Precisa de livros para seu lançamento?

Esse post é mais um recado que um artigo: dificilmente, afinal, alguém faz um lançamento de livros sem livros para vender.

Então, o recado é esse: se for o seu caso, envie um email para o nosso atendimento no [email protected] para negociar a compra de exemplares em volume maior que o convencional.

Como a quantidade de exemplares é um fator crucial para a negociação – e como o preço de cada livro é formado por toda uma gama de características bem específicas – a probabilidade de uma negociação individual ser mais eficaz que a compra diretamente pelo site é razoável.

Assim, fica dado o recado. Precisa de livros para seu evento de lançamento? Contate-nos pelo [email protected] .

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A janela da normalidade

Talvez não tenha sido da maneira que desejávamos, mas a Copa “finalmente” acabou.

Não digo “finalmente”‘com nenhum ar de alívio: vibrar com o desenrolar de uma história tão cheia de protagonistas – e em tempo real – é uma daquelas oportunidades que devem ser aproveitadas ao máximo. Mas, é fato, as atenções do país inteiro foram sugadas pelo clima da Copa por pelo menos um mês, dificultando o terreno para escritores e profissionais do livro empenhados em lançar as suas histórias, sobre os seus temas, para as suas parcelas de público.

Pois bem: há uma janela de oportunidade agora. Não diria que seja uma janela ampla: já já entraremos em clima de eleições ultra-polarizadas que, provavelmente, dragarão mais atenções que a própria Copa.

Mas, ainda assim, há uma janela.

O que fazer com ela?

A resposta parece óbvia.

Lance seu livro agora.

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Menos debate, mais livros

Recentemente, a timeline do meu Facebook tem sido tomada por eventos “mercadológico-literários”. Todos tem a mesma pauta: discutir o futuro do mercado, ebooks versus impressos (ainda), o papel de editores, para onde vamos etc. e tal.

Cansei de todos esses tipos de evento.

Para mim, esse negócio de prever o futuro é relativamente simples: basta olhar o presente e tirar dele tudo o que não faz sentido.

E o que não faz sentido?

Esses tipos de debate em si, como se qualquer conclusão que saísse deles fosse efetivamente mudar alguma coisa.

Qual o futuro do livro? O livro.

Simples assim.

As velhas editoras em seus modelos de distribuição arcaicos, cobrando fortunas justamente dos autores para entregar o que já se pode conseguir de graça, fazem sentido? Não, claro que não. Então devem eventualmente desaparecer.

Os profissionais do livro, como capistas, diagramadores, revisores etc., continuam sendo necessários? Óbvio que sim. Então devem não apenas continuar existindo, como também crescer enormemente pelas possibilidades de negócio que a Internet tem aberto a todos. Um parêntese aqui: só o Profissionais do Livro, que lançamos há alguns anos e nunca fizemos nenhuma divulgação extensiva na mídia, já tem quase quatro MIL profissionais vendendo e entregando seus serviços. Quer prova maior de mercado?

O futuro do livro é impresso ou digital? Sinceramente, isso importa? O importante não é apenas que as pessoas leiam (ou escutem, no caso de audiolivros)? E da maneira que melhor convier a cada um?

As livrarias tradicionais tendem a desaparecer? Bom… a partir do momento que você vai a uma livraria física e nunca encontra o livro que você procura – algo cada vez mais comum em um mundo com cada vez mais livros e menos espaços em vitrines – me parecem que, no mínimo, elas precisarão mudar.

Vejam… não estou tecendo nenhuma conclusão complexa, sofisticada, fruto de horas e horas de reflexão no alto de uma montanha no Tibet: estou apenas escrevendo o que parece o mais óbvio e ululante.

O que também é óbvio? Se há como se publicar gratuitamente, se há redes sociais para se construir seus próprios públicos, se há como distribuir os seus livros nas maiores livrarias do país sem pagar nada… então para que perder tempo discutindo o sexo dos anjos? Não é mais proveitoso sentar, escrever, publicar, divulgar e vender?

Não é para isso que todos estamos aqui, afinal? Para contar as nossas histórias para o mundo?

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Mostre sua literatura na FLIBA – Festa Literária do Baixo Augusta!

Uma das reclamações mais recorrentes de autores é sobre a falta de oportunidade aberta pelo mercado para que eles mostrem a sua literatura e, assim, conquistem seus públicos. Pois bem: se essa era uma reclamação, agora já não há mais sentido.

No dia 19 de setembro – em pouco mais de um mês – o Clube realizará a Fliba (Festa Literária do Baixo Augusta) – primeiro evento exclusivamente voltado para autores independentes. O intuito? Fazer os próprios autores interessados apresentarem seus livros em um local já cotidianamente recheado de público.

 

 

Como?

Temos um total de oito espaços/ momentos de exposição para autores – e você pode ocupar um deles. Através do site (http://fliba.clubedeautores.com.br) ou do [email protected], você mesmo poderá se candidatar a ocupar um desses espaços para expor o seu trabalho. Qualquer forma de manifestação artística relacionada a literatura vale: encenação, leitura de trechos da obra, saraus, debates, palestras etc.

A mecânica é simples: você diz o que deseja fazer e nós levamos a um comitê de avaliação e seleção. Caso aprovado, o espaço será seu para que divulgue o seu livro, as suas ideias e a sua história para um público de milhares de leitores que, todos os dias, cruzam a Passagem Literária de São Paulo, entre as movimentadíssimas Rua da Consolação e Av. Paulista.

Quer participar? Envie sua ideia agora da forma mais detalhada possível até o dia 29 de agosto e leve a sua arte até o grande público!

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