6 motivos que comprovam que o melhor momento para ser um escritor é hoje

Às vezes converso com alguns escritores que dizem que o maior sonho deles era ter nascido em outros tempos – algo como a Paris do começo do século XX, a Londres vitoriana ou mesmo o Rio do final do século XIX.

Eu discordo de todos.

Em minha modesta opinião, o melhor momento para escritores é agora.

Veja seis motivos que confirmam que vivemos na era perfeita para escritores:

  1. Livros são baratos e onipresentes. Já imaginou a dificuldade que os arcadistas do século XVIII tinham, lá em Ouro Preto, para acessar a literatura? Hoje, pagando menos de um almoço, compra-se uma obra prima que pode ser digerida no formato que preferir – impresso, digital ou áudio. Os limites para o acúmulo de conhecimento e inspiração são praticamente inexistentes.
  2. A informação é plena. Nem consigo imaginar o tamanho da pesquisa que Mário de Andrade teve que fazer para escrever Macunaíma. Sei que ele rodou a Amazônia e o restante do país e que levou anos compilando as lendas que fizeram nossa alma brasileira. Hoje, até podemos (e devemos) viajar para desbravar o mundo com nossos próprios olhos – mas temos o apoio fundamental da Internet como ferramenta perfeita de pesquisa. Quer estudar algo para um novo romance? Basta abrir o Google e começar a navegar.
  3. O acesso ao público depende apenas de você. Costumamos achar que a vida de escritores do passado era fácil, que bastava que eles escrevessem para serem magicamente descobertos por editores e conseguirem suas famas. Ledo engano: se hoje temos acesso a apenas um punhado de autores do passado é porque muitos, mas muitos MESMO, deixaram o mundo sem conseguir se publicar. Concorrência no mercado editorial sempre foi imensa – mas a diferença é que, hoje, com acesso a redes sociais, cada autor consegue criar o seu próprio público sem depender de ninguém.
  4. A publicação é gratuita. Não preciso nem me alongar muito nesse tópico: pelo Clube de Autores consegue-se publicar seu livro em um punhado de minutos.
  5. Há profissionais à disposição para te ajudar. Quer um revisor? Um capista? Um diagramador? Alguém para te guiar na burocracia do ISBN? Simples e barato: basta acessar o www.profissionaisdolivro.com.br e escolher dentre algo como 2 mil profissionais do mercado editorial que oferecem seus serviços a preços diferentes.
  6. Sempre haverá interessados em suas obras. No mundo plural que vivemos, a probabilidade de não haver público interessado em seu livro, sobre o que quer que seja ele, é mínima (ou inexistente). Pode ser que você ainda não saiba acessá-lo, claro – nem todo mundo nasce com talento para marketing. Mas com alguma pesquisa e estudo, certamente se pode criar uma estratégia de divulgação que abrirá aos autores as portas do paraíso.

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Todos nós, escritores, sempre queremos escrever mais e melhor. Não importa a nossa “qualidade percebida”, por assim dizer: a não ser que tenhamos o mesmo senso psicótico de auto-excelência que o Nietzsche, melhorar é sempre uma busca constante.

Não é à toa que tivemos um interesse tão grande nas palestras online que estamos planejando por aqui, afinal. Mas nem tudo precisa ser resolvido com um evento em tempo real: a própria Internet já é uma base infinita de inspiração somada a um mar com dicas que variam das mais supérfluas às mais densas.

Pesquisando um pouco, achamos esse post no site Ficção em Tópicos com 50 dias para se escrever mais e melhor. Vale conferir clicando aqui ou no link http://ficcao.emtopicos.com/escrever/dicas-escrever-melhor-historias/!

Quem sabe algumas delas não ajudam você a apurar melhor o seu próximo conto ou livro?

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