Que ferramenta você deve utilizar para escrever seu livro?

Costumamos acreditar que livros são peças complexas, de um tipo de sofisticação além do alcance para meros mortais.

Vale desconstruir essa crença.

A complexidade e sofisticação de um livro – que, sim, obviamente existe – não está no formato, no acabamento: está no conteúdo.

Não que o acabamento não precise ser bem feito: livros sem uma boa capa, uma revisão bem feita e uma diagramação interessante tem chances muito, muito maiores de não performarem bem. Mas perceba que tudo isso – capa, diagramação, revisão – é um conjunto de serviços autorais que, da mesma maneira que o conteúdo do livro, depende muito mais do artista, do autor.

Sim, preste muita atenção a isso na seleção de um time perfeito para garantir um bom acabamento ao seu livro. Mas nada disso – absolutamente nada disso – tem a ver com ferramenta.

Que ferramenta você deve utilizar para escrever? Word, notepad ou qualquer outra que preferir.

Para fazer uma capa, caso seja você mesmo o capista? A que se sentir mais confortável.

Ou seja: não se prenda a ferramentas. Prenda-se ao resultado final delas, quaisquer que sejam.

Nesse sentido, vale conferir esse post aqui sobre como escrever um livro (e navegar também por outros posts e materiais ligados a ele).

De toda forma, o importante é: concentre-se no resultado final. É o resultado que deve importar, que deve ser próximo da perfeição. Os meios para chegar nele, as ferramentas, são essencialmente irrelevantes.

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Ricardo Almeida

Sou fundador e CEO do Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação do Brasil e que hoje responde por 27% de todos os livros anualmente publicados no país. Premiado como empreendedor mais inovador do mundo no segmento de publishing pela London Book Fair de 2014, sou também Key-Account Director da Brivia, escritor, triatleta e, acima de tudo, pai de família :)

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