Tem dúvidas sobre autopublicação?

Tem dúvidas sobre como publicar seu livro?

Simples: pergunte.

Ou navegue por aqui.

O Clube de Autores tem mais de 9 anos de mercado trabalhando com autopublicação como deve ser: gratuita para o autor e com garantia de presença nas mais diversas livrarias. O que isso nos dá (e, por consequência, garante a você)? Uma base de conhecimento imensa sobre o que funciona e o que não funciona nesse mercado.

Essa base de conhecimento, no entanto, não serve de nada se não a colocarmos ao alcance e à disposição de todos os autores do país – e é esse o esforço que temos feito (e fortalecido) nos últimos tempos.

Gostaria, aqui, de deixar dois convites para todos os escritores que tenham qualquer tipo de dúvida:

Acesse os materiais que preparamos para você.

São muitos e que devem aumentar o tempo todo. Mas, para facilitar, listaremos aqui:

Compilado de conteúdo sobre como publicar um livro

Post sobre como escrever um livro

Checklist com todas as etapas de lançamento de um livro

Passo-a-passo de como registrar o ISBN para seu livro

Post sobre como definir o preço do seu livro

Post sobre como lançar um livro sem burocracia

Manual de divulgação de livros

Guia de Publicação de Livros

Pergunte-nos

Todos esses materiais, como já comentamos, foram feitos com base em dúvidas que recebemos de autores ao longo dos nossos 9 anos de vida.

Isso significa que todas, absolutamente todas as dúvidas já tenham sido respondidas? Claro que não.

Significa apenas que estamos fazendo – como devemos continuar fazendo – um esforço grande para deixar o mínimo possível de dúvidas nesse mundo relativamente novo da autopublicação.

E também significa, claro, que a possibilidade de existirem outras dúvidas quaisquer que sequer tenhamos considerado é bem razoável.

Isto posto, pedimos a todos os autores que nos considerem não como um acervo de material, mas sim como uma fonte de consulta permanente sobre como se autopublicar.

Tem dúvidas e não encontrou respostas? Pergunte-nos.

Do nosso lado, se há uma coisa que podemos garantir é que faremos todo o esforço do mundo para respondê-lo o quanto antes!

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A imortalidade fundamental dos livros

Há quem diga que livros são apenas um compilado de páginas encadernadas em papel ou bits. Discordo.

Sim, sei que uma história pode ser contada em um TumblR, em um post no Facebook, em um muro. Ainda assim, é diferente.

Há uma espécie de rito, de cerimônia, inclusa no ato de se publicar um livro. É como se o autor, ao efetivamente publicar uma obra, ecoasse as palavras que Michaelangelo disse para sua escultura de Moisés no instante em que a concluiu: “Levanta-te e anda!”.

Que outras palavras caberiam ali, no êxtase daquele momento, afinal?

Ao ser finalizada, a escultura não mais pertencia ao escultor: já tinha vida própria, já suscitaria olhares e suspiros de quem quer que se deparasse com ela, já assumiria um papel único no imaginário de cada um que a visitasse. O escultor continuaria esculpindo outros trabalhos, claro, até morrer dentro da brevidade que o Tempo garante a todos nós; sua obra, no entanto, seguiria encantando gerações, tão imortal quanto imutável a partir do instante em que foi por ele finalizada, revelada.

É o mesmo que ocorre com livros.

Saramago já se foi; o Ensaio sobre a Cegueira permanecesse como um clássico imperdível da literatura mundial. Chinua Achebe deixou o mundo em 2013; Things Fall Apart, que ainda carece de uma tradução para português, certamente sobreviverá por séculos como a mais hipnótica versão africana das tragédias shakespearianas. Não sei por onde anda Carlos Moreira; mas Tetralogia do Nada, publicada aqui no Clube, já causou e seguirá causando impactos no mínimo tectônicos nas mentes de seus leitores.

Livros são diferentes de outras formas de escrita por serem as lápides das próprias histórias que encerram.

Posts podem ser alterados a qualquer momento; histórias orais podem ser mudadas ao sabor do hálito do narrador; e mesmo o teatro pode ser entendido de acordo com as entonações dadas por cada diretor ou companhia. Toda e qualquer história não publicada em um livro é viva, orgânica, sujeita a ondas infinitas de refações. Não há nada de errado com isso, claro: cada arte tem o seu propósito.

Mas é que é apenas quando uma história encontra seu fim criativo em um livro, quando é efetivamente encapada, diagramada, revisada e distribuída, que seu ciclo pode ser dado como completo. É apenas nesse instante, quando suas palavras passam a ser imutáveis, que ela deixa de pertencer ao autor e passa a pertencer à humanidade.

 

E a humanidade precisa de presentes assim para evoluir um pouco mais.

Contribuamos, nós que somos autores, com os nossos livros.

 

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