Para rever: nossa entrevista com Tarsilinha do Amaral

Passei boa parte da semana pesquisando programas e formatos legais de vídeo no Youtube, em parte justamente para pegar alguma inspiração para os Hangouts, os bate-papos ao vivo que queremos passar a organizar pelo menos uma vez por mês com temáticas relevantes para escritores.

E, nesse espírito, acabei revendo algumas entrevistas bacanas que fizemos no passado, naTV Clube de Autores. Uma delas, com Tarsilinha do Amaral, decidi postar aqui no blog. Vale rever – aliás, como quase todas :-)

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Há diferença de compreensão quando se lê livros e e-books?

Uma matéria publicada no Canal Tech no mês passado trouxe à tona uma questão interessante: com tantas peculiaridades entre a experiência de leitura analógica e digital, há alguma diferença prática na capacidade de compreensão do leitor?

Antes, vale sempre lembrar que uma experiência de leitura eletrônica pode ser muito, muito diferente do que uma analógica. Apenas para citar alguns exemplos: pode-se clicar em verbetes para entender definições de palavras, pode-se acessar vídeos embedados, pode-se interagir em trechos específicos e até mesmo mudar o rumo da história. Em todos esses casos, a lógica já dita uma consequência: toda a narrativa é sistematicamente interrompida. A história, por assim dizer, deixa de ser linear e passa a ser muito mais caótica.

E isso foi o que uma das duas pesquisas feitas concluiu: de acordo com a pesquisadora Anne Mangen, da Universidade de Stavanger, a compreensão da cronologia dos fatos foi severamente prejudicada em leitores de ebooks.

Um outro estudo, feito por Matthew Scheneps (Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica), se focou em usuários disléxicos (com dificuldades de leitura e escrita). O resultado foi oposto: o fato de personalizar o livro (como aumentar fonte ou usar recursos sonoros para a pronúncia de determinadas palavras) os ajudou de maneira determinante na compreensão do texto.

A resposta para a pergunta alvo deste post, portanto, é que sim: há diferenças na compreensão de ebooks e livros mais tradicionais, de papel. A questão é que essa diferença não é necessariamente boa ou ruim.

Ricardo Almeida.

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Aproveite o Carnaval e entenda como funcionam as Escolas de Samba

Sabe como funcionam as Escolas de Samba? Se tiver curioso, recomendamos que acesse o livro A Cartilha das Escolas de Samba, de Hiram Araújo.

Um dos livros mais recomendados sobre Carnaval aqui no Clube, ele aborda todas as questões “técnicas”, por assim dizer, sobre a folia. Veja a sinopse:

O desfile das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro é uma verdadeira ópera popular e uma manifestação legítima da cultura brasileira. É, sobretudo, um espetáculo de luzes, cores, celebração, suor e paixão.

O modelo de carnaval adotado no Brasil e em muitas partes do mundo é, indubitavelmente, o desfile das Escolas de Samba. Ainda não existe, porém, um padrão muito bem definido a ser seguido pelos cultores de carnaval, cada cidade ou cada liga de Escolas de Samba pode fazer de um jeito. Algumas características são comuns, como Bateria, mas outras como Ala das Baianas nem sempre são respeitadas. Quanto aos critérios de julgamento dos quesitos a diversidade de versões é maior ainda.

O Rio de Janeiro possui de fato, o desfile de carnaval mais conhecido e estruturado e atua como polo irradiador para outras cidades. A importância cultural, social e econômica das Escolas de Samba é evidente não só no Rio de Janeiro, mas em todos os lugares do mundo. O objetivo dessa obra é contribuir para uma melhor compreensão desse fenômeno da cultura popular brasileira e, efetivamente servir como uma cartilha, expondo as ideias, as teorias, os métodos, desde as origens do Carnaval até o desenvolvimento das Escolas de Samba e a realização do Maior Espetáculo da Terra.

Se interessou? Então saiba mais sobre o livro clicando aqui, na imagem abaixo ou diretamente no link https://www.clubedeautores.com.br/book/130914–A_Cartilha_das_Escolas_de_Samba#.Uwyj6fRdWC5

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Ondjaki falando sobre Ondjaki

Uma das maiores vantagens da literatura é permitir que enxerguemos o mundo a partir de olhares que atravessam tempos e desconhecem qualquer tipo de fronteira geográfica.

Assim, seja pelos olhos dos moradores da Ilhéus de Jorge Amado, da alta burguesia carioca pintada por Machado de Assis ou dos tantos heterônimos de Fernando Pessoa, o nosso próprio mundo acaba ganhando contornos diferentes e, no mínimo, inspiradores.

E um desses olhares curiosos, que agregam às visões de mundo que compõem a essência de qualquer escritor, vem do angolano Ondjaki, autor de obras como Bom Dia Camaradas, Os da Minha Rua e O Assobiador, dentre outros.

Localizamos uma entrevista bem interessante na Web com um bate papo com Ondjaki – e, como ouvir literatura é tão interessante quanto ler, resolvemos postar aqui no blog para animar este meio de semana. Veja abaixo:


 

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