Como publicar um livro

Conheça as três formas de se publicar um livro no Brasil

Publicar um livro continua sendo uma das grandes dúvidas de autores independentes de todo o país – até porque, se teve uma coisa que se agravou de alguns anos para cá, foi a situação da imensa maior parte das editoras tradicionais. 

Mas vamos por partes: há, tradicionalmente, três maneiras de se publicar um livro – e apenas uma é gratuita. 

1) Sendo patrocinado por uma editora

Essa é, de longe, uma das “saídas” mais desejadas por autores. O raciocínio é simples: uma editora tradicional o descobre, paga uma equipe para trabalhar leitura crítica, revisão, diagramação e capa, banca todo o marketing e garante que o livro esteja nas vitrines das maiores livrarias do país. E, a partir daí, é só aguardar o dinheiro chover torrencialmente na conta na mesma medida em que pedidos de palestras e entrevistas vão aparecendo.

Não deixa de ser um ideal romântico… mas está muito, muito longe da realidade atual. Por quê? Porque, hoje, a grande maior parte das editoras não tem mais capital para investir em novos talentos como fazia no passado. O que elas fazem então? Apostam – se é que essa palavra possa ser usada – apenas em títulos que já se provaram best-sellers, incluindo livros de autores nacionais já consagrados ou traduções de obras que fizeram grande sucesso no exterior. 

Assim, se você tentou esse caminho e não teve sucesso, não se desespere: isso é comum. Diria mais: esse também já deixou de ser o caminho preferido até mesmo dos grandes autores que, intermediados por uma editora, perdem o contato direto com o público e até mesmo a noção exata de como estão as suas vendas. 

2) Pagando pela publicação

Por conta dessa dificuldade de mercado, muitas editoras menores diversificaram seus modelos de negócio e criaram o que, lá fora, se chama de “vanity press” (ou “editoras de vaidade”). 

O raciocínio? Elas continuam prestando os serviços de revisão, diagramação etc., dando uma assessoria editorial completa e garantindo uma tiragem razoável – mas fazem o autor pagar por isso. 

O lado positivo? O livro realmente costuma sair bem feito, bem trabalhado. O negativo? Dada a explosão de títulos, dificilmente essas editoras conseguem bons posicionamentos em livrarias tradicionais, o que significa que você terá pago (caro) para ter centenas ou milhares de exemplares do seu livro… em sua casa. 

3) Autopublicando-se

E é aqui que entra o Clube de Autores, primeira e maior plataforma de autopublicação do Brasil. 

O conceito é simples: o próprio autor entra no site, publica seu livro e deixa ele disponível à venda. Vendeu como e-book? A leitura é liberada. Vendeu como impresso? O livro vai para uma gráfica que imprime apenas aquele exemplar vendido que, em seguida, segue para o leitor. 

Ou seja: o autor não paga nada e recebe exatamente o que determinou como seus direitos autorais no ato da publicação, podendo acompanhar seu extrato de vendas online, em tempo real. Simples, não? 

Com um bônus importante: ao publicar o livro no Clube de Autores, ele é distribuído para as maiores livrarias online do país, incluindo Amazon, Livraria Cultura, Estante Virtual, Submarino, Americanas e outras. 

Publicar no Clube de Autores, portanto, significa não pagar nada e, ao mesmo tempo, ter o seu livro disponível nas maiores livrarias do Brasil, podendo acompanhar as suas vendas em tempo real. 

Mas isso não significa que você não terá trabalho nenhum, claro. Por ser um modelo de autopublicação, o próprio autor deve se responsabilizar por tudo: revisão do texto, capa, diagramação etc. Na maior parte dos casos, os escritores conseguem negociar diretamente com amigos que façam esses serviços ou contratar em sites como o Profissionais do Livro, que reúne milhares de prestadores de serviço do ramo. Seja como for, há um guia de publicação que pode ajudar bastante e pode ser acessado clicando aqui

Mas, seja como for, o caminho nunca esteve tão aberto para autores iniciantes quanto com o Clube de Autores, que iniciou suas operações em 2009 e, hoje, conta com cerca de 70 mil títulos publicados e distribuídos pela sua plataforma. 

 

 

 

 

 

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As 5 vantagens de se publicar um livro no Clube de Autores

Tem um livro escrito e não sabe como fazer para que ele alcance seu público? O primeiro passo nós mesmos podemos te recomendar: publique seu livro gratuitamente aqui, no Clube de Autores.

As cinco principais vantagens?

Liberdade editorial 

Se você escreveu um livro e está contente com o resultado, então não precisa de ninguém que avalie a qualidade. Ninguém melhor do que o próprio autor, aliás, para avaliar a qualidade da sua obra.

Liberdade comercial 

Você mesmo pode determinar quanto deseja ganhar por livro vendido, não havendo necessidade alguma de se seguir convenções que determinam, por exemplo, que o autor deva receber 8% do preço de capa a título de direitos autorais.

Transparência

Aqui, você conseguirá controlar a sua produção diretamente. Com um sistema de autopublicação como o Clube de Autores, você saberá exatamente quantos livros vendeu e quanto tem a receber.

Aqui, tudo é gratuito

Você não precisa mais pagar por uma tiragem mínima de 1.000, 200 ou mesmo 1 livro. Na era da Internet, não faz mais sentido pagar para lançar a sua própria obra. A obra, o livro, independe disso – e só precisa ser impresso quando efetivamente vender, livrando o autor de qualquer compromisso ou barreira para o sucesso.

Distribuição sem igual

O quinto e mais importante de todos os pontos é o tamanho da presença que você consegue ter,algo que apenas o Clube de Autores consegue entregar no mercado editorial brasileiro. Publicou aqui? Então – também sem nenhum custo – seu livro poderá ser vendido nas maiores livrarias do país como Livraria Cultura, Estante Virtual, Amazon, Submarino, MercadoLivre e outras, tanto no formato impresso quanto no digital.

 

 

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Os livros do Clube que mais vendem na Cultura

Sempre nos perguntamos aqui qual a melhor métrica para efetivamente apontarmos os livros do Clube com maior demanda com leitores.

Já desenvolvemos algorítmos, fizemos campanhas, avaliamos vendas espontâneas digitais e físicas e até mesmo o volume de boca-a-boca nas redes sociais. Sabe a conclusão que chegamos?

Os resultados de vendas fora do Clube são o maior indicador de potencial de sucesso dos livros do Clube.

Parece esquisito? Explico-me melhor.

Quando um autor publica seu livro aqui, é natural que ele utilize o próprio link do Clube para divulgar a sua obra para seu público mais imediato. É natural, portanto, que os mais vendidos dentro das quatro paredes virtuais do nosso próprio ecommerce sejam os títulos escritos por autores com redes de relacionamento mais próximas, mais apegadas.

E isso – obviamente – não está errado… mas também cria um viés que distorce um pouco nossa avaliação sobre os livros com maior potencial.

Onde fomos buscar esses títulos?

Em nossos canais de vendas.

O raciocínio é simples: enquanto as vendas no Clube costumam refletir os estímulos diretos feitos pelos autores, as vendas em lojas terceiras (como Amazon, Cultura, Estante e outras) costumam mostrar os resultados espontâneos, fruto de pesquisas e decisões tomadas diretamente pelos leitores sem tanta influência assim dos escritores.

Sim, entendo que há casos e casos e que sempre haverá resultados em canais de venda fruto de indicações diretas de autores neles. Mas nossas próprias análises mostram que isso está longe de ser a regra.

Então, comecemos pela Livraria Cultura. Sabe quais são os 5 livros que mais venderam lá na semana passada? Ei-los:

O Despertar da Consciência

90km

Trilhando Sonhos

Modelagem Prática

Cyriacolândia: Território da Família Rondon no Pantanal

E sabe o que é mais incrível desta lista? Há de tudo nela. O primeiro livro está categorizado no Clube como esoterismo; o segundo, como esporte; o terceiro, como relato de viagens; o quarto, empreendedorismo; e o quinto, história.

Há, verdadeiramente, de tudo aqui no Clube de Autores: e há também, no mercado geral, espaço para tudo e para todos.

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Livrarias devem perder para autores?

Virou moda dizer por aí que as redes sociais afastaram as pessoas, que todos conversam mais com os celulares que com os amigos etc. e tal. Nunca concordei com isso.

Primeiro, porque ninguém “conversa com o celular”: conversa-se “através” do celular com um, dois, três, n amigos. E, segundo, porque foram justamente as redes que possibilitaram que nosso círculo de amigos, íntimos ou não, aumentasse exponencialmente. Na pior das hipóteses, isso dá a todos a inédita oportunidade de escolher com quem queremos aprofundar mais os nossos laços.

Mas não é exatamente esse o assunto do post. As redes trouxeram um outro fenômeno que, só agora, depois que lancei meu novo livro, me toquei: a aproximação impressionante de autores e leitores.

Me explico melhor. Até pouco tempo, um leitor interessado em um livro tinha a opção mais óbvia na mão: comprá-lo em uma livraria (fosse física ou online). Livros, afinal, se vendem em livrarias… certo?

Não necessariamente.

Para quê comprar em uma loja qualquer algo que você pode comprar diretamente do produtor (no caso, o autor), com quem você pode iniciar um relacionamento a qualquer momento via Facebook ou Instagram?

Para o leitor, não é uma experiência melhor falar diretamente com o escritor e conseguir dele o livro desejado com direito a autógrafo e tudo?

Sim, é.

E esse tem se transformado em um comportamento comercial cada vez mais nítido, como eu mesmo pude testemunhar nos últimos meses.

Comprovei isso com outros autores também e todos dizem a mesma coisa: seus livros até podem estar nas maiores livrarias do país, mas isso não impede levas semanais ou mesmo diárias de interessados aparecendo em seus Instagrams para pedir cópias autografadas.

Ainda não temos o ferramental perfeito para garantir praticidade para os autores, que tendem a se transformar em lojas online de suas próprias criações… mas chegaremos lá rapidamente.

O que isso quer dizer? Que livrarias, grandes ou pequenas, terão um concorrente muito mais forte agora: os próprios produtores dos livros que elas vendem.

Há uma nova revolução chegando no universo literário.

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O que somos, afinal?

O que somos, afinal, senão as histórias que deixamos para trás como pegadas das nossas próprias existências?

Qual o sentido de sequer vivermos senão para deixarmos marcadas as nossas opiniões, visões e pensamentos para que outras pessoas possam nos entender, nos aprender e introjetar em si, ainda que alguns poucos átomos, nossas ideias e nossos mundos?

Para que existimos senão para compartilhar da melhor forma possível tudo que somos?

E qual a melhor forma de fazer isso senão escrevendo?

Escreva sua história.

Publique seu livro.

E, na falta de alguma outra palavra melhor, simplesmente “seja”.

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