Por que 2019 será o ano dos autores independentes no Brasil

Prepare-se para o ano em que o mercado editorial se revolucionará

Isso vai além de um mero desejo: é quase uma constatação feita após uma viagem mental para o futuro viabilizada pela análise das obviedades que nos trouxeram até aqui.

Quais obviedades?

O mercado editorial tradicional entrou em colapso em 2018.

Livrarias fecharam as portas, redes entraram em recuperação judicial, editores e livreiros de todos os portes foram forçados a rever os seus modelos de negócio uma vez que a grande maioria de leitores deixou de encontrar os livros desejados nas prateleiras de suas lojas preferidas.  O que resultou disso? Livrarias passaram a distribuir livros de autores independentes como forma de ampliar a oferta e a Internet – único lugar em que todos são iguais – passou a ser a fonte inquestionavelmente primária para a busca de literatura. E se, em 2018, ano em que tudo isso começou a acontecer de maneira mais intensa, o mercado de independentes já deu um salto de 30%, 2019 promete uma verdadeira revolução.

Mais demanda melhora toda a cadeia de ofertas. 

Quando o Clube de Autores começou, em 2009, o preço do livro era quase impeditivo de tão alto uma vez que gráficas capazes de imprimir 100% sob demanda eram poucas e desconfiadas. Com o tempo, nosso volume foi crescendo – e negociações melhores foram sendo viabilizadas. Nós nunca acreditamos nesse mito de que livro não vende porque é caro (livro, no Brasil e no mundo, é o entretenimento de alta densidade e durabilidade mais barato que existe). Mas, CLARO, quanto mais barato ele for, mais facilmente ele tende a vender. Esse cenário todo, por exemplo, viabilizou a criação de todo um novo projeto novo aqui no Clube que barateou imensamente 0 preço do livro para autores que quiserem manter seus próprios mini-estoques.

Não há mais preconceito com independentes.

No passado, um livro autopublicado era visto com preconceito pelo público leitor. “Se a obra é boa”, pensavam eles,  “por que nenhuma editora a quis?”. Com o tempo, com o crescimento de best-sellers autopublicados e com a popularização da crise editorial brasileira, esse preconceito evaporou por completo. Hoje, aliás, o leitor brasileiro sequer pensa na editora, salve raríssimas exceções: para ele, basta que o livro seja bom e que ele tenha ferramentas o suficiente para formar sua opinião (como a possibilidade de ler algumas páginas e de encontrar críticas na Internet).

Qualidade puxa qualidade.

Autores independentes têm se conscientizado de que um bom livro precisa ser bem trabalhado para vender. Na prática, isso tem resultado em histórias melhor acabadas, revisadas, com capas bem feitas e ISBNs devidamente registrados para que a revenda em livrarias seja viabilizada. Não é apenas o autor que ganha com isso: é toda a comunidade de independentes que, livro a livro, vai aumentando a percepção de qualidade do público leitor.

Quantidade puxa atenção.

Se uma maior qualidade gera um aumento de vendas, esse volume mais significativo de quantidade de títulos independentes comercializados puxa a atenção de todo o mercado tradicional. Isso significa mais espaço dado por livrarias, mais mídia cobrindo novidades, mais oportunidade para novos autores.

Todos esses pontos, ressalto, não são apenas sonhos de verão de quem está aqui, no front da literatura independente, há tanto tempo. Ao contrário: são constatações práticas, são fatos que já vimos acontecer no ano passado e que continuam transformando o que antes era tendência em pura realidade concreta.

Ou seja: se você é um escritor independente aqui no Clube de Autores, aperte os cintos e prepare-se. Sua hora chegou.

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Feliz 2019!!!

Sim, sabemos que 2018 foi um ano complicado para o Brasil. Tivemos Copa, greve de caminhões, eleições dilacerantes, resquícios da maior recessão da nossa história, livrarias e editoras quebrando e tudo mais.

Isso significa que foi um ano ruim?

Não. Nem de longe.

Porque, aqui no Clube, foi em 2018 que conseguimos consolidar a nossa distribuição em livrarias, o que fez toda a diferença do mundo para nós (e para todos os autores independentes que fazem daqui uma extensão das suas casas).

Foi por conta disso que conseguimos uma presença maior no próprio mercado, o que inclui fechar o ano com um crescimento de mais de 30% em um ano em que a maioria das livrarias e editoras tem derramado lágrimas atrás de lágrimas.

Foi impulsionado por boas notícias vindas daqui das trincheiras da autopublicação que conseguimos bater o nosso recorde de livros novos publicados – entre 40 e 45 títulos todos os dias.

Foi puxado por isso que iniciamos toda uma série de desenvolvimentos que possibilitarão novidades imensas para os autores – muitas das quais ainda estão por ser divulgadas.

E é, portanto, por isso, que temos apenas a agradecer a este ano tão ímpar em nossas vidas – além de esperar um 2019 turbinado pelo fim da crise brasileira e por uma retomada econômica que certamente há de beneficiar a todos nós, autores membros deste Clube.

Obrigado, 2018. Nós mudamos muito nesses seus 12 meses.

2019, venha com tudo! E venha trazendo muitas, muitas novas histórias para os nossos muitos, muitos autores!

FELIZ 2019!!!!!

 

 

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Sabe qual a maior vantagem de se publicar no Clube?

A presença.

Porque, além de você ter controle pleno sobre todas as suas vendas e seus direitos autorais, basta publicar aqui – gratuitamente – e seu livro estará presente nas maiores livrarias do país.

Livraria Cultura.

Estante Virtual.

Amazon.

Fnac.

Submarino.

Americanas.com

E isso sem contar as livrarias de ebook, como Kindle, Apple IBookstore, Google Books, Kobo etc.

Nunca foi tão fácil ter um livro presente em tanta livraria.

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Clube Select, novo selo do Clube de Autores, seleciona livros via inteligência artificial

Com a nova metodologia, pioneira no mercado editorial brasileiro, escritores independentes têm maior chance de destaque em mídia online e também nas prateleiras de livrarias parceiras

O Clube de Autores, primeira e maior plataforma de autopublicação da América Latina, lança no mercado o selo Clube Select, especializado em títulos que mais se destacam no site. A divisão foi criada com o objetivo de oferecer um maior apoio na produção e divulgação das publicações que tiveram performance geral acima da média e que, com isso, passam a ganhar destaque também nas prateleiras de grandes livrarias parceiras.

De acordo com o presidente do Clube de Autores, Ricardo Almeida, o projeto é algo inédito no Brasil. “É o primeiro selo brasileiro que dá este tipo de atenção a um livro autopublicado com intenção de transformá-lo em sucesso editorial. No mercado tradicional, primeiro é necessário passar pela seleção do editor, e a probabilidade de isso acontecer com o livro de um autor independente é muito pequena”, afirma. Almeida. O site que reúne autores independentes contabiliza cerca de 15% de todos os livros publicados anualmente no País, com um acervo atual de mais de 65 mil títulos em diversas categorias.

Para a concretização do plano e projeção do novo selo, foram feitos investimentos em tecnologia e equipe de cientistas de dados. A empresa utiliza metodologia própria que mede a performance de cada livro usando um algoritmo específico que considera, por exemplo, fatores como volume de vendas, quantidade de leitores, tração do texto, presença do autor nas redes sociais, repercussão da obra autopublicada e potencial do tema, dentre outros.

Em seguida, o algoritmo pontua cada uma das obras do catálogo de maneira dinâmica e em tempo real, indicando quais devem compor o acervo do Clube Select. “A interferência humana é mínima: aquelas publicações identificadas com taxa de conversão elevada no Clube de Autores serão selecionadas e terão apoio para maior exposição em nossa distribuição com grandes varejistas tanto online como off-line”, explica Almeida.

O primeiro a receber a nova impressão é o “Trilhando Sonhos – 365 Dias de Bicicleta pela América do Sul”, de Thiago Fantinatti (379 páginas, R$ 44,90), que relata a experiência de pedalar por 15 mil quilômetros pelo vasto continente Sul-Americano.

Recentemente, a editora firmou acordo com as varejistas Amazon, Livraria Cultura, Submarino, Americanas e Estante Virtual, o que já possibilitou aos autores terem acesso às grandes livrarias para disponibilizarem suas obras em um alcance ainda mais amplo.

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