Impressora em braile?

Deficientes visuais tem um problema que poucos efetivamente entendem a gravidade: a restrição imensa de acesso a livros. Afinal, produção em braile costuma ser extremamente custosa e, claro, limitante.

Se coloque no lugar dos 6,5 milhões de deficientes visuais no Brasil e imagine, por um instante, todos os livros que deixaria de ter lido por pura falta de opção.

Se é verdade que nosso intelecto é fruto direto desse acervo cultural que vamos acumulando a partir dos nossos olhos, sem dúvidas essa falta de acesso à literatura pode ser considerado como um dos dramas mais intensos pelos quais passam os deficientes visuais mais graves.

Uma notícia recente pode indicar uma mudança nesse cenário: Shubham Banerjee, um garoto de apenas 13 anos, inventou uma impressora em braile de baixo custo (cerca de R$ 905).

Devemos começar a buscar uma aproximação com a empresa que ele acabou fundando. Quem sabe não conseguimos, com isso, deixar todo o nosso catálogo à disposição para esse público?

Enquanto isso, vejam abaixo o vídeo com a apresentação desse produto sensacional:

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Sabe como começou a matemática?

Há algumas coisas que nós, resultado de milênios de evolução, costumamos dedicar muito pouca atenção. Sabia, por exemplo, que em plena idade média, muitas das civilizações bárbaras desconheciam o número “zero”?

Isso pode parecer pouca coisa – mas você já tentou fazer qualquer tipo de operação matemática minimamente complexa desconsiderando o zero?

Na prática, a matemática é hoje a única língua mundial existente – e é provavelmente uma das grandes responsáveis pelas tantas revoluções tecnológicas pelas quais passamos.

Pois bem: navegando pelo Clube, nos deparamos essa semana com uma obra no mínimo curiosa: A Origem da Matemática nas Civilizações Antigas, de Rossi Nogueira.

O livro, também utilizado como trabalho de conclusão de curso do autor, passa pelas civilizações chinesa, hindu, egípcia e mesopotâmica, explorando de maneira interessantíssima a evolução das bases de qualquer sociedade moderna.

Uma obra diferente e reveladora, perfeita para amantes de história (e, claro, dos números). Gostou? Então veja a página do livro clicando aqui, na imagem abaixo ou no link http://clubedeautores.com.br/book/129633–A_Origem_da_Matematica_nas_Civilizacoes_Antigas

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Uma viagem pela culinária indiana

Não é de hoje que a culinária oriental vem atraindo a atenção de estômagos e paladares dos brasileiros. De alguns anos para cá, uma grande quantidade de restaurantes japoneses, chineses, tailandeses e indianos invadiu as principais cidades brasileiras e fez delas alguns dos maiores e mais cosmopolitas centros gastronômicos do mundo.

Em suas cozinhas, chefs adaptam temperos para os ingredientes e gostos locais e, com isso, vão obtendo sucessos nos mais diferentes níveis.

Esta invasão já começou a chegar aqui no Clube, com destaque para a autora Christina Bastos Tigre. Só que, no caso dela, com um ingrediente a mais: a base de toda a obra é feita de pesquisas e viagens à India, trazendo para as mesas dos leitores sabores originais dos mais diversos pratos.

Segundo a sinopse da obra:

Elaborado a partir de muitas pesquisas, viagens pela Índia e
experiências na cozinha testando receitas, este livro contém uma série
de pratos leves, sem muita gordura, fáceis e rápidos de preparar.
Os condimentos e especiarias mais usados na Índia e facilmente
encontrados no nosso país são: cravo, canela, folhas de louro,
pimenta-do-reino, cominho, coentro, açafrão da terra, erva doce e
sementes de mostarda.
De acordo com textos ayurvédicos, as ervas e especiarias têm o poder de
suavizar, esfriar ou esquentar o corpo. A pimenta-do-reino, por exemplo,
é considerado um excelente vermífugo e aumenta o fogo digestivo.
Muitos pratos na Índia levam açúcar e as receitas oferecem a opção de
adoçantes dietéticos.

Ficou com fome? Então conheça mais detalhes clicando aqui ou acessando diretamente o endereço http://clubedeautores.com.br/book/18792–A_India_e_seus_sabores

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