Nadando pelos livros do Clube

Recentemente, o autor Rodrigo Rahmati nos mandou um posto que fez em seu blog em que se propôs um desafio: ele selecionará e lerá 7 livros publicados por aqui ao longo de 2017.

Na prática, a mecânica é a seguinte:

Ele já selecionou as obras e as expôs em seu blog, no http://www.rahmati.com.br/2017/03/desafio-clube-de-autores.html . Lá, ele colocou capa e resenhas e, em seguida, suas expectativas. Ele não fará exatamente resenhas dessas obras, mas dirá se elas atingiram ou não as suas expectativas.

O próprio autor-blogueiro deixa claro em seu post o motivo desse desafio: ele entende que, por sermos um ambiente de autopublicação, há de tudo publicado no Clube. A dúvida que quer responder é: selecionando obras cruzando capa, sinopse, primeiras páginas e gosto pessoal funciona?

Eu, que leio rotineiramente livros do Clube, posso ajudar a responder: sim, com certeza. Mas, como eu sei que qualquer resposta minha pode ser interpretada como parcial, aguardemos os retornos do Rodrigo!

Mas já adianto: atitudes assim são ESSENCIAIS para agregar mais visibilidade aos autores independentes do país!

 

 

 

 

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Compartilhando o depoimento de uma autora

Na semana passada recebemos esta mensagem de uma autora do Clube, Carol Sales. Normalmente não postamos no blog mensagens assim… mas sempre há uma exceção. Trabalhamos tão duro aqui, afinal, que receber um elogio desses é sempre motivo de orgulho e sorrisos generalizados!

À Carol, queria apenas deixar registrado que a satisfação e o orgulho são todos nossos de tê-la aqui, como parte do Clube, honrando a nova literatura brasileira que está sendo escrita a cada dia!

Nem sei como começar a descrever toda satisfação que venho tendo de fazer parte do Clube de Autores, mas isso não iria me coibir de tentar. Sou autora independente há pouco mais de dois anos. Fui leitora compulsiva desde que me descobri gente e escrevi à mão por mais de 13 anos antes de finalmente me aventurar nesse mundo editorial. Só recentemente descobri vocês por meio mais direto de outra autora nacional, Amatrici Romero, que recentemente lançou seu romance Argus entre Ciganos e Lobos. Decidi experimentar.

Em todos os campos, vocês estão com nota máxima, mas vou comentar aqui o que mais me chamou atenção e me deixou muito feliz de estar com vocês na criação dos meus livros físicos. A opção de pagamento por boleto bancário, que facilita e muito aos meus leitores que não possuem nenhum cartão de crédito; preço de custo do exemplar bem dentro do que eu vinha orçando com outras gráficas, sendo que, com vocês, sai bem mais em conta para o consumidor final e para mim, além de que, com essas gráficas, é
exigido uma tiragem mínima. Meu franco agradecimento e gratidão. Qualidade de material empregado no exemplar e velocidade de entrega, então? Sem palavras! Surpreendentemente bom, estimulante, eletrizante. No que depender de mim, os contatos no meio que vieram estreitando laços de amizades comigo terão meu sincero incentivo de entrar para o Clube com suas obras.

No fundo e a bem da verdade, só tenho um lamento, e é de não ter conhecido o Clube antes.

Mais uma vez, deixo meus sinceros agradecimentos e abraços para toda equipe, vocês estão de parabéns em todos os níveis!

Carol Sales

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Juro que estou sendo otimista!

Um amigo meu me disse que eu estava muito pessimista com o mundo. Disse que estava escrevendo demais sobre a morte da arte, sobre o ano que vem ser mais caótico que esse etc. etc. etc.

É verdade que tendo mesmo a enxergar (ou mesmo a buscar) o caos em cada cenário com o qual me deparo. Mas isso seria pessimismo? Não sei.

Como diria Hamlet, não existe o bom ou o ruim: o que existe é a nossa opinião sobre as coisas. A meu ver, todo caos é essencialmente positivo. É o que nos instiga a pensar, o que nos tira da zona de conforto, o que gera inovações nas artes e na vida. É o que faz o nosso sangue pulsar.

Que graça teria a vida de Pi sem seu conflito com o mar e o tigre, para ficar apenas em um exemplo?

E, se a vida imita mesmo a arte, que graça tem viver sem obstáculos quaisquer a serem transpostos, sem batalhas a serem travadas, sem caos a ser normalizado? Afinal, nossa vida tem um tempo contado – e tenho como certo que ela vale mais na medida em que somamos mais histórias em nossas memórias.

Em outras palavras: entendo que precisamos de caos e conflitos para celebrar a nossa própria humanidade e não vivermos como planta. Quem quer viver como planta, afinal??

A esse meu amigo, portanto, – que espero estar lendo este relato – respondo então que não há pessimismo em toda essa escuridão pintada aqui nos últimos posts. Ao contrário: quer ambiente mais otimista para quem gosta de criar histórias do que um que soma tempestade atrás de tempestade?

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