Site esclarece dúvidas gerais sobre direito autoral

Uma das questões mais frequentes entre escritores diz respeito, claro, à propriedade intelectual. Como “garantir” que uma obra não seja plagiada? Como minimizar problemas ou manter assegurado os seus direitos? Ou, na outra ponta, como saber se uma determinada obra está em domínio público e pode ser utilizada?

As perguntas são tantas que, recentemente, acabamos nos deparando com um site especializado na questão: o Meu Direito Autoral (www.meudireitoautoral.com). A maior vantagem é que ele é aberto à participação da própria comunidade, o que significa que o seu conteúdo será criado de acordo com a demanda por respostas diversas.

Assim, se você tiver alguma dúvida específica ou quiser apenas navegar para conhecer os aspectos legais por trás de criações artísticas, vale a visita: clique aqui, na imagem abaixo ou diretamente no link https://www.meudireitoautoral.com/

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Resultado da 1a fase do V Prêmio Clube de Autores de Literatura Contemporânea

Após 20 dias de competição, com 580 obras inscritas e mais de 5 mil votos, chega ao fim a primeira fase do V Prêmio Clube de Autores de Literatura Contemporânea!

Nesta fase, totalmente baseada em voto popular, 10 livros foram selecionados como finalistas e passarão agora para avaliação de um corpo de jurados do Clube de Autores, que deliberará sobre aspectos como capacidade de prender atenção, facilidade de entendimento, encadeamento de ideias e frases e originalidade.

Os finalistas são (em ordem alfabética):

As Quatro Cartas de Camila (Lano Andrado)

Boulevard Café (E. S. Robinson)

Ela é o meu pecado (Sameerah Sy)

JP Um Sonho de… Presidente (Antônio Chiarotto Filho)

Morada sem Prumo (Gilmar de Souza Queiroz)

Narciso no mundo dos vilões (Romário Rodrigues Lourenço)

Nephesh de cada dia (Jackeline Nuit)

O Outro Lado da Estrada (André Sillres)

Um Conto de RPG (Luciano Maia)

Ventos para Areia Branca (Carlos Tourinho de Abreu)

Todos as obras da lista acima receberão, até o final do dia de hoje, um selo nos seus livros apontando-os como finalistas do Prêmio, mesmo após o seu término.

A todos os que participaram, os nossos mais sinceros parabéns por terem dado esse importante passo na divulgação de suas obras literárias – a inscrição em prêmios e concursos, afinal, sempre é importante no currículo de autores e de seus livros.

Aos 10 finalistas, agora é segurar por mais alguns dias a ansiedade :-)

IMPORTANTE: os resultados finais, com a pontuação de todos os que participaram, será divulgada apenas depois da segunda fase, em 10/09.

 

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Dicas de Stephen King para escritores aspirantes

Dicas nunca são demais – principalmente quando partem de super hiper best sellers e são focadas em um mercado tão concorrido quanto o editorial. Tudo bem que elas não podem ser confundidas com receitas de sucesso: se sucesso tivesse receita simples, afinal, não seria algo tão comemorado por tão poucos.

ainda assim, vale conferir essa entrevista dada, já faz algum tempo, pelo Stephen King:

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O crescimento de ebooks e o preconceito ao contrário

Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), a venda de e-books no Brasil cresceu 225,13% entre 2012 e 2013. Número alto, sem dúvidas, e que deixa claro uma adoção crescente do meio eletrônico para leitura.

O curioso é que dados como esse tem gerado uma espécie de preconceito inverso por parte de escritores: muitos começaram a publicar os seus livros apenas no formato eletrônico, auto-declarando-se “early adopter” e buscando uma parcela de leitores que acreditam ser o futuro.

E até podem ser – mas futuro costuma ser um conceito com prazo indeterminado. Sabe, por exemplo, quanto esse crescimento de 225% representa? 2,6%.

Em outras palavras: restringir a publicação ao formato digital é o mesmo que desprezar, por ideologia, 97,4% do público em potencial.

Há ainda um outro dado: em nenhum momento a venda de impressos diminuiu. Ao contrário: no mesmo período ela cresceu 4,13%. Sim: 4% é menos que 225%. Mas percentual é sempre um dado relativo – principalmente quando a base de crescimento é tão diferente.

O que isso tudo significa? Que qualquer tipo de preconceito quanto a formato não faz sentido.

Publicar só como impresso é, com certeza, perder uma oportunidade maior de venda e uma distribuição global instantânea e sem fronteiras.

Publicar só como ebook é desprezar a maior parte do mercado.

Para que, então, tomar decisão em nome do leitor? Se é possível, então por que não publicar em ambos os formatos?

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Abrindo a semana com Luis Fernando Veríssimo

De vez em quando buscamos achar algum vídeo legal na rede para inspirar e mesmo amenizar um pouco a dura vida que nós, escritores, temos. E, por sorte, conteúdo não falta, o que já nos permitiu passear entre leitoras de Machado de Assis, encenações de Tchekhov, leituras de Kafka e assim por diante.

Hoje vamos de Luis Fernando Veríssimo falando sobre um de seus livros e sobre a diferença entre se escrever crônicas e romances. Veja abaixo e boa segunda!

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