A força da poesia

A poesia costuma ser o gênero literário mais escrito e mais desprezado.

Temos tanto poetas quanto críticos acusando-os de serem expositores da própria definição de pieguice. Uma pena.

Schopenhauer dizia que os dois trabalhos mais fundamentais para a humanidade eram a filosofia e a poesia. Basta ler Drummond, Bandeira e João Cabral de Melo Neto para concordar.

Mas não irei no vasto arcabouço de poetas brasileiros hoje. Hoje, recorrerei a um vídeo de uma poeta de Darfour para provar o meu ponto.

Vejam o relato abaixo.

Há como entender bem o drama da realidade humana sem que ele seja contado assim, por alguém como Emi Mahmoud relatando sua fuga de um genocídio?

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Onde estão os livros que falam de amor?

Vá até o site do Clube e pesquise a palavra “amor”.

Fiz isso agora, neste instante. 2.799 livros foram encontrados.

Parece muito? Não é, especialmente dado que temos mais de 50 mil no catálogo inteiro. E, como hoje é o dia dos namorados – data intimamente ligado ao próprio conceito de amor – devo confessar que fiquei um pouco triste.

Onde estão todos aqueles poetas românticos, aqueles protagonistas de romances densos de onde tanto caos brota de suas páginas, aqueles escritores de laços sendo feitos e desfeitos? Onde estão aquelas histórias que nos ensinaram os ideais até hoje perseguidos no instante em que cruzamos os olhares com alguém… digamos… interessante? Onde estão os filhos dos tantos poetas que fizeram do Brasil o mais fértil dos terrenos para as letras?

Se você lê este blog, então a possibilidade de ser um escritor (ou pelo menos um amante da literatura) é grande – muito grande. E, por conta disso, aproveito este 12 de junho para fazer um convite: escreva uma pequena história, um conto ou um livro inteiro sobre esse órgão que tanto insiste em fazer o nosso sangue correr pelo corpo: o coração.

É dia dos namorados, afinal. E, mesmo que não tenhamos encontrado o nosso par perfeito ainda, nada nos impede de criar personagens que vivam os ideais de vida que buscamos.

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Só 10% é mentira, com Manoel de Barros

No último dia 13 de novembro, um dos meus maiores ídolos, Manoel de Barros, faleceu. Pessoalmente, considero esta uma das maiores perdas que a literatura brasileira teve em muito tempo.

E não seria justo deixar de homenageá-lo aqui no blog, certo? Ei-la aqui, com a reprodução de um mergulho cinematográfico no universo dele.

Nada melhor do que isso para fechar a semana.

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