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5 coisas que todo escritor iniciante precisa saber

Para começar, vamos alinhar as expectativas:

  • Ninguém nasce com o “dom da escrita”, destinado a fazer sucesso no mercado literário e pronto, mágica!
  • Criatividade não é suficiente para criar boas histórias.
  • Bom conhecimento da língua portuguesa não faz de uma pessoa autoridade no assunto.
  • Sempre há tempo para aprender. 

Tudo isso parece clichê (e realmente é), mas precisa ser dito. É importante desmistificarmos a ideia de que escritores são pessoas excêntricas, que vivem em montanhas, utilizam máquinas de escrever por puro charme, acordam no meio da noite com ideias brilhantes para finalizar um capítulo e são capazes de transformar qualquer coisa em poesia.

Qualquer pessoa pode escrever. De pijama, durante o almoço no trabalho, na fila pra comprar pão ou durante uma tarde de dormingo. Não existe concurso ou prova de múltipla escolha: apenas dedicação e muita prática. 

Por isso, se você está começando a se aventurar neste universo mágico da escrita, preparamos uma lista com 5 coisas que você precisa saber antes de embarcar:

Dicas do Clube de Autores para escitores iniciantes:

  1. Ler é mesmo tão importante quanto seus professores te disseram: só escreve bem quem está íntimo das palavras. A leitura nos ajuda a conhecer diferentes formas de conduzir uma narrativa e nos ensina a dar sentido às frases. Quanto mais lemos, mais críticos nos tornamos – com os outros e com nosso próprio trabalho. E a autoavaliação é fundamental para continuarmos evoluindo.

  2. É necessário sair da bolha: muitos brasileiros têm a síndrome do colonizado. Trata-se da falta de apreço por tudo que é nativo do país e a supervalorização do que vem de fora. Outros, preferem a regionalização e não exploram produções de outros cantos do mundo. Seja qual for o caso, as duas formas de pensar limitam o conhecimento e criam uma bolha ao nosso redor. Para escrever bem, é importante buscar referências, navegar por mares diferentes e se interessar por culturas desconhecidas. Tudo isso enriquece o repertório e estimula a criatividade.

  3. A autocritica é necessária, mas sempre com limites. Todo escritor compara sua obra com a de outros autores. Nosso texto nunca parece tão bom quanto o de escritores já consagrados. Por isso, pegue leve com você e não faça da sua mente sua pior inimiga. Lembre-se que, com o tempo, tudo se tornará mais natural.

  4. Alimentação, descanso e hábitos saudáveis têm influência direta na qualidade do que produzimos. Nem é preciso dizer que tentar escrever após uma noite mal dormida pode ser receita para o fracasso. A não ser que você seja do tipo que transforma a dor em arte, prefira dedicar-se às palavras quando estiver descansado e se sentindo produtivo. 

  5. Sem rotina, não há progresso. Para se tornar um grande escritor é preciso muita prática e ela vem acompanhada de disciplina. Se você tentar escrever um livro uma vez a cada dois anos e desistir sempre que chegar na décima página, certamente precisará recomeçar a cada nova tentativa. Escrever não é como andar de bicicleta: sem prática não há garantias de que você continue de onde parou. Crie uma rotina e exercite sua escrita. Com o tempo, tudo se tornará mais simples e as frases fluirão com maior facilidade.

E você, tem alguma dica dica para quem está começando a escrever? Deixe seu comentário abaixo! ;)

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Períodos estratégicos para divulgar seu livro

Você sabe como fazer pão caseiro? 
Ou melhor, você conhece uma receita simples e rápida de assar um pão em casa?

Independentemente da resposta, você deve estar se perguntando que tipo de introdução é esta, e o que ela está fazendo no texto de um blog sobre livros. Mas fique tranquilo, tudo fará sentido nas próximas linhas!

Mas vamos voltar para os pães…

Grande parte dos brasileiros consome pão diariamente. Alguns preferem comprar na padaria perto do trabalho, outros escolhem o seu na prateleira de um mercado no final de semana. Nenhuma novidade até aqui. 

Mas no meio do caminho demos de cara com o coronavírus, e com ele, o isolamento social, a ressignificação de atividades antes consideradas indispensáveis e os novos hábitos de consumo. 

Para se proteger e manter os hábitos alimentares, as receitas caseiras ganharam destaque na internet. Em paralelo, comportamento semelhante também apareceu como forma de passar um tempo de qualidade dentro da própria casa. Afinal, cozinhar é um hobbie bastante popular. 

E para provar que o interesse por fazer o próprio pão aumentou nas últimas semanas, basta olharmos para os tendências de busca no Google: 

Buscas contendo “máquina de pão”

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Buscas com “como fazer pão”

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Buscas por “receita de pão”

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Fonte: Google Trends

Ok, mas o que tudo isso tem a ver com livros, afinal? 

Nem só de ficção e biografias sobrevive o universo literário. 

Obras sobre culinária certamente têm um papel importante na vida dos brasileiros e os livros de receita continuam sendo fundamentais, mesmo com o advento da internet.

Aqui no Clube, já foram publicados centenas de livros deste gênero, ensinando o passo a passo de preparação de todo o tipo de refeição. E seguindo as tendências sociais, a procura por esse formato aumenta em determinados períodos do ano.

Por exemplo, no Natal, pesquisas por “receitas de bolacha natalina” entram alta. Em julho, quentão e bolo de milho não podem faltar. Já em janeiro, é a vez de sorvetes, picolés, sucos de fruta e todo o tipo de comida refrescante. 

Por isso, não ficamos nenhum pouco surpresos ao acessar o site do Clube de Autores nesta semana e perceber que não apenas um, mas dois volumes de livros com receitas de pão caseiro de máquina estavam entre os mais vendidos da semana. 

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As duas obras são de autoria de Mauricio de L. Rodrigues. A primeira, publicada em 2013, apresenta 350 receitas para máquina de fazer pão. Já o segundo volume, publicado em 2015, traz mais 150 novidades para completar o repertório.

Como escrever um livro de receitas?

O destaque dos livros não aconteceu do dia para a noite e a qualidade de ambos os volumes não pode ser questionada. Haja criatividade para mais de 500 receitas diferentes! Apesar disso, não podemos deixar passar a importância de saber aproveitar o surgimento das tendências de busca e consumo na divulgação de livros

Por isso, separamos algumas dicas de como utilizar a sazonalidade a favor da divulgação do seu livro. Confira:

Conheça bem o calendário

O calendário de datas comemorativas é bastante diverso e vai muito além de carnaval, Festa Junina e Natal. Todo dia é dia de comemorar alguma coisa, seja uma profissão, um acontecimento com menor destaque ou uma pessoa.

É claro que feriados nacionais sempre terão mais visibilidade, mas a competição pela atenção de leitores também será maior. Vale olhar com carinho para períodos não tão explorados no mercado literário.

Identifique potenciais oportunidades

Sua obra combina com algum período específico do ano? Ou então, você pode utilizar alguma data comemorativa como gatilho para despertar interesse de compra? Conhecendo o calendário e o público-alvo do seu livro, fica mais fácil encontrar oportunidades de marketing pessoal.

Veja alguns exemplos:

  • Um livro com uma história macabra pode ser associado ao Dia das Bruxas;
  • Uma obra de desenvolvimento pessoal pode ajudar a criar as metas de ano novo;
  • Livros didáticos podem ganhar destaque durante a preparação para o vestibular;
  • Histórias feministas são excelentes presentes de dia da mulher ou dia das mães. 

Invista na divulgação nos períodos mais estratégicos

Muitas vezes, seu livro poderá ser uma escolha assertiva em mais de um período do ano, basta saber observar o comportamento dos leitores. Sempre que uma oportunidade surgir, considere aumentar o investimento – seja patrocinando conteúdos nas redes sociais, participando de eventos, divulgando entre amigos etc.

Escolha os canais certos 

Decidiu apostar no dia das mães? Lembre-se de quem compra os presentes!

Um jovem adulto provavelmente estará conectado nas redes sociais. Já um filho mais maduro talvez prefira as lojas físicas. É fundamental que sua obra esteja nas prateleiras? Talvez seja necessário manter um pequeno estoque em sua casa? Enfim! Escolher o canal mais adequado faz toda a diferença no resultado da campanha. 

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Sabe aquela sensação que fica depois de ler um texto incrível, com frases bem costuradas e palavras que você nunca havia pensado em colocar lado a lado, mas que ficaram tão bonitas juntas a ponto de te fazerem parar por alguns segundos e suspirar, maravilhado? 

Pois bem, elas não foram parar ali por acaso e provavelmente não foram escritas por uma mente brilhante que nunca se aventurou no universo literário. Bons conteúdos existem por conta da prática! Ou você acha que os jornalistas dos maiores veículos do Brasil já nasceram sabendo entrevistar e escrever reportagens? 

Dito isso, fica mais fácil admitir que todos precisamos de um pouquinho de paciência e muita persistência para melhorar cada vez mais nossas produções. É claro que a criatividade e a bagagem de cada autor têm muito peso na hora de escrever, mas isso não significa que não chegaremos lá um dia. 

Por isso, separamos algumas dicas para te ajudar a praticar e melhorar sua escrita. Confira!

Leia muito

O clichê “você só será um bom escritor se for um bom leitor” também se aplica neste caso. Quem lê muito, tem maior facilidade em construir frases gramaticalmente corretas e coesas. Não é necessário ser um grande poeta para escrever um bom texto: a organização e a forma como uma história é contada tem grande influência no resultado final.

Além disso, a partir da leitura conhecemos outras formas de escrever um mesmo texto – cada autor possui estilos diferentes e trará inspirações para sua mente criar seus próprios conteúdos. Por tanto, leia. E leia muito!

Use as redes sociais como palco

Precisando enviar um e-mail para responder uma dúvida do cliente? Ou então, quer publicar uma foto no Instagram e precisa de uma legenda criativa? Use esses espaços do dia a dia para treinar sua escrita e observe com cuidado como utiliza vírgulas e pontos de exclamação, por exemplo.

Muitas vezes somos “viciados” em certos recursos textuais e nem nos damos conta – por isso aproveitar esses espaços em que temos maior liberdade para testar e olhar com atenção os nossos hábitos pode ser muito recompensador!

Pratique diferentes formatos

Você diz que não escreve poemas. Mas quantas vezes você de fato tentou? Esse mesmo pré-conceito vale para todos os formatos: fábulas, crônicas, textos de opinião, romances curtos… enfim! Treinar sua escrita com formatos diferentes pode ajudá-lo a “sair da caixa” e explorar novos caminhos literários. Além disso, esse hábito garante que você não será bom em escrever um único tipo de texto, por isso o conselho é: saia da sua zona de conforto!

Peça para que outras pessoas critiquem seu texto

Que tal escrever algo e pedir para que uma pessoa próxima (ou até mesmo distante) avalie o que você criou? Peça para que destaquem pontos positivos e negativos, tanto no enredo quanto na formulação das frases. Às vezes, um trecho que parece óbvio para o autor, fica um pouco confuso para alguém de fora.

Ter um par de olhos diferente revisando sua escrita também pode ajudar na identificação dos “vícios” citados anteriormente. Quem sabe o que pode surgir a partir de uma crítica construtiva, não é mesmo? 

Leia seu texto em voz alta e grave o áudio

Sabe quando você envia um áudio por WhatsApp e escuta depois? A voz parece estranha, percebemos que falamos “e daí…”, “tipo….”, “enfim…” várias vezes e até nos achamos um pouco chatos. A mesma auto avaliação pode servir para o conteúdo que você escreve.

Esse recurso é excelente, inclusive, para encontrar erros ou ter ideias de como melhorar o texto. Quando lemos em voz alta, encontramos frases longas que precisam ser pontuadas, palavras estranhas que não combinam umas com as outras, termos muito difíceis e que podem ser substituídos. 

Você também pode enviar este áudio para amigos escutarem e opinarem sem ter o texto em mãos. Assim você garante que tudo está coerente de verdade. 

E você, quais estratégias utiliza para melhorar sua escrita? Conta pra gente nos comentários!

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Como transformar seu blog em um livro?

Muitos escritores utilizam blogs como canal para publicar suas histórias, sejam reais ou ficção. Sem dúvidas, é um espaço incrível para praticar a escrita e compartilhar tudo o que normalmente ficaria guardado em alguma pasta do computador. 

Manter um blog exige disciplina e criatividade – exatamente as mesmas habilidades que um autor de livro precisa. A melhor parte é que os dois formatos podem caminhar em paralelo e nem é necessário criar conteúdos do zero para transformar um blog em um livro, Afinal, sempre é possível reciclar o que já foi escrito, reorganizar e complementar.

Quais as vantagens de adaptar conteúdos de um blog para um livro?

  1. É mais rápido revisar e preencher as lacunas do que criar uma obra do zero; 
  2. Não é necessário começar uma pesquisa: a maior parte do que você publicará já está pronto, basta revisar. Além disso, por ter escrito anteriormente sobre o tema, você já conhece bastante o assunto, facilitando muito o processo;
  3. A não ser que seu blog já seja muito popular, escrever na internet nem sempre garante retorno financeiro. Um livro pode ser uma alternativa para monetizar todo esse trabalho;
  4. Se você planeja continuar com o blog por muito tempo, lançar um livro pode ser uma forma de trazer mais acesso às publicações, divulgar seu nome e descolar parcerias.

Aliás, o próprio Clube de Autores lançou, em 2019, uma obra baseada nos conteúdos deste blog. Ele foi roteirizado e escrito em um final de semana, para que fosse publicado no Dia do Escritor. A obra apresenta 75 dicas para escrever um livro e está disponível para compra no site.

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Como adaptar o conteúdo online para o formato livro? 

Crie um roteiro

Antes de juntar o conteúdo, crie uma pauta com a ordem das informações. Comece com os temas introdutórios e lembre-se de construir uma sequência lógica. Caso seja necessário, acrescente recortes que não foram abordados no blog, mas que serão fundamentais para que o leitor compreenda o assunto de forma completa. Você poderá escrever essa parte mais tarde! 

Tenha sempre em mente que cada post precisará estar relacionado ao anterior, diferentemente do blog, em que cada publicação pode ser lida de forma isolada. Lembre-se também de considerar introdução, agradecimentos, prefácio, contracapa e outros elementos importantes para um livro. 

Classifique todas as publicações e observe as lacunas

Depois de roteirizar, organize todas as publicações do blog para encaixá-las em cada parte da sequência que você planejou. Fique tranquilo se inicialmente elas não se conectarem com facilidade, você poderá fazer isso depois. 

Essa etapa é fundamental para mensurar o esforço que você terá para de fato produzir textos originais. Após classificar tudo, observe os espaços em branco e planeje como preenchê-los.

Crie, revise e reescreva

Agora que tudo já está organizado, é hora de começar a dar forma ao seu livro. Comece pelos primeiros capítulos, apresente o tema e crie conexões entre cada conteúdo, preenchendo todos os buracos encontrados anteriormente. Pesquise e escreva o que for necessário e reescreva tudo o que não fizer sentido para a obra. 

Vale também observar a linguagem: na internet, podemos utilizar um tom de voz mais informal e recursos não disponíveis no meio impresso como vídeos, gráficos interativos ou hiperlinks. Tudo isso precisará ser revisado, afinal, soaria um pouco estranho pedir para o leitor “clicar aqui” em um livro físico, né?

Dica extra: 

Lembre-se que seus textos já foram disponibilizados em outro lugar. Conte sobre esse processo para o leitor, explique as motivações para escrever um livro, como surgiu o blog e também as mudanças feitas no conteúdo durante a adaptação. 

Quem sabe você tenha escrito algo há cinco anos e, durante a revisão, percebeu que não concorda mais com o que falou – isso tudo pode entrar na obra! Além disso, é uma forma “neutra” de divulgar seu trabalho online, sem forçar uma propaganda. 

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Como ser disciplinado para escrever?

Você senta, liga o computador, toma um gole de café quentinho e está pronto para escrever. As primeiras palavras até fluem, mas logo tudo perde o sentido e qualquer coisa parece mais interessante do que ser criativo e lembrar da concordância gramatical. 

  • Olha, uma mosca…
  • Será que esse risco na parede sempre esteve aqui?
  • Vou dar só uma olhadinha no Instagram…
  • Ai que vontade de lavar a louça! 

15 minutos depois você cancela tudo, volta para o sofá, liga sua série favorita e promete: “amanhã eu tento de novo… hoje não estava inspirado…”. Só que amanhã você lembrará que precisa tirar pó da estante, limpar a caixa de areia do gato ou sonhar acordado com o dia da publicação do seu livro. 

Se toda essa sequência de procrastinação te parece familiar, fique tranquilo. Separamos algumas dicas para ajudá-lo a ter mais disciplina na produção da sua obra! Vamos lá?

Dicas para parar de procrastinar e escrever seu livro:

Crie um cronograma

A não ser que tenha largado tudo e ido para uma montanha da Suíça, você com certeza tem tarefas a cumprir e não pode se dedicar 8h por dia ao universo literário. E está tudo bem, de verdade.

Por isso, é importante criar uma rotina e fazer pequenos combinados consigo mesmo. Observe sua semana e escolha os dias de maior tranquilidade – coloque na agenda, no celular, avise os amigos mais próximos: você tem encontro marcado com sua escrita. 

Se for possível, reserve de dois a três dias da semana para trabalhar nisso, ok? Assim você não fica muito tempo longe das teclas!

Não use o celular durante a produção

Existem vários aplicativos de bloqueio temporário do celular – você define o tempo que deseja focar em outra atividade e ele impede seu acesso até que esse combinado seja concluído. Mas se você consegue seguir suas próprias regras, nem é necessário baixar apps: mantenha seu smartphone em modo avião e só volte a dar atenção a ele depois de concluir sua tarefa. 

Faça pausas curtas

Se você planejou escrever por duas horas seguidas, seu cérebro terá vontade de escapar pelo menos 46 vezes durante este período (ou mais!).

Por isso, combine com ele: “a cada 45 muitos, nós vamos dar uma voltinha, pegar um suco, olhar pela sacada… mas depois de 5 minutos voltamos a todo vapor”. Essa prática ajuda, porque você sabe exatamente quando parar, evitando a procrastinação disfarçada de muitas idas e vindas à cozinha, por exemplo.

Fure o bloqueio criativo

Tem dias que não estamos dispostos ou as ideias simplesmente não vêm, né? Mesmo assim, é importante não fugir do cronograma. Você pode escrever uma crônica, um diário pessoal do seu personagem principal, um poema… enfim! É importante não tirar folgas para que a rotina se estabeleça com maior facilidade. Assim, você evita encontrar desculpas futuras porque sabe que, mesmo quando você não estiver disposto a escrever seu livro, ainda terá que praticar – ainda que escolha outros formatos.

E aí, o que achou das dicas? 
Para saber mais sobre como começar a escrever um livro, veja nosso guia!

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