crianças lendo livro de contos

O que é e como escrever um conto encantador?

Você já deve ter ouvido falar na expressão “quem conta um conto aumenta um ponto”.

Ela tem fundamento na história da criação dos contos, que eram passados de pai para filho por gerações. Obviamente, a memória e o tempo vivido por cada pessoa acabava incluindo algumas alterações na história – até que alguém teve a ideia de começar a registrar os contos verbais de maneira escrita. 

Mas, afinal, você sabe o que é um conto? Existe diferença entre conto crônica e poema? Por que escrever um conto é diferente de escrever um romance?

Essas perguntas parecem simples mas nem todo escritor consegue responder. Isso porque o conto é uma modalidade de escrita que ainda gera controvérsias. 

O que é um conto?

Conto é uma narrativa de ficção geralmente com poucos personagens e de forma menos profunda que nos romances. Esse tipo de texto também é mais curto que os romances.

O mesmo acontece com reviravoltas e acontecimentos tensos citados aos montes em um romance – o conto, normalmente, não aprofunda tantas questões (incluindo tempo e espaço) e possui apenas um clímax. 

Curiosidade: O conto tem conquistado seu lugar e prova disso é que, em 2013, o Prêmio Nobel da Literatura foi dado à “mestre contemporânea dos contos”. A escritora canadense Alice Munro possui 14 obras publicadas e é conhecida pela profundidade de seus textos!

Dicas para escrever contos

1. Leia contos

Essa é uma regra que se aplica a qualquer modalidade de escrita: ler é fundamental! Se você nunca leu um conto ou não se deparou com a grande variedade de estilos dessa modalidade de escrita, dificilmente vai conseguir escrever um texto com excelência. Procure revistas literárias, livros e outras fontes para se familiarizar. 

Dica de ouro: entre os autores de conto famosos que podem te inspirar neste incío estão Jorge Luís Borges, James Joyce, Nelson Rodrigues, Mário de Andrade, Kafka, Machado de Assis, Anton Tchekhov, Edgar Allan Poe, Julio Cortázar, Clarice Lispector, Lima Barreto, Virginia Woolf, Eça de Queirós, entre outros. 

2. Escreva muitos textos

Uma das grandes diferenças entre o conto, uma crônica ou um romance, por exemplo, é que ele é direto ao ponto.

A escrita criativa não precisa de tantos floreios e detalhes que não terão relevância direta no entendimento do conto ou no clímax da história. É como se você escrevesse uma história, lesse novamente e fizesse um resumo, apenas com os pontos mais importantes.

Para facilitar, pense em um lapso de tempo em que a história narrada acontece e organize toda a estrutura: exposição, narrativa, clímax e desfecho. Uma narrativa curta possui o tempo equivalente!

Escolha um tema, construa os personagens e conduza-os pelo enredo já focando no clímax da história.

3. Inspire-se nos ensinamentos de grandes cronistas

Não existe fórmula mágica mas o escritor americano Edgar Allan Poe considerava algumas características essenciais para escrever um conto: para ele, o tamanho do conto é fundamental e é preciso tomar cuidado para que ele não fique longo demais. O ideal seria que ele tivesse um tamanho suficiente para que pudesse ser lido de uma vez, sem pausas.

Além disso, ele defendia que o conto precisava ser bem elaborado, a ponto de despertar algum sentimento no leitor. Aqui vale pensar no ponto de vista em que a história está sendo contada (pelo personagem, por quem está de fora, por uma persona aleatória…) e qual é a força dessa narrativa. Você também pode brincar com o personagem para torná-lo relevante por este ponto de vista – quanto mais imprevisível for o que acontece com ele, melhor. 

O escritor argentino Júlio Cortázar dizia que um conto é uma verdadeira máquina de criar interesse. E ele estava certo. Crie conflitos ou situações que demonstrem um nível de tensão. Leitores adoram ser surpreendidos mas é importante tomar cuidado para não criar problemas demais e causar o efeito contrário: confusão na cabeça do leitor.

4. Planeje muito bem o final

Dedique tempo na criação do final – ele deve ser arrebatador. O clímax da história é o que vai ficar na cabeça do leitor e fazê-lo dizer se gostou do conto ou não. Muitas vezes, o escritor estrutura o conto já pensando na maneira que ele imagina o final e isso ajuda muito na condução dos fatos!

Se você começou uma história, mas ainda não sabe como irá terminá-la, invista um tempo para testar possibilidades!

aplicativo para escrever livro na tela do computador

5. Dê um título e revise seu conto

Há quem diga que o segredo do conto é manter um ar de mistério – inclusive no título. Títulos curtos e que não revelam o conteúdo do conto costumam ser instigantes. Mas não existe regra, é uma questão de feeling do autor.

Com o conteúdo pronto, é hora de uma das etapas mais importantes: a revisão da sua obra. Releia e corte o que achar necessário: se algo estiver detalhado demais ou for irrelevante para a compreensão do conto, é hora de tesourar o texto!

Ortografia, gramática e repetição de palavras são peneiradas nessa fase, para refinar o conteúdo final.

6. Envie seu conto para publicação

Depois de fazer todas as etapas anteriores, não há mais dúvidas de que o seu conto está pronto para ser lido por aí. E que tal em um livro?

No Clube de Autores, você pode reunir todos os seus contos para a publicação de um livro especial! E o melhor: de graça!

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Tipos de personagens segundários em livros: tudo sobre

Não é novidade pra ninguém que um bom personagem principal faz toda a diferença em um livro. Mas, a verdade é que todo personagem é muito importante e deve ser criado com o máximo de características possível para que você possa explorá-lo bem na narrativa. Personagens secundários, coadjuvantes e outros são fundamentais para dar mais consistência à jornada dos nossos heróis!

Por isso, preparamos um guia rápido com os principais tipos de personagens que podem fazer parte da sua obra. Confira!

Um universo além do personagem principal: tipos de personalidades

Personagem secundário

Para muitas pessoas, o personagem secundário é considerado sem importância na narrativa, já que interpretam como se ele participasse do enredo mas sem desempenhar um papel decisivo.

A verdade é que o personagem secundário também deve ser valorizado na ficção. Vamos dar um exemplo: no livro O Pequeno Príncipe, obviamente o protagonista é o jovem menino de cabelos dourados. Podemos considerar a raposa um personagem co-protagonista mas o que seria a rosa? E todos os outros personagens que ele encontra no caminho durante a sua jornada?

Isso mesmo, personagens secundários!

As reflexões que O Pequeno Príncipe traz não estão ligadas somente ao protagonista mas permeiam por todos os personagens e o ambiente ao redor deles. Não é porque são papeis de menor representatividade que não são importantes para a narrativa. 

Antagonista

O antagonista é o personagem que se contrapõe ao protagonista. Ele geralmente traz ou representa alguma possível reviravolta na narrativa como dificuldades, impedimentos, obstáculos ou ameaças, na tentativa de desviar o caminho do protagonista. Pode ser o vilão da história mas não é uma regra. 

Oponente

Ele pode ser considerado parceiro do antagonista, em uma relação parecida com a do protagonista e co-protagonista. A ligação entre os personagens pode ser por parentesco, mesmo ambiente de convívio ou outras ideias. 

Coadjuvante

É um personagem que faz parte do enredo e auxilia no desenrolar da narrativa mas não necessariamente seu papel está relacionado ao personagem principal. 

Figurante

Este sim é um personagem pouco utilizado. Por ter um papel menos significativo, sem relação com o enredo ou nenhum dos personagens. Ele tem a função apenas de “compor” o ambiente. Pode ser citado poucas vezes ou até apenas em uma única situação que o autor julgar relevante.

Existência de personagens na narrativa

Lembrando que os personagens são os seres atuantes na história mas eles podem ser muito diversos! O personagem pode ser um animal, uma pessoa, ou até mesmo um objeto, desde que apresente características humanas – como tantos que você conhece pelos clássicos da Disney em livros infantis. 

Confira alguns tipos de personagem:

  • Real ou histórica: os personagens existem (ou existiram) de verdade
  • Fictícia ou ficcional: os personagens não existem e são frutos da imaginação do autor. Neste caso, pode ser inspirado em pessoas reais
  • Real-ficcional: os personagens são reais, mas com personalidade fictícia
  • Ficcional-ficcional: os personagens são ficcionais dentro de obras de ficção
  • Ficcional-real: os personagens são ficcionais, mas que passam a existir no mundo real

Dicas para criação de personagens

Como você pôde perceber, existe um universo além do personagem principal e a maneira como eles serão aceitos depende do carinho com que você os cria.

Dê personalidade às suas criações! Escolha algumas características que façam com que o leitor se identifique ou pelo menos crie um laço afetivo com o personagem. Pode ser por uma história de vida, alguma característica física, tom de voz… 

Para que esses personagens fiquem na memória do leitor, você pode usar alguns recursos como associar a determinada ação ou lugar. No caso do Pequeno Príncipe, a rosa tem um lugar fixo e é descrito exatamente o que tem ao redor dela. Facilita a identificação e também a associação durante a leitura da história.

Tente relacionar os personagens secundários ao protagonista de alguma maneira! Essa interação entre os personagens é fundamental para o envolvimento da trama. Em uma história com muitos personagens, determine quais poderão ser esquecidos ou ter um papel de menor destaque – não existe regra mas você pode criar momentos para destacar ou ocultar determinados personagens. 

E aí, se inspirou? Então saiba como escrever e publicar o seu primeiro livro!

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Vozes verbais: o que você precisa saber

Infelizmente a criatividade não é o único requisito para narrar uma boa história. A forma como produzimos nossos textos influencia (e muito) na qualidade das obras.

Conhecer as diversas maneiras de conduzir frases e dar sentido às palavras é super importante! Para ajudá-lo nesta missão, preparamos um artigo dedicado à explicação e orientação de uso das vozes passiva, ativa e reflexiva. Confira! :)

Leia também: 5 dicas para melhorar sua escrita

O que são vozes verbais?

Vozes verbais são a relação entre sujeito e a ação do verbo. São elas que dão significado ao enunciado e ajustam o foco de cada frase.

Parece complexo, mas juro que não é! Confira os três tipos de vozes verbais abaixo.

O que é voz ativa?

A voz ativa coloca o sujeito do verbo em evidência. Ou seja, ocorre quando o sujeito agente (que pratica a ação) é o protagonista da frase.

Por exemplo:

  • A criança soltou a pipa;
  • O professor corrigirá as provas;
  • A mãe prefere tangerinas.

Nos exemplos acima, os sujeitos são: criança – professor – mãe; e a ação está presente nos verbos soltar – corrigir – gostar. Na voz ativa, a frase é construída a partir da seguinte lógica:

sijeito agente + verbo na voz ativa + continuação do predicado

O que é voz passiva?

A voz passiva é o contrário da voz ativa. Neste caso, o sujeito que sofre a ação (sujeito paciente) é que ganha destaque na frase. O sujeito agente (quem fez a ação) é adicionado ao restante do predicado e fica em segundo plano.

Podemos, ainda, dividir a voz passiva em sintética e análitica. Confira:

Passiva analítica

Além de trocar o sujeito agente e o sujeito paciente de lugar, é necessário adicionar uma preposição ligando verbo auxiliar + predicado. Já o verbo principal será conjugado no passado.

Exemplos:

  • A pipa foi solta pela criança;
  • As provas foram corrigidas pelo professor;
  • Tangerinas são preferidas pela mãe.

Nos exemplos, os verbos auxiliares e o verbo principal estão destacados. A ordem é a seguinte:

Sujeito paciente + verbo auxiliar e verbo principal na voz passiva + continuação do predicado

Passiva sintética

Para facilitar a definição, lembre-se do significado de sintética – ou seja, “resumida”, “abreviada”. Basicamente, é um formato passivo, só que reduzido. Assim fica fácil, né?

Esse formato é caracterizado pelo uso do pronome apassivador “se”. Ele ajuda a passar a ideia de que alguma coisa é ou está sendo feita por alguém.

Exemplos:

  • Pipas são soltas / Soltam-se pipa
  • Provas são corrigidas / Corrigem-se provas

Nas frases acima, a lógica é a seguinte:

Verbo principal na voz ativa + partícula apassivadora + sujeito paciente

O que é você reflexiva?

Por fim, a voz reflexiva ocorre quando o sujeito executa uma ação em si mesmo. Para facilitar, lembre-se dos espelhos, que utilizamos para ver nosso próprio rosto.

Nestes casos o sujeito é tanto agente como paciente, pois executa e sofre a ação do verbo.

Exemplos:

  • A criança filmou a si mesma / A criança se filmou
  • A mulher maquiou a si mesma / A mulher se maquiou

E aí, conseguiu entender a diferença na construção das frases?

Lembre-se que cada formato é recomendado para um tipo de narração. Por exemplo, se as provas forem o personagem da história, vale investir na voz passiva. Já quando o sujeito é o professor, é melhor utilizar a voz ativa :)

Deixe suas dúvidas nos comentários!

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Mão madura segurando foto de criança. O filtro tem tom envelhecido.

Como escrever a história da sua vida?

Em algum momento da vida acumulamos uma mala cheia de histórias que poderiam facilmente ser transformadas em livro.

Alguns já têm muita coisa para contar aos 25, 30, 40 anos. Outros, consideram-se experientes apenas aos 70. O tempo não passa da mesma forma para todo mundo, afinal, vivemos vidas diferentes e sentimos de formas únicas. E é justamente isso que torna cada história interessante (e dignas de serem compartilhadas).

Quer saber como escrever um livro sobre sua vida? Confira nossas dicas.

5 passos para escrever um livro sobre suas experiências pessoais:

1. Decida o foco do seu livro

Antes de sair escrevendo tudo o que lembrar sobre sua vida, escolha o que você quer compartilhar.

Se a ideia for narrar sua caminhada do nascimento até os dias de hoje, é importante selecionar alguns acontecimentos para que seja possível sintetizar tudo (o que nos leva ao tópico seguinte).

Agora, se existe algo específico que você gostaria de compartilhar, é preciso organizar os fatos para não deixar o leitor confuso. Entenda o que é relevante e como pode ser narrado para que faça sentido!

2. Faça um recorte dos principais acontecimentos

Depois de decidir o que você quer escrever, liste tudo o que precisa ser coberto: algumas informações são muito importantes para que você explique sentimentos, traumas e desdobramentos da sua vida. Lembre-se sempre que o leitor não está na sua cabeça e não vivenciou as mesmas experiências.

A dica aqui é criar uma espécie de sumário. Uma sequência lógica de acontecimentos que te ajude a manter a ordem ao longo da escrita.

3. Escolha um estilo narrativo

Como você imagina sua história sendo contada?

Decida o tempo verbal (passado, presente ou futuro). Pense também em como as informações serão organizadas. É possível começar falando sobre quem você é hoje e antecipando alguns pontos de forma breve, depois detalhar com mais precisão como tudo aconteceu e como você se sentiu.

O tipo de narração é fundamental para dar forma ao livro!

4. Dê personalidade à escrita

Cada pessoa tem um jeito único. Identifique quais são suas principais características e tende evidenciá-las em sua escrita. Expressões, gírias, forma de pensar… tudo isso é o que garante personalidade ao livro.

A parte boa é que você tem informações privilegiadas a seu respeito e se conhece melhor do que ninguém. Aproveite essa vantagem! Lembre-se que até mesmo a forma como você decide apresentar os fatos diz muito sobre como você pensa, por isso tire um tempinho especial para planejar e revisar esse tópico.

5. Peça feedbacks!

Sua história carrega seu ponto de vista, portanto, converse com seus amigos e familiares para capturar suas percepções sobre a versão de você que está sendo narrada.

Quando criança, por exemplo, não temos tantas memórias nítidas, então talvez seja preciso reconstruir algo. Já para histórias de amor, mostrar os dois lados da mesmo história pode tornar tudo mais interessante.

Por fim, antes de dar seu livro por finalizado, peça para outras pessoas lerem! Os feedbacks nos ajudam a entender se o que escrevemos faz sentido visto de fora. Aproveite as opiniões sinceras para melhorar ainda mais sua obra.

Depois de escrever e revisar, que tal publicar seu livro de forma independente? Confira nosso guia de autopublicação e saiba como!

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Proclamação da República: 5 livros para ler em novembro

Há muitos e muitos anos os cafeicultores do Oeste Paulista uniram-se aos militares e apoiaram o golpe que deu origem à República Brasileira. Marechal Deodoro foi, então, eleito indiretamente como o primeiro presidente do Brasil.

De 1989 pra cá, muita coisa aconteceu: renúncias, golpe militar, ditadura, ex-presidente preso, impeachment, corrupção e um desgoverno que se parece muito mais com um seriado do Netflix do que com a realidade.

Vivemos tempos distópicos e estamos cada vez mais desinformados (mesmo com informações circulando cada vez mais rápido). Mais um motivo para conhecer a história do nosso país e investigar o passado da democracia, buscando aprendizados e evitando que o passado se repita.

Por isso, em comemoração ao Dia da Proclamação da República (15 de novembro), preparamos uma lista de livros sobre o tema, publicados aqui no Clube de Autores. Confira!

5 livros sobre a república brasileira:

1. Estrutura Política na República

Autora: Gisele Finatti Baraglio
Sinopse: Para efetivamente analisar as práticas políticas preconizadas durante a República Velha (1889-1930) suas estruturas político, legislativa, não apenas sob a ótica econômica, embora não se possa furtar ao tema, e assim tentar reconhecer seus vestígios com o atual contexto político do Brasil, enfocando também a redemocratização do sistema político (1986 – 2012).

2. A República Velha

Autor: Frâncio Gosling Silva Mendonça
Sinopse: Denomina-se República Velha o período que vai da Proclamação da República (1889) à Revolução de (1930), À primeira parte desse período (1889-1894) dá-se o nome de República da Espada, em virtude de o governo presidencial encontrar-se nas mãos de militares (Deodoro e Floriano) marechais. E a partir de 1984, com a eleição de Prudente de Morais, temos o inicio da República das oligarquias, que durou até 1930, onde a maioria dos presidentes e demais políticos estavam ligados à monocultura do café.

3. Brasil: República Federativa

Autor: Israel Foguel
Sinopse: (…) A história da República Brasileira iniciou-se em 1889 com a Proclamação da República e acompanhou todo o período posterior, até o século XXI. A difusão dos ideais republicanos remonta ao período colonial, como durante a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana, no final do século XVIII.
República é uma palavra que descreve uma forma de governo em que o Chefe de Estado é eleito pelos representantes dos cidadãos ou pelos próprios cidadãos, e exerce a sua função durante um tempo limitado. Esta palavra deriva do latim “res publica”, expressão que pode ser traduzida como “assunto público”.
Neste livro vamos apresentar o início da república bem como a história de todos os 38 presidentes que o Brasil já teve dentro desta forma de governo.

4. O indígena na República Velha: as instituições de “proteção” no Rio Grande do Sul

Autor: Darni Pillar Bagolin
Sinopse: (…) Esta obra partiu de um trabalho feito com muita dedicação e empenho durante o curso de mestrado em História pelo PPGH – Programa de Pós-Graduação de História da UPF, Universidade de Passo Fundo, sob a orientação concluída em 2009 pelo Prof. Dr. Tau Golin e posteriormente determinadas passagens dessa dissertação deram origem como coautor, á um capítulo no livro Fazendo História Regional, com autores de diversas temáticas, através da Editora Méritos possibilitado por Charles Pimentel e equipe docente do curso na época.

5. Brasil: Colônia, Império e República

Com uma história que já perdura por mais de cinco séculos, o Brasil esbanja uma variedade geográfica e cultural riquíssima, hoje em dia, muito por conta de todos os capítulos que já foram contados e registrados. (…)

Através deste livro você faz um retorno a todos estes momentos históricos, com a biografia daqueles que estiveram no poder do Brasil, tanto no império quanto na república.

De 1500 até o impeachment de Dilma Rousself no dia 31 de agosto de 2016 (por 61 votos a favor e 20 votos contra).

E aí, o que achou das sugestões? Conta pra gente nos comentários! :)

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