E a venda de ebooks, a quantas anda?

Já faz tempo que o mercado parou de pregar que ebooks aniquilariam o mercado de livros impressos. Aliás, já faz também o mesmo tempo que nós, aqui no Clube, desacreditamos essa informação com base no mais puro empirismo: tanto ebook quanto impressos tem seus pros e contras que variam de acordo com opiniões e momentos de leitura, o que garante espaço para todos.

Mas… sendo prático… a quantas anda a venda de ebook?

Pela nossa própria natureza, o Clube sempre teve uma proporção maior de venda de ebooks do que o restante do mercado. Enquanto, no Brasil, a proporção de vendas de livros eletrônicos versus impressos ficava na casa dos parcos 2-3%, o número chegou a 20% aqui.

Pois bem… isso mudou.

Hoje, ebooks respondem por 10% do total de vendas do Clube.

E não, isso não significa que o volume em si, em termos absolutos, tenha caído. Verdade seja dita, ele até cresceu no último ano.

O que ocorre é que a venda de impressos cresceu a um ritmo significativamente maior, deixando essa proporção bem mais dramática e mais próxima dos números brasileiros.

E daí? E daí nada.

Essa é só uma estatística que achamos interessante e gostaríamos de compartilhar com todos :-)

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O crescimento de ebooks e o preconceito ao contrário

Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), a venda de e-books no Brasil cresceu 225,13% entre 2012 e 2013. Número alto, sem dúvidas, e que deixa claro uma adoção crescente do meio eletrônico para leitura.

O curioso é que dados como esse tem gerado uma espécie de preconceito inverso por parte de escritores: muitos começaram a publicar os seus livros apenas no formato eletrônico, auto-declarando-se “early adopter” e buscando uma parcela de leitores que acreditam ser o futuro.

E até podem ser – mas futuro costuma ser um conceito com prazo indeterminado. Sabe, por exemplo, quanto esse crescimento de 225% representa? 2,6%.

Em outras palavras: restringir a publicação ao formato digital é o mesmo que desprezar, por ideologia, 97,4% do público em potencial.

Há ainda um outro dado: em nenhum momento a venda de impressos diminuiu. Ao contrário: no mesmo período ela cresceu 4,13%. Sim: 4% é menos que 225%. Mas percentual é sempre um dado relativo – principalmente quando a base de crescimento é tão diferente.

O que isso tudo significa? Que qualquer tipo de preconceito quanto a formato não faz sentido.

Publicar só como impresso é, com certeza, perder uma oportunidade maior de venda e uma distribuição global instantânea e sem fronteiras.

Publicar só como ebook é desprezar a maior parte do mercado.

Para que, então, tomar decisão em nome do leitor? Se é possível, então por que não publicar em ambos os formatos?

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Livros do Clube de Autores estarão disponíveis gratuitamente no Buscapé

O Clube de Autores (www.clubedeautores.com.br), site que possibilita publicação de livros sem qualquer custo para os escritores, e o BuscaPé (www.buscape.com.br), maior comparador de preços da internet na América Latina, anunciam a efetivação de uma parceria negociada nos últimos meses.

A partir de agora, todos os livros publicados gratuitamente no Clube de Autores estarão automaticamente no BuscaPé, aumentando a disseminação dos livros na web.

Trata-se de um acordo que amplia a plataforma digital de distribuição de vendas para o Clube de Autores e que agrega produtos inéditos à base de dados do BuscaPé. A disponibilização das obras no site segue o preceito do Clube de Autores e também é feita sem nenhum custo para os autores.

“Estamos aliando a capacidade incrível de alcance do BuscaPé com o mote de distribuição e fomento da cultura do Clube de Autores. Além disso, também consolida-se nesse negócio a possibilidade de interação que as ferramentas online têm. É uma parceria, acima de tudo, inovadora”, analisa Indio Brasileiro Guerra Neto, sócio-diretor do Clube de Autores.

Desde seu lançamento oficial, em 15 de maio, o Clube de Autores contabiliza mais de 4 mil livros vendidos em apenas quatro meses. Cerca de 10 novos livros são publicados por dia.

“Para o BuscaPé, é muito importante participar desse objetivo de fomento e distribuição de cultura. Nossas ferramentas vão proporcionar ao Clube de Autores a possibilidade de aumento do alcance, além de também conseguirmos agregar um produto inovador ao nosso site”, afirma Romero Rodrigues, CEO do BuscaPé.

Para Ricardo Almeida, Diretor Geral do Clube de Autores, os números registrados até o momento ratificam que o mercado literário carecia da ferramenta de publicação gratuita e venda sob demanda. “Não podemos nos contentar com algo que limita a produção cultural. E também não devemos ignorar as ferramentas de busca e tratar a produção cultural como bens de consumo. A parceria com o BuscaPé é enriquecedora para ambas as empresas, mas muito mais para os autores e para o próprio consumidor”, comemora Almeida.

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