estante de livros

Por que você deve registrar o ISBN do seu livro?

Porque você quer chegar a um público maior. Simples assim.

Esse será um post tão simples e direto quanto a pergunta demanda.

Se você não tiver o ISBN, seu livro estará disponível para venda aqui no Clube e alcançará um público importante de cerca de 400 mil pessoas todos os meses.

Se você tiver o ISBN, no entanto, seu livro também irá para a Livraria Cultura, Amazon e Estante Virtual, além de outras livrarias com quem estamos negociando e que exigem o registro. Somadas, elas cobrem a quase totalidade dos 100 milhões de internautas brasileiros.

O que você prefere? Um público de 400 mil ou de 100 milhões?

A pergunta, afinal, se resume a isso.

Há uma burocracia em tirar o ISBN? Há, embora ela seja bem administrável e esteja detalhada aqui nesse post.

Detesta burocracia?

Vá ao www.profissionaisdolivro.com.br e contrate uma assessoria para obtenção de ISBN.

É simples assim.

Leia Mais

Como escrever um livro de sucesso

Quais os segredos para que o seu livro seja um sucesso?

Muitos se perguntam como, exatamente, os grandes escritores do mundo conseguiram se sagrar best-sellers e se alçar ao posto de grandes influenciadores do pensamento humano.

Há, é claro, o óbvio: a qualidade dos seus textos. Não há história que resista a um texto ruim, mal escrito, com personagens frágeis e tramas desconexas.

Mas se tudo dependesse apenas disso, grandes autores jamais teriam colecionado fracassos.

J. K. Rowling, a “mãe” de Harry Potter, foi rejeitada por 12 editoras antes de conseguir ser publicada. “Tempo de Matar”, de John Grisham, foi rejeitado por nada menos que 27 (!!!) editoras. “Carrie”, de Steven King, foi ainda pior: teve 30 rejeições. Aliás, dê uma olhada nessa listinha daqui para ter uma dimensão maior.

Todos eles, vale ressaltar, tinham as óbvias qualidades literárias que acabaram transformando-os em alguns dos maiores best-sellers da história da humanidade.

A primeira conclusão a que podemos chegar? Qualidade literária é fundamental, mas não é a única coisa que importa. O que mais um autor deve considerar?

1. Sonhe grande

Sabe a diferença entre um objetivo gigantesco e um pequenininho? O efeito deles.Sonhar grande dá o mesmo trabalho que sonhar pequeno.

Não tenha medo de sonhar em ser um best-seller. Ao contrário: nutra esse sonho, incentive-o, acredite nele custe o que custar. Até porque, convenhamos, se você não acreditar em si mesmo, como espera convencer um leitor?

Tem mais: só um sonho grande te forçará a agir de acordo, o que nos leva ao segundo ponto.

2. Tenha um plano claro

Onde, exatamente, você quer chegar? Se isso não estiver claro, se a ideia for apenas publicar e esperar os ventos e as marés trazerem resultados, esqueça: eles dificilmente chegarão. Você precisará assumir o comando do seu negócio – e isso inclui entender que um livro é, sim, um negócio.

E todo negócio precisa de um plano. Como o produto será finalizado? Como ele será lançado? Como ele alcançará influenciadores relevantes? Como ele será distribuído? como você manterá seu público engajado? Quanto você deseja vender e como imagina chegar nesse número?

São, sim, perguntas difíceis e complexas: mas você precisará responder a todas elas caso queira ter sucesso.

3. Publique uma obra de arte

Assegure-se de que o seu livro esteja realmente bom. Isso inclui trabalhar revisão, capa e diagramação, convidar ou negociar o trabalho de algum crítico que você confie e, enfim, transformar a obra em uma obra de arte.

Não sabe por onde começar? Há inúmeras referências na Internet – como essa aqui.  Pesquise, estude, siga as melhores práticas. Evite, sobretudo, cair na cilada de publicar algo “ruim” às pressas só por não saber como fazer para ter algo melhor. Quer um exemplo? Capa. Livros vendem pela capa – isso é tão verdade que virou até piada em círculos literários. De que adianta você correr para lançar o seu livro se uma das principais forças de venda dele – a capa – estiver ruim?

Isso deve fazer parte do seu plano, diga-se de passagem. Você precisa de uma capa boa. Como consegui-la? Pode ser com algum amigo artista, contratando algum profissional, negociando com alguma agência etc. Há inúmeras formas e, sim, você terá que se virar para descobrir a sua. O que você não pode ou deve fazer é ignorar e lançar algo “de qualquer jeito”. Traduza sempre o “de qualquer jeito” por “de jeito nenhum” e tenha claro de que não adianta nada cumprir um prazo de publicação para colocar algo que ninguém lerá no ar.

Nesse sentido, recomendamos que veja esse checklist aqui com tudo o que seu livro precisa para ficar pronto, finalizado.

4. Organize seu lançamento 

Sim, um lançamento é importante. Mais: ele é fundamental. Organize o seu. Há inúmeras opções para isso como fazer uma parceria com livrarias ou mesmo cafés ou bares locais. Tenha em mente o óbvio: você levará pessoas – os seus convidados – para esses lugares. E pessoas consomem – o que é precisamente o que todos os estabelecimentos comerciais buscam.

Esse post aqui pode te ajudar com uma série de dicas relacionadas à organização de um lançamento.

5. Garanta sua distribuição

É fundamental que seu livro esteja disponível no máximo possível de lugares. Garantir que todas as livrarias físicas o exibam não será algo exatamente fácil (ou mesmo viável) – mas isso não é um problema. Por que? Porque o principal lugar que as pessoas vão para encontrar um livro é sempre o mesmo: a Internet.

No caso de livros, isso significa que o seu deve estar nas principais livrarias online do Brasil.

Se seu livro está aqui no Clube de Autores, ótimo: nós já distribuímos para uma imensa gama de livrarias como Cultura, Estante Virtual, Amazon e outras, muitas outras. Para saber como publicar seu livro, dê uma olhada nesse post aqui ou nesse manual de autopublicação

6. Monte um plano de divulgação

Seu objetivo é responder à seguinte pergunta: como as pessoas saberão e se interessarão pelo menu livro? Há n maneiras de se responder a isso – mas o fundamental é que a resposta parta de você.

A própria Internet te dará uma imensa gama de dicas e conteúdos relevantes. Pesquise, converse, discuta, escreva seu plano. Facilitaremos o caminho por aqui: baixe esse guia de divulgação de livro, totalmente gratuito, feito com base em nossa experiência.

7. Permita-se errar, aprenda a acertar

Acredite: não há inovação sem erro. E todo livro novo é, quase que por definição, uma inovação. Por que estamos dizendo isso? Porque existe a possibilidade de alguma ação sua ser o fracasso. O nome do livro pode ser pouco impactante; a capa, mesmo sendo bem trabalhada, pode não chamar a atenção o suficiente; a sinopse pode ser pobre; o evento de lançamento pode ser um fracasso de público por algum motivo qualquer.

Problemas acontecem: aprenda a lidar com eles. Observe o que deu errado e busque a correção, seja alterando o produto em si ou organizando um outro evento.

8. Não fuja dos fatos brutos

Fatos brutos são aquelas realidades que doem. Quando lançamos algo tão pessoal quanto um livro, costumamos quase que caçar desculpas para eventuais fracassos. O livro não vendeu tanto quanto você imaginava? Não perca tempo achando alguém ou alguma coisa a quem culpar. Culpe-se a si mesmo: só assim você conseguirá mudar algo e dar uma guinada nos resultados.

Aceite a realidade que se colocar à sua frente, estude-e, ajuste seu plano para alterá-la.

9. Seja disciplinadamente resiliente

Essa talvez seja a maior das dicas. Sabe o plano que você montou lá no começo? Atenha-se a ele.

Sim, variáveis entrarão em cena, fatos não planejados cairão como bombas pelo seu caminho e problemas surgirão. Conte com isso.

E saiba manusear as suas ações para que elas sempre, sempre sigam em direção aos objetivos que você traçou em seu plano.

Se você fizer isso, garantimos: os resultados virão.

Leia Mais

Feliz 2019!!!

Sim, sabemos que 2018 foi um ano complicado para o Brasil. Tivemos Copa, greve de caminhões, eleições dilacerantes, resquícios da maior recessão da nossa história, livrarias e editoras quebrando e tudo mais.

Isso significa que foi um ano ruim?

Não. Nem de longe.

Porque, aqui no Clube, foi em 2018 que conseguimos consolidar a nossa distribuição em livrarias, o que fez toda a diferença do mundo para nós (e para todos os autores independentes que fazem daqui uma extensão das suas casas).

Foi por conta disso que conseguimos uma presença maior no próprio mercado, o que inclui fechar o ano com um crescimento de mais de 30% em um ano em que a maioria das livrarias e editoras tem derramado lágrimas atrás de lágrimas.

Foi impulsionado por boas notícias vindas daqui das trincheiras da autopublicação que conseguimos bater o nosso recorde de livros novos publicados – entre 40 e 45 títulos todos os dias.

Foi puxado por isso que iniciamos toda uma série de desenvolvimentos que possibilitarão novidades imensas para os autores – muitas das quais ainda estão por ser divulgadas.

E é, portanto, por isso, que temos apenas a agradecer a este ano tão ímpar em nossas vidas – além de esperar um 2019 turbinado pelo fim da crise brasileira e por uma retomada econômica que certamente há de beneficiar a todos nós, autores membros deste Clube.

Obrigado, 2018. Nós mudamos muito nesses seus 12 meses.

2019, venha com tudo! E venha trazendo muitas, muitas novas histórias para os nossos muitos, muitos autores!

FELIZ 2019!!!!!

 

 

Leia Mais

Editoras começam a utilizar o Clube de Autores como solução para a crise

Universo Livros. Clássicos Editora. Editora Tifoniana. Editora APMCEditora SoMaDi

Esses são apenas cinco de muitos exemplos de editoras que estão usando o Clube de Autores, de maneira absolutamente simbiótica, para aumentar a eficiência dos seus próprios negócios por meio do modelo que oferecemos ao mercado. 

Explico-me melhor. Originalmente, o Clube de Autores foi pensado para permitir que autores independentes de todo o país pudessem se autopublicar sem burocracia e com amplo controle sobre suas obras – e sempre gratuitamente. Vendeu um exemplar? Imprimimos. Quer estar presente no mercado tradicional? Distribuímos. 

Tudo de graça, uma vez que nosso ganho está sempre atrelado à venda. 

Até aí, tudo bem: estou chovendo no molhado ao explicar o nosso modelo para os autores que o utilizam. 

Mas é aqui que a coisa começa a ficar mais divertida. Se você é autor, afinal, sabe que a produção de um livro vai muito além do conteúdo e envolve leitura crítica, revisão ortográfica e gramatical, diagramação, capa, divulgação. E, em muitos casos, o autor não tem as ferramentas ou mios necessários para desenvolver esses trabalhos e acaba entrando em parceria com alguma editora tradicional. 

Até pouco tempo atrás, editoras tradicionais faziam o seu trabalho de editoração, bancavam as impressões e cuidavam da distribuição. MAS… em um segmento marcado pela inadimplência das duas maiores redes de livrarias do país – redes que, juntas, ultrapassam os 40% do faturamento do mercado inteiro – como continuar sobrevivendo assim? Como conseguir acomodar fluxos de caixa pagando custos pesados como os gráficos e recebendo de volta apenas sabe-se-lá-quando? 

Nessa fórmula ingrata, não foram poucas as editoras de todos os portes que simplesmente decretaram falência e fecharam suas portas. Outras, no entanto, começaram a buscar modelos alternativos de operacionalização. E, assim, entramos no jogo. 

Não chegamos sequer a conversar com nenhuma dessas que citamos acima (e nem com as tantas outras que estão por aqui) mas, de uns tempos para cá, começamos a perceber os seus títulos aqui no Clube

Onde elas ganham? No óbvio. Conseguem concentrar-se nos seus trabalhos de curadoria e editoração e viabilizar a distribuição de livros, em todos os formatos, sem pagar nada antecipado. 

Não há custo gráfico envolvido: publicando no Clube de Autores, as impressões de seus títulos acontecem apenas depois das vendas. 

Não há restrição de mercado: publicando no Clube de Autores, seus livros vão para Cultura, Estante Virtual, Amazon e os mais diversos marketplaces. 

Há transparência: publicando no Clube de Autores, suas vendas são computadas em tempo real no extrato do site. 

Há, portanto, um modelo diferente, mais eficiente e muito mais óbvio: editoras focam-se em editorar, eliminam os custos de geração e manutenção de estoque que estavam sufocando-as e, ao mesmo tempo, conseguem um gás novo para sobreviver e crescer. 

Crises têm essa vantagem: elas forçam mudanças de mercado, geram eficiências, criam modelos até então inexistentes. 

E, do nosso lado, está já na hora de criar um modelo melhor para cada um desses parceiros que, até então, estavam praticamente invisíveis até mesmo para nós. 

 

 

 

 

Leia Mais

Mundos em transposição, parte 1

“Qual o sentido de ir a uma livraria, por mais megastore que seja”, uma amigo me perguntou no final do domingo.

Ela não se referia à Internet, ressalte-se: referia-se a uma livraria física, daquelas belíssimas que decoram os shoppings e esquinas daqui de São Paulo com verdadeiras esculturas renascentistas feitas de letras e papel.

Ela continuou: “Já fui em três livrarias ontem e não achei nenhum dos dois livros que procuro. Pedi para o vendedor me indicar algo ao menos relacionado ao tema, mas ele conhecia literatura tanto quanto eu conheço física quântica.”

Sua conclusão: se estiver procurando um livro específico, mais fácil e rápido buscá-lo na Internet, em algum site tipo a Estante Virtual, que sempre tem tudo da velha literatura.E, se estiver buscando algo mais novo sobre um tema específico, melhor garimpar no Clube de Autores, que concentra tudo de novo.

Um ponto em comum entre ambos: nenhum dos dois trabalha com estoque. Ainda que com modelos diferentes, todos fazem da própria rede – seja de sebos e pequenas livrarias a autores independentes – a fonte primária de conteúdo.

É justamente aí que está o futuro. Ou melhor: é “aqui”.

Leia Mais