Clube de Autores registra crescimento de vendas em canais e de livros publicados pela plataforma

O que os resultados do primeiro trimestre de 2019 dizem sobre o Clube de Autores e a autopublicação?

Houve uma espécie de ciclo virtuoso para a autopublicação como um todo desde que começamos a distribuir os livros em canais como Cultura, Estante, Mercado Livre, Amazon e outros. Sempre imaginamos, aqui no Clube, que isso mudaria a cara do próprio modelo de autopublicação – mas uma coisa é hipotetizar e outra, constatar.

Mudança cultural no perfil do cliente Clube de Autores

A primeira grande mudança que percebemos foi que as vendas feitas por consumidores finais – leitores – estão efetivamente migrando de local. Se, antes, comprar no site do próprio Clube de Autores era a única opção para os leitores de livros independentes, hoje o cenário é outro. Faz sentido, inclusive: não há como comparar a audiência do Clube de Autores com a de sites como Cultura, Estante ou Amazon. E considerando que ao publicar aqui, os livros são automaticamente (e gratuitamente) distribuídos por esses e outros ecommerces, nada mais natural que uma mudança importante no perfil, como pode ser ilustrado no gráfico abaixo:

O gráfico mostra a evolução do perfil do comprador do Clube nos três primeiros meses do ano (comparando 2018 com 2019). Ou seja: em janeiro de 2018, 19,63% dos compradores do Clube eram leitores; um ano depois, esse número saltou para 23,56%. O mesmo raciocínio se repete para fevereiro e março.

Por que esse número não é ainda maior – ainda?

Apesar do crescimento, era de se supor que essa proporção ficasse ainda maior. Por que ela não é? Porque, para que os livros sejam distribuídos nas livrarias, é fundamental que eles tenham o registro do ISBN – e nem todos têm.

Que sirva de alerta aos autores do Clube: maiores vendas dependem de uma maior distribuição e basta que você registro o ISBN – algo simples, rápido e extremamente barato – para isso. Clique aqui para saber como registrar seu ISBN por conta própria ou aqui para contratar ajuda de profissionais (caso deseje).

Vendas diretas x vendas por canais

A mudança de perfil veio junto com a mudança dos locais de venda, como comentamos acima. Veja no gráfico abaixo:

Há ainda uma outra informação “escondida” nesse crescimento de vendas por canais: o perfil da compra. Não é só que os canais tenham crescido 10% de 2018 para 2019: eles estão crescendo principalmente sobre as vendas a leitores finais enquanto as vendas diretas, ocorridas no Clube de Autores, tem sido cada vez mais geradas por pedidos maiores de autores.

Isso aconteceu desde que lançamos o modelo de vendas em grandes quantidades com gestão de estoque inclusa (veja aqui e aqui). Apenas para contextualizar esse modelo: desde o final do ano passado, o autor consegue descontos efetivamente imensos em compras acima de 500 exemplares com a vantagem adicional de não precisar estocar os livros em casa uma vez que nós mesmos cuidamos disso (a custo zero). É natural que uma oferta dessas mudasse o tipo de compra feita no Clube, o que de fato aconteceu.

Novos livros publicados por mês

Outra mudança importante aconteceu nesse primeiro trimestre: um crescimento grande na quantidade de novos títulos publicados por mês. E veja: estamos falando aqui apenas de novos livros – excluindo republicações ou reedições. O gráfico abaixo ilustra isso com clareza:

O que isso tudo significa?

Em linhas bem gerais:

  1. Apesar de ainda ter um apelo grande ao consumidor final, em grande parte por conta dos livros sem ISBN que contam com uma distribuição reduzida, o Clube de Autores está se tornando uma plataforma cada vez mais voltada para autores.
  2. Os canais, que cresceram 10% de 2018 para 2019, tendem a crescer cada vez mais e a superar o total de vendas de livros independentes.
  3. Pluralidade é chave: o mais importante desse crescimento é que não estamos falando de um canal de vendas: estamos falando de diversos, o que garante que o autor independente esteja virtualmente em todas as grandes livrarias brasileiras
  4. Há um ciclo virtuoso claro que se instala aqui: quanto mais canais, mais vendas; quanto mais vendas, mais novos autores tomam conhecimento da plataforma e publicam seus livros aqui; quanto mais publicações, mais livros são distribuídos por mais canais; e assim por diante

As previsões para 2019 são, portanto, intensas: o Clube deve crescer mais que o registrado no ano passado, abrindo cada vez mais espaço para que autores independentes encontrem seus leitores por todo o mundo.

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Como publicar um livro gratuitamente

Quais os caminhos para que seu livro fique disponível nas maiores livrarias do país?

Primeiro ponto importante: não é mais preciso pagar para ter seu livro publicado. Se você ainda não entendeu isso, então está na hora de visitar o Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina, e fazer um teste pessoalmente. Aliás, vale também conferir este post aqui sobre por que vale a pena publicar no Clube.

Segundo ponto importante: publicar um livro gratuitamente não deve ser confundido com publicar um ebook gratuitamente. Reforçamos isso porque é normal se partir do princípio de que só se consegue publicar sem pagar quando o formato do livro não carrega custos de impressão. Só que isso não resolve seu problema, até porque a imensa maioria dos brasileiros – mais de 95% – prefere ler em formato impresso do que em formato digital.

Isso significa que você deve ignorar o formato digital? É óbvio que não. Significa apenas que você não deve ignorar o formato impresso. Claro.

E como não fazer isso? Simples:

1. Tenha o seu livro pronto.

Livros, claro, não se “autofazem”. Se você não deseja pagar nada pela sua elaboração, então deve fazer tudo por conta própria. E o que significa “tudo”? Arquivo devidamente revisado e diagramado, capa, sinopse etc. Aliás, temos um checklist completo aqui sobre o que você deve ter em mãos antes de efetivamente publicar o seu livro – vale conferir.

2. Deixe tudo no formato correto para publicação no Clube de Autores

Não há nenhuma plataforma de autopublicação no mundo que não trabalhe com padrões. E há um motivo claro para isso: padrões garantem que você possa entregar a um sistema – e não a uma pessoa – uma obra. E por que é importante entregar seu livro para um sistema? Porque sistemas costumam trabalhar gratuitamente, 24 horas por dia e 7 dias por semana. Simples assim.

Ou seja: se seus arquivos estiverem nos formatos corretos, bastará acessar o site do Clube de Autores, seguir as instruções de publicação presentes no próprio site e pronto: seu livro estará no ar em instantes.

E perceba que não estamos falando, aqui, de nada complicado: tamanhos, formatos de arquivo e tudo mais foram pensados no que o mercado mais utiliza. Ainda assim temos um guia completo e detalhado sobre como publicar seu livro que vale muito a pena conferir.

3. Certifique-se de que seu livro estará em todas as livrarias

Uma das maiores vantagens do Clube de Autores é a sua rede de distribuição. Ou seja: ao publicar aqui, seu livro estará à venda, em formato físico e digital, nas maiores livrarias do país e do mundo (incluindo Cultura, Estante Virtual, Amazon, Submarino e outros, muitos outros).

Para isso, no entanto, você deve autorizar que essa distribuição seja feita.

Não é um processo nada complexo: basta marcar a opção de autorizar distribuição ao final do processo de publicação e pronto: em algumas semanas seu livro ja aparecerá nos sites das mais diversas livrarias.

É só isso? 

Em linhas gerais… sim. Publicar um livro em formato impresso e digital é algo realmente simples e gratuito hoje em dia. Isso não significa, no entanto, que basta publicar o seu livro e esperar as vendas acontecerem por conta própria.

Definir o preço correto, montar uma estratégia eficiente de divulgação, tudo isso é fundamental para que o sucesso bata à sua porta (além da óbvia necessidade do seu livro ter uma qualidade editorial boa).

O importante aqui, no entanto, é que essa barreira de publicação do livro, antigamente tão inalcançável para tanta gente, é hoje virtualmente inexistente.

Quer publicar o seu livro sem pagar nada e ainda estar disponível nas maiores livrarias do país? Simples: acesse o Clube de Autores, clique em Publique seu Livro e siga as instruções :)

 

 

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Guia sobre como publicar um livro online

Estamos, como se pode perceber até mesmo passando o olho aqui no blog, criando uma série de conteúdos úteis para os nossos autores.

De maneira geral, coletamos todo um universo de dúvidas acumuladas desde o nosso primeiro dia de vida, lá nos idos de 2009, e consolidamos respostas práticas para elas.

Essas respostas serão transformadas em posts mais completos (como esse aqui, sobre o registro do ISBN), em ebooks, guias e manuais (como os que já estão aqui) ou em páginas mais completas.

A primeira que publicamos é esta aqui, com todo um compilado de informações sobre como publicar um livro.

Há de tudo nela: melhores práticas, mitos que devem ser desconstruídos, dicas e acesso a manuais e guias que podem ser extremamente úteis aos novos autores. Recomendamos fortemente que você dê uma olhada nesse conteúdo e que utilize-o como uma espécie de checklist. Conhecimento nunca é demais – principalmente para nós, escritores, que vivemos no mundo tão hipercompetitivo da produção artística.

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Como definir o preço de um livro

Essa é uma das maiores dúvidas de autores independentes: como se definir o preço de um livro? Deve-se buscar sempre o preço mais baixo? Até que ponto vale a pena ou é efetivo abrir mão de direitos autorais para vender mais? 

O Clube de Autores acaba de lançar um guia sobre Como Definir o Preço do Seu Livro, disponível gratuitamente aqui. Quer saber como funcionam os modelos de estabelecimento de preço tanto no caso de editoras tradicionais quanto na autopublicação? E na comparação entre impressos e ebooks? 

Tudo está lá no guia. Mas, antes, cabe uma pequena introdução teórica sobre a dinâmica da precificação:

O preço é o elo universal entre autor e leitor, oferta e demanda; quanto maior a demanda, mais valiosa pode ser a oferta

O único ponto comum que liga todos os livros já publicados no mundo, em todas as sociedades e por toda a história, é que todos têm e sempre tiveram um preço. E sim: esse preço até pode ser subsidiado pelo Estado (no caso de livros didáticos para escolas públicas, por exemplo) ou pelo autor (quando este decide distribuir a sua obra gratuitamente, normalmente em formato ebook). Mas, de uma forma ou de outra, ele existe e, se não houver ninguém disposto a pagá-lo, o livro simplesmente deixará de existir.

No mercado tradicional, no qual todos estamos inseridos, este alguém costuma ser o leitor, o consumidor. E como ele toma a sua decisão? Da mesma forma que ele decide sobre a compra de um novo smartphone ou de uma barra de chocolate: medindo o tamanho do seu desejo pelo livro e desenhando uma conta em sua mente que define quanto esse desejo efetivamente vale.

Se um leitor estiver extremamente interessado em uma determinada história, ele estará também disposto a pagar mais por ela; se seu interesse for pequeno, no entanto, qualquer quantia mais significativa será potencialmente proibitiva.

Quer um exemplo óbvio?

O livro Sapiens – Uma Breve História da Humanidade, de Yuval Noah Harari, passou meses nas listas de mais vendidos do Brasil e do mundo entre 2017 e 2018. Em outubro de 2018, ele estava sendo vendido por R$ 59,90 – cerca de 50% acima do preço médio de um livro no Brasil no mesmo período (R$ 40,31, de acordo com o Sindicato Nacional de Editores de Livros – SNEL – e a Nielsen).

Se a lógica do leitor fosse exclusivamente financeira, portanto, esse livro seria um fracasso, e não um campeão absoluto de vendas.

O que, então, fez a diferença? O que permitiu que Sapiens tivesse um sucesso tão astronômico mesmo custando tão mais caro que a média? A maneira com que sua oferta foi feita.

Sapiens tem um enredo quase único, abordando sob uma ótica extremamente peculiar fatores como história, evolução e biologia. Ou seja: a concorrência em torno do tema é praticamente nula.

Sua sinopse é bem trabalhada; suas críticas são extremamente positivas e publicadas em sites e veículos de comunicação de peso; sua capa salta aos olhos; o autor é facilmente encontrado nas redes sociais, seja em vídeos de palestras ou artigos públicos. Traduzindo tudo isso em um só raciocínio: conseguiu-se criar uma desejabilidade em torno do livro que fez com que o leitor julgasse justo o preço de R$ 59,90.

E, daqui, extrai-se a primeira regra: ao invés de concentrar toda a estratégia comercial no preço do seu livro, foque-se na criação de desejabilidade. Faça as pessoas quererem comprar a sua história pela força magnética dela, e não apenas pelo preço.

Quanto mais desejabilidade você conseguir gerar sobre sua obra, mais conseguirá cobrar por ela – e mais conseguirá ganhar.

Mas, claro, há aspectos técnicos importantes e que vão muito além disso na definição de um preço. Quer conhecê-los? Então clique aqui e baixe o nosso manual gratuito!

 

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Como publicar um livro

Conheça as três formas de se publicar um livro no Brasil

Publicar um livro continua sendo uma das grandes dúvidas de autores independentes de todo o país – até porque, se teve uma coisa que se agravou de alguns anos para cá, foi a situação da imensa maior parte das editoras tradicionais. 

Mas vamos por partes: há, tradicionalmente, três maneiras de se publicar um livro – e apenas uma é gratuita. 

1) Sendo patrocinado por uma editora

Essa é, de longe, uma das “saídas” mais desejadas por autores. O raciocínio é simples: uma editora tradicional o descobre, paga uma equipe para trabalhar leitura crítica, revisão, diagramação e capa, banca todo o marketing e garante que o livro esteja nas vitrines das maiores livrarias do país. E, a partir daí, é só aguardar o dinheiro chover torrencialmente na conta na mesma medida em que pedidos de palestras e entrevistas vão aparecendo.

Não deixa de ser um ideal romântico… mas está muito, muito longe da realidade atual. Por quê? Porque, hoje, a grande maior parte das editoras não tem mais capital para investir em novos talentos como fazia no passado. O que elas fazem então? Apostam – se é que essa palavra possa ser usada – apenas em títulos que já se provaram best-sellers, incluindo livros de autores nacionais já consagrados ou traduções de obras que fizeram grande sucesso no exterior. 

Assim, se você tentou esse caminho e não teve sucesso, não se desespere: isso é comum. Diria mais: esse também já deixou de ser o caminho preferido até mesmo dos grandes autores que, intermediados por uma editora, perdem o contato direto com o público e até mesmo a noção exata de como estão as suas vendas. 

2) Pagando pela publicação

Por conta dessa dificuldade de mercado, muitas editoras menores diversificaram seus modelos de negócio e criaram o que, lá fora, se chama de “vanity press” (ou “editoras de vaidade”). 

O raciocínio? Elas continuam prestando os serviços de revisão, diagramação etc., dando uma assessoria editorial completa e garantindo uma tiragem razoável – mas fazem o autor pagar por isso. 

O lado positivo? O livro realmente costuma sair bem feito, bem trabalhado. O negativo? Dada a explosão de títulos, dificilmente essas editoras conseguem bons posicionamentos em livrarias tradicionais, o que significa que você terá pago (caro) para ter centenas ou milhares de exemplares do seu livro… em sua casa. 

3) Autopublicando-se

E é aqui que entra o Clube de Autores, primeira e maior plataforma de autopublicação do Brasil. 

O conceito é simples: o próprio autor entra no site, publica seu livro e deixa ele disponível à venda. Vendeu como e-book? A leitura é liberada. Vendeu como impresso? O livro vai para uma gráfica que imprime apenas aquele exemplar vendido que, em seguida, segue para o leitor. 

Ou seja: o autor não paga nada e recebe exatamente o que determinou como seus direitos autorais no ato da publicação, podendo acompanhar seu extrato de vendas online, em tempo real. Simples, não? 

Com um bônus importante: ao publicar o livro no Clube de Autores, ele é distribuído para as maiores livrarias online do país, incluindo Amazon, Livraria Cultura, Estante Virtual, Submarino, Americanas e outras. 

Publicar no Clube de Autores, portanto, significa não pagar nada e, ao mesmo tempo, ter o seu livro disponível nas maiores livrarias do Brasil, podendo acompanhar as suas vendas em tempo real. 

Mas isso não significa que você não terá trabalho nenhum, claro. Por ser um modelo de autopublicação, o próprio autor deve se responsabilizar por tudo: revisão do texto, capa, diagramação etc. Na maior parte dos casos, os escritores conseguem negociar diretamente com amigos que façam esses serviços ou contratar em sites como o Profissionais do Livro, que reúne milhares de prestadores de serviço do ramo. Seja como for, há um guia de publicação que pode ajudar bastante e pode ser acessado clicando aqui

Mas, seja como for, o caminho nunca esteve tão aberto para autores iniciantes quanto com o Clube de Autores, que iniciou suas operações em 2009 e, hoje, conta com cerca de 70 mil títulos publicados e distribuídos pela sua plataforma. 

 

 

 

 

 

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