Livrarias que nos revendem

Distribuir ebooks é mais complicado do que parece: a negociação com livrarias é quase individual (mesmo quando se atua com um intermediário assumindo o papel de distribuidor), o processo técnico de sincronização de catálogos é assustadoramente manual e a conciliação dá um trabalho impressionante.

Ainda assim, está claro para nós que ter livros distribuídos em lojas eletrônicas é o mesmo que abrir canais de venda FUNDAMENTAIS para autores independentes. Até a sorte acaba ajudando: como há poucos títulos em português autorizados a serem revendidos em formato digital, livros independentes acabam ganhando um destaque muito, muito maior do que em livrarias físicas convencionais.

Mas há regras que precisam ser observadas: a Amazon, por exemplo, apenas aceita formatos EPub – e eles testam minuciosamente para garantir que os arquivos estejam tecnicamente perfeitos; o Google, por sua vez, aceita trabalhar com PDFs tranquilamente; e assim por diante.

Para responder a muitas das dúvidas, subimos recentemente no site do Clube uma área que detalha as livrarias que nos revendem. Para acessar, clique aqui.

Também colocamos, abaixo, uma tabela explicativa bem prática.

Uma observação: estamos trabalhando na integração com a Saraiva. Alguns dos livros do Clube estão lá, mas estamos com algumas questões técnicas sendo resolvidas e, por isso, não os colocamos na tabela. Já já isso muda :-)

Quer um conselho? Autorize já a publicação do seu livro nesses canais. Como dizem, estar presente pode não ser garantia de sucesso nas vendas – mas estar ausente é, sem dúvidas, garantia de fracasso!

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Como o Pensática entrará no Clube

Por enquanto, o Pensática está colocado apenas como novo conceito – mesmo porque ainda estamos testando uma série de coisas e fazendo pequenos ajustes. Mas, claro, o seu futuro é ser posicionado como o leitor online oficial do Clube.

Ou seja: nos próximos dias, o link do Pensática já deverá aparecer vinculado a todas as compras de ebook. Ou seja: ao invés do destaque para o download do arquivo, o usuário poderá acessá-lo diretamente, online. Mais simples e prático.

Com o tempo, a própria opção de download deve começar a perder espaço até sumir de vez. Isso ainda está sendo discutido aqui (pois há os que defendem ferrenhamente a posse dos arquivos) – mas a melhor maneira de descobrir será na prática.

O tempo para isso tudo? Aproximadamente 2 meses, que é o que precisaremos para arredondar algumas arestas (e que comentaremos no próximo post) :-)

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