Os livros do Clube que mais vendem na Cultura

Sempre nos perguntamos aqui qual a melhor métrica para efetivamente apontarmos os livros do Clube com maior demanda com leitores.

Já desenvolvemos algorítmos, fizemos campanhas, avaliamos vendas espontâneas digitais e físicas e até mesmo o volume de boca-a-boca nas redes sociais. Sabe a conclusão que chegamos?

Os resultados de vendas fora do Clube são o maior indicador de potencial de sucesso dos livros do Clube.

Parece esquisito? Explico-me melhor.

Quando um autor publica seu livro aqui, é natural que ele utilize o próprio link do Clube para divulgar a sua obra para seu público mais imediato. É natural, portanto, que os mais vendidos dentro das quatro paredes virtuais do nosso próprio ecommerce sejam os títulos escritos por autores com redes de relacionamento mais próximas, mais apegadas.

E isso – obviamente – não está errado… mas também cria um viés que distorce um pouco nossa avaliação sobre os livros com maior potencial.

Onde fomos buscar esses títulos?

Em nossos canais de vendas.

O raciocínio é simples: enquanto as vendas no Clube costumam refletir os estímulos diretos feitos pelos autores, as vendas em lojas terceiras (como Amazon, Cultura, Estante e outras) costumam mostrar os resultados espontâneos, fruto de pesquisas e decisões tomadas diretamente pelos leitores sem tanta influência assim dos escritores.

Sim, entendo que há casos e casos e que sempre haverá resultados em canais de venda fruto de indicações diretas de autores neles. Mas nossas próprias análises mostram que isso está longe de ser a regra.

Então, comecemos pela Livraria Cultura. Sabe quais são os 5 livros que mais venderam lá na semana passada? Ei-los:

O Despertar da Consciência

90km

Trilhando Sonhos

Modelagem Prática

Cyriacolândia: Território da Família Rondon no Pantanal

E sabe o que é mais incrível desta lista? Há de tudo nela. O primeiro livro está categorizado no Clube como esoterismo; o segundo, como esporte; o terceiro, como relato de viagens; o quarto, empreendedorismo; e o quinto, história.

Há, verdadeiramente, de tudo aqui no Clube de Autores: e há também, no mercado geral, espaço para tudo e para todos.

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CBL promove curso sobre a relação entre millennials e o marketing na literatura

Uma das maiores discussões no marketing, hoje, gira em torno de como lidar com as diferentes gerações de públicos. Até pouco tempo atrás, afinal, mercados eram compostos por pessoas dispostas a confiar em marcas, a se manter fieis a elas e a se aprofundar em quaisquer tipos de conteúdos que as interessasse. 

Sim, no passado era assim. 

Mas desde que os millennials (pessoas que nasceram a partir de meados da década de 80) passaram a ganhar relevância econômica, tudo mudou. 

São pessoas não apenas menos dispostas a acreditar em promessas de marcas, mas também que nutrem características aparentemente contraditórias. 

Se, por um lado, eles “não compram livros apenas pela capa”, por outro são notórios em formar opiniões inteiras com base em títulos de posts no Facebook sem se dar ao trabalho de ler, na íntegra, artigos ou matérias aos quais eles fazem referência. Essa “aversão” ao aprofundamento significa que eles lêem pouco? Basta ver a quantidade de páginas da série de Harry Potter ou os números do mercado editorial mundial para ter a certeza de que nunca nenhuma outra geração leu tanto. É uma geração mais acomodada no próprio hedonismo, como dizem alguns “especialistas” mais velhos? Então como explicar o altíssimo grau de ativismo político e social que tem varrido e revolucionado o mundo inteiro? 

Sim, os millennials – ou Geração Y – são provavelmente o perfil mais contraditório, esquisito e absolutamente maravilhoso de público que a humanidade já gerou. E sim: eles provavelmente são também o grosso do público-alvo do seu livro. 

Isto posto, que tal se aprofundar um pouco no marketing literário para os millennials, aprendendo a lidar com suas características e a focar melhor a comunicação dos seus livros? 

A CBL está promovendo um curso sobre o assunto entre os dias 15 e 16 de março e nós, aqui no Clube, recomendamos fortemente. Deixamos o programa do curso abaixo, aqui no post, mas quem quiser pode (e deve) se informar mais no próprio site da câmara, no http://cbl.org.br/escola-do-livro/curso/millennials-e-o-marketing-na-literatura 

Boa sorte!

http://cbl.org.br/escola-do-livro/curso/millennials-e-o-marketing-na-literatura

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5 dicas para publicar e vender poesia

Dia desses, me deparei com um post bem interessante no blog No Mundo e Nos Livros – que inclusive recomendo a todos. O título já diz tudo: 5 Dicas para Publicar e Vender Poesia.

Bom… temos, aqui no Clube, mais de 4 mil livros de poesia, um dos gêneros que eu, pessoalmente, mais amo. E tem tanta coisa incrível ainda fora da grande mídia que um post com esse, com essas dicas valiosas, certamente vem a calhar.

Não vou colocar as dicas aqui, claro – mas recomendo que acessem clicando aqui ou na imagem abaixo. Boa leitura!!!

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Os 10 livros mais caros já vendidos

Ninguém discute que alguns livros são tão valiosos que transformar, com alguma eficácia, seu conhecimento em dinheiro, pode ser uma tarefa inútil. Ainda bem que, diferentemente de pinturas e esculturas, livros podem ser impressos em mais tiragens e ter esse conhecimento espalhado para fora de sua “cápsula original”, por assim dizer.

Mas isso não tira o valor das primeiras obras, dos manuscritos – coisas cada vez mais raras em tempos digitais, diga-se de passagem. Quer uma ideia de quanto? Clique aqui ou na imagem abaixo para ver a listinha das 10 obras literárias mais caras do mundo:

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Kickstarting: o que os autores acham?

Na semana passada fizemos um post sobre o Kickstarting (veja aqui), perguntando aos autores o que eles achavam sobre um modelo de se fazer pre-venda de seus livros e, com isso, angariar fundos antes.

Recebemos uma série de comentários e emails mas, em resumo, temos o seguinte cenário:

1) A maior parte dos autores encara pre-venda como uma maneira de garantir uma tiragem maior e, portanto, de baratear os custos severamente. De fato, com tiragens na casa dos mil exemplares, os custos praticamente despencam porque mudamos a forma de impressão. Do lado de cá, vamos nos preparar para isso já costurando acordos com as gráficas.

2) Muitos autores também buscam financiamento para “cuidar” dos livros, incluindo conseguir arcar com diagramação, revisão, capa e outros custos necessários para um acabamento mais profissional à obra.

Há sugestões em outras direções e devemos deixar tudo aberto mas, daqui, focaremos principalmente nesses dois pontos.

Obrigado a todos que contribuíram com as sugestões e aguardem novidades em breve!!!

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