Histórias, afinal, sempre nascem de opiniões

A Internet sempre tem dessas coisas incríveis, desses projetos que surgem do vento e prometem fazer história.

No ano passado vivemos, aqui no Brasil, um dos capítulos que reputo como dos mais emblemáticos da nossa história recente: a briga eleitoral. E a palavra certa é essa mesmo: briga. 

A população se dividiu em facções cuspindo mais insultos que argumentos, amizades se desfizeram, cisões nos separaram. E tudo por que? Porque temos uma dificuldade imensa em ouvir a opinião alheia. 

E digo ouvir mesmo – o que não significa concordar. Como podemos formar a nossa própria opinião, sobre o que quer que seja, sem escutar todos os lados? 

E, considerando que opinião é – na minha opinião – a base para qualquer narrativa, decidimos divulgar um projeto que tem tudo a ver com o fortalecimento dessa nossa maturidade coletiva nacional: o Oppina.

Este projeto está no Catarse, dependendo de doações para sair do papel. Veja o vídeo explicativo abaixo.

Se curtir, contribua. É sempre importante dar microfones a vozes que, afinal, ajudarão a definir o futuro do Brasil.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=_0xplS7yJl0&w=1280&h=720]

Link para página de doação: https://www.catarse.me/pt/oppina

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Domingo é hora de escrever um novo capítulo na história do Brasil

Hoje é sexta. Em dois dias, o destino do Brasil será decidido nas urnas pelos milhões de eleitores.

Nunca falamos de política aqui no Clube – e nem é essa a intenção agora. Hoje, vivemos em um país dividido, com um conflito de opiniões, visões e carregando um tipo polarização absolutamente enérgica.

E, independentemente dos resultados, só esse caldeirão de discussões que culminará na escolha do(a) próximo(a) presidente, já ajuda o nosso país a evoluir.

Todos aqui desejamos um excelente voto. É a hora de escrever um novo capítulo na história do país.

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Os livros preferidos dos candidatos

Neste final de semana, o Brasil definirá os rumos de sua política para os próximos quatro anos. Não vamos entrar, aqui no blog, em nenhum tipo de discussão eleitoral pois, neste espaço, somos pluralistas e defendemos apenas a literatura.

Mas, como dizem que é possível conhecer alguém pelos seus gostos literários, nos perguntamos que livros os principais candidatos preferem. Como para quase todas as perguntas da humanidade, a resposta estava na Internet:

José Serra, do PSDB, citou um dos ícones da literatura nacional: “Dom Casmurro”, do imortal Machado de Assis.

Dilma Roussef, do PT, declarou o seu amor a “Grande Sertão: Veredas”, do mestre Guimarães Rosa.

Marina Silva, do PV, indicou “O Herói de Mil Faces”, de Joseph Campbell.

Dizem ser praticamente impossível saber, com precisão, o que se passa (de verdade) na cabeça de um político. Pois bem: se essas são as suas obras preferidas, então é certo que muitas pistas sobre as suas reais personalidades podem ser encontradas nelas. Bom voto no domingo e viva a democracia!

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