Os top 10 livros independentes de outubro e novembro/ 2019

Quais são os livros independentes que mais estão dando o que falar?

Sempre fazemos um levantamento dos livros que mais se destacam aqui, no Clube de Autores. O motivo é simples: autores independentes precisam de referência, de exemplos de outros casos semelhantes aos seus e que, por algum motivo, se destacaram.

É claro que o livro em si não é o suficiente para garantir sucesso. Já falamos incontáveis vezes aqui no blog que um livro é como um produto e que, portanto, precisa ser bem trabalhado e bem divulgado para que tenha sucesso. Apenas para citar exemplos básicos: quase todos os livros que já ingressaram essa lista têm ISBN (caso contrário não seriam distribuídos nas livrarias que trabalham com autores independentes e, portanto, veriam suas chances de sucesso reduzidíssimas); todos têm uma capa sedutora; uma sinopse interessante; autores engajados, ativos em trabalhar a divulgação; e assim por diante.

Ainda assim, essas referências servem como base: são títulos dos mais diversos assuntos que conseguiram capturar a atenção de seus leitores.

E quais são, afinal, os livros que mais se destacaram nesse período? Clique aqui ou na imagem abaixo para ver!

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Inspire-se com um dos maiores escritores do Brasil

Escrever um livro de sucesso vai além de dominar técnicas literárias. É preciso, por exemplo, ter referências – muitas referências que sirvam como inspiração intensa, rica, que dê ao autor parâmetros claros de como ele pode usar o próprio idioma como um dos elementos de sua narrativa.

Já falamos inúmeras vezes aqui: não há como ser um bom escritor sem que você seja um bom leitor.

Escrever um livro, afinal, é mais do que escrever uma história: é reinventar a própria língua.

E, no Brasil, um dos maiores mestres se chama Manoel de Barros. Colocamos um vídeo dele abaixo para que sirva de inspiração a todos. Mas recomendamos – é claro – que corram até a livraria mais próxima e comprem um, dois, muitos dos seus belíssimos títulos.

Quer inspiração para escrever uma história incrível? Manoel de Barros pode ser a dose ideal.

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Como ensinar a crianças o amor pela literatura

Não há presente melhor para uma criança do que toda a sabedoria do mundo em forma de páginas

Dia das Crianças, Natal, aniversários: datas para darmos presentes a crianças não faltam. Mas o grande problema é que, como sociedade, quase sempre acabamos encarando presentes como “bens” que devem ser dados aos filhos (ou sobrinhos ou netos) por conta de alguma ocasião específica.

E veja: não quero menosprezar aqui nenhum tipo de brinquedo ou roupa ou qualquer coisa. Mas o fato é que, de todos os presentes possíveis, há apenas um que realmente abre as portas do mundo para as crianças: o livro.

E, se você é um escritor, então entende mais que qualquer humano comum o valor que a literatura tem para formar o espírito, a alma de qualquer criança.

Ensinar amor pela literatura significa formar contadores de história

Quando eu era pequeno, aprendi que há milagres em cada livro em rodas de histórias contadas por uma velha bibliotecária em minha escola. À época, aquela uma hora duas vezes por semana era a única, praticamente, que me empurrava para fora da realidade e para universos feitos de fantasias.

Hoje, claro, o mundo é bem diferente – e tentar forçar métodos de ontem para crianças de hoje dificilmente dará algum resultado.

Abro aqui um parêntese: há os saudosistas incuráveis, aqueles que crêem que se crianças não jogarem gude ou se cederem às seduções da Internet e do vídeo-game estarão invariavelmente fadadas a um futuro sombrio e solitário. Não me incluo entre esses. Ao contrário: sempre acreditei que a maneira mais saudável de criar filhos é justamente contextualizar os valores que queremos que eles tenham na realidade que os cerca. Eliminar os impulsos da era da informação é, para mim, o mesmo que formar um ser do século XIX para, no futuro, inadvertidamente catapultá-lo para o século XXI – uma receita que dificilmente dará resultados positivos.

Mas isso é outro assunto. Por hora, voltemos ao mundo das histórias para crianças.

A linha entre realidade e fantasia em nossos dias

Crianças hoje não vivem mais naquele obscurantismo praticamente medieval que cercava a humanidade até poucas décadas atrás. Sim: a mesma roda de histórias que me encantava quando eu tinha 5 ou 6 anos encanta também a minha filha em sua escola hoje – mas de forma diferente.

Na minha infância, a história do João, do Pedro ou da Maria eram a história do João, do Pedro ou da Maria. Ou seja: havia uma linha nítida que separava fantasia de realidade, uma linha tão inquestionável que ela tinha data e hora para se materializar.

Hoje, os gatilhos para fantasias são tantos que as linhas se atenuaram. Hoje, há como mergulhar em milhares de desenhos animados 24 horas por dia, há como se escolher dentre uma infinidade de opções as brincadeiras desejadas e há como se misturar fantasia com realidade a qualquer instante.

Se eu tiver que isolar uma diferença entre os universos infantis da década de 80 e de hoje, afinal, eu diria que é essa:  há tanta fantasia cercando crianças hoje, e de maneira tão intensamente sob demanda, que pode-se dizer que a dificuldade não está em fazê-las amar a literatura e sim em fazê-las se aprofundar mais em cada história.

Explico-me melhor: no longínquo passado de décadas atrás, as opções eram tão parcas que, para melhor aproveitar o tempo, as crianças acabavam buscando toda uma densa intimidade com os poucos personagens infantis à disposição.

Hoje não há apenas Pedrinho e Narizinho, João e o Pé de Feijão e esses seres de antigamente: há Peppas, Lunas, Mashas e todo um universo Pollys com vida própria que surgem e desaparecem nos labirintos do Youtube. Há tantas histórias e personagens que a possibilidade de uma criança se aprofundar em uma delas, colhendo os ensinamentos que sempre moram em suas páginas, é cada vez mais difícil. Em outras palavras: a superfície é tão sedutora, imensa e bela que mergulhos aprofundados acabam se fazendo raros. Raríssimos.

Voltemos, pois, à pergunta que abriu este post: como ensinar o amor à literatura para crianças?

Respondo apegando-me ao puro e inegável empirismo: emprestando à literatura um pouco do universo real da criança e usando este universo como maneira de seduzi-la para as profundezas de cada livro.

Sim, pode-se contar a história de uma avó maluca que amava fazer doideiras com a neta (sendo esta uma das histórias preferidas da minha filha). Mas e se a avó tivesse o mesmo nome da avó real – ou se a neta tivesse o mesmo nome da criança? E se, em uma história envolvendo um grande grupo de crianças, muitas tivessem os nomes de colegas reais?

Faça esse teste em casa.

Eu fiz. O resultado foi impressionante: de repente, aquele momento com o livro aberto passou a se diferenciar de todos: foi o único em que realidade e fantasia se mesclaram não apenas na imaginação, mas também nas páginas de um livro.

Foi, também, o momento em que os olhos das minhas filhas mais ficaram esbugalhados, que as atenções mais ficaram extremada e que as curiosidades mais foram aguçadas.

Para mim, o amor pela literatura se mede por esses três elementos: o estado dos olhos, da atenção e da curiosidade. Se todos permanecerem em estado de pura adrenalina é porque a receita está funcionando.

Imaginar faz parte de aprender a ler

Uma das características que mais difere um livro de, digamos, um filme, é que no primeiro a participação ativa do “receptor da história” é fundamental. Em um filme, personagens e cenários já aparecem imaginados por alguém: nomes já têm rostos, lugares já tem cores e, para nós, basta nos acomodarmos na adrenalina do que acontecerá depois.

No livro é diferente. No livro, o próprio leitor precisa construir rostos e paisagens em sua mente a partir de uma costura entre o que foi escrito e o que ele tem de referencial armazenado em seu cérebro. Saber imaginar, portanto, é fundamental para se saber ler bem.

E o que pode instigar a criança ainda mais nesse aspecto? A mudança de papel.

E se a própria criança tiver a incumbência de criar uma história, de escrever ou desenhar uma narrativa para, depois, contá-la ao adulto?

Essa inversão de papéis pode ser importantíssima para o seu desenvolvimento.

Por que tudo isso importa?

O que mais nos diferencia de outros animais é justamente a nossa capacidade de contar histórias. Apenas nós, humanos, conseguimos encapsular passado, presente e futuro e, de alguma maneira, tecer linhas narrativas que permitam que as mentes dos nossos pares atravessem qualquer tipo de barreira imposta pelo Tempo em si.

E não há nenhuma, absolutamente nenhuma profissão que não dependa disso. Um bom vendedor é aquele que consegue contar uma boa história para o seu cliente; um bom médico é aquele que consegue interpretar fatos e usá-los para tecer novos “capítulos” a partir de tratamentos que julgar necessários; um bom advogado é aquele que consegue construir uma narrativa forte o suficiente para convencer juízes; e assim por diante.

O que fazemos quando ensinamos nossas crianças a imaginar e criar histórias? Preparamos cada uma delas para que escrevam as suas vidas da maneira que preferirem.

Quer presente melhor que esse?

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Como fazer seu livro vender bem?

Basta escrever uma boa história para se transformar em um best-seller?

A resposta curta para a pergunta acima é: não. Ou melhor: não, de forma alguma.

Não é que uma boa história não seja importante: ele continua sendo absolutamente fundamental para o sucesso de qualquer livro. É muito, muito difícil ver um livro de sucesso cuja narrativa não seja bem construída, fluida, que não engaje o leitor de alguma maneira.

A questão é que “só” ter uma boa história, em nossos tempos, não basta mais.

Já fizemos um post entrando a fundo nessa questão e incluindo métodos importantes como leitura crítica, revisão etc. – e recomendamos que veja clicando aqui. Mas queria fazer aqui uma abordagem mais… digamos… prática.

Para um livro ter sucesso, ele precisa essencialmente de três ingredientes:

  1. Conteúdo de qualidade
  2. Acabamento profissional
  3. Divulgação

Conteúdo de qualidade

Entenda a palavra “qualidade”, aqui, com a devida abstração. Um livro de qualidade não é um livro que agrade todo mundo – até porque isso é essencialmente impossível.

Um livro de qualidade é aquele que reuna, em sua narrativa, todos os elementos necessários para agradar o seu próprio público-alvo, a fatia de leitores que gostem do tipo de literatura em que ele se encaixar.

E como se consegue construir isso?

Temos alguns posts que podem te ajudar nesse sentido. O primeiro, com dicas sobre como escrever um bom livro, pode ser visto clicando aqui.

Mas a grande questão é que, às vezes, o autor pode estar confiante na sua obra – mas ela pode, ainda assim, estar ruim, com a narrativa truncada, carecendo estrutura. como resolver isso?

Com uma etapa fundamental chamada leitura crítica.

Ela basta? Não. Porque a leitura crítica abordará a qualidade da narrativa – mas não a do português. Acredite: o uso correto do português é fundamental para o sucesso de qualquer obra. Nesse sentido, recomendamos ler o post sobre revisão gramatical e ortográfica aqui.

Feito o processo de escrita e revisão, a história em si já poderá estar pronta. Mas, como já dissemos, isso não é o suficiente.

Acabamento profissional

Sim, um livro precisa de distribuição. Sim, um livro vende pela capa. Sim, se você deixar cada página com uma fonte minúscula, o leitor terá preguiça de continuar além das primeiras páginas.

Isso tudo significa que caberá a você garantir que seu livro seja um “produto” bem acabado. Como?

A capa deve ser bem feita, linda, capaz de seduzir qualquer leitor.

Internamente, o livro deve ser diagramado de maneira a realmente proporcionar uma experiência de leitura interessante.

O livro deve estar disponível em formato impresso (que hoje corresponde a quase 97% das vendas no Brasil) e eletrônico (e no formato correto, o ePub).

O preço deve ser bem pensado, bem estruturado.

E, sobretudo, o livro deve ter o ISBN. Por que? Porque, sem o ISBN, você simplesmente não conseguirá aproveitar uma das maiores vantagens do Clube de Autores: a distribuição pelas maiores livrarias do país.

Sim, há muito o que fazer – mas ninguém disse que escrever um livro seria algo fácil. Mas há mais.

Divulgação

Mesmo com uma história excelente em um produto perfeito, falta ainda o terceiro ingrediente: a divulgação.

E. aqui, são poucas as receitas de bolo: cada autor deve bolar a sua própria estratégia de divulgação.

Mas temos um material que pode ser útil: esse guia com as melhores práticas para se divulgar o seu livro.

E agora?

Agora vem a parte fácil: publicar e acompanhar os resultados. A publicação no Clube de Autores, além de simples e gratuita, é a única que garante distribuição nas maiores livrarias do Brasil e vendas internacionais.

Quer aproveitar isso? Então publique seu livro no Clube de Autores!

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Promoção: todos os impressos com até 25% de desconto!

Desde hoje, dia 7, até o dia 14, todos os impressos do Clube estarão com desconto de até 25%!

Vamos às regras:

1) Todas as obras impressas publicadas no Clube já estão incluídas na promoção;

2) Os descontos variam de acordo com a paginação de cada obra (sendo, portanto, diferente para cada uma);

3) Os descontos não abrangem os direitos autorais. Ou seja: independentemente do montante cortado no preço, os direitos autorais permanecem rigorosamente os mesmos e os autores não serão prejudicados em nenhum aspecto. Caso queiram ampliar as quedas de preço no período mexendo nos direitos autorais, os próprios autores deverão fazê-lo indo a Sua Conta > Livros Publicados, clicando em “gerenciar” e em “editar direito autoral”.

4) O desconto durará até o final da segunda, 14/10!

Boas vendas e bons presentes!!!

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