Que livrarias revendem os livros do Clube de Autores?

Temos recebido essa pergunta com alguma frequência – o que é natural dado que, hoje, estar presente na maior gama possível de livrarias online é fundamental para garantir mais vendas.

Vamos além, até: hoje, cerca de metade das vendas de livros do Clube acontecem nessas livrarias.

Entenda isso, portanto, como uma das maiores – senão a maior – vantagem que oferecemos a todos os escritores: somente aqui, no Clube de Autores, um livro autopublicado consegue ser distribuído em tantos sites sem que você precise pagar nada a mais por isso.

Isso significa que basta publicar o seu livro e ele irá automaticamente para todas as livrarias?

Não.

Algumas livrarias – como Cultura e Amazon, por exemplo – exigem que o livro tenha ISBN (que você pode saber como tirar clicando aqui).

E, sim, isso significa que seu livro deve ter o registro de ISBN. Até porque, convenhamos… se você já se deu ao trabalho de escrever uma história, por que evitaria cumprir uma burocracia simples e barata e que garantirá exposição dela ao mundo?

Separamos, abaixo uma lista de livrarias e requisitos de distribuição delas – mas temos também uma página que fala exatamente sobre isso e que sempre estará atualizada.

Vale conferir!

 

 

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Os livros do Clube que mais vendem na Cultura

Sempre nos perguntamos aqui qual a melhor métrica para efetivamente apontarmos os livros do Clube com maior demanda com leitores.

Já desenvolvemos algorítmos, fizemos campanhas, avaliamos vendas espontâneas digitais e físicas e até mesmo o volume de boca-a-boca nas redes sociais. Sabe a conclusão que chegamos?

Os resultados de vendas fora do Clube são o maior indicador de potencial de sucesso dos livros do Clube.

Parece esquisito? Explico-me melhor.

Quando um autor publica seu livro aqui, é natural que ele utilize o próprio link do Clube para divulgar a sua obra para seu público mais imediato. É natural, portanto, que os mais vendidos dentro das quatro paredes virtuais do nosso próprio ecommerce sejam os títulos escritos por autores com redes de relacionamento mais próximas, mais apegadas.

E isso – obviamente – não está errado… mas também cria um viés que distorce um pouco nossa avaliação sobre os livros com maior potencial.

Onde fomos buscar esses títulos?

Em nossos canais de vendas.

O raciocínio é simples: enquanto as vendas no Clube costumam refletir os estímulos diretos feitos pelos autores, as vendas em lojas terceiras (como Amazon, Cultura, Estante e outras) costumam mostrar os resultados espontâneos, fruto de pesquisas e decisões tomadas diretamente pelos leitores sem tanta influência assim dos escritores.

Sim, entendo que há casos e casos e que sempre haverá resultados em canais de venda fruto de indicações diretas de autores neles. Mas nossas próprias análises mostram que isso está longe de ser a regra.

Então, comecemos pela Livraria Cultura. Sabe quais são os 5 livros que mais venderam lá na semana passada? Ei-los:

O Despertar da Consciência

90km

Trilhando Sonhos

Modelagem Prática

Cyriacolândia: Território da Família Rondon no Pantanal

E sabe o que é mais incrível desta lista? Há de tudo nela. O primeiro livro está categorizado no Clube como esoterismo; o segundo, como esporte; o terceiro, como relato de viagens; o quarto, empreendedorismo; e o quinto, história.

Há, verdadeiramente, de tudo aqui no Clube de Autores: e há também, no mercado geral, espaço para tudo e para todos.

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A salvação da Internet

Há um fluxo de nem sei quantas pessoas por dia no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. São todas, em maior ou menor grau, leitoras.

Todas esperarão seus vôos por pelo menos uma hora, a maioria sentada, sozinha e sem nada para fazer. Há uma opção óbvia: a livraria, aberta desde as primeiras horas da manhã.

Pois bem: o pouco espaço que a livraria dispõe hoje é dividido entre livros sem nenhuma mínima tentativa de curadoria temática, chocolates, revistas e eletrônicos. Aliás, há tão poucos livros que parece até errado chamar a loja de livraria.

A julgar pela sua diminuição de tamanho nos últimos anos, é de se supor também que as vendas não estejam assim tão incríveis – mesmo em um país cujo hábito de leitura cresce tanto anualmente. Faz sentido? Faz.

Como, afinal, entregar a variedade nichada que os leitores de hoje demandam em tão poucas prateleiras? A livraria do aeroporto de Congonhas – da mesma forma que as de todos os aeroportos – é exemplo perfeito disso: mesmo ganhando de presente hordas diárias de leitores em busca de boas histórias para passar o tempo, elas penam para vender livros.

Por que? Porque, hoje, livrarias físicas são excelentes lugares para se passear – mas somente a infinita prateleira da Interner consegue garantir a cada leitor o livro exato que ele procura.

A literatura agradece à Internet.

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