A diversão de voltar à ativa com a Fábrica de Historinhas

Estávamos em “pausa” com a Fábrica de Historinhas, serviço de personalização de livros infantis que lançamos no apagar das luzes doano passado. Estávamos revendo os produtos, criando novos formatos (antes, trabalhávamos apenas com assinaturas mensais), repensando tudo.

Foi um período chato para mim – até porque eu usava o blog da Fábrica para escrever justamente sobre o papel de livros na minha relação pessoal com as minhas filhas. E é ruim, muito ruim parar de escrever – como creio que todos que estejam lendo isso, escritores, concordem.

Pois bem: a Fábrica está de volta! Agora, todos os livros personalizados são vendidos também individualmente, sem precisar assinar nada ou fazer nenhum tipo de pagamento mensal. Agora, é simples assim: você entra no site, seleciona a história, personaliza nomes de personagens e pronto: em poucos dias, recebe um livro lindo em casa tendo os seus filhos como personagens principais. Simples e, obviamente, efetivo: que criança não presta atenção em uma história que tenha ela como protagonista?

E a melhor parte, falando egoisticamente: já voltei a “me escrever” lá no blog. Ufa!

http://fabricadehistorinhas.com.br

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Tempo Mágico, Tempo de Namoros disponível em audiobook!

Não saberia dizer, exatamente, em que momento uma criança deixa de ser criança e ingressa no burocrático cotidiano adulto. Talvez fosse fácil apontar uma idade lá pelos idos do século XIX, quando o internatos, lavouras mais áridas ou serviços militares catapultavam a ingenuidade para o meio de uma guerra de hormônios, egos e forças.

Hoje não é mais assim. Hoje, a correria pelo crescimento e por uma maturidade forçada é tamanha que a vontade se sobrepõe à idade, criando uma camada cinza na adolescência onde as descobertas são banhadas com crises tensões maiores do que se imaginava.

Não temos como gerar uma conversa entre um adolescente de hoje e um do século XIX, infelizmente. Mas temos, por certo, como forjar um encontro entre uma jovem dos nossos dias e uma de algumas décadas atrás.

Como? Esse é o pano de fundo de Tempo Mágico, Tempo de Namoros (outra vez!), escrito pela premiada Anna Cláudia Ramos e disponível aqui no Clube de Autores. Com um bônus: na semana passada, o livro foi disponibilizado pela UBook em formato de áudio, empregando uma maneira “nova” de se “ler” livros.

Dado que a obra aborda justamente um choque de gerações, nada mais perfeito.

E nenhuma recomendação poderia ser melhor, portanto, para o dia de hoje – Dia das Crianças. Recomendação principalmente para os pais, acrescento – aqueles que em breve começarão a sentir os efeitos da adolescência dentro de suas casas.

Assim, se quiser conhecer melhor esse brilhante livro e se aventurar, escolha a versão ideal abaixo e bom Dia das Crianças!

Para versão impressa ou ebook, clique aqui.

Para versão em audiolivro, clique aqui.

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Por que um bom livro é uma porta secreta?

A infância é surreal. Já comentei isso no post da quarta passada quando me alonguei, talvez mais do que o necessário, sobre como livros permitem que crianças criem mundos de acordo com as suas próprias e pessoalíssimas visões de mundo.

Nessa linha, vale muito conferir a palestra do autor Mac Barnett sobre a escrita que escapa das páginas abrindo todo um caminho para a imaginação:

 

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Ensinando matemática a crianças

Matemática não é, exatamente, o tema central aqui do blog. como parte do Clube de Autores, falamos de livros de maneira ampla, de paixão por literatura e por todos os frutos que uma imaginação bem aguçada pode gerar para qualquer um. Histórias, em nossa opinião, não apenas salvam vidas: elas criam vidas.

Mas – e passei a semana passada postando sobre isso – não há como se ter bons leitores adultos se o hábito não for cultivado desde a infância. Minha tese é simples: jogue a criança no meio das histórias que estiver contando a elas e você fatalmente colherá frutos excepcionais.

Fui buscar nas palestras do TED – sempre uma excelente fonte de inspiração – algum tipo de experiência que comprovasse essa tese. Por enquanto – e friso o “por enquanto” – não achei nada focado em literatura – mas encontrei um exemplo perfeito no ensino da matemática.

Eis um dos grandes gênios da área, Conrad Wolfram, e uma tese: criar situações reais com computadores para envolver a atenção das crianças que, assim, passam a buscar uma solução para um problema (ao invés de para uma fórmula). O paralelo com minha tese, se assim puder chamá-la? Mesclar fantasia a realidade e deixar a criança no centro de uma situação, tirando-a do posto de uma mera observadora.

Não entendeu? Veja a palestra abaixo:

 

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