheia que costumava ditar as regras do mercado editorial.

E sorte de um povo que pode contar também com tantas maneiras diferentes de se consumir livros.

Falo por mim – sou um leitor voraz, absolutamente apaixonado por livros.

Para citar o meu exemplo, consumo livros de todas as formas.

Pela manhã, quando corro no parque ou quando venho ao trabalho, prezo cada segundo ouvindo um audiolivro.

Durante o dia, consigo encaixar algumas escapadas do trabalho para ler um ebook de autor independente, publicado aqui no Clube.

De noite, quando toda a casa já adormeceu, deixo as luzes acesas para ler um impresso.

Três livros simultaneamente, escritos por autores diferentes e consumidos em formatos diferentes. Vou além: é justamente a diversidade de formatos que me permite lê-los ao mesmo tempo uma vez que o audio, o digital e o impresso acabam se alinhando perfeitamente a cada circunstância, preenchendo vácuos que, em outros tempos, permaneceriam vazios.

E esta é, pois, a minha previsão talvez calcado em um egoísmo semi-psicótico: a de que o hábito de leitura do brasileiro crescerá a níveis que ainda desconhecemos justamente pela profusão de novas histórias e de novos meios para consumi-las.

E de que os protagonistas dessa nova era da informação, uma era feita da intelectualização generalizada não apenas do brasileiro, mas de todos os povos do mundo, seremos justamente nós, autores independentes que estamos subvertendo a ordem ditatorial do mercado literário.

É sempre bom nos sentirmos heróis.

Parabéns a nós mesmos.

super-heros

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Livros como previsões de tempo

Dia desses me deparei com um aplicativo francês absolutamente genial: o Book Weather. O raciocínio deles é simples: livros caem e saem da preferência popular de maneira tão dinâmica quanto o clima. Massas de ar quente, por assim dizer, chegam a livros e se espalham por tópicos inteiros até que “frentes frias” fazem com que uma obra ultra desejada simplesmente saia da lista de sonhos de seus leitores ou potenciais leitores.

O que eles fizeram? Criaram um algoritmo para determinar, em tempo real, a temperatura de determinado livro. Basta escanear o código de barra dele e pronto: consegue-se saber onde ele está na preferência popular e acompanhar as mais diversas críticas postadas em redes sociais.

Por enquanto, esse aplicativo não está disponível no Brasil – mas a mera ideia dele já é absolutamente disruptiva. Confira no vídeo abaixo (infelizmente apenas em inglês):

 

 

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Como os livros prevêem o nosso futuro?

Confesso: este post é requentado. Já o havia publicado há uns 6 meses, mais ou menos. Mas, buscando inspiração na Web para novos posts, acabei me deparando com esse relato. Minha curiosidade se reatiçou, por assim dizer: é uma espécie de previsão de futuro com base nos livros publicados.

Copiando agora ipsis litteris o post:

A ideia é simples: pegou-se uma série de obras escritas no passado com algum tipo de previsão. Em seguida, essas previsões foram cruzadas com as datas reais e analisadas. Aí restou um terceiro ponto: estipular quando os eventos que ainda não aconteceram acontecerão, montando uma espécie de linha de tempo da história futura da humanidade.

Doido, não? Mas vale conferir. A pena é só que o gráfico é todo em inglês :-/

De toda forma, vale conferir clicando na imagem abaixo.

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O futuro de acordo com os livros

Dia desses me deparei com um posto (mega) complexo mas, não obstante, muito interessante. Ele busca responder, de uma maneira “científica”, como será o nosso futuro com base nos livros publicados.

A ideia é simples: pegou-se uma série de obras escritas no passado com algum tipo de previsão. Em seguida, essas previsões foram cruzadas com as datas reais e analisadas. Aí restou um terceiro ponto: estipular quando os eventos que ainda não aconteceram acontecerão, montando uma espécie de linha de tempo da história futura da humanidade.

Doido, não? Mas vale conferir. A pena é só que o gráfico é todo em inglês :-/

De toda forma, vale conferir clicando na imagem abaixo.

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