Livro publicado no Clube vira base de novo comercial da Ford

Jean de Andrade é um velho conhecido nosso.

Ele foi um dos primeiros escritores a publicar seu livro aqui no Clube, já esteve conosco em nossa casa na Flip e, enfim, já é daqueles autores que chamamos de amigos realmente próximos.

Essa amizade nos possibilitou também, claro, conhecer melhor a história do Jean além da que ele publicou no Vida de Caminhoneiro: sua luta diária cruzando o Brasil para entregar tanto cargas quanto inspiração, esta última traduzida em suas histórias e no esforço empreendedor que ele faz para levá-las ao mercado.

Bom… ele tem conseguido.

Jean é, hoje, um daqueles autores que tem se destacado no nosso cenário brasileiro pela peculiaridade de suas histórias e pelo “exótico”, se é que essa palavra cabe bem aqui, de se revelar ao mundo a visão tão única e um caminhoneiro real cruzando as vias desse nosso imenso país.

E não são apenas leitores que tem descoberto suas histórias: a Ford também o descobriu.

É hora de me calar aqui no post: veja você mesmo, no vídeo abaixo, um pouco da história de Jean, que se transformou em personagem principal de uma daquelas raras peças de propaganda realmente belas.

E, se quiser se aprofundar mesmo – algo que aconselhamos bastante – acesse o livro do Jean neste link: https://www.clubedeautores.com.br/book/34955–

 

 

 

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O que significa esse movimento de distribuição livrarias que estamos fazendo?

Recentemente, divulgamos aqui no Clube a distribuição de livros impressos via Estante Virtual, Submarino e Americanas. Muitas outras lojas estão já a caminho, mas… o que, exatamente, isso significa para os autores?

Vamos por partes.

Hoje, é possível dividir os leitores (brasileiros ou mundiais) em duas grandes categorias: os que sabem precisamente o que desejam (títulos ou autores específicos) e os que buscam por temáticas. Não há, claro, uma estatística clara que separe uns de outros – mas o fato é que o primeiro grupo costuma ser atraído, em grande parte, pelos best-sellers.

Vamos ao segundo grupo – os que passam tempo navegando por vitrines, reais ou virtuais, ou por buscadores diversos. É aqui que o leitor típico do Clube costuma se encaixar, aliás – e é aqui que o espaço para os autores independentes costuma crescer.

Normalmente, esses leitores buscam sinopses interessantes, obras semelhantes a outras que já leram etc. Nesse ponto, o palco é o mesmo para todos – desde que saibam trabalhar bem os seus livros. E o que é trabalhar bem? É ter um texto profissionalmente revisado, com uma capa belíssima e uma sinopse instigante. Sempre reforçamos isso aqui no Clube: livros bem trabalhados não terão as suas vendas garantidas – não existe garantias assim no mundo; mas livros mal descritos, com capas pouco atrativas e comum português recheado de erros certamente terão resultados pífios.

Mas sigamos adiante no raciocínio: onde o leitor tradicional busca?

Em geral, ele vai a dois diferentes caminhos: Google e sites de livrarias.

No caso do Google, estamos bem aqui no Clube: todas as técnicas de otimização de buscadores estão aplicadas e mais da metade de todo o nosso tráfego vem de lá. Mas isso ainda é pouco: em termos gerais, temos algo como 300 a 400 mil visitas mensais.

Era preciso expandir, dar mais audiência para os livros e os autores e permitir que quem buscasse em livrarias os encontrasse.

Estante Virtual? Hoje, de acordo com o SimilarWeb (ferramenta que estima, embora com alguma margem de erro, a audiência de sites), eles recebem algo como 5 milhões de visitas mensais – e só para livros.

Submarino? 25 milhões (embora nem tudo seja para livros).

Americanas? Amazon? Cultura? Somadas, as audiências de todos esses portais chegam a praticamente toda a Internet brasileira.

E sim: ainda não estamos em todos. Mas estamos chegando lá.

Em suma, o que isso significa para os autores? Visibilidade.

Claro: ainda será fundamental trabalhar bem o livro, fazer a sua divulgação, conseguir boas críticas etc.: livros, assim como quaisquer outros “produtos”, não se “auto-vendem” – mesmo quando bem distribuídos.

Mas essa barreira, a do alcance, está sendo vencida por aqui como nunca antes. Digo mais, até: no mundo inteiro, nenhum site de autopublicação jamais conseguiu se distribuir de maneira tão intensa quanto o Clube de Autores.

Estamos orgulhosos disso. Até porque já estamos testemunhando que essa amplitude está, efetivamente, começando a se converter em vendas.

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Livros do Clube ganhando o mundo

Desde que fizemos um post sobre um livro daqui do Clube que conseguiu destaque na Croácia, passamos a receber inúmeros emails com exemplos de como os autores independentes brasileiros estão efetivamente ganhando território. 

Foram matérias sobre livros na Turquia, na França, na Espanha, em Portugal, nos Estados Unidos… 

Este que publico aqui hoje – Porta do Sol, de Sandro Vita -, por exemplo, ganhou espaço na mídia brasileira na Inglaterra. Vejam matéria abaixo: 


O que é mais interessante é a temática, tão importante para os nossos tempos: a experiência do próprio autor como imigrante. Estou deixando, a seguir, um link para a página do livro no site do Clube (clique aqui). A sinopse está abaixo: 

Que mistérios envolvem o processo de decidir? Em algum momento faremos escolhas, certas ou erradas, que mudarão por completo o nosso caminho. Agora, imagine alguém capaz de saber, quando e onde, estas escolhas devem ser feitas.

É assim que a jornada de Alexandre Natan começa no interior do Rio de Janeiro. Quando ao fazer um ato generoso, conhece Ruberte Henriques, um português bonachão, que o identifica como um construtor de Portas do Sol. Alguém capaz de identificar o momento correto em que devemos tomar as rédeas de nossas vidas e lutar pela felicidade.

Para desenvolver suas habilidades, ele é convidado a ingressar no sinistro grupo Supremacy – Uma organização capaz de influenciar o destino de nações inteiras. Antes ele terá que resistir a Maud Z, a líder do movimento de oposição, conhecido pelo nome de Leões Negros. Dona de uma vasta rede de contatos, ela fará a vida de todos, um inferno, para dominar o segredo que permite intervir na vida alheia. Ao confrontar sua própria fé, Natan acaba por emigrar para a Europa, junto com sua esposa Tessa. Lá ele cumprirá as ordens de seu mentor Azhym e de sua orientadora Laurien, durante os primeiros anos do treinamento. Sob a pressão da saudade da família, de ataques preconceituosos, da necessidade de adaptação a uma nova cultura e um intenso processo de aprendizagem, Natan enfrentará seus piores medos. Desafios que o levarão a despertar macabros acontecimentos de seu passado, enquanto cumpre missões secretas em Portugal, mas que também o guiarão por aventuras através da Espanha, Alemanha, República Tcheca, França e Reino Unido.

Baseada em fatos reais, Porta do Sol é uma história sobre a importância da lealdade nos dias de hoje e acima de tudo, sobre acreditar no poder de nossas escolhas.

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Somos as nossas próprias histórias

Niall Williams abre o seu belíssimo livro “History of the Rain” (ou ‘A História da Chuva’, aparentemente ainda não traduzido para o português) dizendo que nós somos as nossas próprias histórias. 

Em tese, o pensamento em si não é tão original: certamente todos nós já ouvimos isso de diversos escritores ou poetas que biografam a vida. Mas há que se sair da superfície para entender o que ele realmente quis dizer. 

No livro, a protagonista cava fundo em suas memórias para recontar a história de seu pai e de seu avô como maneira de se entender melhor enquanto passa os dias acamada por uma doença grave. Há toda uma sucessão de tragédias familiares: o irmão gêmeo morre afogado, a casa pega fogo, o pai tomba, súbito, de câncer, e assim por diante.  Há o suficiente para que o leitor babe ininterruptamente de tanto chorar. 

Mas há mais. 

Entre cada pedaço de história familiar, a narradora insere trechos de histórias de Dickens, de Dante, de Shakespeare. Entre cada vida vivida, ela soma vidas lidas a partir da biblioteca de mais de 3 mil livros do pai – livros aos quais ela dedica cada minuto do tempo que lhe resta. É como se o autoconhecimento não viesse apenas da fria árvore genealógica, mas principalmente do acúmulo de conhecimentos que cada parte dela – seu pai, seu avô, seu bisavô – absorveu ao longo de suas próprias vidas. 

Algum antepassado leu Virgínia Woolf, por exemplo? Então a história se introjetou no sangue familiar, ajudando a moldar o pensamento genealógico dali para a frente. 

Parece uma viagem? E é. Principalmente porque, em um determinado momento, a história familiar real, factual, vai perdendo importância e deixando-se substituir pela história romanceada, imaginada, escrita e, portanto, imortalizada.
Ao final do livro, o leitor não tem sequer a certeza do que realmente aconteceu – mas esse real fica tão irrelevante frente à maneira com que a narradora expõe seus desejos como fatos passados que o pensamento que abriu este post ganha uma nitidez incrível. 

Sim: somos as nossas próprias histórias. Mas não apenas porque foram elas que embasaram as nossas visões de mundo e sim porque foram – e são – elas que, repassadas adiante, significam o que sonhamos ser e o que, lá em nosso íntimo, mais acreditamos ser. E isso é algo muito, mas muito mais real do que a própria realidade. 

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Você conhece o nosso Clube de Recomendações?

Já faz algum tempo que temos uma parceria com o MyReks, uma comunidade de recomendações de produtos os mais diversos. Tem sido uma parceria importante, acrescento: hoje, alguns milhares de leitores chegam até o site do Clube por conta justamente das recomendações de usuários feitas por meio deles.

O modelo de funcionamento é simples, como pode ser visto na figura abaixo (ou clicando aqui): Screen Shot 2017-06-26 at 10.05.44

Ou seja: basta que você recomende livros, participe das missões que eles programarão e, por consequência, acumule pontos. A partir de agora, inserimos também um ranking mensal e estamos premiando com livros os usuários que melhor pontuaram. Isso será rotina, aliás: os 10 usuários que mais pontuarem ganharão um voucher que os permitirá um desconto que pode chegar a 100% na aquisição qualquer livro aqui no Clube.

Se interessou? Então acesse agora o www.clubedeautores.com.br/myreks, conheça o ranking e saiba como participar!

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