Peregrinemos aos templos sagrados da literatura

Praticamente todos os povos tem algum tipo de tradição que inclui peregrinar a algum local para agradecer e/ ou homenagear alvos de suas crenças. De Meca à Igreja do Bomfim, essas viagens espirituais são parte integrante de quase todos os humanos.

E, tendo isso em mente, queria sugerir uma peregrinação diferente, própria para todos os escritores: algum local de forte representatividade literária. Se estiver em Sampa, pode ser o Museu da Língua Portuguesa; se estiver no Rio, na Biblioteca Nacional; em Salvador, na casa onde viveu Castro Alves; e assim por diante. O que mais existe em nosso país, ainda bem, é lugar que deu ou recebeu gênios literários ao mundo.

Então, em resumo, nossa sugestão é que insira em seu calendário a obrigação espiritual de peregrinar a algum local sagrado da literatura brasileira para simplesmente agradecer e prestar homenagem àqueles que fizeram tão bem à nossa cultura.

E por que não aproveitar para fazer isso hoje mesmo, já no comecinho do ano, para começar 2015 inspirado?

 

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Só 10% é mentira, com Manoel de Barros

No último dia 13 de novembro, um dos meus maiores ídolos, Manoel de Barros, faleceu. Pessoalmente, considero esta uma das maiores perdas que a literatura brasileira teve em muito tempo.

E não seria justo deixar de homenageá-lo aqui no blog, certo? Ei-la aqui, com a reprodução de um mergulho cinematográfico no universo dele.

Nada melhor do que isso para fechar a semana.

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