Livrarias que nos revendem

Distribuir ebooks é mais complicado do que parece: a negociação com livrarias é quase individual (mesmo quando se atua com um intermediário assumindo o papel de distribuidor), o processo técnico de sincronização de catálogos é assustadoramente manual e a conciliação dá um trabalho impressionante.

Ainda assim, está claro para nós que ter livros distribuídos em lojas eletrônicas é o mesmo que abrir canais de venda FUNDAMENTAIS para autores independentes. Até a sorte acaba ajudando: como há poucos títulos em português autorizados a serem revendidos em formato digital, livros independentes acabam ganhando um destaque muito, muito maior do que em livrarias físicas convencionais.

Mas há regras que precisam ser observadas: a Amazon, por exemplo, apenas aceita formatos EPub – e eles testam minuciosamente para garantir que os arquivos estejam tecnicamente perfeitos; o Google, por sua vez, aceita trabalhar com PDFs tranquilamente; e assim por diante.

Para responder a muitas das dúvidas, subimos recentemente no site do Clube uma área que detalha as livrarias que nos revendem. Para acessar, clique aqui.

Também colocamos, abaixo, uma tabela explicativa bem prática.

Uma observação: estamos trabalhando na integração com a Saraiva. Alguns dos livros do Clube estão lá, mas estamos com algumas questões técnicas sendo resolvidas e, por isso, não os colocamos na tabela. Já já isso muda :-)

Quer um conselho? Autorize já a publicação do seu livro nesses canais. Como dizem, estar presente pode não ser garantia de sucesso nas vendas – mas estar ausente é, sem dúvidas, garantia de fracasso!

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E-Books ainda são mercado pequeno, mas em franca expansão no Brasil

O número surpreende: no Brasil, a venda de ebooks gerou um total de R$ 3,85 milhões no ano passado (sendo que não há registros oficiais de 2011, em parte pelos resultados serem pequenos demais). Isso significa pouco menos de 240 mil exemplares vendidos, em uma participação de mercado total de 0,29%.

A pesquisa, esmiuçada no blog de Carlo Carrenho, deixa claro que o boom desse formato ocorreu apenas em outubro de 2012, quando a Apple começou a vender livros digitais brasileiros, e ganhou força máxima mesmo a partir de 5 de dezembro do mesmo ano, quando Amazon, google e Kobo chegaram juntas ao país. Isso indica algo muito importante: se fatos que marcaram os últimos meses de 2012 foram responsáveis por tanto crescimento súbito, imagine então como deve ser o ano de 2013, cujos dados ainda não saíram (naturalmente).

Para autores do Clube, isso vem como uma excelente notícia – afinal, nesse ano, todos os ebooks publicados aqui tem a possibilidade de distribuição gratuita pelas principais lojas online, incluindo todas as citadas acima :-)

Confira o texto de Carrenho em seu blog, no http://www.tiposdigitais.com/2013/08/participação-de-e-books-no-mercado-brasileiro-em-2012.html

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