Mostre sua literatura na FLIBA – Festa Literária do Baixo Augusta!

Uma das reclamações mais recorrentes de autores é sobre a falta de oportunidade aberta pelo mercado para que eles mostrem a sua literatura e, assim, conquistem seus públicos. Pois bem: se essa era uma reclamação, agora já não há mais sentido.

No dia 19 de setembro – em pouco mais de um mês – o Clube realizará a Fliba (Festa Literária do Baixo Augusta) – primeiro evento exclusivamente voltado para autores independentes. O intuito? Fazer os próprios autores interessados apresentarem seus livros em um local já cotidianamente recheado de público.

 

 

Como?

Temos um total de oito espaços/ momentos de exposição para autores – e você pode ocupar um deles. Através do site (http://fliba.clubedeautores.com.br) ou do atendimento@clubedeautores.com.br, você mesmo poderá se candidatar a ocupar um desses espaços para expor o seu trabalho. Qualquer forma de manifestação artística relacionada a literatura vale: encenação, leitura de trechos da obra, saraus, debates, palestras etc.

A mecânica é simples: você diz o que deseja fazer e nós levamos a um comitê de avaliação e seleção. Caso aprovado, o espaço será seu para que divulgue o seu livro, as suas ideias e a sua história para um público de milhares de leitores que, todos os dias, cruzam a Passagem Literária de São Paulo, entre as movimentadíssimas Rua da Consolação e Av. Paulista.

Quer participar? Envie sua ideia agora da forma mais detalhada possível até o dia 29 de agosto e leve a sua arte até o grande público!

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Sobre a variedade dos estilos

Eu me considero um leitor ávido.

Entre audiolivros e impressos – por algum motivo qualquer nunca me dei muito bem com ebooks – devoro algo como 3 ou 4 livros todo mês.

Hoje, estou lendo Memorial de Maria Moura, de Rachel de Queiroz, e, simultaneamente, ouvindo O Mestre e Margarida, do russo Mikhail Bulgakov. Sim: é óbvio que as histórias e a sapiência destrancada por essas duas obras primas são absolutamente inspiradoras. Mas há mais.

Há muito mais.

Em Memorial de Maria Moura, Rachel de Queiroz cruza diversas narrativas em primeira pessoa partindo de pontos de vista diferentes. Ora a própria Maria Moura fala seus pensamentos, ora seus primos Tonho e Irineu, ora o Beato Romano e assim por diante. A história se auto-costura a partir de visões individuais que, majestosamente entrançadas, constroem uma das epopéias sertanejas que mais marcou a nossa literatura.

A ótica narrativa de Bulgakov não é o que impressiona, embora seja incrivelmente sofisticada: a história é que salta aos olhos. O Mestre e Margarida foi escrito pouco tempo depois da revolução soviética e descreve uma Moscow cambaleante entre os distantíssimos ideais utópicos do comunismo e a mais corrupta realidade. Mas ele vai além: um dos protagonistas é o próprio Satanás, que descreve para poetas o que ele chama de história real de Jesus Cristo – uma história absolutamente diferente da que ouvimos, com um Jesus órfão de pai e mãe e originalmente seguido apenas por um discípulo, Mateus. Satanás leva aos moscovitas sua trupe, que inclui um gato gigante falante, uma ruiva que anda nua e dois “capangas” esquisitíssimos. Ainda assim, entre tanta exoticidade, ele tece uma história de amor belíssima entre um escritor e sua musa, uma história tão tradicional quanto surreal.

Costumamos “classificar” os livros que mais amamos pelas suas histórias. Isso pode ser um erro.

A forma da narrativa, em alguns casos, é tão ou mais importante por ter justamente a capacidade de nos catapultar de maneira decisiva para dentro das tramas.

Como escapar da curiosidade de entender uma história a partir das óticas de todos os personagens? E como não ficar preso a uma narrativa surrealista, que conta como a mais pura verdade situações tão impensáveis quanto um paletó vazio despachando ativamente em um prédio do governo ou notas de dinheiro caindo do céu de um teatro para, pouco tempo depois, se transformarem em rótulos de whisky ou abelhas zangadas?

Não é só o conteúdo que deve inspirar leitores e autores. Os mestres, os verdadeiros mestres, revolucionam a partir de onde menos esperamos: na própria maneira de colocar no papel o que as suas imaginações enxergam.

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Participe da FLIBA, o primeiro evento feito por e para autores independentes do Brasil!

No próximo dia 19 de setembro – uma terça-feira – o Clube de Autores realizará a I FLIBA – Festa Literária do Baixo Augusta – em São Paulo. Será o primeiro evento 100% voltado pra autores independentes do Brasil.

A FLIBA acontecerá na Passagem Literária – uma galeria subterrânea que une a Rua da Consolação à Avenida Paulista, em São Paulo, e que sempre foi dedicada à literatura como um todo. Todo o evento terá um formato inovador – a começar pelo seu estilo. Ao invés de organizá-lo em um local distante do público (como é o caso da Flip, em Paraty, ou mesmo das grandes feiras de livro que acontecem nos sempre fora de mão centros de exposição), a FLIBA acontecerá em um ponto de passagem tradicional de milhares de pessoas. Ou seja: aqui, o evento em si é que irá até onde o público estiver.

E as atrações? Isso depende de você. 

Temos um total de oito espaços/ momentos de exposição para autores – e você pode ocupar um deles. Através do site (http://fliba.clubedeautores.com.br) ou do atendimento@clubedeautores.com.br, você mesmo poderá se candidatar a ocupar um desses espaços para expor o seu trabalho. Qualquer forma de manifestação artística relacionada a literatura vale: encenação, leitura de trechos da obra, saraus, debates, palestras etc.

A mecânica é simples: você diz o que deseja fazer e nós levamos a um comitê de avaliação e seleção. Caso aprovado, o espaço será seu para que divulgue o seu livro, as suas ideias e a sua história para um público de milhares de leitores que, todos os dias, cruzam a Passagem Literária de São Paulo.

Quer participar? Envie sua ideia agora da forma mais detalhada possível até o dia 29 de agosto e leve a sua arte até o grande público!

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Clube de Autores começa a distribuir livros impressos na Amazon

Há alguns dias, fizemos um post sobre a distribuição de livros na Estante Virtual e na rede B2W, que inclui Submarino e Americanas. Bom… esta semana temos mais uma novidade: a Amazon.

Pois é: os livros impressos do Clube também estão seguindo seu caminho para a Amazon, ampliando ainda mais o alcance de todos aqui. No caso da Amazon, no entanto, há uma observação que se faz importante: apenas os livros com ISBN serão distribuídos lá.

Assim, se você tem seu livro com ISBN publicado no Clube e nos autorizando a distribui-lo, pode aguardar que já já ele estará disponível na maior livraria do mundo!

Se você ainda não tem ISBN, recomendo que vá a www.profissionaisdolivro.com.br e contrate uma assessoria para obtenção de ISBN ou tire o seu diretamente no isbn.bn.br . O processo é simples, barato e, acredite, vale muito a pena!

E, claro, reforço abaixo as regras de distribuição:

Hoje, quando se autoriza a distribuição de ebook pelas lojas virtuais (Apple, Google, Amazon etc.), se aceita também regras novas de remuneração para que possamos incluir o repasse financeiro de parte do preço de capa para essas lojas. As regras que adotamos aqui serão as mesmas. Ou seja: 

Se seu livro custar, hipoteticamente, R$ 35,00 no Clube, dos quais R$ 5,00 são de direitos autorais, este montante continuará valendo apenas para vendas feitas através do site do Clube. Caso o livro seja vendido, por exemplo, via Amazon, a sua remuneração será fixa de 20% sobre o preço final – ou seja, de R$ 7,00. Apenas para frisar: custe o que custar o livro, o preço no Clube ou nas lojas será o mesmo e, no caso de vendas pelas lojas, o autor receberá sempre 20% do preço de capa. 

Se você já tem um ebook autorizado a ser distribuído, não precisará fazer nada – a mesma regra se aplicará ao impresso. Caso não tenha e deseje distribuir o seu livro pelos canais, basta que vá a Sua Conta, clique em Livros Publicados, clique no botão de ações e vá a Gerenciar Publicações em Livrarias, seguindo as instruções na tela. 

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Livro publicado no Clube vira base de novo comercial da Ford

Jean de Andrade é um velho conhecido nosso.

Ele foi um dos primeiros escritores a publicar seu livro aqui no Clube, já esteve conosco em nossa casa na Flip e, enfim, já é daqueles autores que chamamos de amigos realmente próximos.

Essa amizade nos possibilitou também, claro, conhecer melhor a história do Jean além da que ele publicou no Vida de Caminhoneiro: sua luta diária cruzando o Brasil para entregar tanto cargas quanto inspiração, esta última traduzida em suas histórias e no esforço empreendedor que ele faz para levá-las ao mercado.

Bom… ele tem conseguido.

Jean é, hoje, um daqueles autores que tem se destacado no nosso cenário brasileiro pela peculiaridade de suas histórias e pelo “exótico”, se é que essa palavra cabe bem aqui, de se revelar ao mundo a visão tão única e um caminhoneiro real cruzando as vias desse nosso imenso país.

E não são apenas leitores que tem descoberto suas histórias: a Ford também o descobriu.

É hora de me calar aqui no post: veja você mesmo, no vídeo abaixo, um pouco da história de Jean, que se transformou em personagem principal de uma daquelas raras peças de propaganda realmente belas.

E, se quiser se aprofundar mesmo – algo que aconselhamos bastante – acesse o livro do Jean neste link: https://www.clubedeautores.com.br/book/34955–

 

 

 

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