Cuidado com atalhos: prefira sempre os caminhos oficiais

Semana passada, uma autora nos contatou com uma reclamação sobre um dos serviços que ela contratou no Profissionais do Livro. O que aconteceu? Ela contratou um serviço de diagramação e capa, pagou, o profissional sumiu e ela ficou a ver navios.

Nossa política aqui no Clube é BEM prática e feita justamente para proteger o autor: se qualquer serviço comprado pelo Profissionais do Livro não for entregue ou for entregue com má qualidade, a compra em si é cancelada e o autor é integralmente reembolsado no mesmo dia.

Onde estava o problema, então? Essa autora não contratou o profissional pelo site. Ela o achou por lá, o contatou diretamente via email e efetuou o pagamento como depósito em sua conta bancária. Pois bem: este post é quase um alerta, um pedido para outros autores. A única maneira que nós temos de garantir um serviço é se ele for comprado através de nós. No caso dessa autora, como ela saiu dos canais oficiais e efetuou o pagamento de maneira direta, ela realmente acabou ficando à mercê da má fé do fornecedor, o que lhe custou caro.

Quer contratar um serviço profissional para seu livro? Faço-o por aqui pelo Profissionais do Livro – mas evite atalhos desnecessários. A nossa maior vantagem não é apenas reunir milhares de prestadores de serviço em um mercado aberto – é poder intermediar a relação com total segurança para todos.

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Mostre sua literatura na FLIBA – Festa Literária do Baixo Augusta!

Uma das reclamações mais recorrentes de autores é sobre a falta de oportunidade aberta pelo mercado para que eles mostrem a sua literatura e, assim, conquistem seus públicos. Pois bem: se essa era uma reclamação, agora já não há mais sentido.

No dia 19 de setembro – em pouco mais de um mês – o Clube realizará a Fliba (Festa Literária do Baixo Augusta) – primeiro evento exclusivamente voltado para autores independentes. O intuito? Fazer os próprios autores interessados apresentarem seus livros em um local já cotidianamente recheado de público.

 

 

Como?

Temos um total de oito espaços/ momentos de exposição para autores – e você pode ocupar um deles. Através do site (http://fliba.clubedeautores.com.br) ou do atendimento@clubedeautores.com.br, você mesmo poderá se candidatar a ocupar um desses espaços para expor o seu trabalho. Qualquer forma de manifestação artística relacionada a literatura vale: encenação, leitura de trechos da obra, saraus, debates, palestras etc.

A mecânica é simples: você diz o que deseja fazer e nós levamos a um comitê de avaliação e seleção. Caso aprovado, o espaço será seu para que divulgue o seu livro, as suas ideias e a sua história para um público de milhares de leitores que, todos os dias, cruzam a Passagem Literária de São Paulo, entre as movimentadíssimas Rua da Consolação e Av. Paulista.

Quer participar? Envie sua ideia agora da forma mais detalhada possível até o dia 29 de agosto e leve a sua arte até o grande público!

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Sobre a variedade dos estilos

Eu me considero um leitor ávido.

Entre audiolivros e impressos – por algum motivo qualquer nunca me dei muito bem com ebooks – devoro algo como 3 ou 4 livros todo mês.

Hoje, estou lendo Memorial de Maria Moura, de Rachel de Queiroz, e, simultaneamente, ouvindo O Mestre e Margarida, do russo Mikhail Bulgakov. Sim: é óbvio que as histórias e a sapiência destrancada por essas duas obras primas são absolutamente inspiradoras. Mas há mais.

Há muito mais.

Em Memorial de Maria Moura, Rachel de Queiroz cruza diversas narrativas em primeira pessoa partindo de pontos de vista diferentes. Ora a própria Maria Moura fala seus pensamentos, ora seus primos Tonho e Irineu, ora o Beato Romano e assim por diante. A história se auto-costura a partir de visões individuais que, majestosamente entrançadas, constroem uma das epopéias sertanejas que mais marcou a nossa literatura.

A ótica narrativa de Bulgakov não é o que impressiona, embora seja incrivelmente sofisticada: a história é que salta aos olhos. O Mestre e Margarida foi escrito pouco tempo depois da revolução soviética e descreve uma Moscow cambaleante entre os distantíssimos ideais utópicos do comunismo e a mais corrupta realidade. Mas ele vai além: um dos protagonistas é o próprio Satanás, que descreve para poetas o que ele chama de história real de Jesus Cristo – uma história absolutamente diferente da que ouvimos, com um Jesus órfão de pai e mãe e originalmente seguido apenas por um discípulo, Mateus. Satanás leva aos moscovitas sua trupe, que inclui um gato gigante falante, uma ruiva que anda nua e dois “capangas” esquisitíssimos. Ainda assim, entre tanta exoticidade, ele tece uma história de amor belíssima entre um escritor e sua musa, uma história tão tradicional quanto surreal.

Costumamos “classificar” os livros que mais amamos pelas suas histórias. Isso pode ser um erro.

A forma da narrativa, em alguns casos, é tão ou mais importante por ter justamente a capacidade de nos catapultar de maneira decisiva para dentro das tramas.

Como escapar da curiosidade de entender uma história a partir das óticas de todos os personagens? E como não ficar preso a uma narrativa surrealista, que conta como a mais pura verdade situações tão impensáveis quanto um paletó vazio despachando ativamente em um prédio do governo ou notas de dinheiro caindo do céu de um teatro para, pouco tempo depois, se transformarem em rótulos de whisky ou abelhas zangadas?

Não é só o conteúdo que deve inspirar leitores e autores. Os mestres, os verdadeiros mestres, revolucionam a partir de onde menos esperamos: na própria maneira de colocar no papel o que as suas imaginações enxergam.

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Participe da FLIBA, o primeiro evento feito por e para autores independentes do Brasil!

No próximo dia 19 de setembro – uma terça-feira – o Clube de Autores realizará a I FLIBA – Festa Literária do Baixo Augusta – em São Paulo. Será o primeiro evento 100% voltado pra autores independentes do Brasil.

A FLIBA acontecerá na Passagem Literária – uma galeria subterrânea que une a Rua da Consolação à Avenida Paulista, em São Paulo, e que sempre foi dedicada à literatura como um todo. Todo o evento terá um formato inovador – a começar pelo seu estilo. Ao invés de organizá-lo em um local distante do público (como é o caso da Flip, em Paraty, ou mesmo das grandes feiras de livro que acontecem nos sempre fora de mão centros de exposição), a FLIBA acontecerá em um ponto de passagem tradicional de milhares de pessoas. Ou seja: aqui, o evento em si é que irá até onde o público estiver.

E as atrações? Isso depende de você. 

Temos um total de oito espaços/ momentos de exposição para autores – e você pode ocupar um deles. Através do site (http://fliba.clubedeautores.com.br) ou do atendimento@clubedeautores.com.br, você mesmo poderá se candidatar a ocupar um desses espaços para expor o seu trabalho. Qualquer forma de manifestação artística relacionada a literatura vale: encenação, leitura de trechos da obra, saraus, debates, palestras etc.

A mecânica é simples: você diz o que deseja fazer e nós levamos a um comitê de avaliação e seleção. Caso aprovado, o espaço será seu para que divulgue o seu livro, as suas ideias e a sua história para um público de milhares de leitores que, todos os dias, cruzam a Passagem Literária de São Paulo.

Quer participar? Envie sua ideia agora da forma mais detalhada possível até o dia 29 de agosto e leve a sua arte até o grande público!

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