Detectando emoções por meio de uma app

Já imaginou se conseguíssemos detectar as expressões de um leitor enquanto ele lê um livro? Em outras palavras: não seria incrível termos uma crítica instantânea, à prova de mentiras, escrita pelos músculos faciais do leitor durante o ato de leitura?

Se tivéssemos essa tecnologia em mãos, poderíamos facilmente entender quais trechos das nossas narrativas encantam, quais entediam, quais viciam. Conseguiríamos ferramentas práticas para, na falta de uma palavra melhor, viciar o leitor.

Pois bem: ainda não estamos neste ponto na evolução tecnológica. Mas o vídeo abaixo mostra que estamos chegando perto – muito perto. Confira:

 

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Sentindo o próprio derrame

Já imaginou se você pudesse perceber, conscientemente, todas as suas funções cerebrais se fecharem uma a uma durante um derrame?

Eu sou da crença firme de que a maior fonte de inspiração de qualquer ser humano é a sua própria vida – incluindo um entendimento mais aprofundado do seu próprio corpo. E, claro, na medida em que passamos por experiências dramáticas, vamos somando mais e mais capacidade de expressão.

Essa palestra que achei fala muito disso a partir de uma experiência real – e é absolutamente inspiradora.

E, afinal, se somos uma comunidade de contadores de história, ouvir histórias impactantes é no mínimo parte do que mais amamos fazer :-)

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