Agora o ano (finalmente) já começou para todos

Nunca concordei muito com a máxima de que, no Brasil o ano começa apenas depois do Carnaval.

Aqui no Clube, pelo menos, o dia 1 de janeiro já foi recheado de coisa para fazer, projetos para organizar e perspectivas para desenhar.

Ainda assim, sei que muitos discordam de mim – alguns até com veemência que beira a agressividade. Tudo bem: na prática, todos temos o direito de começar o nosso ano quando quisermos.

Mas hoje já é a sexta da semana após o Carnaval. Nas opiniões de quem quer que seja, 2015 começou e temos muito o que enfrentar.

Temos mais 10 meses de prazo para a realizar sonhos e metas, para escrever novas histórias, para enfrentar dificuldades (que, pelo que indicam as últimas notícias da economia e política, não serão poucas) e para lutar com aquela intensidade fundamental para quem desejar vencer batalhas.

2015 finalmente começou para todos.

Comecemos, portanto, a escrever em definitivo a história do nosso ano.

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Fazer pelo menos uma coisa impossível em 2015

O post de hoje não é, exatamente, sobre literatura. Ou é: depende da ótica.

Enquanto navegava pela Web, acabei me deparando com um site no mínimo diferente: o Impossible HQ. Sua proposta: convencer pessoas a fazerem o que elas julgam impossível, transformando cada uma em pura inspiração para si mesmo e para os outros. E isso pode parecer piegas… mas já imaginou a quantidade de novas e empolgantes histórias que nós, escritores, teríamos para contar se saíssemos mais do nosso status quo e buscássemos nos aventurar para além das fronteiras do possível?

O autor do site, Joel Runyon, já correu ultramaratonas, escreveu livros, construiu escolas em áreas carentes da América Central e somou um volume tão grande de experiências que a sua vida em si já é uma história daquelas que vale a pena ser contada. E isso tudo partindo de um começo duvidoso, quando ele estava desempregado morando na casa dos pais.

Moral da história: até o impossível pode se transformar em possível – basta querer.

Estamos em final de ano, época em que todos costumam repensar o seu passado, analisar o presente e sonhar com o futuro. E que tal colocar como uma das metas para 2015 a realização de pelo menos uma coisa que, hoje, você considera impossível?

Eu, pelo menos, certamente seguirei esse caminho!

Ricardo.

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Feliz 2014 :-)

Alguns anos são leves, quase tediosos. Poucos grandes acontecimentos, muita rotina e uma relativa calmaria geral.

Não foi o caso de 2014.

Hoje entramos oficialmente no primeiro dia do último mês deste ano. Em 11 meses, passamos por manifestações, Copa do Mundo, uma crise como faz tempo não víamos, eleições, denúncias e prisões nos mais altos escalões e todo um turbilhão de emoções que mexeram com os ânimos de muitos, muitos brasileiros. E, claro, entre tantos acontecimentos tivemos ainda que trabalhar e – obviamente – escrever. E arredondar nossas histórias, fazer os ajustes finos, lançar.

2014 está terminando de maneira intensa – muito intensa.

Anos assim são bons: nos garantem todo um acervo de histórias para que contemos em nossos contos, poemas e romances.

Ainda está cedo para desejar um bom 2015 a todos os escritores do Clube, mas me arrisco a desejar um feliz 2014. Espero que esse ano tenha sido realmente repleto de emoções e intensidades exageradas, quase insanas. Intensidades inspiram histórias – e histórias, afinal, são o sangue que pulsa nas veias de todos os escritores.

Que as tantas experiências que se somaram (e que ainda se somarão pelos próximos 31 dias) se transformem em histórias fabulosas no ano que vem.

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