As vidas nos livros

Sempre tive dificuldades em entender a tristeza profunda com a vida – aquela que faz as pessoas se sentirem dormentes, estéreis de felicidade, mergulhadas na mais completa falta de expectativas.

Não duvido da existência da depressão, claro: apenas tenho dificuldades em entender. O motivo?

Olho em torno de mim para a minha pequena estante de livros. Há, nela, oportunidades singulares de se mergulhar nos mais diversos tempos, de se compartilhar com personagens incríveis as mais diversas aventuras traçadas pelas mão dos mais geniais artistas.

Nessas oportunidades – em cada uma delas – há também o sempre bem-vindo efeito colateral de colhermos das histórias maravilhosas um pouco de autconhecimento, de entendimento sobre nós mesmos, de percepções sobre a vida.

E o que podemos fazer com isso? Viver as nossas vidas, claro. Escrever as nossas histórias como quisermos, livres dos tacanhos pensamentos alheios ou das sempre ridículas convenções sociais que caçam padrões até onde os padrões devem inexistir.

Como encaixar tristeza nisso? Se podemos viver tantas histórias de tantas pessoas em tantos diferentes tempos, se podemos aprender com um universo inteiro de sabedoria coletiva para escrever a nossa própria narrativa, porque não apenas sorrir e seguir?

Estou certo que há alguma resposta para isso – algo talvez mais químico ou biológico que psicológico que a minha própria ignorância não permite alcançar.

Mas, enquanto essa ignorância sobre a tristeza se alimentar de livros e escolhas próprias calcadas na sabedoria da literatura, confesso que me esforçarei ao máximo para mantê-la.

Nesse caso, ao invés de procurar alguma luz que me aponte o caminho da escuridão, apenas abrirei um livro qualquer e farei o que mais amo na vida: começarei a ler.

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Sabe qual a maior vantagem de se publicar no Clube?

A presença.

Porque, além de você ter controle pleno sobre todas as suas vendas e seus direitos autorais, basta publicar aqui – gratuitamente – e seu livro estará presente nas maiores livrarias do país.

Livraria Cultura.

Estante Virtual.

Amazon.

Fnac.

Submarino.

Americanas.com

E isso sem contar as livrarias de ebook, como Kindle, Apple IBookstore, Google Books, Kobo etc.

Nunca foi tão fácil ter um livro presente em tanta livraria.

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Sim, ISBN importa!

No passado, sempre que nos perguntavam sobre a real necessidade de se fazer o registro do ISBN nos livros, acabávamos nos enrolando um pouco na resposta. Além do registro oficial em si, afinal, ter ou não não interferiria em nada na venda aqui ou em nenhuma das livrarias eletrônicas com as quais trabalhávamos.

Pois bem: agora isso mudou.

Agora, sob a ótica do Clube, há pelo menos três grandes motivos pelos quais você deveria, urgentemente, tirar o ISBN: Amazon, Livraria Cultura e Estante Virtual.

É simples assim: se você tiver o ISBN em seus livros impressos, eles estarão à venda nessas três livrarias (chegando, potencialmente, a todo o mercado do leitores do Brasil). Se você não tiver, seu livro continuará à venda aqui no Clube e em outros sites como Submarino, Americanas etc…. mas perceba que a diferença é grande.

Então, sendo bem direto: não perca tempo. Faça já o seu registro de ISBN e deixe o seu livro à venda nas maiores livrarias do país!

Onde tirar o ISBN? Você pode ir diretamente no site da Biblioteca Nacional (isbn.bn.br) ou contratar assessoria no www.profissionaisdolivro.com.br . Mas, seja por onde for, vá.

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Não mande originais para editoras: publique e concentre-se no seu público

Mesmo nós sendo uma empresa de autopublicação, um site onde os próprios autores podem, diretamente, publicar seus livros como quiserem e vê-los à venda nas maiores livrarias do país, até hoje recebemos originais pelos Correios.

Às vezes são livros inteiros, encadernados profissionalmente e tudo. Às vezes são manuscritos. Às vezes são páginas impressas a partir do Word. Seja como for, o fato é que letras continuam chegando até nós das mais esdrúxulas maneiras possíveis.

E por que digo “esdrúxulas”?

Porque já passou da hora de autores largarem para trás o utópico sonho de serem descobertos por editoras e de, subitamente, tornarem-se celebridades literárias.

É possível que isso ocorra ainda hoje com uma ou outra pessoa? Sim, é possível – mas elas são o extremo da exceção, bem distante de qualquer coisa que se assemelhe à regra geral.

E, se isso é verdade para o Clube, é igualmente verdade para todas as editoras tradicionais brasileiras – aquelas que não cobram diretamente dos autores para publicarem seus livros, vendendo caro sonhos que dificilmente se transformarão em realidade pelo simples fato de que apenas o autor, e ninguém mais, consegue transformar sua história em um best-seller.

Mas sabe o que acontece quando um original é enviado pelo Correio (ou mesmo pela Internet) na expectativa de que alguma editora o publique sob seu selo? Expectativas são elevadas à altura do Everest; decepções são cozinhadas na medida em que o tempo passa sem resposta; raivas resignadas são geradas a fogo brando; talentos incríveis são perdidos para o mar de lodo morno e amorfo que define a realidade do mercado editorial brasileiro. Colocando em outros termos: é energia demais jogada fora quando a solução está dentro de cada um dos autores.

Quer ter seu livro transformado em best-seller? Publique-o você mesmo aqui no Clube de Autores. Mas publique-o com o carinho que ele merece: com o português revisado, uma capa bem feita, o ISBN registrado, uma diagramação bem feita. Em pouco tempo, seu livro estará na Cultura, na Amazon, na Estante Virtual, na FNAC… no mundo.

Isso resolve o problema? Claro que não.

Mas te leva ao pé da montanha.

A partir daí, é uma questão de refocar as energias. Ao invés de perder tempo e suco gástrico tecendo esperanças vãs com editoras, monte seu próprio evento de lançamento, seu plano de divulgação, lance-se nas redes, faça e cresça seu próprio público, construa sua própria carreira.

Será fácil? Obviamente que não.

Mas certamente será muito mais viável que dedicar vidas (as suas e as dos seus personagens) a rezar por utopias que provavelmente jamais se transformarão em realidade.

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