Quais os melhores programas para se escrever um livro?

Dentre tantas opções, quais as mais práticas para você?

Já abro o post deixando uma coisa extremamente clara: o mais importante para se escrever um livro não é o programa, mas sim a história. E não estou falando aqui apenas de uma boa ideia para um enredo, mas sim da história inteira – sua estrutura, sua cadência, sua revisão ortográfica e gramatical, enfim… tudo o que o leitor for efetivamente ler. Neste sentido, caso tenha qualquer dúvida maior, recomendo que acesse esse post aqui com algumas dicas importantes para se escrever um livro.

OK… mas ter uma história bem estruturada na cabeça não significa, necessariamente, conseguir fazê-la magicamente pular para o papel e para todos os formatos que você precisará para que seu livro esteja no caminho para o sucesso. O motivo para isso é relativamente simples: além de uma diagramação bem feita para que seu livro seja mais gostoso de se ler (nada daquelas páginas com fonte minúscula e sem espaçamento que impõe preguiça ao leitor!), há toda uma questão técnica fundamental que precisa ser levada em conta.

As questões fundamentais (tamanho, PDF e ePub)

Primeiro, seu livro precisa estar no “tamanho” certo. Aqui, no Clube de Autores, trabalhamos com toda uma variedade de tamanhos (A5, A4, pocket e quadrado) – mas se eles não forem respeitados, o próprio sistema não aceitará a sua obra. Vale a pena dar uma olhada nesse post aqui que, além de modelos de documentos para download, traz algumas dicas relevantes.

Em segundo lugar, o seu livro precisa ser facilmente convertido para PDF. Essa regra é sagrada, aliás: sem um PDF, você não conseguirá publicá-lo aqui no Clube em formato impresso (que, hoje, corresponde a mais de 85% de todas as nossas vendas e de mais de 95% das vendas do mercado brasileiro). Normalmente, os próprios programas editores de texto já permitem a conversão para o formato PDF. De qualquer maneira, caso precise, recomendamos o uso desse site gratuito aqui.

Em terceiro lugar, há outro formato importante que você deve considerar: o ePub. Apesar de grande parte das lojas de ebook (como o Google Play, por exemplo) trabalharem com PDF para os livros eletrônicos, outras (como Apple iBooks e Kindle) operam apenas com o formato ePub. 

O ePub, na prática, é o modelo mais “perfeito” para ebooks que existe pois, diferentemente do PDF, permite que se navegue com maior liberdade pelo arquivo (incluindo se aumentar ou diminuir fontes mais à vontade, para ficar apenas nesse exemplo). considerando que a imensa maioria dos brasileiros lê ebooks em seus celulares, o ePub é muito mais aconselhável que o PDF. E, a propósito, é possível publicar um PDF para o formato impresso e um ePub para o eletrônico no Clube de Autores, que fará a distribuição da sua obra literária para todas as grandes livrarias em todos os formatos.  

O problema de ePub é que sua conversão não é exatamente tão simples quanto no caso de PDF, principalmente se seu livro tiver imagens ou tabelas. Nesse caso, recomendamos mesmo que contrate algum profissional especializado (como esses aqui). A conversão não costuma ser um serviço caro, mas é essencial. Ainda assim, se seu livro for essencialmente composto por texto, você conseguirá trabalhar com algumas ferramentas que fazem a conversão automática e gratuita – e, nesse sentido, vale testar. 

Os melhores programas para se escrever um livro

Talvez o título ideal dessa seção não devesse ser exatamente este: “melhor”, afinal, costuma ser uma palavra individual ou pessoal demais. Ainda assim, arrisco algumas sugestões práticas com base no que mais vemos escritores utilizando e recomendando por aqui. 

MS Word

Não pretendo me alongar muito nesse aqui. O Word, da Microsoft, é o editor de texto líder de mercado e, de longe, o mais utilizado. é seguro, permite se trabalhar seu livro nos diversos tamanhos possíveis e já consegue gerar o arquivo em formato PDF. Isso sem falar, claro, com a possibilidade de se fazer revisões mantendo os textos originais, o que também facilita – e muito – o processo de leitura crítica e de revisão ortográfica e gramatical. 

O Word, portanto, apesar de ser o “avô” dos editores de texto, é ainda o mais utilizado e o mais fácil, prático. 

Google Docs

O Docs é a versão do Google para o Word. Sua aparência é semelhante e suas possibilidades técnicas, idem… mas ele tem uma vantagem e uma desvantagem importantes. 

A grande vantagem é que tudo o que você fizer ficará automaticamente salvo na nuvem, vinculado à sua conta no Google – o que é uma mão na roda. Há também aplicativos gratuitos para smartphones e tablets, além do bom e velho navegador, o que garantirá a você a possibilidade de escrever sempre que precisar ou desejar. Isso sem contar com outro ponto importante: a possibilidade de compartilhamento do arquivo com seus revisores ou críticos, que poderão acrescentar comentários ou observações extremamente úteis a você. 

A grande desvantagem aparece quando você precisa acrescentar imagens no arquivo. Não que seja impossível, claro – mas o processo de fazer upload de uma imagem para a galeria do Docs e depois posicioná-la da maneira desejada é, para dizer o mínimo, chato. 

yWriter

O yWriter não é exatamente um programa feito para quem já não tenha uma grande intimidade com tecnologia – mas é extremamente eficiente. Com versão para Mac e Windows, ele permite se acompanhar mudanças, registrar os movimentos dos seus personagens, organizar a história em linhas de tempo e cenários e até mesmo reagrupar trechos da história. 

Eu não diria que seja exatamente um aplicativo facílimo mas, se você já for relativamente íntimo de tecnologia, vale experimentar. 

Scrivener

O Scrivener é um dos mais famosos aplicativos para escritores em todo o mundo. Ele tem muitas das características do yWriter mas, ao menos na minha opinião, é mais intuitivo e prático. É, de certa maneira, uma mescla entre um editor de texto e um gerenciador de projetos, incluindo desde possibilidades de anotações técnicas à elaboração de linhas de tempo. Também já exporta – e com alta qualidade – para os formatos PDF e ePub, o que pode quebrar um bom galho. 

O ponto negativo? Ele é pago (entre US$ 40 – U$ 45).  De toda forma, vale muito conferir: não é à toa que o Scrivener é tão utilizado no mundo afora. 

ZenWriter

É uma espécie de meio termo entre o MS Word e o yWriter ou mesmo o Scrivener. Na prática, a grande vantagem do ZenWriter é a experiência de se escrever: quando se inicia um texto, ele “domina” a tela inteira e gera uma sensação de imersão absolutamente inspiradora. 

Há também uma biblioteca de inspiração, mas, honestamente, não vi tanta utilidade prática nela (embora seja minha opinião pessoal e não uma realidade escrita em pedra). 

O ZenWriter também é pago – US$ 17,50 – e, da mesma forma que o Scrivener, tem apenas a versão em inglês. Ainda assim, vale conferi-lo. 

StoryBook

Não vou dizer que o StoryBook esteja na minha lista de preferidos (como o Scrivener, por exemplo): ele tem um aspecto esquisito e uma experiência inversamente proporcional, por exemplo, ao ZenWriter. 

Ainda assim, ele inegavelmente auxilia na organização e na estruturação do enredo. Por ser gratuito, talvez valha experimentar o StoryBook como uma espécie de introdução a esse universo de programas para escrever livros mais profissionais.

Scapple

Eu não chamaria o Scapple de um programa perfeito para se escrever livros – mas a facilidade de se organizar ideias e enredos nele é excepcional. Há como se criar mapas interrelacionados, estruturas cronológicas, árvores de personagens e toda uma gama possibilidades que garantirão mais coerência a qualquer enredo mais complexo. 

Há mais programas por aí? 

Há, sem dúvidas! Mas esses 7 que listamos aqui acabam, de certa forma, sintetizando toda uma série de possibilidades interessantes para escritores. E, embora alguns deles (como o Scapple, por exemplo) funcionem melhor em conjunto com outro (como o Google Docs ou mesmo o Word), todos acabam suprindo necessidades importantes de escritores. 

Nossa recomendação principal, aqui, é que você teste, experimente. Mesmo os pagos costumam ter suas versões gratuitas para demonstração, que costumam ser um caminho interessante para que você se familiarize e descubra se se sentirá ou não à vontade. 

Mas não se esqueça: o mais importante não é o programa, é a sua história e a maneira com que ela foi/ está sendo escrita. Tendo ela escrita, tudo passa a ser uma questão de como trabalhá-la para que ela se transforme no livro dos seus sonhos (e dos sonhos de seus leitores, claro). 

Tem alguma dúvida? 

Seja sobre programas ou sobre o próprio processo de se publicar um livro (veja mais informações aqui), basta nos escrever por aqui pelo blog ou pela área de dúvidas em nosso site. O Clube de Autores, afinal, nasceu justamente como um lar para autores independentes, e reunimos aqui um compilado de experiências que se somam desde a nossa fundação, em 2009 :) 

Aliás, se você ainda não nos conhece, recomendo que reserva alguns poucos minutinhos e acesse o nosso site (clique aqui), navegue pela plataforma e descubra como publicar seu livro gratuitamente em todos os formatos e ainda tê-lo distribuído pelas maiores livrarias do país (como Estante Virtual, Cultura, Amazon, Mercado Livre, Kindle, Apple iBooks, Kobo, GoogleBooks e muitas outras!)

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Saudades da falta de saudosismo do México

A Feira Internacional do Livro de Guadalajara – FIL – foi marcante para nós por, principalmente, um motivo: o otimismo acelerado do mercado de lá. Do mercado, não: dos mercados, incluindo os sorridentes tons de vozes vindos dos representantes da Colômbia, Chile, Argentina e tantos outros.

Crise?

Quando eu comentava lá que, aqui no Brasil, o mercado editorial estava se desfazendo em lágrimas, a pergunta era sempre a mesma: “mas por que, se os leitores estão lendo cada vez mais livros?”

Não soube responder.

Ou melhor, soube – mas preferi me calar. Já postei aqui antes e repito agora: o único motivo pelo qual mercado editorial brasileiro está em crise é a insistência dos seus principais agentes em não mudar e em não perceber o quanto o mundo já estava diferente.

Quantas vezes nós, aqui no Clube, perdemos horas e horas em reuniões com editoras de todos os portes propondo a elas um modelo de trabalho sem estoque algum, baseado quase que exclusivamente na impressão sob demanda, o que eliminaria por completo os seus principais custos? Incontáveis. E quantas vezes essas propostas sequer tiveram retorno? Nenhuma.

Quantas vezes tentamos negociar com canais de venda espaço para autores independentes? Inúmeras. Tivemos sucesso apenas depois que o mercado chegou perigosamente perto do abismo.

Bom… entre recuperações judiciais e falências, aparentemente o mercado brasileiro está acordando. Fica pelo menos esta boa notícia para fechar 2018, embora ela venha recheada de lamentações de velhos editores sobre “os bons tempos” que já se foram. Pergunto-me: que bons tempos? Aqueles em que autores independentes não encontravam nenhuma alternativa para se publicar? Aqueles em que mesmo os já consagrados autores sequer sabiam quantos livros venderam, já que os números eram trancafiados a sete chaves? Aqueles em que poucos grandes grupos corporativos mandavam em tudo? Como é possível chamá-los de bons tempos??

Ah, esses velhos editores que cismam em viver de saudosismo!

Enquanto isso, no resto do mundo, deixa-se o passado para trás e foca-se no futuro. O que predominava de assunto na FIL, em Guadalajara? Melhores apps para se ler ebooks. Formas mais eficientes de se produzir impressos. Canais alternativos de distribuição. Estratégias para se globalizar a palavra escrita. Caça a novidades vindas dos quatro cantos do planeta que poderiam inspirar novos projetos para novos leitores.

Entre tantas novidades e olhares voltados para a frente, parecia não haver espaço na FIL para saudosismos como os tantos que encontramos aqui em nossas praias.

Deveríamos ter isso como lição: se quiser mudar, o mercado brasileiro precisa desesperadamente olhar para a frente e deixar o passado onde ele pertence: no passado.

Que os nossos mares – os maiores da América Latina, diga-se de passagem – sejam rápidos em levar os velhos editores saudosistas embora, deixando em nossas areias apenas os descobridores dispostos a criar o mercado realmente novo que tanto precisamos.

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Uma história contada por todas as vozes; uma aula de literatura para todos os autores

Um dos mais celebrados autores mexicanos se chama Juan Rulfo. Ele não teve uma vida exatamente fácil – escrevia, aliás, como forma de conseguir sobreviver à sua própria solidão.

Escrevia muito? Não.

Rulfo, na verdade, teve três livros publicados: um de contos e dois romances, sendo que o último deles acabou sendo publicado mais por insistência de um amigo do que pela vontade do autor.

Seu romance mais célebre se chamou Pedro Páramo – e é o que recomendamos como uma aula à parte de literatura para todos os autores que estiverem lendo este post.

Primeiro, pela narrativa. As pouco menos de 150 páginas contam a saga de Juan Precioso pela pequena vila de Comala, para onde foi em busca do pai – Pedro Páramo – a pedido da mãe em seu leito de morte. O curioso é que o narrador não é Juan Precioso, mas sim toda uma série de personagens que interagem com ele durante a viagem, tecendo assim uma história feita de fragmentos acronológicos. Aliás, a coisa é mais tensa que isso: parte dos personagens que interagem com Precioso são almas penadas, condenadas a vagar pela vila indefinidamente por terem morrido sem serem absolvidas dos seus pecados pelo corrupto padre local (que também assume o papel de narrador em alguns trechos). O que há de belo nessa narrativa, portanto? Ela é fragmentada e desenhada sob a ótica de pessoas e de almas em diferentes pontos do espaço-tempo, em uma espécie de estilo que, embora único, tenha um pouco de Vermelho, do turco Orhan Pamuk, e do Bras Cubas, de Machado de Assis.

Segundo, pela simbologia dos nomes – algo que o nosso Guimarães Rosa também trabalhava com maestria. Todos os nomes de personagens parecem ter sido esculpidos, e não criados, para contar histórias à parte. Isso inclui Pedro Páramo (que pega o “pedro” da palavra “pedra” e o “páramo” de uma regiao desértica, árida), mas inclui também Juan Precioso, o protagonista, Dolores Precioso, sua mãe, e tantos outros.

Terceiro, pela abundância de significados que emanam do texto. Pode-se lê-lo como uma crítica política à sociedade mexicana da época, tão rígida em valores morais quanto corrupta em atitude éticas; pode-se lê-lo como uma história espiritual, fruto também de uma sociedade em que a a fronteira entre vivos e mortos é absolutamente tênue; pode-se lê-lo como um exemplo tão claro da tradição oral responsável por se passar adiante histórias na América Central; e pode-se lê-lo como uma viagem à própria definição das forças que fazem a nossa existência, como o desejo desmedido de Pedro Páramo, a esperança vã da sua esposa, Dolores, o medo do seu filho, Juan Preciado, o amor louco de Susana San Juan, a moral corruptível do Padre Rentería, a culpa mortal do cavalo El Colorado; etc. O protagonista real, portanto, não é nenhum dos personagens: é o próprio leitor, que encontra no texto uma definição da Vida como um todo.

E, quarto, pelo extremo cuidado que Rulfo teve com o texto. O autor passou, aliás, mais tempo fazendo cortes na narrativa do eque escrevendo-a: para ele, cada palavra precisava ser pesada, medida, entendida. E, se não fosse absolutamente fundamental, cortada.

Porque estou falando de Pedro Páramo aqui, neste post, escrito diretamente da Feira do Livro de Guadalajara? Primeiro, pelo óbvio: Rulfo é provavelmente o maior gênio literário que o México teve até hoje. Falar sobre ele diretamente do México é quase que uma honra.

Mas, segundo, e talvez mais importante, porque essa obra de arte é, de fato, uma aula de literatura para todos nós, autores independentes. Ler Pedro Páramo com atenção é aprender a lidar com a palavra e casar termos com tempos com culturas com visões de mundo ao ponto de contar a história mais perfeita que poderia ser contada.

E não é isso que nós, autores, sempre buscamos?

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Feira do livro de Guadalajara: a primeira impressão

Estamos tão habituados a ouvir misérias sobre o mercado editorial que, aos poucos, vamos nos resignando e nos entregando à crença de que tudo vai mal no mundo do livro.

Não é verdade.

E não estou falando aqui apenas da nossa história, a história do Clube, que teve um 2018 espetacular. Mesmo o mercado tradicional não está assim tão mal quanto parece – ao menos não fora das nossas fronteiras.

Essa foi a nossa primeira impressão ao perambular pelos lotados corredores da FIL – Feira Internacional de Livros de Guadalajara, no México, segundo maior evento do gênero no mundo (perdendo apenas para Frankfurt).

As Saraivas e Culturas daqui – as imensas livrarias Gandhi e Porrúa que, assim como suas contrapartes brasileiras, dominam o mercado local – não estão lamuriando suas dificuldades. Ao contrário: empolgados, parecem caçar novas fronteiras de crescimento para um país que só agora parece estar entregando papel e tinta à sua inigualável tradição de narrativas orais.

Não há também o isolacionismo cultural ao qual nos acostumamos no Brasil, em grande parte pelas barreiras de idioma. Estandes da Argentina, Chile, Peru e tantos outros parecem se entrelaçar, criando uma teia de literatura latina composta tanto pelos best-sellers locais como García Marquez e Vargas Llosa quanto por autores novos, independentes, que estão ainda no chegando ao auge de suas produções literárias.

Sim, há o estande brasileiro também – mas este parece triste, só, perdido entre uma prateleira do Maurício de Sousa e alguns kits de livros com brinquedos de dinossauros. Não nego uma certa decepção que nós, terra de gênios que vão de Machado de Assis a Guimarães Rosa, de Rachel de Queiroz a Manoel de Barros, exibamos como único exemplo de nossa literatura os quadrinhos da Turma da Mônica.

A primeira impressão da FILGuadalajara, portanto? A de que o pessimismo editorial brasileiro é algo específico do mercado tradicional brasileiro, o que domina as burocracias e as engenharias envelhecidas que em nada retratam o cotidiano dos novos autores e dos novos leitores.

Nós, independentes, parecemos imersos em uma realidade tão diversa que se aproxima da distopia: temos muitas histórias para contar, temos meios para fazê-las chegarem aos nossos públicos e temos público disposto a lê-las.

E fora das nossas fronteiras esse otimismo literário parece ser onipresente: o mundo inteiro está disposto a mergulhar em novas fronteiras literárias, a descobrir novos mundos e novas possibilidades.

Não é apenas no Brasil que a vez dos independentes chegou: é no mundo inteiro.

Aposentemos, pois, o velho, o tradicional, o antigo e o antiquado. O mundo já os está deixando para trás.

Agora é a nossa hora.

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Quer saber o que acontece no cenário editorial latino? Pergunte-nos: estamos no olho do furacão!

Como comentei no post da sexta, estamos hoje na FIL – Feira do Livro de Guadalajara, no México, segunda maior do mundo. 

Nosso objetivo é saber o que está acontecendo no cenário editorial fora das nossas fronteiras: que casos, inovações, dificuldades, soluções e histórias estão sendo construídas por aqui. 

Tem alguma curiosidade sobre isso? Quer fazer alguma pergunta qualquer?

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