5 hábitos estranhos de escritores de sucesso

Esquisitisse ou inspiração? Vejo como grandes escritores da humanidade gostavam de escrever!

Todos temos hábitos esquisitos de alguma forma. Alguns servem para “ligar” a criatividade, outros para ajudar a finalizar um romance e por aí lá vai.

Mas achamos, na Internet, hábitos bem curiosos de alguns escritores de sucesso que – quem sabe – podem acabar nos inspirando a todos. São eles:

1) Escreva deitado

Se há alguma explicação científica – como fazer o sangue fluir melhor para o cérebro – não sei dizer. Mas o fato é que escritores como George Orwell, Mark Twain e Marcel Proust amavam escrever deitados na cama.

2) Saia perambulando sem destino

Alguns especialistas dizem que rodar sem rumo acaba reforçando a inspiração criativa. Talvez a falta de preocupação com o destino realmente permita que o cérebro se foque no mundo imaginário ao invés do real. O fato é que esse era um hábito cotidiano, por exemplo, do mestre Charles Dickens.

3) Escreva de pé

Ao contrário dos que preferem a cama, gênios como Ernest Hemingway e Albert Camus amavam escrever na vertical. Algo estranho, sem dúvidas – mas que inegavelmente funcionou para eles :-)

4) Deixe a inspiração ditar o horário

Nada de prender a criatividade a um período de trabalho convencional. Não são poucos os escritores que “sofrem” de insônia e alguns decidiram simplesmente abraçar o problema e transformá-lo em solução. Balzac, por exemplo, acordava depois da meia noite para escrever. A nossa Clarice Lispector também dizia que, quando a falta de sono era grande, ela fazia um café, dava a noite por encerrada e se entregava à máquina de escrever.

5) Beba um gole (ou dois, ou três, ou quatro…)

Longe de nós querer fazer qualquer apologia ao álcool… Mas também não dá para negar que alguns goles de vinho sempre funcionaram para liberar a criatividade desde os tempos de Dionísio. Exemplos, aqui, abundam: Edna St. Vincent Millay, Mary Pickford, Ésquilo, Jean Rhys, Li Bai, François Rabelais…

OK… talvez esses hábitos esquisitos sejam apenas coincidências abatendo pessoas geniais. Só que estranhezas, por assim dizer, fazem parte do próprio DNA de quem consegue colocar em palavras mundos e histórias capazes de mudar o pensamento humano. Você tem algum hábito estranho?

Se tiver, talvez seja hora de abraçá-lo como parte da sua própria essência de escritor!

Se esses hábitos forem esquisitos demais para você, então talvez valha a pena conferir esse compilado de dicas sobre como escrever bem que reunimos ao longo dos nossos tantos anos de experiência aqui no Clube!

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Londres de acordo com Dickens

Na última quarta eu postei sobre uma app que permite se navegar pelo Rio com os olhos do Machado de Assis. Perfeito: uma viagem pelo tempo, na Cidade Maravilhosa, tendo como guia um dos maiores gênios da humanidade.

Mas… essa app não é exatamente inovadora, ao menos pelos padrões mundiais. Uma ideia semelhante já existe lá em Londres, onde se pode “navegar” pela cidade pelos olhos de ninguém menos que Charles Dickens e seus imortais personagens.

Esses tempos em que vivemos são absolutamente incríveis…

Quem quiser experimentar pode baixar agora mesmo: basta clicar aqui.

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Exposição comemora os 200 anos de Charles Dickens

Inspiração não tem nacionalidade, não respeita o tempo e nem dogmas comportamentais que, a cada punhado de anos, mudam de acordo com a evolução da própria sociedade. Para escritores, beber em fontes dos imortais que abençoaram a civilização com histórias memoráveis certamente serve como um tipo de incentivo à escrita que dificilmente se encontra.

Por conta disso, consideramos que cada homenagem aos imortais merece destaque e, se possível, uma visita de todos os escritores e apaixonados pelas letras.

Na sexta-feira, a Biblioteca e Museu Morgan, em Nova York, inaugurou uma exposição sobre Charles Dckens (1812-1870), homenageando os 200 anos de seu nascimento.

Cartas, manuscritos (como “Um Conto de Natal”, de 1843) e documentos do autor recontam a sua história e permitem que o visitante “passeie” pela sua vida, revisitando os fatos que marcaram os seus textos e os seus pensamentos.

Se estiver por Nova York, não deixe de visitar o Morgan, prestar a sua homenagem a uma das maiores estrelas literárias da Inglaterra e, claro, aproveitar para se inspirar com a genialidade de Dickens.

Mais informações podem ser vistas abaixo:

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