Oi, dezembro

Não vou fazer aqui um post de final de ano – ainda temos um longo mês pela frente.

Mas vou me permitir ficar um pouco embasbacado hoje, primeiro dia útil de dezembro, último mês do mais longo ano que já vivemos aqui no Clube.

Porque houve de tudo.

Houve os acordos que fizemos com livrarias e marketplaces que mudaram de maneira tão decisiva a nossa própria história.

Houve o lançamento de projetos inovadores muito peculiares, alguns com sucesso e outros com fracasso.

Houve a Copa do Mundo.

Houve a eleição em seus dois turnos, transformando o país inteiro em um caldo gástrico borbulhante.

Houve o começo dos acordos que possibilitarão ao Clube uma expansão internacional que já sonhávamos faz tempo.

Houve recordes impressionantes para nós, que nos descobrimos desbravando fronteiras até então distantíssimas em nosso imaginário.

Houve best-sellers que se consagraram por aqui.

Houve promessas que não se concretizaram.

Houve pedidos de recuperação judicial das duas maiores livrarias do país, garantindo um futuro no mínimo repleto de (bem vindas) aventuras selvagens para todo o mercado.

Houve de tudo.

E, bom… estamos agora aqui, às portas do último mês.

Será um mês rápido como costumam ser todos os dezembros? Duvido.

Pelas nossas contas, se os últimos 11 meses levaram algo como 11 anos para passarem, imagino que dezembro levará pelo menos um ano inteiro.

Aproveitemo-lo.

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Quer saber o que acontece no cenário editorial latino? Pergunte-nos: estamos no olho do furacão!

Como comentei no post da sexta, estamos hoje na FIL – Feira do Livro de Guadalajara, no México, segunda maior do mundo. 

Nosso objetivo é saber o que está acontecendo no cenário editorial fora das nossas fronteiras: que casos, inovações, dificuldades, soluções e histórias estão sendo construídas por aqui. 

Tem alguma curiosidade sobre isso? Quer fazer alguma pergunta qualquer?

Então siga-nos no Twitter e acompanhe a nossa transmissão! E, claro, fique à vontade para nos perguntar o que quiser por aqui ou por lá e faremos o possível para responder!

 

 

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Uma viagem pelos caminhos de Guimarães Rosa

Guimarães Rosa é um dos mais celebrados mitos da literatura brasileira. Não é por falta de motivo, claro: Grande Sertão: Veredas, por exemplo, é uma das mais belas obras de arte já escritas.

E, se a imaginação do leitor corre solto pelas páginas dos seus livros, ela também fica buscando tangibilizar cada uma das cenas, sentir a “quentura”, respirar os ares tão inspiradores que vem de lá desse fim de mundo tão singular.

Pois bem: o fato é que o sertão mineiro, cenário de Guimarães, está lá e pode ser explorado por quem quiser. Em um raro momento de ócio, acabei achando no Youtube um documentário sobre a região traçando paralelos com a obra do grande mestre. É meio longo, com quase 1 hora…. mas hoje, afinal, é sexta – e ele merece nossa atenção.

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