Por que um bom livro é uma porta secreta?

A infância é surreal. Já comentei isso no post da quarta passada quando me alonguei, talvez mais do que o necessário, sobre como livros permitem que crianças criem mundos de acordo com as suas próprias e pessoalíssimas visões de mundo.

Nessa linha, vale muito conferir a palestra do autor Mac Barnett sobre a escrita que escapa das páginas abrindo todo um caminho para a imaginação:

 

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10 livros que falam sobre Carnaval

Pode até ser que nem todo mundo ame ou mesmo que a máxima de que “o ano no Brasil só começa depois do Carnaval” ainda seja verdade…. Mas é inegável que a festa do Momo seja uma das bases de toda a cultura brasileira.

Basta sair hoje, preferencialmente no final do dia, às ruas, e observar. O asfalto estará grudento com restos de cerveja quente e urina, o ar estará contaminado de feromônios, as faces contagiadas de sorrisos e os ouvidos impregnados de axé, frevo ou marchinhas as mais diversas. Em síntese: todo o país está devidamente teletransportado para um universo de fantasia, para as páginas de um livro inescrito, para um escapismo tão delicioso quanto inútil.

Entender o Carnaval é mais do que entender o brasileiro: é entender como a busca pela auto-ficção é tão determinante para as nossas vidas.

E, nessa toada, fico aqui com uma recomendação que achei na própria Web, mais precisamente no Coolturalblog: 10 livros que falam sobre o Carnaval.

Vale conferir a lista. Vale comprar. Vale ler. Vale mergulhar nas essências da festa do Momo.

Há oportunidade melhor para penetrar a fundo na mente de personagens fictícios reais?

(Para acessar a lista completa, clique aqui)

(Para testemunhar tudo de perto, não clique em lugar nenhum, feche o computador e vá pra rua!)

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Destaque da semana: O Diário do Dragão Escriba

Todos os autores (e muitos leitores) sempre criticam que, no Brasil, o hábito de leitura ainda é muito pouco difundido. Mas o que ninguém questiona é que esse hábito começa justamente na infância, quando crianças mergulham em um universo paralelo feito de letras e muita, muita imaginação. E essa é a proposta de O Diário do Dragão Escriba, de L. C. Louro, noss destaque da semana aqui no Clube.

Veja a sinopse:

Salamar é um simpático dragão dourado que precisa de ajuda para terminar o seu diário. Será que ele vai conseguir libertar seus amigos fantásticos do Carvalho de Merlin e pegar uma pena do Grifo para poder voltar a escrever? Isso vai depender da ajuda dos pequenos leitores deste livro que precisarão fazer feitiços, escrever encantamentos e treinar para se tornarem feiticeiros escribas de Avalon… Enfim, este livro é uma pequena e divertida contribuição para os professores,pais e educadores que queiram contornar obstáculos no ensino da caligrafia para crianças de seis a dez anos.

Quer conhecer melhor esse livro incrível? Então clique aqui, na imagem abaixo ou acesse diretamente o link http://clubedeautores.com.br/book/146637–O_diario_do_Dragao_Escriba

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Autor Marcelo Vinícius é destaque na imprensa baiana

No final do mês passado, Marcelo Vinícius, autor do livro O Escritor, foi entrevistado pelo portal Mais Bahia – um dos mais relevantes do estado.

O motivo foi a publicação foi justamente a sua obra que, com maestria, mescla realidade e ficção e permite uma jornada densa pela mente de um escritor. Confira na sinopse do livro, que pode ser visto clicando aqui ou no link https://clubedeautores.com.br/book/131182–O_Escritor:

Realidade e fantasia estão todas juntas, sem que ninguém saiba onde começa uma e termina outra. “O escritor” exibe o interior de um rapaz chamado Michael, que, aparentemente, não anda bem das idéias, sem conseguir dividir bem os mundos da fantasia e da realidade. Assim, vemos as pessoas da vida real misturando-se com os personagens sobre quem Michael supostamente escreve.

A coisa complica quando ele conversa com um estranho em seu quarto, uma pessoa que ele só consegue ouvir a voz, e que depois imagina ser um escritor famoso chamado David Ebony, que parecia já ter cometido suicídio. Dessa forma, Michael entra quase em surtos de loucuras e começa a pensar que é um personagem, ao invés de um escritor, dificultando o discernimento sobre se o que acontecia com ele era real ou não.

A história percorre também por questões como o perigo da aniquilação e da morte, da tortura e da solidão, do amor ora correspondido e ora platônico, da arte e de uma atitude geral diante da vida, em busca de uma existência mais profunda. Os personagens dessa obra são homens de situações extremas, chegou aos limites últimos de sua existência ou estão diante deles.

Os personagens sofrem de conflitos existenciais, como o homem de hoje. Questionam seriamente a existência e outros assuntos. Por isso, a temática da solidão como fuga, a paranóia, os delírios, as angústias, o amor e a introspecção estão muito ligados a esta história.

Quer conferir a entrevista? Então clique aqui, na imagem abaixo ou no link http://www.maisbahia.com.br/EntrevistaVIP.aspx?id=1371

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