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O que é Book Trailer e como fazer o seu?

Os trailers exibidos antes dos filmes no cinema têm uma missão muito importante: fazer com que o público fique curioso, animado e desesperadamente ansioso para conhecer a história completa.

Sabemos que a propaganda foi bem quando olhamos para a pessoa que está na poltrona ao lado e dizemos (apenas com o olhar, palavras não são necessárias): Parece muito bom, né? Vamos assistir quando lançar?

Depois disso, está feito. Você foi fisgado, assim como milhares de outras pessoas que tiveram a sorte (ou azar) de topar com o trailer no YouTube, em uma mensagem do WhatsApp ou ouvindo a conversa alheia no caminho pro trabalho.

Mas você sabia que também existem trailes de livros? E é sobre isto que vamos falar neste artigo. Confira!

O que são Book Trailers?

São vídeos curtos, de no máximo dois minutos, que contam um pouco da história do livro, aguçando a curiosidade dos leitores, apresentando personagens e divulgando a obra de forma sutil. O formato é muito semelhante ao utilizado no lançamento de filmes, por isso a associação no início do post.

Por que fazer um trailer para seu livro?

Book trailers não são tão comuns, portanto, pode ser uma boa opção para destacar seu conteúdo no mercado editorial. Mas lembre-se: a produção audiovisual precisa ser realmente boa e planejada. Afinal, a primeira impressão é normalmente a que fica.

Como criar um bom trailer?

Vale lembrar que os filmes já são produtos audiovisuais e para criar um vídeo curto, basta cortar o conteúdo que já foi criado. É claro que é necessário organizar as cenas, apresentar o diálogo de forma estratégica e até mesmo escolher a trilha sonora mais adequada. Porém, não é necessário criar algo do zero.

Com os livros o cenário é um pouco diferente. É necessário adaptar o conteúdo escrito para uma linguagem visual e, caso isso não seja feito com muito cuidado, toda a narrativa poderá ser prejudicada.

Confira abaixo algumas dicas para criar um bom trailer:

  • Não utilize atuações reais. O objetivo do livro é permitir que os leitores imaginem os personagens. Associar sua história a imagem de um ator logo no início pode tirar parte da magia.
  • Prefira animações ou imagens ilustrativas. Elas ajudarão a contar a história, mas de forma muito mais abstrata e subjetiva.
  • Planeje a trilha sonora. Com qual gênero musical sua obra combina? A trilha é uma peça-chave para envolver os leitores.
  • Não conte tudo! Deixe pontas soltas que deverão ser amarradas durante a leitura. O trailer é apenas um spoiler da sensação que o livro trará para o público e não deve ser tratado como um resumo.

Como divulgar o vídeo?

A divulgação do trailer também precisa ser planejada. Mas, graças a internet e ao mundo digital em que vivemos hoje, existem diversas formas de fazer isso. Confira:

  • Utilize períodos estratégicos para lançamento do trailer. Se seu livro é sobre a relação entre mãe e filho, considere lançá-lo próximo ao Dia das Mães. Se for romance, talvez faça sentido associá-lo ao Dia dos Namorados. Lembre-se que o interesse de busca por esses assuntos crescem sazonalmente e pode ser uma boa ideia aproveitar o embalo.
  • Utilize as redes sociais e impulsione suas publicações. Hoje em dia qualquer pessoa pode criar um anúncio no Facebook ou Instagram, por exemplo. Basta seguir os tutoriais ou pedir ajuda para algum amigo especialista no assunto.
  • Envie o conteúdo para influenciadores. Eles poderão compartilhá-lo para sua base fãs, aumentando o alcance do seu trailer.
  • O YouTube é a maior plataforma de visualização de vídeos, então não esqueça de compartilhá-lo por lá também!

E você? Já pensou em criar um trailer para sua obra? Compartilhe conosco suas estratégias para divulgação! =)

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Arquétipos de personagens segundo Vogler

Se olharmos atentamente para as histórias contadas em livros ou filmes, é possível identificar traços de personalidade semelhantes em cada narrativa. Sim, cada personagem é único e possui características exclusivas que fazem dele uma persona original. Porém, não é novidade que existem recorrências nos papeis.

Esses padrões são chamados de arquétipos e é sobre isso que falaremos neste artigo. Confira! :)

O que são arquétipos?

De acordo com o psicólogo suíço Carl G. Jung, arquétipos são padrões de personalidade compartilhados por toda a humanidade.

Segundo ele, existe um incosciente coletivo, onde contos de fadas e mitos funcionam como sonhos de uma cultura inteira. Ou seja: apesar da variação de tempo, culturas e experiências, existe certa constância nas personalidades dos indivíduos.

Saiba como começar a escrever um livro.

Arquétipos e funções, segundo Vogler

Tomando as teorias de Jung e Joseph Campbell (criador da Jornada do Heroi) como ponto de partida, Christopher Vogler explica os arquétipos mais utilizados na literatura e no cinema, em sua obra “A Jornada do Escritor”.

O livro apresenta em detalhes as principais características de cada tipo de personalidade. Além disso, explica como esses papeis podem confundir-se em um mesmo personagem. Confira o trecho extraído da obra:

“Quando comecei a lidar com essas idéias, pensava num arquétipo como um papel fixo, que um personagem desempenharia com exclusividade no decorrer de uma história. Quando identificava que um personagem era um mentor, esperava que ele fosse até o fim sendo mentor, e apenas mentor.
Entretanto, quando fui trabalhar com os motivos de contos de fadas, como consultor de histórias para a Disney, descobri outra maneira de encarar os arquétipos — não como papéis rígidos para os personagens, mas como funções que eles desempenham temporariamente para obter certos efeitos numa história”

Leia mais: como escolher o nome para os personagens do seu livro?

Características de cada arquétipo:

Heroi

O heroi é quem conduz a história (normalmente destacando-se como protagonista). Parafraseando Vogler, “a raiz da ideia de Herói está ligada a um sacrifício de si mesmo.” Normalmente o livro é narrado a partir do seu ponto de vista.

Mentor: velha ou velho sábio

Sabe aquele personagem que aconselha o heroi, possui mais experiência que ele ou já passou por situações semelhantes ao longo da vida? Esse tipo de personalidade pode ser classificada como “mentora” e normalmente se apresenta como uma pessoa mais velha.

Guardião de limiar

Para ganhar a batalha, o heroi precisa superar obstáculos (sejam pessoas, objetos ou lugares). Os guardiões de limiar são colocados no caminho do protagonista e precisam ser ultrapassados, mas nem sempre são figuras “do mal”. Podem ser capatazes do vilão ou personagens neutros.

Arauto

Acontecimentos ou pessoas que “empurram” o heroi em sua jornada são chamados de Arautos. Eles se apresentam em forma de desafios, são a força catalisadora para que a narrativa se desenrole.

Camaleão

A função do camaleão é ser instável e, por isso, nem sempre é fácil identificá-lo. Seu papel mais comum é o de par ou interesse romantico do heroi. Segundo Vogler, “os Camaleões mudam de aparência ou de estado de espírito. Tanto para o herói como para o público, é difícil ter certeza do que eles são. Podem induzir o herói ao erro ou deixá-lo na dúvida, sua lealdade ou sinceridade estão sempre em questão”.

Sombra

O vilão da história possui o arquétipo de “sombra”. Seus objetivos são sempre diferentes dos apresentados pelo heroi e, por isso, talvez seja necessário destruí-lo. É muito comum existirem traços semelhantes de personalidade entre vilão e heroi, porém, as características da sobra geralmente refletem os pontos negativos.

Pícaro

O pícaro entra em cena como um “alívio cômico”, trazendo um pouco de leveza para a história, mesmo em situações difíceis. Suas ações normalmente são carregadas de humor e críticas, sendo fundamentais para que o heroi tome decisões necessárias.

Como identificar a natureza de um arquétipo?

No livro, Vogler nos convida ainda e analisar a natureza que compõe cada um dos arquétipos. Segundo ele, existem duas perguntas capazes de nos auxiliar nesta jornada:

  1. Que função psicológica ou que parte da personalidade ele representa?
  2. Qual sua função dramática na história?

A resposta para a primeira questão concentra-se nas características que cada personagem apresenta. O heroi, por exemplo, é aquele que tenta proteger os outros e se arrisca, aceitando sacrifícios por um bem maior. Todos temos mais de uma característica dentro de nós, mas a principal função psicológica é a que mais se destaca entre elas.

Já a segunda questão gira em torno das funções que o arquétipo de cada personagem têm para a história. Ou seja, qual papel ele desempenha: gerar identificação com a plateia, promover a ação da narrativa, sacrificar-se ou aprender com os erros, por exemplo.

E você? Já sabe como utilizar esses conceitos para complementar sua escrita? :)

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Prólogo: o que é e como escrever um?

Mais uma palavrinha difícil do dicionário literário: prólogo.
Neste artigo explicaremos o significado deste recurso literário, além de dicas para utilizá-lo em uma obra. Confira!

Leia também: Como começar a escrever um livro?

O que é prólogo?

O prólogo é um recurso de texto utilizado antes do primeiro capítulo de um livro. Funciona como uma preliminar da história, trazendo informações paralelas ao discurso central.

O formato surgiu na Grécia Antiga, como uma espécie de monólogo antes do início de peças teatrais. Normalmente, este espaço era utilizado para contextualizar a plateia antes dos atores ganherem a cena.

Qual a diferença entre prólogo e prefácio?

Enquanto o prólogo é parte da história, iniciando a narrativa, o prefácio funciona como uma nota do autor (ou de um convidado) explicando o conteúdo do livro ou dando sua própria opinião.

Ambos são apresentados antes da narrativa principal, mas o primeiro está sempre conectado à história.

Tipos de prólogo:

Confira alguns formatos comuns utilizados para iniciar uma obra.

Ação

Nem toda obra começa de forma lenta e suave até chegar ao plot principal. Algumas histórias precisam adiantar o acontecimento central para que a narrativa se desdobre. Os livros de Agatha Christie, por exemplo, apresentam o crime logo no início para que a investigação faça sentido. Ao final da história, sempre há um desfecho que explica em detalhes exatamente o que aconteceu lá no comecinho.

Moldura

Este formato normalmente apresenta a perspectiva do personagem principal sobre a trama. Em um livro de aventura, por exemplo, sempre fica um aprendizado que pode ser antecipado ao leitor, introduzindo um dos sentimentos que ele está prestes a vivenciar. É basicamente um spoiler das consequências de todos os acontecimentos.

Teaser

A maneira mais simples de compreender a função do teaser é a partir do cinema. Séries e filmes costumam utilizar este recurso para mostrar algo que acontecerá mais tarde. Ele serve para criar expectativas sobre o roteiro.

A série Marcella, da Netflix é um bom exemplo de teaser: o primeiro episódio da primeira temporada começa com uma cena da detetive em uma banheira coberta de sangue. Em seguida, a história volta pra o início de uma investigação de assassinato, conduzindo a audiência e dando pistas do que pode ter acontecido para levar a personagem até aquele momento.

Dicas para escrever um prólogo de sucesso:

  1. Não adicione informações desnecessárias e que possam confundir o leitor durante a narrativa. A ideia é utilizar este recurso como forma de despertar a curiosidade, sem tirar a atenção do verdadeiro foco da história.
  2. Tome muito cuidado ao utilizar pontos de vista diferentes no prólogo em relação ao restante da obra. Dar um tom muito diferente logo no início pode criar falsas expectativas no leitor.
  3. Seja breve. O início de um livro é decisivo para a continuidade da leitura, portanto, não enrole muito para começar a introduzir a história. Prólogos tendem a ser curtos e rápidos.

Ficou com dúvidas? Deixe um comentário abaixo :)

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Ler lentamente para escrever melhor

Se você já ouviu falar sobre leitura dinâmica, tem uma meta agressiva de livros para terminar até o final do ano ou se sente incomodado por não conseguir devorar uma história como fazia na adolescência, esse artigo talvez te decepcione: não vamos apresentar nenhuma técnica avançada para engolir as palavras. Pelo contrário, a proposta é desacelerar e observar tudo com olhos mais atentos.

TED Talk: O que ler lentamente me ensinou sobre a escrita (2019)

Em outubro de 2019, a escritora norte americana Jacqueline Woodson nos presenteou com uma reflexão incrível sobre o tema em sua palestra no TED Talk.

Segundo ela, quanto mais tempo passava com os livros enquanto criança, menos ouvia o barulho do mundo lá fora. Mesmo tendo sido criada para ler rapidamente, Jacqueline preferia passar os dedos pelas palavras e reler histórias – a cada nova leitura, descobria coisas novas nas entrelinhas.

“Quando criança, eu sabia que as histórias eram feitas para serem saboreadas, que as histórias gostariam de ser lentas, e que um autor havia passado meses, talvez anos, escrevendo”, explica a autora em sua palestra.

A autora vencedora do National Book Awards (2014), queria ser uma escritora desde os sete anos e acreditava que seu trabalho como leitora era respeitar cada narrativa.

Confira a palestra completa no vídeo:

Abaixo, alguns destaques de sua fala no TED Talk:

Isso significa que ler rápido é ruim para escritores?

Claro que não. 

Aliás, não existe certo ou errado. Existem pessoas que preferem a leitura dinâmica. Outros se demoram em cada página. Cada um tem seu próprio ritmo. 

O que Jacqueline propõe é experimentarmos outras formas de fazer o que já somos acostumados e que, muitas vezes, fazemos em modo automático.

A ideia é lembrarmos, justamente, que cada palavra escrita foi escolhida a dedo por outra pessoa. Cada frase publicada em um livro é resultado da imaginação de alguém diferente, com ideias, pensamentos e crenças únicas. E mesmo assim, quando compartilhadas com o mundo, têm o poder de nos transportar para outra dimensão. 

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Virginia Woolf, no texto que abre a coletânea de prosas-poéticas, “O Sol e o Peixe”, nos faz a mesma proposta, ainda que em um contexto diferente. Ela pede para olharmos mais atentamente para tudo o que somos, observando e sentindo todos os impulsos que nos movem.   

“Deixemo-nos fervilhar sobre nosso incalculável caldeirão, nossa enfeitiçadora confusão, nossa miscelânea de impulsos, nosso perpétuo milagre — pois a alma vomita maravilhas a cada segundo.” – Virgínia Woolf (1882–1941).

A proposta de ambas autoras têm algo em comum – nos provocam a ver as entrelinhas, com calma, absorvendo todos os detalhes. Para quem escreve, esse hábito tem um potencial imenso. Afinal, as palavras são nossa ferramenta e não é nenhuma novidade que a leitura faz de nós escritores melhores.

E você, o que acha disso? Conta pra gente nos comentários!

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Campeonato Carioca de 95 narrado no livro Reis do Rio

Entre todos os acontecimentos que ficam guardados pra sempre na memória, certamente o futebol tem um lugar reservado nas primeiras filas. As vitórias da seleção, a cabeçada de Zidane, a última copa do mundo feminina ou o 7×1 entre Alemanha e Brasil – lembranças que serão narradas às próximas gerações e resgatadas de tempos em tempos.

E por que não recontar essas histórias em livros?
Foi exatamente o que o jornalista gaúcho André Baibich fez, em sua obra, publicada via Clube de Autores em junho deste ano. 

Conheça o livro Reis do Rio.

“Como repórter, sempre gostei de reportagens especiais, mais elaboradas, com pesquisa histórica e diversas entrevistas para reconstruir um determinado período de tempo. O livro, no fim das contas, é uma ampliação desse tipo de trabalho”, explica o jornalista. “Recorri à memória daquele Campeonato Carioca de 1995 e percebi que poderia ser um momento rico de grandes histórias. A pesquisa em jornais da época me deu essa certeza, e segui adiante com o trabalho”, completa.

O livro resgata a corrida pelo título de “rei” do Rio de Janeiro em 1995, protagonizada por Renato Portaluppi, do Fluminense, Túlio Maravilha, do Botafogo e Romário, do Flamengo. Dividido entre pesquisas, memórias e entrevistas, a obra apresenta histórias pré, durante e pós campeonato, que terminou com a vitória do Fluminense e um gol de barriga de Portaluppi.

Como foi o processo de escrita do livro:

“Escrever sempre carrega um tanto de sofrimento. Você redige, lê, fica insatisfeito com alguma palavra mal colocada, retoma o trabalho, melhora aquele trecho e vai adiante. Isso é feito em cada parágrafo, em cada descrição de um acontecimento. Sempre transpirei mais do que me inspirei na hora de escrever,” desabafa o jornalista. 

André confessa, ainda, que inveja quem senta em frente ao computador e despeja um texto correto, conciso e agradável logo na primeira tentativa – prova que até mesmo os escritores mais familiarizados com o processo precisam revisitar suas obras e revisar o texto antes de terem uma versão final.

Revivendo o campeonato

Durante a disputa de 95, André Baibich tinha apenas 11 anos, e acompanhou os jogos pela televisão, em sua casa em Porto Alegre. Agora com 36 e mesmo já sabendo do resultado da final, a emoção continuou fazendo parte experiência.

De acordo com o autor, o contato com grandes nomes do futebol foi natural, por conta de suas experiências anteriores na comunicação. Curiosamente, as entrevistas com pessoas menos famosas foram as que chamaram mais a atenção do autor.

“O ex-roupeiro do Fluminense, o amigo de um dos protagonistas… São pessoas que estiveram muito próximas do que aconteceu e não têm qualquer receio de contar o que testemunharam. Para um repórter, é a combinação perfeita”, explica.

Para ele, a entrevista mais importante  foi com o jornalista Gilmar Ferreira, hoje colunista do jornal Extra, do Rio de Janeiro, que em 1995 era repórter do Jornal do Brasil. Por ser amigo de Romário, testemunhou momentos importantes e, como não foi possível falar com Romário, Gilmar ajudou na construção do perfil do jogador do Flamengo, contribuindo muito para a narrativa do livro.

Sobre a escolha da autopublicação:

O livro foi lançado através da nossa plataforma de autopublicação e logo ganhou destaque na mídia, protagonizando matérias na Gaúcha ZH, Esdatão e Isto é.

Para o autor, a publicação independente foi uma opção diante do momento turbulento que vivemos. “Eu havia submetido uma primeira versão do livro para avaliação de uma editora, mas esse processo foi interrompido, já que a editora teve de suspender novos projetos com a pandemia”, explica. 

Para não perder o marco de 25 anos da decisão do Campeonato Carioca de 95 (25 de junho), André procurou outras formas de lançar a obra, sem desperdiçar o trabalho de um ano e meio. “O Clube de Autores foi uma alternativa simples, ágil e com excelente atendimento para esclarecer eventuais dúvidas no processo,” conta. 

Saiba mais sobre momentos estratégicos para lançar uma obra.

O jornalista, que já pensa em publicar outras obras, conta ainda que a experiência de lançar um livro é marcante. “Fica um sentimento de realização por ter finalizado um projeto que consumiu tantas horas de trabalho”, completa.

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