5 motivos para publicar seu livro no Clube de Autores

Qual o melhor caminho para se publicar um livro no Brasil – e por quê?

Se você é autor e está buscando um caminho para publicar seu livro, certamente deve ter se abatido com as notícias divulgadas sobre o mercado editorial brasileiro nos últimos tempos. Estamos falando, afinal, de um mercado que efetivamente encolheu 20% na última década! Isso significa que o sonho de pavimentar uma boa carreira literária deve ser enterrado?

Obviamente que não. Aliás, quer um dado que contrapõe quase que surrealmente o citado acima? Entre 2001 e 2016, o hábito de leitura do brasileiro cresceu os mesmos 20%! Bom… qual a resposta para um mercado que cai na mesma medida em que o seu consumo aumenta? Simples: o surgimento (ou, nesse caso, a explosão) de uma nova dinâmica de mercado – uma dinâmica que nada tem a ver com os velhos e antiquados métodos de se encarar o universo editorial. Quer ter uma boa carreira como escritor?

Então esqueça o “velho” e publique-se em um modelo novo, abrindo mão de velhos e desfuncionais paradigmas e entregando-se de alma a esse mundo de oportunidades que se abre agora para novos autores. O caminho é um só: publique seu livro aqui, no Clube de Autores. Por quê? Veja 5 motivos aqui:

1. O Clube de Autores é de graça!

Quer uma vantagem melhor que essa? Ao invés de pagar milhares de reais para uma editora convencional que não te dará nenhuma mínima garantia de sucesso, você pode trilhar o seu caminho por aqui sem nenhum custo. Para publicar no Clube, basta acessar o site, clicar em Publique seu Livro e seguir as instruções. Em instantes sua obra estará disponível para venda tanto em formato impresso quanto digital – sendo que imprimiremos os exemplares físicos na medida em que as vendas forem acontecendo. Ou seja: vendeu 1 exemplar? Imprimimos e entregamos 1. Vendeu 100? Imprimimos e entregamos 100. E assim por diante.

Mas, claro, há um outro lado envolvido aqui que é importante de se entender. Como não cobramos nada dos autores, também não fazemos revisão, capa, diagramação, registro de ISBN ou coisas do gênero. Aqui, o próprio autor é quem deve cuidar de seu livro – o que inclusive é o que mais funciona no mundo inteiro. Há dois caminhos que você pode trilhar aqui: conseguir “amigos” que te ajudem nesse processo ou contratar serviços profissionais avulsos, de terceiros.

Seja como for, tenha em mente que é assim que o mercado funciona hoje – no mundo inteiro. Esqueça aquela ideia romântica de uma editora que cuidará de toda a sua obra, em todos os detalhes, e não te cobrará nada por isso. A não ser que você já seja um autor best-seller, isso dificilmente acontecerá. Seja prático: encare esse novo momento de mercado, trabalhe você mesmo o seu livro e publique-o aqui.

Quer uma ajudinha a mais? Dê uma olhada nesse post aqui com algumas regrinhas importantes para se escrever um livro ou neste aqui com todas as etapas que um autor deve encarar para publicar o seu livro.

2. Publicar aqui significa estar presente nas maiores livrarias do país!

A maior parte das plataformas de autopublicação resume-se a uma loja. Ou seja: se você publicar seu livro na Amazon, para ficar apenas em um exemplo, ele será vendido exclusivamente na Amazon.

Essa talvez seja a maior das vantagens do Clube: nós funcionamos como uma central de distribuição em todos os formatos. Publicar aqui significa estar à venda na Amazon, na Livraria Cultura, na Estante Virtual, no Mercado Livre e em diversas outras lojas e marketplaces. E isso porque estamos falando apenas de impressos.

No caso de ebooks, os livros irão para venda no Kindle, na Apple, no Google Play, no Kobo e em outros canais importantes.

Claro: somos também uma loja online e os livros estarão todos à venda aqui. Mas não nos enganemos: a grande audiência está mesmo nessas grandes livrarias. Iríamos além, até: estar nesse conjunto de livrarias significa que seu livro estará ao alcance da quase totalidade de leitores do Brasil. Quer vantagem maior que essa?

3. Temos modelos específicos para autores que desejarem adquirir tiragens maiores

Muitos autores acabam montando um modelo próprio de comercialização dos seus livros: eles adquirem tiragens maiores, de 500 ou mais exemplares, e revendem-nos diretamente via redes sociais.

Até o passado recente, nós não éramos uma opção viável para esse perfil de autor: como estávamos focados em impressões sob demanda, simplesmente não conseguíamos trabalhar com uma escala tão grande. Até o passado.

Recentemente, o Clube de Autores lançou um modelo completamente diferente do tradicional e feito para este perfil de autor: a gestão colaborada. Como funciona?

Simples:

  • Conseguimos preços praticamente imbatíveis para tiragens maiores por conta de uma negociação intensa que fizemos com nossas gráficas parceiras
  • Como, seja como for, o valor de 500 ou mais exemplares sempre vai ser mais pesado que o de 10 ou 20 exemplares, conseguimos parcelar esse pagamento em até 12 vezes no cartão
  • O melhor de tudo: conseguimos armazenar parte desse estoque pelo autor, utilizando-o como acervo próprio para distribuição e venda na nossa rede de livrarias.

Em outras palavras: o autor pode comprar uma tiragem maior a preços menores, parcelado e conseguindo também um apoio importantíssimo na distribuição e venda pelas maiores livrarias do Brasil!

Quer saber mais? Acesse essa página aqui com mais informações sobre o nosso modelo de compras em quantidade.

4. Já estamos vendendo no mundo inteiro! 

Desde o começo de fevereiro de 2019, o Clube de Autores passou a vender os livros impressos em todo o mundo! Como?

Depois de meses e meses e meses de negociações e integrações tecnológicas, conseguimos firmar acordos com algumas das maiores redes de gráficas do planeta. Assim, por exemplo, quando um leitor comprar um livro nos Estados Unidos, ele será impresso nos Estados Unidos e enviado diretamente para o leitor sem que precisemos nos preocupar com complicações alfadegárias ou custos de frete impeditivos.

Como isso acontece? Basta fazer o processo de compra tradicional lá no site do Clube. Em algum ponto, o próprio sistema perguntará o endereço e o comprador inserirá os dados de onde estiver, viabilizando o cálculo automático de frete e de coisas do gênero.

5. Somos transparentes!

Tá: talvez esta seja a maior vantagem de todas.

Porque é extremamente comum ouvirmos de autores que costumavam trabalhar com outras editoras que eles nunca faziam ideia de quantos livros venderam.

O esquema aqui é outro. Vendeu? O livro aparece na sua área de direitos autorais.

Na mesma hora, caso seja uma venda ocorrida no site do Clube de Autores, ou em 60 a 90 dias caso seja uma venda ocorrida em uma livraria parceira. Vale ressaltar que esse prazo de registro de vendas existe apenas porque é somente depois dele que as vendas são reportadas pelos canais para nós mesmos.

Mais: o depósito diretamente na conta do autor pode ser tanto automático (sempre no quinto dia útil após o autor acumular um mínimo de R$ 100 a receber) quanto sob demanda (bastando que o autor nos solicite o depósito do seu valor a receber a qualquer momento e independentemente de qualquer montante acumulado).

Não há, no mundo, nenhuma outra plataforma tão transparente assim. Aliás, isso é o mínimo, certo? Afinal, são suas vendas e nada mais natural que você saber sobre elas o quanto antes!

Publique seu livro e comece a vender!

É por motivos como esses que o Clube de Autores tem crescido tanto no Brasil. Mesmo com todo o pessimismo do mercado editorial brasileiro, aliás, o Clube fechou o ano de 2018 registrando 30% de crescimento – um valor extremamente expressivo e que reflete exatamente este novo paradigma que está se estabelecendo.

São novos autores, novos best-sellers, novas descobertas que tem acontecido aqui em nossa plataforma – que, hoje, já tem 85% do mercado de autopublicação e é responsável por cerca de 15% de todos os livros publicados no país!

Sabe o que falta aqui? O seu livro!

Navegue em nosso site, conheça mais a nossa proposta e os nossos conteúdos de apoio e publique seu livro no Clube de Autores!

 

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O que funciona melhor na autopublicação?

Muitos autores que aparecem por aqui costumam perguntar o que funciona melhor na autopublicação.

Mais: eles perguntam até mesmo se a autopublicação funciona.

E normalmente respondemos com toda uma série de números e dados que existem para comprovar e afirmar o óbvio: a autopublicação, hoje, é o único caminho bom para novos autores.

Isso significa que todos terão sucesso, que basta publicar e aguardar os louros da vitória? Não, óbvio que não.

Aliás, de antemão já recomendamos que você acesse os guias que montamos aqui sobre como publicar, como escrever, como precificar, como divulgar etc. São compilados valiosos feitos com base em anos e em dezenas de milhares de livros que já vimos e continuamos vendo passar por aqui.

Mas, voltando à pergunta original, o que funciona melhor na autopublicação?

Considerando que seu livro esteja bem escrito, com o português devidamente revisado, com uma capa sedutora, o ISBN registrado… o que ele precisa para decolar?

Em uma palavra: distribuição.

Não que seu livro precise estar nas prateleiras de todas as livrarias físicas do país: acredite, isso é impossível até para as grandes editoras. Mas ele precisa estar localizável nas maiores lojas das maiores redes.

E quais sãos as maiores lojas? Os sites das maiores redes.

Amazon. Livraria Cultura. Estante Virtual.

Somadas, apenas essas três já chegam a dezenas de milhões de leitores país afora.

Somadas, essas três já garantem que qualquer consumidor consiga encontrar e comprar o seu livro.

Somadas, essas três elevam o seu potencial de sucesso ao máximo possível, bastando “apenas” que você trabalhe bem os outros fatores de sucesso (qualidade do texto, revisão, capa, preço, divulgação).

E sabe do melhor? Essas três – além de toda uma gama de outras lojas e marketplaces – já fazem parte da rede do Clube de Autores. Ou seja: basta publicar aqui (com ISBN, claro) que seu livro será distribuído para todas essas lojas online sem que você precise pagar nada por isso.

Ainda não publicou?

Então baixe nossos guias, acesse nosso site e publique agora mesmo! Seus leitores, afinal, certamente estão por aqui, esperando suas histórias!

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Mundos em transposição, parte 2

Há algumas eras atrás, Mikhail Gorbatchov, então líder da toda poderosa União Soviética, fez uma visita de estado ao Reino Unido.

Nela, as autoridades britânicas esforçaram-se para mostrar todos os detalhes matemáticos da economia capitalista, explicando números, destilando PIBs e exalando estatísticas.

Em um dado momento, Gorbatchov pediu a palavra e disse:

“Em Moscow, colocamos as mentes mais brilhantes da União Soviética dedicadas a solucionar o problema da distribuição do pão no país. Ainda assim, nunca conseguimos eliminar ou mesmo diminuir as filas nos centros de distribuição. Por todos os lugares que andamos aqui em Londres, não vi uma única fila formada com esse fim. Gostaria de conhecer as pessoas responsáveis pela organização da distribuição de pão no Reino Unido, pois certamente temos muito a aprender com elas.”

Conta a história que seus interlocutores se entreolharam, atônitos, e tiveram dificuldades em explicar ao líder soviético que não existia nenhuma pessoa ou departamento responsável por esse tipo de organização. Ao contrário: lá, tudo funcionava justamente por ser desorganizado (ou “auto-oorganizável”).

Não, este não é um post de cunho político (apesar de parecer pelos exemplos de comunismo versus capitalismo). Nem faria sentido ser: a União Soviética se dissolveu há décadas justamente pela sua incapacidade de gerir o próprio estado e criticá-la seria chover no molhado de uma forma no mínimo desnecessária.

A questão aqui é outra: um sistema de gestão ultra-centralizado versus um sistema de gestão completamente descentralizado.

Quer um exemplo bem mais próximo da nossa realidade?

O mercado editorial tradicional segue um modelo de gestão absolutamente centralizado. Nele, uma meia dúzia de pessoas liderando uma meia dúzia de editoras efetivamente “decide” o que milhões de pessoas lerão. Essas decisões, por sua vez, são canalizadas para grupos ainda mais restritos: as poucas grandes livraras do mercado. Sim, poucas: no Brasil, por exemplo, as duas gigantes, Saraiva e Cultura, respondem juntas por cerca de 60% do total de vendas em todo o território nacional.

O resultado de tudo isso? Saraiva e Cultura estão em severas dificuldades financeiras. A Saraiva, apenas para se ter ideia, não paga as editoras das quais compra os livros para revender desde fevereiro! Essas editoras, por sua vez, vivem cambaleando entre a inadimplência do que vendem e os prejuízos do que não vendem por conta de suas apostas míopes em títulos que cismam em não se tornarem best-sellers.

Muito se disse que o mercado editorial tradicional, aqui no Brasil, se desmoronaria com a ameaça da Amazon e dos ebooks. A profecia está certa; as causas, erradas.

Ebooks deixaram faz tempo de ser uma ameaça: nenhuma das dramáticas previsões de fim do livro impresso aconteceu e, ainda que tivessem acontecido, a relevância da forma de leitura é nula (desde que livros continuem sendo lidos – como efetivamente continuam). A Amazon, por sua vez, segue sendo uma ameaça imensa aos players tradicionais – mas ela já é uma ameaça que nunca se concretiza faz tanto tempo, mas tanto tempo, que o “medo” aos poucos vai perdendo estatura frente à realidade.

Ainda assim, livrarias seguem usando o calote como método de sobrevivência, editoras tradicionais seguem falindo e a sobrevivência do modelo tradicional como um todo mostra-se nitidamente em cheque.

Por que?

Porque, da mesma forma que com o pão soviético, sistemas de distribuição centralizados simplesmente não funcionam.

No Clube de Autores, todos podem publicar seus livros gratuitamente. Quem escolhe o que é bom e o que é ruim? O leitor. E ele nem precisa fazê-lo aqui em nosso site: hoje, ele tem acesso a todas as dezenas de milhares de títulos autopublicados nas mesmas livrarias tradicionais que está habituado. Não há centralização nenhuma aqui: tudo é autogerenciável pelo próprio mercado.

Ainda somos pequenos frente ao potencial, de fato – mas já estamos crescendo ao ponto de comprovar essa tese com absoluta nitidez.

Não precisamos ficar no nosso próprio exemplo: a Estante Virtual é um outro caso perfeito. Ela é, hoje, uma das livrarias online mais relevantes do país – ainda que não tenha um único livro em estoque. Quem define os títulos que ela vai vender? O mercado.

Como plataforma, ela “apenas” interconecta centenas de sebos e pequenas livrarias no mesmo local. Com isso, claro, ela soma uma pluralidade de estoques nichados que incluem de livros fora de circulação a best-sellers e, assim, consegue atender a todos. Ou seja: sua oferta é gerida pelo mercado de maneira absolutamente orgânica, auto-regulamentada.

Reforço aqui a palavra-chave: plataforma.

Apesar de terem modelos absolutamente opostos, nem o Clube e nem a Estante operam com a orquestração da demanda: ambas as empresas deixam o mercado decidir. E, por mercado, entenda-se as duas partes mais interessadas: o leitor e o autor. Quem mais, afinal, deveria decidir por eles?

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Mundos em transposição, parte 1

“Qual o sentido de ir a uma livraria, por mais megastore que seja”, uma amigo me perguntou no final do domingo.

Ela não se referia à Internet, ressalte-se: referia-se a uma livraria física, daquelas belíssimas que decoram os shoppings e esquinas daqui de São Paulo com verdadeiras esculturas renascentistas feitas de letras e papel.

Ela continuou: “Já fui em três livrarias ontem e não achei nenhum dos dois livros que procuro. Pedi para o vendedor me indicar algo ao menos relacionado ao tema, mas ele conhecia literatura tanto quanto eu conheço física quântica.”

Sua conclusão: se estiver procurando um livro específico, mais fácil e rápido buscá-lo na Internet, em algum site tipo a Estante Virtual, que sempre tem tudo da velha literatura.E, se estiver buscando algo mais novo sobre um tema específico, melhor garimpar no Clube de Autores, que concentra tudo de novo.

Um ponto em comum entre ambos: nenhum dos dois trabalha com estoque. Ainda que com modelos diferentes, todos fazem da própria rede – seja de sebos e pequenas livrarias a autores independentes – a fonte primária de conteúdo.

É justamente aí que está o futuro. Ou melhor: é “aqui”.

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O varejo fazendo a diferença para os autores do Clube

Uma das nossas grandes apostas aqui no Clube sempre foi a distribuição em canais de venda diferentes, tradicionais.

Pois bem: ontem, consolidamos alguns dados de vendas e constatamos o óbvio: o volume de vendas de livros do Clube em outros canais tem ficado cada dia mais expressivo.

E não falo aqui dos ebooks, que representam (há anos) 10-15% das nossas vendas: falo da venda de impressos. As vendas dos nossos livros na Cultura, Amazon, Submarino, Americanas, Estante Virtual, FNAC e outras lojas online já somam, hoje, 20% do nosso total – número que cresce mensalmente!

O que isso significa? Que, pela primeira vez na história, autores independentes deixaram de ser reféns de uma única opção de publicação. Estar aqui no Clube significa estar em praticamente todo o mercado editorial, exceto por raríssimas exceções nas quais estamos já trabalhando para eliminar.

E reforço aqui que estar nessas livrarias é relativamente simples: basta ter ISBN nos títulos e iniciamos o processo de “distribuição”.

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